Quarta-feira, 23 de Maio de 2018
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº988
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CADERNO DO LEITOR > SURTO DE AGOSTO

Entre a ordem e o conselho

24/08/2004 na edição 291

Dines não explica claramente a diferença entre uma Ordem e um Conselho, para aventar que seria melhor uma Ordem dos Jornalistas em vez do CFJ. No texto do Nilson Lage, ele esclarece que só há uma mudança de nome, de Conselho para Ordem – no caso da OAB, é uma autarquia federal, o que também seria o CFJ.

Juciano Lacerda, jornalista, Joinville, SC



Redes e interesses

Achei a matéria interessante e bem articulada, com exceção do seguinte ponto: ‘A burocracia do Ministério da Justiça – sensível aos interesses das redes de TV populares e evangélicas’. O que significa essa generalização? Todos os canais abertos, com exceção da Cultura? Acho que principalmente não é correto falar em interesses das redes evangélicas, sem discriminar quais são essas redes e que interesses são esses apontados. Em primeiro porque não está claro se a classificação ‘rede evangélica’ está sendo usada com relação à propriedade ou à programação. Há redes de propriedade evangélica que têm programas laicos e vice-versa. Evangélico vem de Evangelho (de Jesus Cristo), portanto, para ser classificado desta forma, é necessário ser fiel a esta doutrina.

José Carlos Semana Júnior, engenheiro, administrador de empresas, São Paulo



Questão menor

O Sr. Alberto Dines, assim como o presidente da República, deveriam se preocupar com assuntos mais importante para o país, como a questão do emprego, dos salários, da inflação. Fica clara a forma parcial da matéria, em defesa de uma classe que por várias vezes deixou a desejar na defesa dos interesses do povo brasileiro. O jornalista poderia, contrariando a todos os outros de sua classe, fazer o mea-culpa e cumprir seu papel, de forma imparcial, na avaliação e na crítica de qualquer governo que se encontre no poder.

Carlos Marques, químico, Rio de Janeiro



OI e ‘os mortais’

Os editores do OI dizem: ‘O Observatório não se furta de manifestar a opinião de seus editores nem de publicar opiniões contrárias às deles. Tem sido assim desde abril de 1996. O prezado leitor pode conferir esse comportamento navegando pelas Edições Anteriores do OI‘.

Bem, pelo que vi, sempre são os textos do Alberto Dines que abrem a página com destaque. Os demais mortais aparecem em chamadinhas irrisórias, inclusive (principalmente, diria) aqueles que fazem contraponto ao que ele diz. Assim, concordo com Carlos Alberto Balista, de São Bernardo do Campo: poderíamos mudar o nome para Observatório do Alberto Dines. É um grande jornalista, tem seu papel na história do nosso jornalismo, mas beira o ridículo a argumentação de seus textos contra o CFJ.

Ele diz que deveríamos ter uma Ordem, como a OAB, mas não faz a distinção clara que percebe entre Conselho e Ordem, para além da grafia distinta. Isso, porque como esclareceu Nilson Lage (nunca concordei com o Lage, é a primeira vez), a OAB é uma autarquia, e o CFJ o seria, da mesma forma.

Juciano Lacerda, jornalista, Joinville, SC

Nota do OI: É responsabilidade indelegável dos editores do OI a formulação e hierarquização das chamadas de capa, tal como ocorre em qualquer veículo jornalístico. O prezado leitor tem todo o direito de delas discordar, mas essas escolhas editoriais são nossas, e não suas. (Luiz Egypto)

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