Quinta-feira, 20 de Setembro de 2018
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº1005
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CADERNO DO LEITOR > CORTES NA FOLHA

Foi doloroso

03/08/2004 na edição 288

Foi doloroso ler no site do OI sobre o corte na carne da Folha. Um jornal que assino há muitos anos, nem lembro quantos, e que foi uma referência um minha formação. Como pôde um jornal se transformar num balcão de anúncios (há muito tempo vende a si próprio no mais amplo sentido)? Já não tenho assinatura diária porque a Folha tem se tornado um jornal repetitivo, parece que não há notícias a serem divulgadas (na verdade, divulgadas elas existem aos montes, mas analisadas é que está difícil). Estranho que os jornalistas, quase sempre tão superficiais, não cuidem de ser menos tendenciosos. Não há nem mais espírito criticamente sutil, galhofeiro, instigante e, às vezes – por que não? irônico, zombador e politicamente incorreto.

Não sei o que está faltando em mim para abandonar a leitura de jornal, não acho que foi a internet, mas nem o jornal de domingo me interessa mais. Será que desejamos esperar os acontecimentos se distanciarem para assim serem mais bem analisados, para não perdermos tempo com capítulos de novelas? Ou queremos novelas para nos interessar pelos assuntos?

Tantas perguntas que iríamos longe para não concluirmos nada – me pergunto para que tantos jornalistas estudando, este deveria ser um questionamento deles também. Independentemente do que acontece na Folha, quero parabenizar o OI e a você, Dines, que até como jornalista de TV supera nossas expectativas.

Maria Luiza Franco, assistente jurídica, São Paulo



Algo a mais

A Folha não é a única empresa que deve. A Globo deve milhões e não está com esses problemas, alguma coisa deve estar acontecendo na empresa.

William Henrique da Silva Freitas, editor de imagens, Limeira, SP

Leia também

Folha corta na própria carne – Marcelo Beraba, na Voz dos Ouvidores



Adâmica paidéia

Achei o linguajar utilizado pelo articulista extremamente pedante, usando palavras pouco entendidas pelo leitor comum, tais como, adâmica, paidéia, amarilho etc.

Carlos A. A. Dória, economista, Rio de Janeiro

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