Terça-feira, 12 de Dezembro de 2017
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº969

CADERNO DA CIDADANIA > LEITURAS DE VEJA

O professorado e a ‘baboseira ideológica’

Por Gabriel Perissé em 19/02/2008 na edição 473

A edição nº 2047 (de 13/2/2008) da revista Veja dedicou um espaço considerável ao tema da educação nacional. A entrevista com a secretária estadual de Educação em São Paulo, Maria Helena Guimarães de Castro, e os artigos dos economistas Claudio de Moura Castro e Gustavo Ioschpe compõem uma espécie de concepção ‘vejiana’ da educação.

A secretária Maria Helena enfatiza que um dos maiores problemas da deplorável situação da educação em São Paulo (leia-se, por exemplo, matéria da Folha, publicada faz um ano) é o insatisfatório nível profissional dos professores. Os professores seriam incapazes de dar boas aulas. Quando a jornalista Monica Weinberg lhe pergunta qual o caminho para melhorar esse nível, a resposta da secretária é, digamos, corajosa: ‘Num mundo ideal, eu fecharia todas as faculdades de pedagogia do país, até mesmo as mais conceituadas, como a da USP e a da Unicamp, e recomeçaria tudo do zero.’ Essas faculdades apenas perpetuariam ‘baboseira ideológica’.

Maria Helena é socióloga, mestre em Ciência Política pela Unicamp e, segundo informações oficiais, está concluindo doutorado na USP em Ciências Sociais. Sua crítica, portanto, é de quem se sente apta a julgar como totalmente ineficazes os professores que ao longo das últimas décadas deram o tom da formação pedagógica brasileira. Pensemos nas aulas, conferências e escritos de Dermeval Saviani (Unicamp) e Antonio Joaquim Severino (USP), para mencionar, entre tantos outros, dois acadêmicos de prestígio.

O modelo da gincana

Seriam os doutores em pedagogia os principais responsáveis por fomentar vários mitos que atrapalham a educação pública. Para Maria Helena, é um mito afirmar que o aumento salarial dos professores ou um plano de carreira influenciariam a melhoria do ensino. Na sua opinião, dinheiro (para falar curto e grosso) não resolve. A menos que esteja vinculado a uma ‘política de reconhecimento do mérito’. Por isso, a secretária pretende pagar bônus a todos os que, numa escola – funcionários, professores e diretor – ‘levarem’ os alunos a alcançar determinadas metas de bom desempenho. Os bônus poderão chegar a três salários por ano.

Imagina Maria Helena que os professores, motivados pela perspectiva de um prêmio pecuniário, insuflados pela súbita adoção da meritocracia (como se esta existisse no plano político…), realizarão o milagre de transformar a realidade educacional. Essa metodologia do burro atrás da cenoura sussurra aos ouvidos do professor: ‘Quer mais dinheiro? Então trabalhe mais!’ Não leva em conta os problemas reais que tornam a boa vontade e o esforço do docente, por maiores que sejam, fonte de mais estresse. Contudo, e vai aqui simplória sugestão — uma vez que os bônus estarão condicionados ao desempenho dos alunos, por que não prometer também aos estudantes uma participação? Uns 5% poderiam incentivá-los a colaborar com essa escola de resultados!

A idéia simplista de que a repetência, o abandono escolar (vale a pena ler matéria do Correio Braziliense), o desinteresse crônico, a indisciplina, o fraco rendimento etc. devem-se sobretudo à falta de bons ‘dadores de aula’ demonstra que o estilo ‘PSDB’ de governar não tem condições de analisar a realidade educacional e oferecer soluções melhores do que o modelo da gincana. Quem correr mais, quem tiver sorte e/ou for mais criativo, atinge os objetivos, ganha pontos e arrebata o prêmio.

Formação humanística

Não poucos alunos enfrentam problemas fora da escola (famílias desestruturadas, ambiente social adverso, falta de valores, de referências, carências alimentares e de saúde) e esses problemas geram novas e complexas dificuldades na sala de aula, associadas a outros mil problemas que independem de uma boa aula. Aliás, impedem a boa aula que o bom professor porventura preparou. Como poderá a cenoura bonificadora fazer professores e diretores deterem o tráfico de drogas que invade as escolas, consertarem móveis quebrados, reformarem os banheiros, transformarem salas sem ventilação em paraísos didáticos, evitarem a violência entre os alunos?

Há professores despreparados? Há. Escolheram o magistério por idealismo (acreditaram na pedagogia do amor à la Gabriel Chalita, ex-secretário da Educação no tempo de Geraldo Alckmin) ou por falta de alternativas. São sobreviventes de um ensino básico sofrível, de um ensino médio deficiente, falta-lhes até mesmo estrutura física e emocional para dar conta da sobrecarga de classes, expediente necessário na luta por somar salários.

Há professores que faltam muito? Sim. Os que faltam, não raro, fogem das condições de trabalho: indisciplina incontrolável, humilhações e arbitrariedades que usurpam sua autonomia, falta de recursos materiais, falta de tempo e de saúde por excesso de atividades. Lembrando que a maioria feminina entre os docentes põe em jogo outra questão para além da sala de aula. São as mulheres que, professoras com 30 a 40 horas/aula por semana, estão sobrecarregadas também pelas tarefas domésticas.

E não só isso. Educar, ensinar, é tão ou mais exigente do que outras exigentes profissões. Requer a prática da comunicação, o dom da invenção, a capacidade de avaliar (intuitiva e objetivamente) o comportamento humano (de crianças e adolescentes!), forte autonomia profissional, virtudes que só se desenvolvem com formação humanística prévia e auto-aprendizagem contínua. Estas, por sua vez, implicam leitura, reflexão, acesso à cultura no sentido amplo, apoio profissional (bons cursos, boas oficinas, orientação didática, ajuda psicológica) e tranqüilidade econômica.

Salário não é tudo, mas…

Como uma espécie de comprovação das opiniões da secretária, Claudio de Moura Castro escreve na mesma edição da Veja um artigo igualmente curto e grosso: ‘Salário de professor‘. Baseado em que, segundo as sempre infalíveis estatísticas, os docentes brasileiros possuem remuneração compatível com a realidade empregatícia nacional, o articulista conclui que os sistemas públicos se tornariam mais eficazes se ‘conseguissem criar um ambiente mais positivo e estimulante’. O exemplo estaria nas escolas privadas, em que os professores, com ‘níveis salariais parecidos’, estão contentes.

O mais estimulante seria então a tal cenoura tentadora do bônus? Moura Castro não afirma nem nega. Menciona outro tema: o da gestão. ‘Como a escola tem a cara do diretor’, dependeria então desse gerente do ensino, digamos assim, valorizar os professores, motivá-los, com bônus ou sem bônus. Mas se, na prática, os diretores são indicados pelo clientelismo dos governos locais ou, mediante concurso, estão politicamente compromissados de modo mais ou menos velado com estes mesmos governos, a escola desse diretor dificilmente terá a cara dos professores nem dos alunos que lá estão.

A propósito, recomendo que economistas e sociólogos que se autoproclamam especialistas em educação leiam outro uspiano (antes de se fecharem as faculdades de Educação): o pesquisador Vitor Henrique Paro, sobre a eleição de diretores em escola pública como experiência democrática de grande valor.

Nenhuma palavra da secretária e do articulista sobre a iniciativa do governo federal de estipular o salário mínimo dos professores em 850 reais, o que significará um aumento de quase 50%. Não concordam eles com o ministro Fernando Haddad? Salário, concordo eu com eles, não é tudo, mas, sem cuidar dos salários, tornando-os, inclusive, atrativos para melhores profissionais, o governo poderá jogar no sistema o dinheiro que bem quiser (contratar consultorias, investir em computadores, instalar câmeras para monitorar os alunos etc.), mas os problemas continuarão a se perpetuar.

Finlândia, o paradigma

O terceiro capítulo educacional dessa edição da Veja é assinado por Gustavo Ioschpe: ‘Pelo direito à ruindade‘. Gustavo critica o MEC pela iniciativa, que considera ‘antiliberal’, de averiguar melhor a qualidade do ensino superior (em particular as faculdades de direito e pedagogia), sob pena de fazer reduzir a oferta de vagas ou mesmo fechar o curso. Ora, não dissera a secretária de Educação que, se fosse possível, fecharia todas as faculdades de pedagogia, mesmo as que têm a melhor avaliação? Não são essas faculdades que prejudicam a escola, transmitindo baboseiras ideológicas em lugar de ensinar os professores a serem professores?

A contradição é só aparente. No momento em que as faculdades de pedagogia estivessem todas fechadas, sobretudo as públicas, mais críticas, menos dóceis ao mando, tudo recomeçaria do zero. Ou ficaria tudo na estaca zero. Quem quisesse abrir fábricas de diplomas pedagógicos teria amplo direito de fazê-lo, sem maiores impedimentos ou muitas cobranças, como em outros tempos, e os professores formados nessas faculdades teriam o dever de superar sua posterior ‘ruindade’, rezando pela cartilha da ‘pedagogia do bônus’.

Estaria assim o mercado controlando as coisas ao seu modo: o famoso ‘salve-se quem puder’.

Mas o espírito ‘vejiano’ continua a dar lições sobre a arte de lecionar… Na edição desta semana (nº 2048, de 20/2/2008), a revista Veja publica a matéria ‘A melhor escola do mundo’. Thomas Favoro, diretamente da Finlândia (país com características idênticas às do Brasil), revela o que podemos aprender em termos educacionais.

No quesito ‘salário’, os professores finlandeses, infinitamente melhores do que nós, recebem cerca de 2.500 dólares/mês; nós embolsamos algo em torno de mil dólares/mês. Esclarece a matéria, em letras minúsculas, que se trata de professores do ensino fundamental com 15 anos de experiência.

Segundo o texto, e deve ser verdade, 100% dos professores finlandeses possuem o mestrado. Já no Brasil, somente 2%. Mas se depender da gestão do governador José Serra, essa disparidade continuará. Em meados do mês de janeiro de 2008, suspendeu-se o programa ‘Bolsa Mestrado’ para os professores estaduais. O intuito deve ser viabilizar o tal bônus que aí vem!

******

Doutor em Educação pela USP e escritor; www.perisse.com.br

Todos os comentários

  1. Comentou em 25/02/2008 Kleber Carvalho

    Minha filha estuda em uma escola estadual que já foi referência, hoje é um lixo, não sei se o modelo adotado por aqui é um genérico do modelo tucanista de São Paulo, se este câncer se alastrou Brasil afora. Creio que não pois, os estados do nordeste vem apresentando índices melhores do que os índicers obtidos aqui no sul maravilha, depois que se instalou esta nefasta política educacional de ciclos, o que assistimos são realmente os ‘ciclos’ de atraso, onde os alunos são empurrados para séries seguintes com deficiências de toda ordem, hoje temos salas de aula com alunos de sete a treze anos estudando os mesmos conteúdos etccc. O governo de MG mente de forma acintosa para a população, divulgando índices mentiros na mídia nativa, tudo isto com o nosso suado dinheirinho e com a complacência de quem dveria denunciar esta farsa e não se deixar seduzir pelo $$$$ numerário que jorra dos gabinetes governamentais para irrigar os cofres dos coronéis da mídia.

  2. Comentou em 24/02/2008 Alexandre Bedin

    Perguntar ofende? Essa secretaria já entrou em uma sala de aula da escola pública??? O aluno que não sabe nada e mesmo assim somos obrigados a passa-lo de quem é a culpa???

  3. Comentou em 24/02/2008 ariovaldo pitta

    Desnecessário lembrar que os tucanos, que comandam o Estado de São Paulo desde a década de 90, foram os responsáveis pela destruição do que havia ainda de escombros na Educação Pública paulista.
    As escolas públicas do Estado estão diplomando analfabetos funcionais; as escolas da periferia estão sob o controle da bandidagem, do tráfico (pergunta à Apeoesp sobre essa realidade, veja a professora de Ribeirão Preto espancada por um aluno, veja outros casos parecidos acontecidos recentemente envolvendo educadores). Tenha santa paciência, professora Maria Helena, qual é a sua proposta programática para a educação? De Mentira e desfaçatez, nós, professores, estamos cheios.

  4. Comentou em 24/02/2008 ariovaldo pitta

    Desnecessário lembrar que os tucanos, que comandam o Estado de São Paulo desde a década de 90, foram os responsáveis pela destruição do que havia ainda de escombros na Educação Pública paulista.
    As escolas públicas do Estado estão diplomando analfabetos funcionais; as escolas da periferia estão sob o controle da bandidagem, do tráfico (pergunta à Apeoesp sobre essa realidade, veja a professora de Ribeirão Preto espancada por um aluno, veja outros casos parecidos acontecidos recentemente envolvendo educadores). Tenha santa paciência, professora Maria Helena, qual é a sua proposta programática para a educação? De Mentira e desfaçatez, nós, professores, estamos cheios.

  5. Comentou em 21/02/2008 Filipe Fonseca

    Excelente texto. Expõe bem a piada de mau gosto em que veja se tornou ao abrigar opinionistas como o tal Ioschpe. Aliás, para alguém que sempre escreve sobre educação, o sujeito é notavelmente ignorante. Defender um ‘direito à ruindade’ é defender que pessoas desinformadas ou ignorantes sejam enganadas por ‘universidades’ que nada ensinam. Já as faculdades de pedagogia realmente deveriam ser fechadas. O que eles fazem chega a ser constrangedor. É de um nível intelectual tão ralo, tão superficial, tão baixo, que melhor fariam em fechá-las. No mínimo, como contenção de danos. É aquele tipo de pseudo-marxismo barato, vazio, e sem sentido que tem provocado danos irreversíveis na educação de um sem número de pessoas. Há um contingente enorme de adultos formados que são incapazes de articular uma frase, ou mesmo de escrever um aviso sem cometer um erro bizarro. Incrível como é irresponsável a revista Veja.

  6. Comentou em 21/02/2008 Moacyr Catani Jr.

    … A sra. me pergunta se imagino que apenas a definição – e, claro, a persecução – de metas ajudaria a Educação a superar os problemas que nos levam a nossa atual crise educacional e social; respondo que sim, imagino que ajudaria muito. O importante é que haja uma mudança no ‘espírito’ da coisa toda, uma mudança na essência, nos ‘porquês’ e não nos ‘comos’. Quando vivíamos numa sociedade habituada ao autoritarismo, a motivação para se buscar a formação educacional e cultural dos indivíduos era o medo da ‘pancada’. E as pancadas vinham, fosse num contexto doméstico, fosse num social – os governos davam muitas pancadas, literalmente. Hoje, como nossa sociedade está se habituando à liberdade, temos de mudar esta motivação. As pessoas não tem mais medo da repressão – ainda bem -, por isso é urgente buscar motivações baseadas na liberdade. Por liberdade, entendo que ‘cada um faz o seu caminho’, desde que, claro, não fira as leis, a moral, a integridade da comunidade e da sociedade. Logo, uma forma de motivar pessoas hoje está em dizermos algo como ‘se você se preparar, se esforçar, se dedicar e for sempre sério e respeitoso sua vida será melhor’. Temos de incutir em nossa sociedade a idéia de que o esforço e dedicação trazem recompensas. …

  7. Comentou em 20/02/2008 Daisy Dias

    (Continuando)…. Tenho plena consciência de que os cursos de formação de professores, na sua grande maioria, precisam passar por profundas reformas, sei que muitos estão acomodados, etc.. Mas, “o grupo de pessoa que ensina” juntamente com toda a sociedade deve em sua essência lutar, em algum momento, pela sua libertação. Esta luta jamais se realizará sozinha, pois como nos ensina Paulo Freire “Ninguém liberta ninguém, ninguém se liberta sozinho: os homens se libertam em comunhão. Só assim, caro Moacyr, através da emancipação é que conseguiremos remediar a situação atual. No geral, a escola, infelizmente, está longe de realizar o papel que lhe cabe, está longe de formar sujeitos críticos, pois como já dizia Darcy Ribeiro em 1977 “… a crise educacional do Brasil, da qual tanto se fala, não é uma crise, é um programa. Um programa em curso, cujos frutos, amanhã, falarão por si mesmo”. E de fato falou…

  8. Comentou em 20/02/2008 Teo Ponciano

    E pensar que o PSDB tem como presidente de honra um sociólogo, arre!
    Talves o conceito de estado mínimo peessedebista (encorajado e qualificado pela Veja, arre!) deve ser um ‘salve-se quem puder’.
    Votar no PSDB só pode ser desinformação ou má fé.

  9. Comentou em 20/02/2008 Alexandre Carlos Aguiar

    Gostaria de fazer uma ressalva à condição do professor Osvaldo Camargo, de Porto REal, RJ. Ele não é aposentado, ele está na ativa. Acabou de nos dar uma aula perfeita. Parabéns!

  10. Comentou em 20/02/2008 Paulo Daher

    Éh, vamos mal mesmo !
    A imprensa recebe milhões em anúncios de escolas e faculdades privadas e, claro, não pode falar mal dos clientes…
    Peraí, nós também somos clientes ! Será que não merecemos o mesmo tratamento da imprensa?
    Este cenário é a grande radiografia do ‘quarto poder’, aquele que sería nossos olhos no sonhado paraíso da democracia. Aquele que nos mantería informados, cobrando dos poderosos posturas republicanas e democráticas.
    É lamentável, porém já há uma massa muito grande de pessoas que perceberam a jogada e ainda é possível tornar público essas tramóias.
    Acham mesmo que conseguem enganar a todos por todo o tempo?

  11. Comentou em 20/02/2008 Paulo Daher

    Éh, vamos mal mesmo !
    A imprensa recebe milhões em anúncios de escolas e faculdades privadas e, claro, não pode falar mal dos clientes…
    Peraí, nós também somos clientes ! Será que não merecemos o mesmo tratamento da imprensa?
    Este cenário é a grande radiografia do ‘quarto poder’, aquele que sería nossos olhos no sonhado paraíso da democracia. Aquele que nos mantería informados, cobrando dos poderosos posturas republicanas e democráticas.
    É lamentável, porém já há uma massa muito grande de pessoas que perceberam a jogada e ainda é possível tornar público essas tramóias.
    Acham mesmo que conseguem enganar a todos por todo o tempo?

  12. Comentou em 19/02/2008 Nilton Bergamini

    ‘ideologia vagamente marxista a serviço de interesses corporativos.’
    Primeiro de tudo: quem disse essa frase acima não entende nada de marxismo ou de interesses corporativos (só pra não deixar passar essa estupidez).
    Segundo: parabenizo Gabriel Perissé por essa leitura crítica, principalmente por aguentar ler e analisar tudo isso, aposto que não lhe faltou náusea.
    Terceiro: quem acha que a secretária está certa, sinceramente, ou está de pilantragem ou nunca estudou neste estado. Eu fiz ensino fundamental e médio em escolas particulares desse estado e pude ver as escolas particulares sendo transformadas em empresas com fins lucrativos, em detrimento das escolas estaduais que eram cada vez mais jogadas para escanteio. Agora estudo numa faculdade do estado, quando vejo o ensino superior no mesmo caminho.
    Estão transformando faculdades particulares em empresas enquanto as estaduais estão sendo jogadas pra escanteio. O estado de São Paulo já foi ultrapassado por outros estados pelos quais ninguém dava nada. Tudo isso por causa da prepotência da gestão tucana.
    Tenho pena dos próximos a herdarem esse estado que vai transbordar de má educação, violência e corrupção. Tudo isso de nariz bem empinadinho, vivendo do passado.

  13. Comentou em 17/10/2007 Cleonice Alencar

    Senhores:
    Já é a segunda vez, em ocasiões diferentes, que tento votar ‘não’ pela Urna Eletrônica. Curiososo: é a resposta que aparece – ‘texto errado’.
    Obviamente, não tento o ‘sim’ para testar o resultdado mas, sempre que o meu voto foi pelo ‘sim’, dá tudo certinho.
    Verifiquem, por favor.
    Obrigada, Cleonice

  14. Comentou em 02/05/2007 Yuri Lemos

    Até quando? Até quando uma emissora de televisão vai continuar mandando e desmandando nesse país?

    Manipulando a população, distorcendo informações, desprezando a ética e a verdade. Será que um dia

    seremos cidadãos? Será que teremos direitos e não somente deveres. Deveres esses impostos ao

    inconsciente das pessoas? Somos somente Marionetes? Bonequinhos desse sistema que muita gente faz de

    tudo para preservar? ou melhor, para se preservar. Estamos em que século? Tal emissora arrota ‘…’

    2007. Então é o século 21? Será mesmo? De que adianta arrotar 2007 se as pessoas que arrotam são

    atrasadas? Além de mediocres, manipuladoras, falsas, sem criatividade, e com o único objetivo de

    controlar e sugar o país o máximo possível?

    Até quando?

    Yuri Lemos

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