Domingo, 25 de Fevereiro de 2018
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº975

ARMAZéM LITERáRIO > CREDIBILIDADE

Confiança de americanos em jornais e TV é baixa

17/08/2010 na edição 603

Jornais e TV não andam bem no ranking de confiabilidade dos americanos – pouco mais de 25% dos entrevistados pelo instituto Gallup para sua pesquisa anual de Confiança em Instituições alegam ter ‘considerável ou muita confiança’ nas notícias divulgadas por um destes meios de comunicação. O número pouco mudou desde a queda de mais de 10 pontos percentuais de 2003 a 2007.

Segundo a pesquisa, das 16 instituições avaliadas, a que inspirou mais confiança foi o Exército; em último lugar, ficou o Congresso. A confiança dos americanos nas notícias divulgadas pelos jornais e TV ficou em pé de igualdade com os bancos e um pouco acima das organizações administrativas dos serviços de saúde e as grandes empresas.

Falta de confiança reforçada

O declínio na confiança nos últimos anos ficou evidente em uma outra pesquisa conduzida pelo Gallup em 2008, que mostrou que apenas fontes de notícias de internet e TV a cabo haviam registrado aumento na audiência. O mesmo dado apareceu no relatório anual do Projeto de Excelência no Jornalismo, do centro de pesquisas Pew, divulgado em março. De acordo com este último, pelo terceiro ano consecutivo, apenas notícias de meios digitais e TV a cabo tiveram aumento de popularidade, enquanto a audiência de emissoras locais e jornais encolheu.

Ainda assim, o panorama não é de todo bom para o restante da mídia. Está difícil encontrar confiança nos meios de comunicação, de um modo geral, mesmo entre o público liberal, que, historicamente, era o que mais confiava nas notícias. E, mesmo com os entrevistados de 18 a 29 tendo expressado mais confiança em jornais que os mais velhos, esta faixa etária é a que menos lê jornais nacionais. Os mais jovens mostraram-se também mais confiantes em outras instituições avaliadas, incluindo o Congresso, o sistema médico e o de justiça, o que significa que têm mais confiança nas entidades de um modo geral. As entrevistas foram feitas por telefone, de 8 a 11 de julho, com 1.020 adultos maiores de 18 anos. A margem de erro é de quatro pontos percentuais. Com informações de Lymari Morales [Gallup, 13/8/10].

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