Segunda-feira, 24 de Julho de 2017
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº950

ARMAZéM LITERáRIO > FIM DE SEMANA, 7 E 8/07

O Estado de S. Paulo

10/07/2007 na edição 441

BIOGRAFIAS & CENSURA
Antonio Gonçalves Filho

Autores de biografias protestam

‘O nome da mesa de debate entre os biógrafos de Roberto Carlos, Carmen Miranda e Paulo Coelho, ontem, na 5ª Festa Literária Internacional de Paraty, era ‘A Vida Como Ela Foi’, mas, se dependesse do primeiro biografado, o título seria ‘A Vida como Ela Deveria ter Sido’. Foi esse verbo na forma condicional que levou os organizadores da Flip a reunir três dos maiores biógrafos em atividade no País, os jornalistas Fernando Morais e Ruy Castro, e o historiador Paulo César Araújo, para discutir liberdade de expressão e a volta da censura sob uma outra forma, desta vez, segundo um deles, disfarçada de toga. Emocionados, eles apresentaram a proposta de um abaixo-assinado aos escritores da Flip, para ser entregue aos congressistas, pedindo uma emenda constitucional que concilie o direito de expressão com o de imagem, que entram em choque no caso de biografias não autorizadas.

Todos os três biógrafos citados já foram processados e julgados, segundo o trio, por exercer um direito garantido pela Constituição, o da informação. Um deles, Paulo César Araújo, teve seu livro, a biografia de Roberto Carlos (Roberto Carlos em Detalhes), impedido de circular por decisão judicial no último dia 27 de abril. Os exemplares publicados pela editora Planeta foram recolhidos a um depósito. O autor, julgado por invasão de privacidade e crime material (por ter prejudicado Roberto Carlos, que pretende lançar a autobiografia), já entrou na Justiça contestando a decisão judicial.

Ruy Castro passou pela mesma via crúcis dos fóruns ao lançar a biografia do jogador de futebol Garrincha (Estrela Solitária, 1995), sendo processado por suas filhas que, segundo o escritor e jornalista, não leram o livro. Fernando Morais, que atualmente escreve a biografia de Paulo Coelho, também enfrentou um processo por Na Toca dos Leões (2005), em que investiga as vidas e carreiras de Washington Olivetto, Javier Llussá Ciuret e Gabriel Zellmeister, os fundadores da agência de propaganda W/Brasil. Morais, segundo revelou no debate, viveu a experiência traumática de nem poder falar do livro, sob ameaça de pagar R$ 5 mil a cada menção pública da obra.

‘Estamos vivendo um caso de censura togada no Brasil e me pergunto quem são esses juízes que estão nos julgando, esses homens que recebem propinas para assinar sentenças’, disse Fernando Morais, aplaudido pela platéia. Lendo uma pergunta do público, o mediador Cassiano Elek Machado, curador da Flip, dirigiu ao historiador Paulo César Araújo uma questão que começa a preocupar as editoras: por que a Planeta recuou e aceitou a decisão judicial, concordando em entregar os livros? Seria por que a editora é espanhola e temia a ameaça – real e dirigida contra ela, segundo o biógrafo de Roberto Carlos – de ser fechada por causa da alta indenização exigida pelo cantor? O historiador preferiu não responder por seus editores, mas disse que o Brasil corre com isso um sério risco de ver, no futuro, biografias embargadas e sua história impedida de ser contada se cada biografia não autorizada proibida pela Justiça.

Fernando Morais, por exemplo, tratou de pessoas mortas em suas biografias (Olga, Chatô, Montenegro), mas escreveu duas outras ainda inéditas sobre personalidade políticas vivas, a de José Dirceu (concluída ) e a do senador Antonio Carlos Magalhães (em processo de elaboração). Nada garante que Morais tenha algum poder sobre o que pesquisou e colocou nos textos sobre esses políticos.’Estamos tentando chegar aos congressistas justamente porque a Constituição tem brechas e nada indica que, no futuro, alguém impeça que se escreva as biografias de Paulo Maluf ou de Fernandinho Beira-Mar, impedindo os historiadores de cumprir seu papel’, observou a esse respeito Paulo César Araújo.

Ao usar como argumento que pretende lançar a autobiografia e seria assim prejudicado materialmente com o lançamento de sua biografia não autorizada, Roberto Carlos, segundo o historiador, reserva-se o direito de contar a própria história como se não fizesse parte de uma História maior, a da música popular brasileira, que, segundo o biógrafo, ocupa 90% das páginas de Roberto Carlos em Detalhes. O biógrafo chorou ao lembrar que, durante o processo de escrita do livro, dedicado à filha Amanda, de 5 anos, conseguia convencê-la de que precisava trabalhar dando a ela gravações do cantor, cuja vida contada pelo pai ela jamais poderá ler. Bem, talvez numa versão ampliada e subvertida que circula na internet, com inclusões de arrepiar até o próprio autor da obra.

A esse respeito, Ruy Castro observou que, em países onde a Constituição não tem brechas e o direito de expressão é garantido sem artigos que fazem o cidadão tropeçar, os biografados não se dão ao trabalhar de contestar informações que circulam sobre eles, até mesmo porque essa seria uma atitude prejudicial às suas carreiras, citando o caso da candidata senadora americana Hillary Clinton, que tem mais ou menos sete diferentes biografias publicadas. Nenhuma delas, evoque-se, muito favorável à imagem da ex-primeira dama.’

JORNALISMO CULTURAL
Marcelo Rubens Paiva

Manual prático da polêmica

‘A polêmica é um dos ingredientes indispensáveis do jornalismo cultural. Não confunda delírios persecutórios com senso crítico aguçado. É um arranca-rabo sofisticado de idéias, sem a necessidade de exame de corpo de delito. Uma briga de recreio, em que as palavras substituem socos e empurrões. A origem de uma polêmica pode ser o despeito, o desprezo, a disputa pelo poder e espaço, como crianças num pátio de escola, acertando diferenças. Mas intelectuais iluminados por uma dádiva virtuosa agridem as convicções e performances, lançando contra-argumentos e ironias. Se você pretende ser um:

1) É preciso ter humor. O polemista que só critica é chato e inoperante.

2) O polemista de primeira é aquele que preza um gênero e se especializa em alguns autores. Barbara Heliodora, com moral de perita em Shakespeare, talvez seja a maior polemista em atividade. Ela é lida e respeitada pelo leitor, que acata as suas indicações.

3) É preciso elogiar eventualmente uma obra nada a ver, comercial, ou que todos criticam. Por exemplo, um show de Vanessa Camargo e a sua importância para a renovação da MPB.

4) Não se economizam adjetivos anacrônicos.

5) Inventar expressões pega bem. Apelidos, então…

6) Em todas as obras, há mentiras e blefes dos marqueteiros, danosos à cultura brasileira, pensa o polemista.

7) Critique um cara mais forte do que você. Isso dá moral e fama de corajoso.

8) Polemista que é polemista acha tudo cópia. E é blasé, bien sur…

A polêmica anda escassa na imprensa. Algumas fizeram história, como as de Noel Rosa e Wilson Batista, Monteiro Lobato e Anita Malfatti. Nos anos 80, época de efervescência no jornalismo cultural, Paulo Francis se destacou como um afiado criador de caso. Semanalmente, ele comprava brigas e era assunto. Um jornalista precisou repercutir uma polêmica que Francis travou com Caetano Veloso e perguntou ao Millôr Fernandes quem tinha razão: ‘Eu não me meto em briga de mulher.’

Havia um número grande de críticos que buscava polêmica e divertia o leitor. Quem não se lembra de Pepe Escobar, o mais virulento deles? Quase foi agredido pela torcida Gaviões da Fiel. Por que elas diminuíram? O jornalismo não pode mais ser impreciso, as leis punem aqueles que cometem desacato, e a pasteurização ideológica não cria mais controvérsias. Alguns críticos adocicaram com o tempo e a idade – Miguel de Almeida, Luís Antônio Giron, Fernando Naporanga. Aderimos a uma ‘brodagem’ nefasta ao debate, desconexa com a essência do jornalismo.

Neste ano, apenas duas delas alimentaram ??altercações. A polêmica entre Caetano e Luana, em torno de uma música que o primeiro teria composto para a segunda, e entre Gerald Thomas e Felipe Hirsch, uma discutível acusação de plágio, que o primeiro armou no seu blog para o segundo replicar. Deu mídia. Mas daria mais se Luana acusasse Felipe de plágio, e Gerald dissesse que a música Um Sonho, de Caetano, era para ele.

Como não há crítica da crítica, o que desequilibra a dinâmica do jogo, resolvi decodificar uma manifestação bem-feita, que foi comentada no bar, de crítica literária, publicada no último domingo aqui no Caderno 2, o artigo ‘O Que Existe de Novo no Front?’, de Alcir Pécora, da Unicamp. O livre-docente em teoria literária leu de uma tacada livros de autores jovens.

Sobre Fugalaça, de Mayra Dias Gomes: ‘Não há muita coisa no livro que a autora possa chamar de seu. Tudo nele está organizado como uma macaqueação do gênero de diário de bad girl rica e entediada, que se envolve precocemente com sex, drugs and rock-n’-roll.’ Perfeito. Tem sarcasmo. Mas Pécora usou em seguida um termo batido: ‘subliteratura teen’. Uma rodada no mesmo lugar.

Sobre A Inevitável História, de Letícia Diniz, de Marcelo Pedreira: ‘O livro conjuga naturalismo apelativo com moralismo ambíguo e desonesto, fingindo condenar a miséria que exibe em detalhes para atrair as piores inclinações que supõe no leitor.’ Bom, o termo ‘desonesto’ é forte. Mas em seguida usou outro carimbo velho: ‘sucessão de clichês da narrativa’. Punido por duas rodadas.

Sobre Gran Cabaret Demenzial, de Verônica Stigger: ‘Não vai além da amplificação escatológica de situações banais, sem que a amplificação chegue a constituir questão, mais do que figura, ou a escatologia mais do que referência afetada.’ Genial. E ainda a acusou de imitar Hilda Hilst. Avance quatro casas.

Sobre Mastigando Humanos, de Santiago Nazarian: ‘O romance, pretensamente ‘psicodélico’, requenta personagens e situações do underground dos quadrinhos dos anos 60…’ Usou ‘requenta’, ‘pretensamente’, chamou o narrador de preguiçoso. Polêmica! Jogue duas vezes.

Mas poupou a atual unanimidade, Daniel Galera (Mãos de Cavalo). Errado. O bom polemista deve criticar o autor da moda. Concluiu: ‘De resto, conservadorismo pop, realismo marqueteiro e quase nenhuma promessa é a impressão que fica nas minhas retinas fatigadas.’ Inventou um termo novo, ‘realismo marqueteiro’, e mostrou o seu ceticismo. Fim de jogo. Aí está um ótimo polemista, como nos velhos tempos.

Hoje, a partir das 17 h, no Sebo do Bactéria (Praça Roosevelt, 124), Marcelo Mirisola lança O Homem da Quitinete de Marfim, com mais de 50 crônicas. Encrenqueiro por natureza, MM escreve em estado de pura selvageria, anuncia a orelha: ‘Outro dia me xingaram de formador de opinião. Eu, logo eu?’ Compara Rita Lee a Serguei. ‘Na verdade, Penélope [DA MTV]é o caso clássico da ex-mulher empacada que quis vencer a feiúra com atitudes… Se bobear, entra para a política e vira prefeita de São Paulo.’ Chega a analisar o Pai-Nosso, frase a frase: ‘Quer dizer que uma coisa, a tentação, só pode ser trocada por outra, o mal? E no caso de a gente ter desejado a Luma de Oliveira?’ Ed Motta é um dos seus alvos preferidos. ‘Ele estraga as coisas’, disse, ao discordar da versão de Beatriz (Chico Buarque e Edu Lobo), que o músico produziu.

‘A vida humana ou a loira lésbica que patina no calçadão para você (para mim…?) não tem o valor que, geralmente, nós, os transeuntes, lhe atribuímos’, escreveu. Quando perguntaram para que time ele torce, respondeu: ‘Torço para o futebol acabar.’

À margem dessa verve, tem um escritor sensível, fã de Borges, que faz de si uma caricatura divertida, problemática e excêntrica, e que joga muito bem com as palavras. Como todo polemista, é frágil e de bom coração. A polêmica é a máscara dos inseguros.’

DOW JONES À VENDA
O Estado de S. Paulo

Avançam negociações de venda da Dow Jones

‘A News Corp. não alcançou um acordo para comprar a Dow Jones, que publica o Wall Street Journal, mas as negociações continuam. A informação é de representantes da Dow Jones e da família Bancroft, controladora da companhia. Segundo o jornal Financial Times, a News Corp. está concluindo uma checagem nas contas da Dow Jones, enquanto discute o preço com a família Bancroft. A revista semanal britânica The Business chegou a publicar a notícia que o acordo foi fechado e será anunciado na semana que vem.’

INTERNET
O Estado de S. Paulo

Cresce o acesso à web nas residências

‘O número de pessoas com acesso residencial à internet no Brasil chegou a 27,5 milhões em maio, segundo o Ibope/NetRatings. O número de internautas residenciais ativos, que se conectaram pelo menos uma vez em 30 dias, atingiu 17,9 milhões de pessoas em maio, 13,1% mais que em abril. O estudo aponta também que o total de pessoas com acesso à web em qualquer ambiente é de 33,1 milhões. A pesquisa diz ainda que o Brasil continua a ser o país com maior tempo médio de navegação residencial por internauta, com 22 horas e 43 minutos em maio.’

TELEVISÃO
Adriana Chiarini

TV quer baixar preço de equipamentos digitais

‘As emissoras de televisão aberta vão procurar grandes redes varejistas, como Casas Bahia e Ponto Frio, para oferecer descontos nos anúncios dos televisores digitais e das caixas conversoras que permitirão à maioria dos aparelhos de TV atuais, que são analógicos, receber os sinais de TV digital. O desconto nos anúncios dos produtos seria uma espécie de ‘subsídio’ das emissoras para incentivar a TV digital, informou ontem o diretor de tecnologia da Record, José Marcelo do Amaral.

O objetivo é reduzir os custos de comercialização desses produtos e, dessa forma, baixar o preço final para o consumidor, ajudando a popularizar o uso da TV digital. Há cerca de um mês, fabricantes de equipamentos informaram que o preço desses conversores inicialmente ficaria em torno de R$ 800, bem acima dos R$ 100 que o ministro das Comunicações, Hélio Costa, previa para São Paulo.

De acordo com Amaral, em recente reunião do Fórum Brasileiro de TV Digital, o governo pediu aos fabricantes de equipamentos que apresentem a composição de custos que resultou no preço de R$ 800 para o conversor. O objetivo seria identificar como o governo pode ajudar a reduzir os custos.

As emissoras também receberam mal a estimativa de preço. ‘Ficamos muito preocupados com esse preço de R$ 800’, disse Amaral. As redes de televisão aberta já fizeram investimentos para que todas iniciem a transmissão digital regular no Brasil no dia 2 de dezembro, em São Paulo. A partir daí, a transmissão digital deverá ser iniciada em diferentes partes do País, cada uma em um prazo, seguindo um cronograma que prevê a cobertura nacional em 2013. ‘Já gastamos US$ 5 milhões em equipamentos’, disse Amaral, referindo-se à Record.

A previsão é que as emissoras tenham de trabalhar com a rede digital e a atual, analógica, em todo o País até 2016, quando, pelo cronograma oficial, a rede analógica seria desligada. ‘A Record está muito comprometida com a TV digital e fará o possível para antecipar a implantação total. Na transição, as estruturas e custos são dobrados’, disse o diretor.

Tanto Amaral quanto a diretora da Divisão de Engenharia de Transmissão e Apoio às Afiliadas da Rede Globo, Liliana Nakonechnyi, disseram acreditar que, pelo menos no início, não haverá interatividade maior do que a já praticada pelas emissoras. ‘No dia 2 de dezembro provavelmente não haverá interatividade’, disse Liliana. Ela e Amaral participaram de evento sobre TV digital promovido pelo Instituto de Estudos de Televisão (IETV).’

Keila Jimenez

Pan atrapalha Globo

‘Correria para adiantar as gravações, transporte especial para levar os atores em horários alternativos, proibição de gravações nas praias. Os Jogos Pan-Americanos, que começam na próxima sexta-feira no Rio, estão tumultuando a rotina das produções da Globo.

A ordem na emissora é fugir do Pan, uma vez que o Projac, central de produção do canal, fica bem no meio do caminho dos jogos. Para driblar o trânsito infernal na região, a emissora já disponibilizou vans para buscar os artistas em horários alternativos.

‘Está uma loucura. Saímos 3 horas antes de casa para não atrasar as gravações’, conta Tony Ramos, atualmente em Paraíso Tropical.

As cenas externas também estão suspensas por causa da competição. Durante o evento, as gravações de novelas e comerciais, assim como as filmagens de longas estão proibidas nas ruas da zona sul do Rio.

A solução encontrada por algumas produções da Globo, como A Diarista e Sob Nova Direção, foi adiantar em três semanas as gravações e esperar o Pan passar. Já os programas diários, e as novelas, tentam driblar o caos na região.

Avó? Deus me livre!

Eis Arlete Salles no papel de Copélia em Toma Lá, Dá Cá, sitcom da Globo com estréia prevista para 29 de julho. Copélia é uma mulher irresponsável e vaidosa, que se recusa a envelhecer. Tudo o que ela mais repudia é ser chamada de avó, atende apenas por ‘parenta’.

TNT abre vagas para o Projeto 48

A TNT abre as inscrições para a quinta edição do reality show Projeto 48 para estudantes e profissionais da área de cinema e publicidade. Os interessados deverão formar uma equipe de três integrantes e preencher um formulário no site da TNT, com currículos, roteiros e trabalhos realizados, se possível. As inscrições ficarão abertas até 20 deste mês. O trio escolhido terá 48 horas para roteirizar, filmar, editar e pós-produzir um curta-metragem com verba da TNT e um escritório todo equipado. O processo e o curta serão mostrados no canal.

Entre-linhas

O vice-presidente Comercial da Record, Walter Zagari, surpreendeu a todos no lançamento da nova afiliada da rede no sul. Zagari subiu ao palco e começou a tirar a roupa. O strip-tease parou quando o executivo mostrou que por baixo do terno estava com um camisa metade Grêmio, metade Internacional, rivais na região. Foi ovacionado.

Carioca, do Pânico, é a nova dupla de Christian Pior. Gravaram esta semana um quadro como pais -de-santo, fazendo um ‘despacho’ na Oscar Freire. Outra novidade, o Show da Luxa, com a tia Paris e a tia Hilton, também deve estrear em breve.’

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Clique nos links abaixo para acessar os textos do final de semana selecionados para a seção Entre Aspas.

Folha de S. Paulo– 1

Folha de S. Paulo – 2

O Estado de S. Paulo – 1

O Estado de S. Paulo – 2

Terra Magazine

Veja

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