Sexta-feira, 21 de Setembro de 2018
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº1005
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CADERNO DA CIDADANIA > IRAQUE

A guerra mais mortal para jornalistas

02/05/2006 na edição 379

Em menos de três anos, mais jornalistas foram mortos cobrindo a guerra do Iraque do que em todo o mundo durante a Segunda Guerra ou no conflito de 20 anos do Vietnã e Camboja, de acordo com informações da Freedom Forum, organização dedicada à defesa da livre expressão nos EUA, e do Newseum, museu interativo de mídia.

No dia 3/5, Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, as duas organizações realizam sua homenagem anual no Memorial a Jornalistas em Arlington, na Virgínia. Este ano, os nomes de 59 jornalistas que foram mortos a trabalho em 2005 vão ser adicionados ao memorial. Destes 59, 23 jornalistas foram assassinados no Iraque. Do começo do conflito, em 2003, quando 20 jornalistas foram mortos, incluindo os 25 mortos em 2004 e os seis mortos nos primeiros três meses deste ano, 74 jornalistas morreram cobrindo a guerra, de acordo com dados das duas organizações.

Ainda segundo a Freedom Forum, 69 jornalistas foram mortos durante a Segunda Guerra Mundial e 63 durante os conflitos do Vietnã e Sudeste Asiático nos anos 60 e 70. Com a adição dos novos nomes, o memorial homenageia 1.665 repórteres, editores e fotógrafos mortos enquanto cumpriam seu trabalho. Os profissionais citados vão do ano de 1812 a 2005. Seus nomes podem ser acessados no sítio do Newseum, no item ‘Journalist Memorial’. Informações de Mark Fitzgerald [Editor & Publisher, 27/4/06].

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