Sábado, 23 de Setembro de 2017
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº958

CIRCO DA NOTíCIA > ESCÂNDALOS EM REVISTA

Veja aderiu à imprensa marrom

Por Alberto Dines em 24/04/2006 na edição 346

Diogo Mainardi não conseguiu celebrizar-se como encarnação tupiniquim de Gore Vidal. Exigiria muito talento, muito trabalho, anos de pesquisa. Sobretudo recolhimento e silêncio. Preferiu o caminho mais rápido e barulhento: afamar-se através da difamação. Queria a glória instantânea, holofotes, lantejoulas – optou pelo paradigma Matt Drudge, o pinico-escarradeira da imprensa americana.


Não foi casualidade, mas livre arbítrio. O rapaz sabe o que lhe convém.


Veja é que não tem o direito de achincalhar seus quase 40 anos de história incorporando com tanto gosto a depravação que Diogo Mainardi espalha em seus escritos. Os nomes que enfeitam o expediente da Veja não merecem entrar para a história associados a um dos episódios mais nauseantes do jornalismo brasileiro.


O carro-chefe da Editora Abril tem responsabilidades, compromissos com a sociedade. Uma de suas co-irmãs, Nova Escola, é distribuída pelo Ministério da Educação, concebida como ferramenta para a formação de cidadãos decentes e dignos.


Veja segue impávida na direção contrária: a brava resposta do jornalista Franklin Martins às patacoadas mainardianas não foi publicada, sequer em parte, na edição nº 1.953 (de 26/4/2006). A democrática Veja não admite contestações, é tão infalível como o Santo Ofício da Inquisição. Do convívio com a ditadura, os responsáveis pelo semanário não desenvolveram uma repugnância à arbitrariedade, ao contrário, assimilaram a arrogância e a prepotência.


Ganhou a parada


No lugar de respeitar o direito de resposta de quem foi ultrajado, Veja preferiu exibir o poder do arbítrio: publicou duas cartas de mainardis-mirins. Seus atentos editores nem perceberam a única frase verdadeira que Diogo Mainardi escreveu nos últimos dez anos:




‘Jornalistas não estão acostumados a prestar contas a ninguém’ (pág. 127, 6º parágrafo).


Ele, principalmente. Seus contratantes, mais do que ninguém.


De vilania em vilania, Veja transformou-se no exemplo de um voluntarismo tornado démodé até na máfia siciliana. Sua famosa ‘lista negra’ perenizou-se, atravessa gerações, transfere-se para outros veículos, caso clássico de fascismo que nossa imprensa – apesar das mazelas – não merece exibir.


Mainardi ganhou a parada: contaminou a revista Veja com o lado marrom da sua alma.

Todos os comentários

  1. Comentou em 19/01/2010 Ada Sílvia Beltrão de Piccoli

    Gostaria de ter meu e-mail incluído na lista de endereços do OI, para receber o Observatório.
    Desde já agradeço.

  2. Comentou em 02/06/2006 delcio peres

    Sou assinante de Veja, e nutro pela revista muita simpatia e fé em seus profissionais, não encontro em seus artigos nada que não esteja no dia seguinte nos maiores jornais deste pais.
    Quanto a reportagem sobre o jornalista Franklin Martins, acho que a atitude da Rede Globo diz tudo ao demiti-lo……
    Eu espero que apareça neste pais muitos Diego(s) Minardis(s) e veículos de comunicação como a revista Veja.

  3. Comentou em 26/04/2006 janice tomanini

    Caro Dines, manchadas de marron estão as almas (se prefere essa palavra poética, assim seja) de nós brasileiros, que somos obrigados a ouvir posturas de Franklin Martins a favor, sempre, deste governo vergonhosamente corrupto e autoritário. Vocês não são obrigados a gostar de Diogo Mainardi. Isto é democracia. Divergimos. Que bom. Mas ignorar que a esposa de Martins estava alojada no gabinete do lider do governo em plena crise do mensalão, é querer manchar mais ainda, não nossas almas, mas nossas mentes. Este Observatório não está sendo nem isento e muito menos ‘observatório’. Apenas sendo corporativista. E seu desrespeito com os leitores de Diogo, chamando-os de mainardis-mirins é a forma mais marron de imprensa. O que observo, é que vocês não gostam que falem sobre as mazelas deste governo e dos jornalistas adesistas. Vocês preferem os ‘a favor’. Esses, como Franklin Martins, não atingem nem o corrupto governo e muito menos seus pares. Aí, pertencem ao bom jornalismo. O fato, é que o país não tem cultura. Isso todos sabemos. Até os mainardis-mirins sabem. A maioria não aceita debate de idéias. Se Diogo Mainardi, para vocês e a maioria bovina de 96%, é um macarthista de mão cheia, para o restante ele não é o nosso Gore Vidal, mas é Diogo Mainardi revelando um pouco da sujeira dos políticos e imprensa em geral. Chamar de brava, a resposta com aquele desafio vazio que Martins fez a Diogo, é subestimar a inteligência até dos mainardis-mirins. É defender o indefensável. Acho que Franklin Martins deveria levar, sim, o caso à justiça. Eu já tenho uma sugestão a Diogo Mainardi. É só levar videos dos programas dos quais Martins participou no decorrer da crise de 2005. Baseado nesses videos, com certeza Mainardi ganhará a causa.

  4. Comentou em 25/04/2006 L. Paulo Azevedo

    L. Paulo Azevedo, corrigindo erro de digitação, reformulo a afirmação inicial de minha mensagem anterior: a revista Veja TEM uma linha editorial muito clara. Diferente disso, o Observatório objetiva analisar a imprensa como um tod.

  5. Comentou em 25/04/2006 Katia Almeida

    O fato é que a política é um longo processo. Até algum tempo éramos um país dominado por oligarquias e coronéis. O momento em que vivemos é mais uma etapa evolutiva.

    Cabe-nos agora, nos valendo dos princípios democráticos conquistados, exercer nosso discernimento, criticar aqui, denunciar ali, aprimorar nossas instituições e, principalmente, por meio de uma imprensa séria e atuante.

    Por isso, chego a me preocupar com a resistência, assustadora, de determinados segmentos da sociedade em aceitar críticas ao governo atual. No meu modo de ver, isso é um vício decorrente de anos de ditadura militar. E uma injustiça com os que lutaram pela democracia, embora não tenham feito a opção de pregar a luta armada no passado.

    Estamos atravessando mais essa etapa, em que preconceitos que substituíram preconceitos e vícios antigos ainda estão cristalizados em nosso imaginário.

    A imprensa não me parece estar sendo pouco criteriosa, muito ao contrário. Vem atuando quase que por inércia, limitando-se a registrar escândalos que vêm à tona por outras vias, como a denúncia de Roberto Jefferson, que não foi fruto de uma investigação de jornalistas. Estes apenas se limitaram inicialmente a registrar o depoimento de um dos beneficiados pelo chamado “mensalão”.

    A mim, isso não causa admiração. Até por conta do tipo de influência “intelectual” exercida em certas áreas do mundo acadêmico. A exceção a essa regra me parece a Veja, que ataca o governo de frente. Não endosso integralmente a postura ideológica de Veja, que me parece claramente alinhada aos princípios neoliberais. Mas, por conta do que representa em relação ao discurso clássico dos que atualmente ocupam o poder, está exercendo todo seu vigor crítico de maneira a contribuir pelo aprimoramento democrático. Afinal, os escândalos envolvendo o governo atual são muitos e oferecem um repertório vastíssimo à publicação.

    O resto da imprensa, na minha opinião, limitou-se inicialmente a registrar os fatos e, a partir da sucessão destes, finalmente, começou a se posicionar de maneira mais crítica. Mas ainda assim, timidamente. E, o que é mais curioso, investigando fortemente a oposição, em busca de produzir noticiários de ambos os lados, para passar uma idéia de que é equilibrada e agradar os militantes inconformados, cujas denúncias sempre encontraram rápido respaldo na mídia.

    E por dar excessivo espaço a militantes de certas tendências, a mídia acabou incorrendo em erros crassos no passado, publicando, por exemplo, dossiês falsos que, apesar do caráter fraudulento, acabaram revertendo numa sórdida estratégia de ataque de adversários. E, apesar de ter evoluído nos últimos anos, a imprensa continua incorrendo nesse erro. Tanto que recentemente divulgou em destaque a chamada Lista de Furnas, pelo que se sabe hoje, uma armação contra o principal partido de oposição ao governo. Ao servir como contraponto a essa tendência da imprensa, a Veja está dando uma importante contribuição para a evolução de nossas reflexões.

  6. Comentou em 25/04/2006 Katia Almeida

    O fato é que a política é um longo processo. Até algum tempo éramos um país dominado por oligarquias e coronéis. O momento em que vivemos é mais uma etapa evolutiva.

    Cabe-nos agora, nos valendo dos princípios democráticos conquistados, exercer nosso discernimento, criticar aqui, denunciar ali, aprimorar nossas instituições e, principalmente, por meio de uma imprensa séria e atuante.

    Por isso, chego a me preocupar com a resistência, assustadora, de determinados segmentos da sociedade em aceitar críticas ao governo atual. No meu modo de ver, isso é um vício decorrente de anos de ditadura militar. E uma injustiça com os que lutaram pela democracia, embora não tenham feito a opção de pregar a luta armada no passado.

    Estamos atravessando mais essa etapa, em que preconceitos que substituíram preconceitos e vícios antigos ainda estão cristalizados em nosso imaginário.

    A imprensa não me parece estar sendo pouco criteriosa, muito ao contrário. Vem atuando quase que por inércia, limitando-se a registrar escândalos que vêm à tona por outras vias, como a denúncia de Roberto Jefferson, que não foi fruto de uma investigação de jornalistas. Estes apenas se limitaram inicialmente a registrar o depoimento de um dos beneficiados pelo chamado “mensalão”.

    A mim, isso não causa admiração. Até por conta do tipo de influência “intelectual” exercida em certas áreas do mundo acadêmico. A exceção a essa regra me parece a Veja, que ataca o governo de frente. Não endosso integralmente a postura ideológica de Veja, que me parece claramente alinhada aos princípios neoliberais. Mas, por conta do que representa em relação ao discurso clássico dos que atualmente ocupam o poder, está exercendo todo seu vigor crítico de maneira a contribuir pelo aprimoramento democrático. Afinal, os escândalos envolvendo o governo atual são muitos e oferecem um repertório vastíssimo à publicação.

    O resto da imprensa, na minha opinião, limitou-se inicialmente a registrar os fatos e, a partir da sucessão destes, finalmente, começou a se posicionar de maneira mais crítica. Mas ainda assim, timidamente. E, o que é mais curioso, investigando fortemente a oposição, em busca de produzir noticiários de ambos os lados, para passar uma idéia de que é equilibrada e agradar os militantes inconformados, cujas denúncias sempre encontraram rápido respaldo na mídia.

    E por dar excessivo espaço a militantes de certas tendências, a mídia acabou incorrendo em erros crassos no passado, publicando, por exemplo, dossiês falsos que, apesar do caráter fraudulento, acabaram revertendo numa sórdida estratégia de ataque de adversários. E, apesar de ter evoluído nos últimos anos, a imprensa continua incorrendo nesse erro. Tanto que recentemente divulgou em destaque a chamada Lista de Furnas, pelo que se sabe hoje, uma armação contra o principal partido de oposição ao governo. Ao servir como contraponto a essa tendência da imprensa, a Veja está dando uma importante contribuição para a evolução de nossas reflexões.

  7. Comentou em 25/04/2006 L. Paulo Azevedo

    Caro José de Souza, sua comparação me parece absolutamente imprópria. A revista Veja não tem uma linha editorial clara e, como tal, pode optar por não publicar réplicas a seus colunistas, mesmo porque a revista, tendo um posicionamento ideológico muito definido, deve suscitar críticas sem fim. Não vejo a publicação sendo anti-democrátiva. Ao contrário, a revista publica em sua seção de Cartas comentários de seus detratores, bem como os elogios. A diferença que eu vejo está na reação do público. Os críticos de Mainardi, de maneira geral, habituaram-se a ser tratados com especial deferência na mídia, que, de maneira geral, promoveu ataques tão ou mais violentos a outros governos quanto a Veja, e exclusivamente ela, dirige ao governo atual. É muito importante que a Veja continue seguindo essa linha editorial, pois está atuando como o principal agente para o aprimoramento de nossa democracia. De maneira geral, a imprensa sempre foi muito benevolente com os grupos que ocupam hoje o poder. A meu ver, foi cruel com o último governo, isto sim, quando deu espaço até para trotes de militantes que, ao serem desmentidos muito tempo depois, ganharam status de verdade. Eu acho que Mainardi está prestando um excelente serviço ao país, ainda que pelas vias tortas. É necessário equilibrar mais esse jogo, pois a imprensa ainda é muito parcial.

  8. Comentou em 25/04/2006 glaucia mendanha

    Estava escrevendo um comentário sobre a matéria e sem mais nem menos fiz algo que a enviou antes de concluida.
    Mas como estou a dizer, gosto imensamente de Alberto Dines( que trajetória profissional!!!Hum…que inveja.)E apesar de ter tido raiva do colunista de Veja, hoje mudei de opinião radicalmente.
    Claro que Diego Minardi( Mionardi, sei lá), tem umas atuações que com certeza sacrifica a ética. Ele me lembra quando a gente sai com criaças para a casa de outras pessoas e fica recomendando que tenham educação. O caso típico quando esas ganham presente da madrinha distante e a mãe diz ‘que presente mais lindo!! era exatamente o que Joazinho queria!!’
    _ e o Joanzinho _ oras mãe!!Eu já ganhei isso há 3 anos!! é coisa de criança!!!DETESTEI!!!_ e a mãe nao sabe onde enfiar a cara.
    O colunista de Veja, está sendo grosseiro com os seus colegas? está a dizer coisas impróprias sobre seus laços profissionais que incomodamente esbarra ( pelo lado da ética)em alguns laços familiares? E ENTÃO SR. ALBERTO DINES? a saída é atacar quem pisa no calo? Não seria melhor propor um debate sobre a EXTREMA FRANQUESA QUE ALGUNS COLEGAS JORNALÍSTAS SE REPORTAM AOS SEUS PARES? ou é melhor FRITAR E PEDIR A CABEÇA DE Diego, por ele FALAR( supostamente, claro, uma verdade sobre alguns colegas)sobre ligações suspeitas de alguns membros da classe com interesses meramente eleitorais?
    Caro Dines, aguardo com a devida seriedade( da parte de vocês, seja dito), muma posição crítica, mas não hipócrita, sobre as falas do articulista. Não vale bater, usando a suposta falta de escrúpulos do fulano. O seu artigo, caro jornalísta, parece peça da censura militar!! bate no outro sem fundamentar!! o que se estrai( ou extrai?),é que vc. nutre profunda antipatia pela figura do DIEGO…e só!!! Parece menino!!’ ah, mas ele falou mal da minha mãe!!xingou meu pai, meu avô…ORAS, QUE ATITUDE DE CRIANÇA!!.

    O colunista da veja está a fazer sérias denúncias imorais a colegas( não ilegais)E vocês reagem(ou jem?) desclalificando o homem? Que tal conversar com ele, e o convencer da total improcedencia das acusações?
    É… do jeito que a coisa tá indo, ainda veremos os jornalístas de ponta desse pobre País, pedir a guilhotina de um colega que demonstra ceticismo sobre atitudes e facetas ocultas de alguns colegas de labor. E MQUE GANHE O MAIS FORTE!!!( INDEPENDENTE DA VERDADE, COMO SEMPRE!)

  9. Comentou em 25/04/2006 OSVALDO BEZERRA

    A POBRE DA ‘VEJA’ ESTAH BEM PIOR DO QUE SE IMAGINA. NUMA TENTATIVA DE SEDUZIR E INDUZIR A OPINIÃO PÚBLICA, AGORA A REVISTA ESTAH DISTRIBUINDO EXEMPLARES DE GRAÇA???… SEGUNDO CONSTA, EH UMA PROMOÇÃO ASSOCIADA A COPA DO MUNDO… ME ENGANA QUE EU GOSTO!!! OS EDITORES DA REVISTA PRECISAM ‘CAIR NA REAL’… NÃO DAH PRA CONFIAR: ‘QUANDO A ESMOLA EH GRANDE, O CEGO DESCONFIA!’…

  10. Comentou em 25/04/2006 OSVALDO BEZERRA

    A POBRE DA ‘VEJA’ ESTAH BEM PIOR DO QUE SE IMAGINA. NUMA TENTATIVA DE SEDUZIR E INDUZIR A OPINIÃO PÚBLICA, AGORA A REVISTA ESTAH DISTRIBUINDO EXEMPLARES DE GRAÇA???… SEGUNDO CONSTA, EH UMA PROMOÇÃO ASSOCIADA A COPA DO MUNDO… ME ENGANA QUE EU GOSTO!!! OS EDITORES DA REVISTA PRECISAM ‘CAIR NA REAL’… NÃO DAH PRA CONFIAR: ‘QUANDO A ESMOLA EH GRANDE, O CEGO DESCONFIA!’…

  11. Comentou em 25/04/2006 Ricardo Luiz Freitas

    Prezado Dines,
    Sabe-se que raramente jornalistas criticam jornalistas em público. Neste aspecto há um corporativismo ferrenho.Sabe-se também que muitos jornalistas, principalmente os notáveis,relutam em criticar abertamente os desmandos do governo Lula, mesmo quando os fatos sobre corrupção,atentados contra a liberdade da imprensa(o famigerado Conselho),quebra de sigilo bancário etc, são mais do que notórios. Se o que o Diogo Mainardi diz é verdade, cabe ao Franklin Martins provar que não tem nenhuma relação, vinculação ou simpatia para com o PT e que os fatos apresentados não interferem em seu trabalho como comentarista político, do ponto de vista da imparcialidade, sob pena de ver sua credibilidade e a dos veículos onde atua, abaladas. Parece que alguém andou pisando em alguém e tudo isso é muito grave,mas daí a dizer que a Veja aderiu à imprensa marrom, é um certo exagero.Os jornalistas, via de regra, escrevem o que querem e nem por isso pode-se responsabilizar os veículos. São todos responsáveis pelo que fazem.Sabe-se que, por exemplo, o Marcelo Neto, foi quem mandou o extrato do caseiro para a Época e sabe-se também,que tentaram desmoralizar o caseiro, para que este não tivesse crédito. A Época, então, estaria aderindo à imprensa marrom? O que na realidade precisamos, nós, leitores, é que a imprensa seja mais transparente e jornalistas não podem estar alinhados politicamente a este ou aquele partido e isto vale para todos, de todos os veículos. O empresariado da comunicação pode assumir esta ou aquela posição, em editorial, mas os jornalistas têm que ser imparciais. As normas de conduta,princípios e valores devem ser respeitadas.No caso em questão, cabe aos dois se esclarecerem a bem da verdade e da credibilidade.

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