Segunda-feira, 20 de Novembro de 2017
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº966

ARMAZéM LITERáRIO > ESTANTE

Tecnologia, medo e fascinação

30/11/2004 na edição 305

[do release da editora]

Este livro é fruto de um incômodo pessoal que se traduz pela necessidade de compreender o fenômeno técnico. Este incômodo vem da mistura de medo e fascinação que as novas tecnologias exercem sobre as pessoas.

Neste trabalho, são analisados os impactos das novas tecnologias na sociedade contemporânea, através da descrição da nova cultura tecnológica planetária: a cibercultura. O ciberespaço permitiu, ao autor, ver, em imagem e a cores, os espectros da cibercultura. A Internet já é hoje, em 2000, um fenômeno hegemônico, embora ainda minoritário. Em breve, ela será percebida como uma infra-estrutura banal, como as de redes de água, luz ou telefone.

Segundo Pierre Lévy, o livro de André Lemos sobre a cibercultura rompe com a produção contemporânea em filosofia e em ciências sociais através de uma abordagem aberta e ‘vitalista’. Lemos tem o grande mérito de não confundir a inteligência com a crítica sistemática. Ele reconhece a cibercultura como uma manifestação da vitalidade social contemporânea e a analisa como tal.

André Lemos, como um viajante que deve pegar uma determinada estrada, tomou a rota da cultura eletrônica de rua. Foi ao encontro dos hackers, dos tecnoanarquistas, dos profissionais de informática, dos publicitários, dos sociólogos, dos artistas e dos jornalistas.

O objetivo do livro é escutar a vida social que fala através do barulho maquínico e eletrônico da tecnologia contemporânea.

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