Domingo, 16 de Junho de 2019
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº1041
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CADERNO DA CIDADANIA >

Procurador pede discrição em cobertura de assassinatos

23/12/2006 na edição 413

O procurador-geral da Grã-Bretanha, lorde Peter Goldsmith, alertou os veículos de comunicação para que tentem ser comedidos em sua cobertura dos assassinatos de cinco prostitutas no leste da Inglaterra – enquanto a polícia corre contra o tempo para encontrar o criminoso. Dois suspeitos já foram detidos e são investigados. O caso tem gerado amplo interesse da mídia em um país conhecidamente fã de escândalos de tablóides sensacionalistas. Alguns jornais publicaram fotografias dos dois suspeitos, a BBC entrevistou um deles e o News of the World chegou a oferecer uma recompensa de quase US$ 500 mil para quem tiver informações que levem à prisão do assassino. Goldsmith afirmou que está preparado para revisar a cobertura ‘se e quando for preciso’. Leis britânicas proíbem a imprensa de publicar ou transmitir – inclusive pela internet – qualquer comentário ou informação que possa prejudicar os procedimentos de casos legais. Informações da AP [21/12/06].

Fifa é condenada por ‘não jogar limpo’

A juíza americana Loretta Preska determinou em favor da MasterCard em ação movida pela companhia de cartões de crédito contra a Fifa, organização que comanda o futebol mundial. Em 7/12, a juíza anunciou a sentença contrária à Fifa por quebra de contrato e criticou o modo como a organização negociou com a MasterCard, classificando-o de ‘jogo nada limpo’. A expressão faz referência ao lema da última Copa do Mundo, na Alemanha – que estimulava o fair play. A MasterCard foi, pelas últimas cinco Copas, patrocinadora financeira exclusiva do evento. O contrato entre as duas organizações terminou este ano e, enquanto era negociada sua renovação, a Fifa mantinha negociações paralelas com a Visa. Segundo Loretta, os representantes da Fifa ‘mentiram diversas vezes para a MasterCard’ ao não contar que também falavam com a empresa rival e mentiram também para a Visa, ao garantir que a MasterCard não tinha, por contrato, a prioridade de renovação. Informações de Paul Gardner [The New York Sun, 19/12/06].

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