Sexta-feira, 24 de Novembro de 2017
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº967

CIêNCIA > CASO CÁSSIA ELLER

Procedimentos e números mascarados

Por Cláudia Rodrigues em 09/11/2004 na edição 302

Se a imprensa deve questionar o laudo do Ministério Público que atestou o mau procedimento de socorro que acarretou a morte de Cássia Eller, em 29 de dezembro de 2001, e ao mesmo tempo levantar mais questões sobre o uso de drogas ilegais, deveria, com urgência maior, apurar os números de iatrogenia no Brasil – pouco pesquisados, pouco divulgados e sabidamente mascarados.

Inexiste no país, no sistema de saúde público ou privado, qualquer método de avaliação estatística para estimar a freqüência de iatrogenias. Atrás dessa falha está mais do que uma preocupação: a vaidade da classe médica temerosa das ações judiciais que crescem internacionalmente. E o crescimento dessas ações não se deve a uma maior transparência por parte das instituições médicas, mas a uma maior consciência dos parentes dos mortos por erros médicos e, suspeita-se, de um aumento das próprias iatrogenias.

Pouco se vê, no entanto, a mídia preocupada com as queixas do paciente, e não é difícil optar por não colocar no ar o desabafo de uma mãe que perdeu seu bebê por infecção hospitalar, mau atendimento, maus procedimentos ou erros médicos. A imagem privilegiada, a cena destacada, a explicação mais prolongada é dada aos profissionais da medicina – afinal eles não estão descontrolados, não estão com as emoções abaladas e por isso merecem crédito.

E estaria justamente na quebra dessas emoções inabaláveis, segundo os profissionais humanistas, o segredo de uma medicina mais justa, mais eficiente e mais responsável, inclusive pelos erros. Nos milhares de casos de erros médicos no mundo o mais incomum nos tribunais é encontrar um médico que diga ‘errei’, simplesmente.

Horror a vômitos

Hipócrates já recomendava que os médicos procurassem evitar ao máximo esses equívocos e pensassem muito antes de prescrever medicamentos. Para ele, as intervenções médicas poderiam causar um mal maior do que a doença e desviar os médicos menos sensíveis do eixo da cura, que viria sempre das dicas do próprio paciente.

É comum pacientes de Aids e câncer morrerem de infecções hospitalares ou excesso de radiação, e normal que a causa dessas mortes seja creditada apenas à doença. É praxe que seja assim e, no Brasil, devido à baixa escolaridade, há todo tipo de abuso para proteger médicos e instituições.

Desde 1997, ministérios da Saúde de países como Alemanha e Suíça levantam dados para avaliar os casos de iatrogenia. De lá para cá constatou-se que só na Alemanha morreram cerca de 25 mil pessoas vítimas de erros médicos, maus procedimentos ou prescrições inadequadas. Não podemos esquecer que na Alemanha a medicina é muito menos intervencionista do que no Brasil e a população é muito melhor informada, tanto que os médicos se preocupam em abrir a questão e não em ocultar equívocos.

É vergonhoso que a classe médica brasileira se esconda atrás do drama pessoal de uma mulher que tinha problemas de coração – possivelmente em decorrência do consumo de drogas – para não encarar que houve, no mínimo, um mau procedimento médico no caso da cantora Cássia Eller.

O medicamento Plasil possui uma lista extensa de efeitos colaterais possíveis. Não é indicado para pacientes cardiológicos e não é o remédio correto a ser ministrado em alguém que está prestes a sofrer uma parada cardiorrespiratória. É contra-indicado para crianças, por exemplo, mesmo assim é o remédio escolhido por vários obstetras para aumentar o leite materno, porque acelera a produção do hormônio prolactina, o hormônio produtor de leite. E, nesses casos, o medicamento tido como inócuo pela população médica é receitado como um chazinho inofensivo e largamente utilizado em pós-operatórios e contra qualquer tipo de enjôo. Em hospitais públicos ou privados, qualquer paciente que chegar reclamando de enjôos é entubado no Plasil sem muitas delongas. A população médica tem horror a vômitos, embora deixar uma pessoa vomitar possa ser o melhor remédio para o sintoma imediato.

E, afinal, se não temos pesquisas sobre iatrogenias no Brasil, como os médicos e as instituições podem nos provar que tia Belmira, que estava com enjôos e morreu no hospital depois de receber uma intravenosa de Plasil, não morreu de Plasil?

Dois detalhes

A mídia deve apurar e acompanhar melhor o caso da Cássia Eller, pelo menos para descobrir que o Plasil não é tão inofensivo quanto argumentam os médicos, pelo menos para abrir os olhos da população sobre os números não verificados de iatrogenias no Brasil, pelo menos para não puxar o tapete do Ministério Público, que tem seus argumentos e não pertence a nenhuma casta profissional inexorável.

Principalmente nossa mídia deveria garimpar informações para que a população questionasse um pouco mais os saberes absolutos dos médicos, cada vez mais enredados pelo marketing dos laboratórios, cada vez mais cativos dos congressos patrocinados pela indústria química e, paralelamente, mais distantes dos corpos dos pacientes.

À mídia não cabe julgar a equipe médica que atendeu a cantora, nem difamar a clínica que prestou socorro e certamente outros serviços mais felizes à população. Os médicos podem errar, errar é humano, errar pode resultar em fatalidades letais e esse é um risco da profissão que está se tornando banal devido a soberba da classe médica. Esta tem esquecido a parte ‘pincel’ do bisturi, não somente quando opera, não cuida, não ouve, não recebe o paciente, mas, principalmente, quando não admite que poderia ter sido diferente, que gostaria de ter sido mais sensível para captar outra possibilidade que não aquela que resultou na morte do paciente.

A maior preocupação da mídia que cobre esse caso deveria ser o cuidado com o preconceito e a discriminação – afinal, o mau procedimento, o mau atendimento ou o erro médico foram contra uma pessoa que pertencia a uma minoria: era ex-usuária de cocaína, bissexual e artista famosa.

Detalhe 1: foi infeliz a notinha do Tutty Vasques em sua coluna no sítio Nomínimo na semana passada. Ele colocou no ar que era uma piada Cássia Eller ter morrido de Plasil, numa óbvia alusão ao uso de drogas. O preconceito e a desinformação veiculados dessa forma – o humor tem um poder enorme de persuasão – geram uma ignorância profunda que dá créditos e estabilidade à ordem reinante.

Detalhe 2: tomei Plasil quando meu primeiro filho nasceu. O Plasil que tomei foi prescrito pela minha obstetra no pós-parto e tive taquicardia, tontura e retesamento muscular. A médica negou com veemência que os sintomas fossem do remédio, mas eu teimei e parei com a medicação. Isso faz 15 anos, aconteceu em Porto Alegre, e nunca mais tive aqueles sintomas e nunca antes os havia sentido.

******

Jornalista em Florianópolis

Todos os comentários

  1. Comentou em 26/12/2009 Misael Bandeira Silveira

    Segundo a minha mãe, quando pequeno, quase morri após ser medicado com uma dose de Plasil.

    Segundo ela, convulsionei e me deram entrada em estado grave na UTI do Hospital Conseição, em Porto Alegre.

  2. Comentou em 12/11/2004 Paulo Bandarra

    Caso Cássia Eller
    Preconceitos e soberba

    Interessante como no mundo existem mais pessoas que se acham suficientemente conhecedoras de medicina para ensinar e vender. No caso da Cássia Eller, por exemplo, parece que ainda tem mais pessoas. Claudia Rodrigues, jornalista em Florianópolis, acredita que sabe tudo do caso. Por ter usado Plasil há15 anos e ter apresentado uma reação tem certeza que ele causa parada cardíaca.

    Eu me lembro, quando ainda estudante de medicina, de uma senhora amiga da família que contava para meu pai, me olhando atravessada, que “quase ficara louca” com o uso anticoncepcional, criticando o governo de vender este veneno para as pessoas. Acho que até hoje em dia tem pessoas que não se adaptam com eles, mas acredito que deve ter alguma verdade nos benefícios apregoados pela mídia.

    Eu que receito muito mais Plasil do que ela tomou na vida, nunca vi uma parada cardíaca, e nem mesmo agora pesquisando para escrever o artigo para o OI encontrei este efeito. Sedação é muito diferente de parada cardíaca. Assim, como diz um amigo meu professor aqui do sul, “causo” é muito bonito num galpão numa roda de chimarrão, mas não serve para determinar conduta médica.

    Não vejo porque deveríamos, nós médicos, de nos envergonhar em vir a público, coisa que deveria ser preocupação para criminosos ou de quem não conhece o que escreve. Não existe motivo de assumirmos erros que não cometemos para agradar a opinião de pessoas que desconhecem o que abordam. Se o Ministério Público pode vir a público colocar o seu ponto de vista para influir no público, posso eu também mostrar o outro lado. Ainda mais que não sou do Rio de Janeiro e nem conheço as pessoas que participaram do procedimento.

    Fora da sua avaliação genérica sobre iatrogenia (doenças provocadas pela ação médica, nem sempre evitável), não se ateve ao caso específico. Iatrogenia não é sinônimo de erro médico. Um erro médico pode ter por resultado uma iatrogenia. E uma iatrogenia pode ser objeto desejável. Uma histerectomia por câncer, uma cirurgia de implante de silicone ou de troca de sexo são iatrogenias buscadas pelos pacientes.

    Iarogenia não é exclusivo de ação médica, mas pode ser resultados de todos que prestam assistência ao enfermo, desde da recepção, da enfermagem, do laboratório, até ao atendente da ambulância. Então, devagar com o andor que o santo é de barro.

    Quem não padece de nada pode desdenhar a indústria farmacêutica para usar ervas vendidas na esquina, mas duvido de quem seja portador do vírus da AIDS despreze os retrovirais pelos seus para-efeitos.

    Não se pode condenar um profissional por um preconceito ou juízo de valor. E, no caso, é preciso ficar provado que a causa teria sido o Plasil, é óbvio, e que este efeito não descrito, seria esperado para contra-indicar este uso. Dizer que “Não é indicado para pacientes cardiológicos e não é o remédio correto a ser ministrado em alguém que está prestes a sofrer uma parada cardiorrespiratória” demonstra uma soberba de quem não conhece o assunto. Não existe esta contra-indicação e gostaríamos de saber como ela descobriu que Cassia estava prestes a ter uma parada cardiorespiratória? Se justamente o alegado é que o medicamento teria sido a causa?

    Desdenhar é mais fácil do que raciocinar. Na verdade, os sintomas que ela estava apresentando ao chegar à emergência, às 13 horas, era o início do infarto do miocárdio de que veio a falecer. O que, como referimos no OI indicando um SITE de orientação a consumidores de drogas, é o resultado esperado tanto no usuário no Brasil como na Alemanha, mais evoluída. E quem está prestes “a ter uma parada cardiorespiratória” ou está infartando (sofrendo infarto do miocárdio), qualquer esforço para evacuar ou vomitar dever ser evitado, pois estas ações, para quem já passou por isto, deve se lembrar o quão exige do tórax. Assim, não vemos que não poderia o medicamento ser utilizado neste esforço de sedar os vômitos. Ainda mais que sempre houve a controvérsia de que a mesma estivesse drogada. Como dito anteriormente, cocaína é absorvida pela mucosa nasal, a não ser por pessoas não acostumadas que ingerem, sendo a morte muito mais rápida e certa sem precisar associar álcool.

    Duvidamos que uma simples sonda-nasogástrica pudesse remover a cocaetileno [combinação da cocaína e álcool] da circulação, visto que a perícia não conseguiu identificá-la antes de três anos. A equipe de reanimação contou com apenas seis horas em quatro paradas cardíacas. A perícia havia dado como causa do óbito “morte por infarto agudo do miocárdio consecutivo a múltiplas paradas cardiorrespiratórias’. Ou, trocando em miúdos, nunca conseguiu provar que a necrose do músculo cardíaco fora devido ao uso do Plasil, que garante nossa jornalista, tenha sido a causa. Mais ainda, não conseguira identificar, por três anos, a causa real do infarto que fora o uso crônico de cocaína precipitado por novo uso por uma noite de angústia. (O que nos garante a jornalista que a mesma era só uma EX-usuária)!

    Se couber algum papel na mídia, certamente não é este comportamento da jornalista que tece comentários preconceituosos e descabidos à classe médica, fugindo do caso, mostrando completa desinformação e desconhecimento profundo. Tanto sobre o papel do Ministério Público como sobre conduta médica.

    Não cremos que quem conseguiu reverter três paradas cardíacas em quatro, em uma pessoa infartada e cronicamente lesada pelo uso de cocaína e tabaco, no período de seis horas, possa ser chamado de negligente ou inepto.

    Será que a nossa jornalista, que defende tanto o erro humano, reconheceria os erros cometidos na sua matéria? Se eu escrevesse nestes termos contra os jornalistas certamente o OI não aceitaria para publicação.

    CASO CÁSSIA ELLER
    Procedimentos e números mascarados
    Cláudia Rodrigues (*)
    http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos.asp?cod=302OFC001

    CASO CASSIA ELLER
    Mídia não contesta Ministério Público
    Paulo Bento Bandarra (*)

    http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos.asp?cod=301OFC004

  3. Comentou em 12/11/2004 Paulo Bandarra

    Caso Cássia Eller
    Preconceitos e soberba

    Interessante como no mundo existem mais pessoas que se acham suficientemente conhecedoras de medicina para ensinar e vender. No caso da Cássia Eller, por exemplo, parece que ainda tem mais pessoas. Claudia Rodrigues, jornalista em Florianópolis, acredita que sabe tudo do caso. Por ter usado Plasil há15 anos e ter apresentado uma reação tem certeza que ele causa parada cardíaca.

    Eu me lembro, quando ainda estudante de medicina, de uma senhora amiga da família que contava para meu pai, me olhando atravessada, que “quase ficara louca” com o uso anticoncepcional, criticando o governo de vender este veneno para as pessoas. Acho que até hoje em dia tem pessoas que não se adaptam com eles, mas acredito que deve ter alguma verdade nos benefícios apregoados pela mídia.

    Eu que receito muito mais Plasil do que ela tomou na vida, nunca vi uma parada cardíaca, e nem mesmo agora pesquisando para escrever o artigo para o OI encontrei este efeito. Sedação é muito diferente de parada cardíaca. Assim, como diz um amigo meu professor aqui do sul, “causo” é muito bonito num galpão numa roda de chimarrão, mas não serve para determinar conduta médica.

    Não vejo porque deveríamos, nós médicos, de nos envergonhar em vir a público, coisa que deveria ser preocupação para criminosos ou de quem não conhece o que escreve. Não existe motivo de assumirmos erros que não cometemos para agradar a opinião de pessoas que desconhecem o que abordam. Se o Ministério Público pode vir a público colocar o seu ponto de vista para influir no público, posso eu também mostrar o outro lado. Ainda mais que não sou do Rio de Janeiro e nem conheço as pessoas que participaram do procedimento.

    Fora da sua avaliação genérica sobre iatrogenia (doenças provocadas pela ação médica, nem sempre evitável), não se ateve ao caso específico. Iatrogenia não é sinônimo de erro médico. Um erro médico pode ter por resultado uma iatrogenia. E uma iatrogenia pode ser objeto desejável. Uma histerectomia por câncer, uma cirurgia de implante de silicone ou de troca de sexo são iatrogenias buscadas pelos pacientes.

    Iarogenia não é exclusivo de ação médica, mas pode ser resultados de todos que prestam assistência ao enfermo, desde da recepção, da enfermagem, do laboratório, até ao atendente da ambulância. Então, devagar com o andor que o santo é de barro.

    Quem não padece de nada pode desdenhar a indústria farmacêutica para usar ervas vendidas na esquina, mas duvido de quem seja portador do vírus da AIDS despreze os retrovirais pelos seus para-efeitos.

    Não se pode condenar um profissional por um preconceito ou juízo de valor. E, no caso, é preciso ficar provado que a causa teria sido o Plasil, é óbvio, e que este efeito não descrito, seria esperado para contra-indicar este uso. Dizer que “Não é indicado para pacientes cardiológicos e não é o remédio correto a ser ministrado em alguém que está prestes a sofrer uma parada cardiorrespiratória” demonstra uma soberba de quem não conhece o assunto. Não existe esta contra-indicação e gostaríamos de saber como ela descobriu que Cassia estava prestes a ter uma parada cardiorespiratória? Se justamente o alegado é que o medicamento teria sido a causa?

    Desdenhar é mais fácil do que raciocinar. Na verdade, os sintomas que ela estava apresentando ao chegar à emergência, às 13 horas, era o início do infarto do miocárdio de que veio a falecer. O que, como referimos no OI indicando um SITE de orientação a consumidores de drogas, é o resultado esperado tanto no usuário no Brasil como na Alemanha, mais evoluída. E quem está prestes “a ter uma parada cardiorespiratória” ou está infartando (sofrendo infarto do miocárdio), qualquer esforço para evacuar ou vomitar dever ser evitado, pois estas ações, para quem já passou por isto, deve se lembrar o quão exige do tórax. Assim, não vemos que não poderia o medicamento ser utilizado neste esforço de sedar os vômitos. Ainda mais que sempre houve a controvérsia de que a mesma estivesse drogada. Como dito anteriormente, cocaína é absorvida pela mucosa nasal, a não ser por pessoas não acostumadas que ingerem, sendo a morte muito mais rápida e certa sem precisar associar álcool.

    Duvidamos que uma simples sonda-nasogástrica pudesse remover a cocaetileno [combinação da cocaína e álcool] da circulação, visto que a perícia não conseguiu identificá-la antes de três anos. A equipe de reanimação contou com apenas seis horas em quatro paradas cardíacas. A perícia havia dado como causa do óbito “morte por infarto agudo do miocárdio consecutivo a múltiplas paradas cardiorrespiratórias’. Ou, trocando em miúdos, nunca conseguiu provar que a necrose do músculo cardíaco fora devido ao uso do Plasil, que garante nossa jornalista, tenha sido a causa. Mais ainda, não conseguira identificar, por três anos, a causa real do infarto que fora o uso crônico de cocaína precipitado por novo uso por uma noite de angústia. (O que nos garante a jornalista que a mesma era só uma EX-usuária)!

    Se couber algum papel na mídia, certamente não é este comportamento da jornalista que tece comentários preconceituosos e descabidos à classe médica, fugindo do caso, mostrando completa desinformação e desconhecimento profundo. Tanto sobre o papel do Ministério Público como sobre conduta médica.

    Não cremos que quem conseguiu reverter três paradas cardíacas em quatro, em uma pessoa infartada e cronicamente lesada pelo uso de cocaína e tabaco, no período de seis horas, possa ser chamado de negligente ou inepto.

    Será que a nossa jornalista, que defende tanto o erro humano, reconheceria os erros cometidos na sua matéria? Se eu escrevesse nestes termos contra os jornalistas certamente o OI não aceitaria para publicação.

    CASO CÁSSIA ELLER
    Procedimentos e números mascarados
    Cláudia Rodrigues (*)
    http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos.asp?cod=302OFC001

    CASO CASSIA ELLER
    Mídia não contesta Ministério Público
    Paulo Bento Bandarra (*)

    http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos.asp?cod=301OFC004

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