Domingo, 22 de Setembro de 2019
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº1055
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ARMAZéM LITERáRIO >

Euclides da Cunha

Por Alberto Dines em 11/08/2009 na edição 550



A exemplo do que fizeram em relação ao bicentenário do surgimento da imprensa no Brasil, não-comemorado em 2008, os jornais ainda não deram sinais de que irão registrar devidamente o centenário da morte de Euclides da Cunha, que marcou a história do jornalismo nacional com a mais épica de todas as reportagens já produzidas por aqui.


Deve-se a ele não apenas a revelação de um Brasil remoto, que vegetava à margem das cidades que floresceram no litoral, mas também a inauguração de um estilo que se demorava na descrição dos detalhes geográficos e topográficos da cena, na análise profunda do caráter dos personagens, na contextualização que acabou se tornando característica do jornalismo em sua melhor forma.


Euclides da Cunha anda ausente das escolas e da imprensa que engrandeceu. (L.M.C.)


Ele foi um grande jornalista que escreveu o maior épico da literatura brasileira ou foi um escritor que também fez jornalismo quando cobriu os últimos lances da Guerra de Canudos? Os especialistas divergem nesta questão, mas há uma unanimidade em torno de Euclides da Cunha (1866-1909): foi grande em tudo o que fez.


O Observatório da Imprensa junta-se às homenagens prestadas ao autor de Os Sertões no centenário da sua morte com uma edição especial em formato de documentário que será exibida nesta terça-feira (11/8), às 22h40, ao vivo, pela TV Brasil. Pela Net, canais 4 (SP), 16 (DF), 18 (RJ e MA); pela Sky-Direct TV, canal 116; pela TVA digital, canal 181.


 


Veja também


Euclides da Cunha, nas páginas do Estadão


Os Sertões, 100 anos

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