Quinta-feira, 21 de Junho de 2018
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº992
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CADERNO DA CIDADANIA > CRIANÇA NA MÍDIA

Cláudia Croitor

20/04/2004 na edição 273

‘Exemplos de como a televisão e a mídia em geral podem, sim, gerar boas coisas para crianças e jovens não vão faltar na 4ª Cúpula Mundial de Mídia para Crianças e Adolescentes, que começa amanhã no Rio de Janeiro.

Serão quase duas centenas de palestrantes que falarão sobre qualidade da produção, relacionamento dos jovens com a mídia, receitas de sucesso em programação. Estarão presentes nomes como Dorothy Prior, diretora da programação infantil da rede BBC de Londres e criadora de um canal específico para crianças de três a seis anos, e Arlene Klasky, criadora do desenho animado ‘Rugrats’ (‘Os Anjinhos’), sobre uma turma de bebês que virou sucesso de audiência e bilheteria no mundo inteiro.

Há até quem conseguiu produzir um ‘reality show’ educativo, como Dixie Feldman, diretora do canal americano The N, braço da rede Nickelodeon voltado para adolescentes.

Ela é uma das criadoras de ‘A Walk in Your Shoes’ (Uma Caminhada nos Seus Sapatos), que não dá prêmio em dinheiro nem a chance de encontrar um marido, mas tem como objetivo acabar com preconceitos, dos participantes e, por tabela, da audiência.

‘Nosso objetivo ao criar o programa era tirar preconceitos que os adolescentes têm com quem é diferente deles’, disse Feldman à Folha, por telefone, de seu escritório em Nova York. ‘Queremos mostrar que o diferente não é necessariamente ruim.’

‘A Walk in Your Shoes’ existe desde 1999, mas tomou novo fôlego após os atentados terroristas de 11 de setembro. ‘Os americanos começaram a nutrir um preconceito muito grande pelos árabes e mulçumanos em geral. Havia muita desinformação, que gerava discriminação’, disse a diretora. ‘Então fizemos o programa com uma menina cristã que passou a viver na casa de uma família muçulmana.’

‘Vivendo com eles, ficando amiga da menina muçulmana que fazia parte da família, ela descobriu que tinha muitas idéias erradas sobre essas pessoas. E o público também pôde descobrir isso’, diz Feldman.

O programa ainda levou um garoto norte-americano para viver na Jordânia e um menino jordaniano para viver com uma família norte-americana.

Deficiente físico

Mas nem só de diferenças culturais vive ‘A Walk in Your Shoes’. Em um dos episódios, um adolescente passa a conviver com um garoto em cadeira de rodas -e, para isso, também passa a se locomover em uma, tentar jogar basquete, pegar ônibus etc. Em outro, uma esbelta líder de torcida, com a ajuda de maquiagem e de uma roupa especial, ‘engorda’ muitos quilos para passar alguns dias vivendo como alguém não tão bonita e atraente quanto ela.

‘A garota foi em um shopping e começou a ver que recebia tratamento diferente, que algumas vendedoras de lojas a ignoravam’, afirma Feldman, que diz que um de seus episódios preferidos é o que mostrou a vida de um garoto portador do vírus HIV. ‘Mostramos que uma pessoa infectada com o vírus pode levar uma vida como qualquer outra.’

Já houve até um episódio em que um garoto negro, cantor de rap, ‘vestiu os sapatos’ de um branco, cantor de country. ‘São dois tipos que dificilmente iriam andar juntos. Mas no final ambos declararam que passaram a ter muito mais respeito pelo tipo de música do outro’, conta.

Apesar do formato -colocar pessoas comuns (e filmá-las) em situações estranhas a elas, sem atores e sem roteiro-, Feldman reluta em classificar o programa como um ‘reality show’. ‘Nunca pensei em ‘In Your Shoes’ dessa forma, pois os ‘reality shows’ não costumam acrescentar nada para quem assiste.’

Para ela, os canais de TV menosprezam os jovens ao achar que o que eles querem assistir são apenas ‘novelinhas adolescentes só com meninos e meninas lindos, brancos e ricos, na qual fazem o que querem e os pais nunca estão por perto. Não têm os tipos de problemas que os adolescentes têm de verdade’.’

***

‘Encontro discute mídia’, copyright Folha de S. Paulo, 18/04/04

‘A 4ª Cúpula Mundial de Mídia para Crianças e Adolescentes, considerada o mais importante fórum de discussões sobre qualidade da mídia para crianças e jovens, começa amanhã, às 17h, no Rio. O encontro, que termina na próxima sexta e será realizado na Escola Naval, deve reunir cerca de 2.000 pessoas, entre representantes da indústria de mídia, pesquisadores, educadores e estudantes.

O objetivo é discutir e propor idéias que visem a qualidade da produção de mídia.

Com coordenação de Regina de Assis, presidente da Multirio, da Prefeitura do Rio, e Beth Carmona, presidente da TVE e do Midiativa, a cúpula terá como temas principais ‘Um Mundo, Muitas Vozes’, ‘Mídia: Mercado, Audiência e Valores’, ‘Desafios para a Qualidade, Alianças pela Qualidade’ e ‘Compromissos para o Presente e o Futuro’.

A cúpula originou-se em 95, na Austrália; esta é a primeira sediada na América Latina. A novidade neste ano é que, além dos debates, haverá um fórum de adolescentes de vários países. Em oficinas e workshops, realizarão programas de TV, transmissões de rádio ao vivo, vão criar sites e discutir o uso e a regulamentação da internet. Haverá ainda um workshop sobre animação e outro sobre roteiro, além de uma agência de notícias formada por adolescentes.

Mais informações sobre o evento e orientação sobre inscrições podem ser obtidas em www.riosummit2004.com.br.’



Jornal do Brasil

‘Rio tem cúpula sobre mídia para crianças’, copyright Jornal do Brasil, 16/04/04

‘Para tentar repensar, entre outras questões, a cultura da violência presente nos programas infantis e juvenis da televisão brasileira, o Rio de Janeiro sediará, na Escola Naval da Ilha de Villegaignon, de segunda a sexta-feira, a 4ª Cúpula Mundial de Mídia para Crianças e Adolescentes. É a primeira vez que será realizado em um país latino-americano o mais importante fórum mundial de discussões sobre a produção voltada para esse público na TV, no rádio e na internet.

Com a participação de nomes como Néstor García Canclini, Ana Maria Machado e Carla Camurati, o evento, que pretende reunir 2 mil pessoas, abordará temas como ‘Identidade e diversidade cultural’, ‘Responsabilidade social da mídia’, ‘Preconceito e estereótipos’, ‘Estratégias educacionais’ e ‘Inclusão social’. Representantes da indústria de mídia, pesquisadores e educadores dos cinco continentes apontarão perspectivas para o futuro da mídia.

Integrado ao movimento internacional iniciado pela Fundação Mundial de Cúpulas de Mídia para Crianças, em Melbourne (Austrália), em 1995, seguida pelas Cúpulas de Londres (Inglaterra), em 1998, e de Tessalônica (Grécia), em 2001, o quarto encontro pretende trazer à tona os desafios propostos pelas transformações tecnológicas, os interesses da indústria de informação face à economia global e os recursos limitados para as produções infantis.

Como organizadora do evento, a Prefeitura do Rio espera que a Cúpula também estimule o desenvolvimento de ações que previnam o agravamento da exclusão digital e promovam a educação com a mídia.’



FSP CONTESTADA
Painel do Leitor, Folha de S. Paulo

‘Painel do Leitor’, copyright Folha de S. Paulo

’18/04/04

Cultura

‘Em relação à reportagem ‘Gil amplia influência do MinC no cinema’ (Ilustrada, 15/4), sobre o decreto que estabelece as competências do Ministério da Cultura, estranhamos a afirmação de que Gustavo Dahl ‘é considerado pela equipe do Ministério da Cultura um opositor político do governo Lula’. As relações do Ministério da Cultura, e portanto da Secretaria do Audiovisual, com a Ancine transcorrem na mais absoluta normalidade, sendo usual e permanente a ação comum entre os dois órgãos. Como é de conhecimento público, o Ministério da Cultura, em consonância com a política do governo federal para as agências reguladoras, está trabalhando na revisão da legislação relacionada ao cinema e ao audiovisual, o que implica um redimensionamento de competências dos diversos órgãos do sistema. O Ministério da Cultura pauta-se por uma conduta republicana, não se interessando pelas posições pessoais dos funcionários do Estado e do governo e sem fazer juízo sobre a conduta política destes.’ Orlando Senna, secretário do Audiovisual (Brasília, DF)

Saneamento

‘Em relação ao texto ‘Presidente contraria discurso e corta gasto com saneamento’ (Brasil, 11/4), a assessoria de imprensa do Ministério das Cidades esclarece que não é verdade que houve corte em investimentos em saneamento ou que os recursos seriam menores do que no governo passado. Na realidade, o governo passado investiu em 2002, segundo estudos do IPEA (‘Gastos federais em saneamento’), em valores corrigidos mensalmente pelo IGP-DI, R$ 984 milhões, sendo R$ 837,1 milhões do OGU e R$ 146,9 milhões do FGTS. No governo atual, se compararmos com o ano de 2003, veremos que somente do FGTS foram contratados R$ 1,647 bilhões, que, acrescidos aos R$ 925 milhões citados no texto, somam R$ 2,572 bilhões. Se a comparação for com 2004, o valor deverá ser muito maior. Mesmo se considerarmos apenas o valor previsto na LOA -já descontingenciado- de R$ 688 milhões, e somado aos R$ 2,989 bilhões, o total atinge R$ 3,677 bilhões. Se abatermos os R$ 940 milhões contratados em 2003, o valor previsto para 2004 é de R$ 2,737 bilhões, bem mais do que o investimento do governo anterior. A reportagem equivoca-se quando afirma que o orçamento de 2004 se restringe aos R$ 688 milhões já descontingenciados -39,3% do que previa a lei orçamentária. Esse valor deve mudar ao longo do ano, como já aponta orientação do Ministério do Planejamento. O recursos do FGTS estão efetivamente assegurados para obras de saneamento no país. As empresas, Estados e municípios tomadores, ao assinarem os contratos, além de garantir os investimentos, obedecem a um processo de execução de obras que se inicia no ato da assinatura do contrato, passa pela licitação, pelo início da obra e pela elaboração das medições para que os desembolsos sejam realizados.’ Enio Taniguti, assessor de imprensa do Ministério das Cidades (Brasília, DF)

Resposta da repórter Marta Salomon – A informação de que 60,7% dos recursos orçamentários destinados a saneamento em 2004 estão bloqueado foi dada, por escrito, pelo próprio Ministério das Cidades. O total ‘descontingenciado’ -R$ 688 milhões- é menos do que o valor gasto pelo Orçamento de 2002, tanto pela correção pelo IPCA mencionada pela reportagem como pelo IGP-DI que o ministério cita agora (R$ 837 milhões). Quanto ao R$ 1,657 bilhão do FGTS, que teria sido investido em saneamento em 2003, trata-se do volume de contratos assinados no ano passado, e não de dinheiro já liberado para gasto -como mostrou a reportagem.



17/04/04

Jornalismo

‘O texto de 15/4 de Otavio Frias Filho (‘Abaixo o jornalismo’, pág. A2), além de verdadeiro e realista, é de uma concisão invejável. Em alguns parágrafos, o jornalista conseguiu expor o pensamento dos brasileiros (pelos menos da maioria deles) em relação aos fatos que vêm ocorrendo entre governo e imprensa. É muito fácil governar e ter toda a imprensa a seu favor. Difícil é aceitar que há erros, sim, e muitos, e que os jornalistas têm todo o direito de comentá-los e expô-los para a opinião pública. A impressão que se tem é que o pessoal do governo, incluindo o presidente, nem ao menos se dá ao trabalho de ler tudo que é escrito, pois são pouquíssimas as refutações que temos visto. Somente ficam alertas quando algum novo escândalo ocorre. Ao mesmo tempo que o texto de Otavio Frias Filho só merece elogios (não apenas pelo conteúdo mas também pela correção, pela coesão e pela coerência), temos, na mesma edição, ‘O fator Lula na aposta Brasil’, de Cândido Mendes (pág. A3). Embora o autor seja membro de ABL, em minha opinião, o texto é caótico. Terminei de lê-lo, reli-o e até agora não entendi o que o autor pretendia. Que pena!’ Maíza Costa Neiva (São Paulo, SP)

‘Como sempre, o senhor Otavio Frias Filho bate na tecla da falta de formação acadêmica do presidente Lula, dizendo que ‘o Brasil paga a conta, agora, de tamanha complacência’ por parte da imprensa e dos adversários para com tal deficiência. Esquece-se ou, pior, omite o sr. Frias que quem nos colocou nesta situação econômica calamitosa foi o mais culto presidente que o Brasil já teve, Fernando Henrique Cardoso. Preparo acadêmico é importante, mas não garante competência, sabemos disso muito bem. Parece que o sr. Otavio Frias Filho quer a todo custo provar o seu ponto de vista -o de que Lula, por não ter ‘canudo’, não pode governar o Brasil. Parece não ter até hoje assimilado as críticas recebidas pelo artigo que escreveu à época da última eleição presidencial expondo suas restrições. Isso não é jornalismo, é birra de mauricinho.’ Celso Balloti (São Paulo, SP)

Resposta do jornalista Otavio Frias Filho – Não considero e nunca escrevi que diploma universitário seja condição para uma pessoa exercer o cargo de presidente da República.



16/04/04

Jornalismo

‘É lamentável que o jornalista Carlos Heitor Cony diga que o jornalista Antônio Callado foi o único proibido de escrever em jornais (‘Antônio Callado’, Opinião, pág. A2, 10/4). Nada contra o Callado e sua importância, mas Antônio Callado foi cassado e proibido de escrever num ato ditatorial que o general Costa e Silva revogou 15 dias depois. Manteve a cassação, mas anulou a proibição de escrever. O ‘Jornal do Brasil’ já se preparava para mandá-lo para Paris como correspondente, de onde poderia escrever sem assinar, quando Costa e Silva reconheceu que aquilo havia sido um equívoco. No meu caso, não houve equívoco nenhum. Candidato a deputado pelo MDB da Guanabara -a eleição era no dia 15 de novembro de 1966-, fui cassado e proibido de escrever no dia 10 de novembro -a decisão saiu no dia 11 no ‘Diário Oficial’. Passei então a escrever com o pseudônimo de João da Silva, um pracinha da FEB que morreu na Itália. No dia 15 de março de 1967, como passou a existir uma nova Constituição, escrevi assinando Helio Fernandes. Fui preso no mesmo dia e obrigado a voltar a ser João da Silva. Já havia entrado na Justiça para reivindicar o meu direito de trabalhar. Ganhei em 1968, numa sentença magistral do juiz Hamilton Leal. Como este era presidente da Liga Eleitoral Católica, os generais que mandavam resolveram deixar que eu assinasse.’ Helio Fernandes, jornalista (Rio de Janeiro, RJ)



14/04/04

Horrível

‘A Ilustrada publicou ontem a reportagem ‘A vida no Brasil é horrível’, diz Caetano’. Mais adiante, no texto, lê-se que Caetano havia dito que ‘a vida no Brasil é horrível em muitas maneiras’. Pouco à frente, lê-se que não era bem assim, e que Caetano havia dito que ‘a vida no Brasil é horrível em muitas maneiras, mas é bela também’. É absolutamente ridícula a má vontade da Folha para com Caetano Veloso.’ Victor Hargrave (Campinas, SP)

Indenização

‘Em relação ao texto ‘Briga de ministro com juiz fere o seu bolso’ (Brasil, pág. A13, 11/4), de Josias de Souza, reproduzido em outros jornais de grande circulação no país, esta assessoria de imprensa, autorizada pelo desembargador federal Souza Prudente, deste egrégio Tribunal Regional Federal da 1ª Região, informa que houve distorção no artigo redigido quando questiona o exercício do direito constitucional de ação do desembargador federal Souza Prudente, que, percorrendo todas as instâncias judiciais em busca de indenização por danos morais em virtude das ofensas que lhe foram dirigidas em 1999 pelo então ministro da Ciência e Tecnologia Luiz Carlos Bresser Pereira, obteve pleno êxito no seu pleito judicial, observando o devido processo legal. Agrava-se a distorção quando o artigo debita ao contribuinte o dever de indenizar o ofendido nessa ação judicial, pois a Constituição da República Federativa do Brasil estabelece expressamente, no artigo 37, parágrafo sexto, que, nesses casos, a União tem o dever de acionar regressivamente o agente público ofensor, que, no caso, é o ex-ministro Bresser Pereira, para arcar com os ônus da indenização nos termos da responsabilidade objetiva do Estado. Roga-se, assim, que sejam corrigidos os termos do artigo distorcido, que foi omisso ao não esclarecer a população sobre a existência da competente ação regressiva -sob pena de improbidade administrativa de quem tem o dever constitucional de propô-la. É preciso deixar claro que a ação de indenização em foco tramitou com plena publicidade em todas as instâncias e que o exercício constitucional desse direito deve ser levado em consideração pelos canais da mídia compromissados com a verdade do Estado democrático de Direito.’ Etiene Gomes de Carvalho, chefe da assessoria de comunicação social do TRF da 1ª Região (Brasília, DF)

Resposta do jornalista Josias de Souza – O repórter não questionou direitos. Noticiou uma decisão judicial. A União não move ‘ação regressiva’ contra o ‘ofensor’ Bresser Pereira. Se disso resulta ‘improbidade administrativa’, alguém terá de acionar o Estado. Por ora, a indenização (R$ 501.982,22) está mesmo acomodada no colo do contribuinte. Prova-o a emissão do documento precatório 2003.01.00.001976-7. Foi sacramentado em 10 de setembro de 2003 e incluído na programação orçamentária de 2004.

Telejornal

‘A seção ‘Painel’ de ontem (nota ‘Últimas notícias’, Brasil, pág. A4) informou que o correspondente do ‘Jornal Nacional’ teve sua atenção despertada para a visita do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso a Recife pelos jornais locais. Gostaria de informar que não há um correspondente do ‘Jornal Nacional’ em Recife, mas 53 jornalistas da Globo-Recife que trabalham com a missão de cobrir tudo o que acontece no Estado de Pernambuco e de fornecer aos telejornais da rede as reportagens de caráter nacional. A Rede Globo, graças às suas emissoras próprias e às afiliadas, é o único veículo de comunicação no Brasil que tem equipes completas de jornalistas em todos os Estados da federação e em 112 municípios, o que lhe permite estar atenta a tudo o que acontece no país.’ Jo Mazarollo, diretora de jornalismo da Globo-Recife (Recife, PE)’



MESQUITA AGRACIADO
O Estado de S. Paulo

‘Ruy Mesquita receberá Ordem do Mérito Militar’, copyright O Estado de S. Paulo, 17/04/04

‘O Dia do Exército, comemorado na segunda-feira, será marcado pela entrega da Ordem do Mérito Militar a civis e militares. O diretor do Estado, Ruy Mesquita, será um dos homenageados no grau de cavaleiro. Mais importante condecoração da força, a Ordem, instituída em 1934, é entregue às pessoas que prestam relevantes serviços ao País e ao Exército. A cerimônia, no Quartel-General do Comando Militar do Sudeste, será presidida pelo comandante militar do Sudeste, general Sérgio Pereira Mariano Cordeiro.

Receberão a medalha os coronéis do Exército Ari Bento Vicentini, César Augusto Moura, Décio dos Santos Brasil, Eleusipo Nuno Cecílio e Roberto Sebastião Peternelli Júnior e o tenente-coronel Rubens Alberto Rodrigues Januário; o vice-almirante Carlos Afonso Peirantini Gamboa, da Marinha, e o major-brigadeiro-do-ar Paulo Roberto Cardoso Vilarinho, da Aeronáutica.

Também receberão a medalha Carlos Eduardo Guimarães Lousada, Carlos Junqueira de Andrade Neto, Heródoto Barbeiro, Sérgio Nigro da Conceição, Guilherme Afif Domingos, Rosmary Côrrea, João de Almeida Sampaio Filho, Antônio César Romão, Aluísio Rebello de Araújo, Cláudio Roque Buono Ferreira, Waldir Siqueira, José Alberto Pereira da Silva, Luiz Augusto Carneiro D’Albuquerque, Miguel Gantus Júnior, Marcelo Vespoli Takaoka, Renato Ticoulat Filho, Rogério Pinto Amato, Wisnlou Jun Okamoto, Rosely Forganes Silva, Luís Antonio Batistta dos Santos e Nelson Carlos Parovani.’

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‘Ruy Mesquita e o ‘Estado’ recebem homenagem hoje’, copyright O Estado de S. Paulo, 14/04/04

‘O diretor de Opinião do Estado, jornalista Ruy Mesquita, recebe hoje o Prêmio Personalidade da Comunicação 2004, que será concedido durante o 7.º Congresso Brasileiro de Jornalismo Empresarial, Assessoria de Imprensa e Relações Públicas. ‘É uma homenagem a ele e ao jornal O Estado de S. Paulo, o mais importante do País e que está localizado na cidade que comemora seus 450 anos’, disse o diretor da Mega Brasil, empresa responsável pelo evento, Eduardo Ribeiro.

Antes da solenidade de entrega do prêmio a seu pai, Ruy Mesquita Filho fará uma palestra cujo título é ‘A História sob a ótica do jornal O Estado de S.

Paulo: como transformar acervos valiosos em memória viva para as novas gerações’. Ele é o editor do livro São Paulo de Piratininga: de Pouso de Tropas a Metrópole, originado de uma exposição fotográfica que poderá ser visitada durante o congresso. As fotos foram organizadas com base no acervo do Estado.

Segundo o curador do evento, o jornalista Antonio Alberto Prado, a homenagem a Ruy Mesquita lembra a história de luta do jornal na defesa das liberdades democráticas.

Já receberam este mesmo prêmio em outros anos os jornalistas José Hamilton Ribeiro, Vera Giangrande, Miguel Jorge, Alberto Dines e Mino Carta.

O congresso tem confirmada a presença de 500 profissionais, entre jornalistas e relações-públicas. O evento ocorre até sexta-feira, no Centro de Convenções Rebouças.

A solenidade de entrega do prêmio será por volta das 20 horas e terá a presença do governador Geraldo Alckmin. Os organizadores ainda aguardavam ontem a confirmação da prefeita Marta Suplicy.’

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