Domingo, 20 de Maio de 2018
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº987
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ARMAZéM LITERáRIO > ESTANTE

A maior mentira da história

29/10/2012 na edição 718
Mentiras e crimes da “guerra ao terror”, de Eduardo Montesanti Goldoni, 344 pp., Scortecci Editora, São Paulo, 2012

[do material de divulgação]

>> Maior mentira da história. O preço tem sido o sangue de centenas de milhares de militares e civis inocentes A “Guerra ao Terror” passa por cima da Constituição dos EUA, da ONU e de todas as leis internacionais.

>> Após 11 de setembro de 2001, nova Doutrina Bush fere liberdades civis sem precedentes dentro do país.

>> Rompe a política externa norte-americana e as relações internacionais em quase 400 anos, unilateralmente.

>> Tudo isso sob conivência criminosa da grande imprensa internacional, completamente de joelhos ao Império.

>> No Afeganistão o exército de uma pessoa, Malalaï Joya, desafia o Império e dois fortes inimigos locais.

>> Jurada de morte, Joya resiste bravamente, valendo-se também da revolução da informação através da Internet.

>> Entrevista totalmente modificada de jornaleco brasileiro com Malalaï Joya. Ocultadas revelações bombásticas sobre a ocupação norte-americana no Afeganistão.

>> Azar do monopólio da informação: a entrevistada enviou, com exclusividade, a versão original da entrevista. Agora, não há mais como a mídia comercial negar a quem serve…

Profundo trabalho investigativo da chamada “Guerra ao Terror”. Amplamente documentada, trata-se de obra singular sobre a questão que envolve, diretamente, a vida cotidiana dos 7 bilhões de habitantes da Terra hoje, fazendo-se sentir das mais diversas maneiras. Marcado por enigmáticas contradições, comprovadas mentiras e milhares de crimes contra vidas humanas e contra todas as leis internacionais por parte do governo dos Estados Unidos, o terrorismo internacional é uma questão concentrada nas mãos de poucos tomadores de decisão apoiados por um monopólio da informação absolutamente servil aos seus interesses: a grande mídia internacional, formadora de opinião em massa.

Tal aliança histórica teria tudo para se tornar mais uma criminosa parceria de sucesso neste caso, outro triste capítulo contado apenas pelos mais poderosos se não fosse a era da Internet que vivemos, fundamental para esta minuciosa obra que traz consigo o maior strip-tease ético da história do jornalismo mundial proporcionado também pela Internet, libertária por natureza.

Longe de combater extremismos e terrorismo, e ainda mais distante de promover justiça, a denominada “Guerra ao Terror”, além de espalhar bases militares norte-americanas pelo mundo – especialmente no Oriente Médio –, enriquecer sua indústria bélica, levar maior quantidade de petróleo a Tio Sam por menores custos e reaquecer a arruinada economia do país, serve para que políticas linha dura sejam aplicadas nos EUA e em diversos outros países (sob ameaça direta de Washington), enfraquecendo liberdades civis, direitos humanos, aumentando o medo entre as sociedades, a defesa de privilégios das classes dominantes e a corrupção.

Assim como as guerras ao longo de toda a história, a exemplo do século passado em que duas grandes guerras foram o recurso utilizado para se tentar superar crises econômicas, a “Guerra ao Terror” está muito longe de uma luta por verdade e liberdade – a maior mentira da história.

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