Sugestões positivas | Observatório da Imprensa - Você nunca mais vai ler jornal do mesmo jeito
Terça-feira, 21 de Agosto de 2018
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº1000
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CADERNO DO LEITOR > IBSEN E O CFJ

Sugestões positivas

31/08/2004 na edição 292

Isto [o artigo ‘A guerra dos ventiladores’, de Alberto Dines] é o que chamo de mostrar os fatos. Sua opinião é por demais clara ao focar os levantes das sensibilidades emotivas de seres humanos defeituosos que somos, que necessitam de ajuda para a mudança de padrão em suas memórias genéticas programadas e das acrescidas, e este tipo de ajuda somente poderá ser feita com sugestões positivas, refinadas, simples que produzam a eficácia necessária para tal mudança deste padrão no ser. Isto sim, como o senhor acaba de mostrar neste artigo, nos eleva a vontade de mudar esta qualidade para outro nível que não aquele que só os que vivem no emotivo animal irracional estão a viver. Muito obrigado, e que a lucidez sempre lhe acompanhe para nos brindar com algo sempre melhor.

João Vancarder, representante comercial, Fortaleza

 



É o fim da picada

Compro a revista Veja em 23/8/2004 e, sem saber. compro também a sua briguinha com a revista IstoÉ. É o fim da picada. Não quero e não preciso de leitura desse tipo.

Renato Rocha, funcionário público, São Paulo

 



Esquizofrenia explícita

Alberto Dines, parabéns por esta matéria, que sintetiza os longos anos de desrespeito aos leitores, o insulto à inteligência, e o abuso das estatísticas de pesquisas de opinião, característica moderna de uma democracia decadente. Só faltou dizer que esses sintomas, demonstrados não apenas pela mídia, mas também pela esmagadora maioria das instituições, declaram uma esquizofrenia explícita: os seres humanos por trás delas não conseguiram crescer junto com o arcabouço material que conduzem. E assim, tristemente, se constata que, quando a alma é pequena, dia mais, dia menos, o resultado também será pequeno.

Oscar Quiroga, psicólogo, São Paulo

 



Na lama

Não quero fazer comentários ao próprio Observatório da Imprensa, mas que só pedir desculpas não apaga o que a imprensa publicou e divulgou. Se a imprensa diz sem investigar então ela vai dizer, falar e publicar o que quiser, porque a falta de credibilidade da revista, do jornal, da televisão, do rádio é notória. Só pedir desculpas não tira o nome da pessoa da lama. E mais, quem politicamente mandou publicar deve, mais do que a própria imprensa, ser punido, pois jogou farinha no ventilador, e sabemos que isso é falta de decoro e ética.

Agenor Martins Neto, servidor público federal, Teresina

 



No ventilador

Estávamos esperando há muito tempo este comentário. Vocês mandaram esta matéria para as revistas? Não é só a televisão que joga sujeira no ventilador, as revistas também.

Rita de Cássia Viana, assistente de administração, São Paulo

 



Jornalismo desmascarado

Brilhante o artigo [de Alberto Dines]. Está na hora de desmascarar o jornalismo que se pratica atualmente. Quem acredita em jornais é passível de acreditar em Papai Noel. Além da corriqueira falta de ética: ‘Inventou-se a técnica de induzir os entrevistados a dizer aquilo que o redator já colocara na matéria’, como cita o autor. O jornalista é o dono da verdade e tem o poder de destruir e construir o que quiser. O direito de resposta para as vítimas e prejudicados fica para o pequeno espaço das cartas dos leitores. É bom que se coloque isso no ventilador e venham abaixo impérios que não têm mais razão de existir. Não mais existe a ditadura, o mundo já não se divide entre esquerda e direita, bons e maus, e assim a imprensa fica fazendo matérias de ‘auto-ajuda’. Alguma coisa deve mudar. Está mais que na hora.

Luiz Felipe Rezende, pesquisador científico, São José dos Campos, SP

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