Segunda-feira, 11 de Novembro de 2019
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº1062
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CADERNO DA CIDADANIA >

Ex-presidentes analisam a imprensa

03/04/2007 na edição 427

Na opinião dos ex-presidentes americanos George Bush e Bill Clinton, a imprensa está mais dura com os políticos, o que pode ter conseqüências prejudiciais na eleição presidencial de 2008, noticia Sinead Carew [Reuters, 29/3/07].

Segundo o republicano Bush, pai do atual presidente dos EUA, a relação entre a mídia e os políticos é hoje muito mais difícil do que na época de seu governo (1989-93). ‘Tenho medo que isto afaste muita gente boa da política’, afirmou, após palestra na semana passada na CTIA Wireless, feira que reúne o que há de mais recente na indústria de computação móvel e internet sem fio.

Para o democrata Clinton, muitas vezes o jornalismo se confunde com sensacionalismo. Em seu governo, ele teve de lidar com rumores na imprensa sobre infidelidade conjugal e com um escândalo sexual envolvendo a estagiária Monica Lewinsky. Este último quase lhe custou a presidência e o casamento com Hillary Clinton, pré-candidata democrata às eleições de 2008.

Público vs. privado

Na atual disputa presidencial, assuntos sobre a vida pessoal dos candidatos estão freqüentemente na mídia – desde os vários casamentos do ex-prefeito de Nova York, Rudolph Giuliani, à batalha contra o câncer travada por Elizabeth Edwards, mulher do ex-senador John Edwards.

Clinton acredita que seria muito mais válido se houvesse, na mídia tradicional e alternativa, como os blogs, uma discussão maior sobre política. O ex-presidente teme que a cobertura sensacionalista atrapalhe a habilidade dos políticos em tomar boas decisões. ‘Se você está muito afetado, não consegue pensar direito’, opina.

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