ISSN 1519-7670 - Ano 14 - nº 575 - 2/2/2010
 
IMPRENSA & ESTADO
As escolhas insensatas
Luciano Martins Costa - 5 comentário(s)
 
ELEIÇÕES 2010
A incógnita da internet
Carlos Castilho - 2 comentário(s)
ELEIÇÕES 2010
A imprensa e as `campanhas antecipadas´
Maurício Caleiro - 9 comentário(s)
MÍDIA FRANCESA
Nicolas Sarkozy e o novo bonapartismo
Leneide Duarte-Plon, de Paris - 3 comentário(s)
MÍDIA PIAUIENSE
Silêncio e conivência favorecem oligarquias
Kilpatrick Campelo - 5 comentário(s)
VAIDADE TOGADA
O vedetismo judiciário
Dalmo de Abreu Dallari - 23 comentário(s)
HAROLD EVANS, JORNALISTA
Os segredos do editor
Matías M. Molina - 0 comentário(s)
iPAD E OS JORNAIS
À cata de tábuas de salvação
Washington Araújo - 4 comentário(s)
EUGÊNIO BUCCI
Aos jovens jornalistas

Aristóteles insistia na tese do equilíbrio, no caminho do meio, no combate aos excessos destemperados e das privações desmedidas. Nisso, o que ele ensina ainda vale.

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Neste mês a TV Brasil exibe reprises dos melhores programas do OI na TV, excepcionalmente em novo dia e horário: quartas-feiras, à meia-noite.
 
 
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jornal de debates
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Desde o início do seu mandato, em 2007, Nicolas Sarkozy vem sendo criticado por instaurar um governo que os observadores denominaram de "hiperpresidência". Jornalistas e cientistas políticos detectaram um bonapartismo acentuado no atual presidente. Bonapartismo foi muito usado na França para designar certos regimes militares latino-americanos; fazia tempo que não se empregava para um presidente francês.

circo da notícia

Quantas pessoas não foram levadas a acreditar em fatos que nunca ocorreram apenas porque jornalistas se empenharam numa batalha ideológica e foram seguidos pela manada do "só repassei"? Um jornalista que "só repassou" não terá qualquer responsabilidade no character assassination?

caderno da cidadania

O juiz não deve desempenhar suas funções como se fosse um militante político, comprometido sobretudo com idéias e objetivos políticos, sem levar em conta os princípios e normas da Constituição e da legislação vigente. Mas também não deve limitar o desempenho de suas funções à simples verificação do aparente cumprimento das formalidades legais.

feitos & desfeitas

Vários críticos do Acordo Ortográfico, não sem razão, dizem que houve pressa excessiva do Brasil na sua aplicação e que Portugal, mais prudente, demoraria a adotar ou não chegaria jamais a aplicar os pequenos ajustes da reforma na escrita da língua portuguesa.

diretório acadêmico

Abriu-se a temporada de discursos pessimistas. Virou um chavão afirmar que o ofício de jornalista caiu em desprestígio porque o diploma obrigatório foi abolido. Outro lugar-comum, que traz o mesmo sinal de negatividade, são os diagnósticos que acusam o mercado de vilipendiar a função pública de informar a sociedade.

 
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