Quarta-feira, 25 de Abril de 2018
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº984
Menu

CÓDIGO ABERTO > Código Aberto

A mídia cai na própria armadilha no caso Isabella

Por Carlos Castilho em 25/04/2008 | comentários

A cobertura dada pela mídia no caso do assassinato da menina Isabella, em São Paulo, já tem todos os ingredientes para um estudo de caso sobre como os veículos, em especial a televisão, criaram uma armadilha para si próprios na busca de audiência.


Desde o dia do crime, as principais emissoras do pais, notadamente a Globo e a Record passaram a viver uma guerra por audiência que atropelou políticas editoriais e códigos de conduta de seus profissionais, sem falar nas conseqüências financeiras.


Os especialistas em audiência televisiva sabem que a perda de pontos é instantânea mas sua recuperação é lenta, podendo tomar semanas e até meses, o que significa a desvalorização das inserções publicitárias, e consequentemente do faturamento.


É esta lógica que os responsáveis pela programação esgrimem na hora de cobrar resultados dos departamentos responsáveis por coberturas jornalísticas. E é isto que está acontecendo na cobertura do caso Isabella, um crime cuja abordagem deixou de ser jornalística para transformar-se num reality show, movido pelo voyeurismo e pelo sensacionalismo.


A Rede Record, desde o primeiro momento, resolveu apostar todas as suas fichas no acompanhamento do caso, alterando a grade da programação para privilegiar entradas ao vivo, nas quais o repórter Roberto Cabrini era a principal estrela.


A aposta rendeu preciosos pontos na audiência medida no Ibope e colocou um dilema para a Globo: fazer uma cobertura discreta para não comprometer as normas jornalísticas internas que rejeitam o sensacionalismo, ou ceder ao departamento comercial preocupado com uma eventual fuga de anunciantes para a concorrente.


A controvérsia interna chegou a ser testada na prática na manhã seguinte à da entrevista ao Fantástico do casal Nardoni, suspeito de ter assassinado sua filha de cinco anos, na noite do dia 29 de março, em São Paulo.


A programação matinal da Globo foi alterada para abrir espaços para a entrevista com a derrubada de comerciais. O resultado foi um pulo na audiência, que bateu a da Record, cujos índices vinham superando os da concorrente nos dias anteriores. Foi também a principal evidência da armadilha criada pelas emissoras e na qual elas próprias caíram.


Os departamentos comerciais exultam quando as audiências crescem, não importa como. Já o jornalismo sofre porque as pressões sobre os códigos de ética e de conduta tornam-se irresistíveis, e os profissionais sabem que o procedimento de ceder diante do sensacionalismo pode criar precedentes perigosos.


O caso Isabella surgiu no momento em que os espectadores se mostravam cada vez mais enfastiados com os escândalos de corrupção e as querelas entre governo e oposição, em Brasília. Era o prato ideal para sacudir a audiência, como acabou acontecendo. Agora, sempre que alguma concorrente da Globo sentir necessidade de dar uma mordida no Ibope da líder de audiência, é só explorar um caso escabroso para que a emissora do Jardim Botânico seja obrigada a sair correndo atrás do prejuízo, mesmo a contragosto.

Todos os comentários

  1. Comentou em 29/04/2008 Marco Antônio Leite

    Sr. Luis não houve falha grotesca da polícia paulista, isso porque antes da polícia chegar o apartamento foi descaracterizado por pessoas que conhecia o ambiente. Portanto a polícia não errou, teve má fé de pessoas próxima dos possíveis assassinos.

  2. Comentou em 29/04/2008 José vasconcellos

    Não achar ‘nada demais’ no comportamento da mídia é o mesmo que assinar em baixo de todo o sensacionalismo exploratório que está começando no ‘caso Ronaldo’ onde um travesti, visivelmente um débil mental, se faz de vítima enquanto até policiais v~eem sensacionalismo, aliás é isso mesmo o que está acontecendo, SEN-SA-CIO-NA-LIS-MO, como foi toda a avalanche desse caso odioso que se tornou a panacéia do ibope das emissoras em guerra. Agora mesmo a já falecida, em termos de ibope, Ana maria Braga se vê insistindo no caso fazendo o que um ‘bobinho’ ops ‘boninho’ lhe obriga a fazer (ou quase).
    Em fim, é triste, muito triste ver aqueles que deveriam honrar suas profissões virem aqui defender uma postura tão vil como foi a da mídia nacional!
    Ah! Sim, claro! Quase ía me esquecendo!… Mas as notícias sobre a política nacional continuam mantidas em segundo plano, certo? Ou seria ‘terceiro plano’???

  3. Comentou em 29/04/2008 Ricardo Freitas

    Uma correção. No meu comentário abaixo, no trecho ‘na tale a da Band…’, quis dizer ‘na tela da Band…’

  4. Comentou em 29/04/2008 RICARDO FREITAS

    Não vejo nada de tão anormal no comportamento das duas principais emissoras do país. Uma briga esperada por audiência e, mais que isso, sede por satisfazer a curiosidade da população. Tudo isso resultou em erros, mas nada de tão grave. Grave mesmo, e sempre muito grave é o comportamento sarcástico, antiético, dissimulado e sensacionalista – para não dizer até ‘criminoso’, no sentido em que chega a incitar o público contra os suspeitos -facilmente conferido todos os dias no pior programa da tv brasileira, ‘comandado’ pelo Luís Datena. Como é que a Band, uma emissora de jornalismo sério e de importância tão grande na história recente do país pode continuar mantendo aquele circo no ar? O que aquele senhor que esbraveja todo dia na tale a da Band está fazendo é lançar a verdadeiro jornalismo janela a fora! Não dá informações. Não investiga de verdade. É extremamente grosso com seus colegas e faz questão de mostrar isso! Quando é que a época desses tipos folclóricos vai acabar???

  5. Comentou em 28/04/2008 Anderson luiz

    É engraçado que a Globo em momento nenhum botou em questão, a falha grotesca, amadora da Polícia de SP que só foi lacrar o edífício 24 horas depois. Engraçado também que nenhum morador viu a menina ser jogada do edifício.

  6. Comentou em 28/04/2008 Erivanio Aguiar

    É engraçado como este caso é exposto pela impressa. Todos, ate o cara que estava passando pelo local no dia do crime (nem precisa ser no momento do crime) torna-se uma pessoa com um testemunho importante. Gente, aquele medidor de som e uma grade de proteção torna-se materia extensa, com 20 a 40 minutos de exibição para expor e explicar o fato, agredindo nossa inteligencia. E tudo isso para que? Deixar-nos informados? Que nada. Audiência para ser exato. Isso passou dos limites deixando de ser uma reportagem para se tornar um ‘reality show’. Os limites foram ultrapassados e agora, nos resta esperar para esse caso se torne igual aquele, é aquele mesmo, sim voce nao lembra? Poxa, eu muito menos. E no meio dessa guerra de audiencia, encontra-se eu e voce. Este é o mundo da noticia, ou melhor do sensacionalismo. É isso…

  7. Comentou em 28/04/2008 Gabriela Prestes

    Mas se as pessoas querem ligar a televisão para saber do caso Isabella, qual o problema das emissoras em atender? A sociedade brasileira está comovida com o caso e quer acompanhar até o fim, ou seja, a imagem dois, cada um indo para o seu respectivo presídio para cumprir a pena que todos sabem que, apesar de alta, vai deixá-los menos tempo na cadeia do que o merecido, já que ambos são réus primários e terão os benefícios da redução de pena com o semi-aberto. Como lembrou um criminalista, se em todos os casos de violência contra a criança a imprensa ficasse em cima, talvez mais pais, madrastas e padrastos fossem condenados pelos seus terríveis crimes. Geralmente, o delito cometido dentro de casa, não têm testemunhas e as que têm são parentes que acobertam os criminosos, como no caso Isabella. Para a nossa surpresa, existe a perícia que funciona. Quero continuar assistindo.

  8. Comentou em 28/04/2008 Clovis Eduardo Porto Lima

    A cobertura desse caso mais parece uma dobradinha da Globo com Serra nas próximas eleições.
    Posso até prever o discurso:

    ‘Nossa Polícia foi impecável na solução do caso da Menina Isabella.’

    A Globo esqueceu até do 3° mandato de Lula e da brasileira acusada de aliciamento de mulheres nos EUA.

  9. Comentou em 28/04/2008 fabio luiz

    Acho que a MÍDIA, CAIU em sua própria ARMADILHA, MESMO!
    Além de querer esconder A SAFADEZA DÉLA MESMA em APOIAR a criação da ‘BROI’, com nósso dinheiro e ainda esconder o famigerado ‘senador’ tucano álvaro dias, éla APOSTOU TUDO na coitada da menina ISABÉLA e no ATO DE FÉ INQUISITÓRIO de condenar PRÉVIAMENTE seu pai e madrasta…..mããns, sai a pesquiza CNT/SENSUS…e LULA com nada MAIS, nada MENOS que 69,3% DE APROVAÇÃO NACIONAL.!!!!
    AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA, ESSE PIG. é uma PIADA!

  10. Comentou em 28/04/2008 Renata Poskus Vaz

    Olha só o nível do jornalista brasileiro!

    Errei feio no comentário abaixo e só precebi depois que postei. Escrevi:

    ‘Mas a maioria ESSAS crianças raramente GANHAM tanto destaque na TV’

    Leia-se:

    ‘A maioria DESSAS crianças raramente GANHA tanto destaque na TV’

    Desculpem-me pelo equívoco!

  11. Comentou em 28/04/2008 Renata Poskus Vaz Poskus Vaz

    Sou partidária de que a imprensa repete 565 mil vezes o mesmo assunto, pois há quem veja, goste e aprove todo esse sensacionalismo. Afinal, que graça tem saber que mais 4000 crianças morrem por ano no Brasil, vítimas de violência doméstica? Mas a maioria essas crianças raramente ganham tanto destaque na TV. A maioria delas é ramelenta, com barriga dágua, olho de peixe no dedão do pé… Já criança bonitinha não é todo dia que se vê caindo pela janela de prédio chique.
    Se todo mundo desligasse a TV quando, o caso Isabella fosse abordado sem novos elementos, certamente a mídia mudaria sua programação. Mas pra que desperdiçar audiência?
    Sou super a favor de um botãozinho que liga e desliga a tv. Só basta o povo querer usá-lo. Ouvir uma música, dar um passeio, ler um livro… Ninguém amarra ninguém no sofá da sala para obrigar a assistir tv.
    Aí voltamos à uma questão que está pra lá de chata: o papel da TV. Se a função da TV é informar e não se estabelece que apenas novidades constituem informação, não há nada de errado toda essa repetição de notícias do caso Isabella. Agora, se o papel da TV é educar, não basta apenas se ater ao sensacionalismo, repetição de imagens e entrevistas que todo mundo já sabe de cor e salteado.
    E a verdade é que o povo quer show e não espera receber educação da TV. Se fosse assim, a TV Cultura seria líder de audiência.

  12. Comentou em 28/04/2008 Pedro Meira

    O que a midia vai fazer quando o caso Isabela acabar? Como irão sustentar seus preciosos pontinhos de audiência? Na certa emissoras e policiais sedentos de aparecer irão pular no pescoço de alguém, ante a menor suspeita, para sustentar a voracidade dos telespectadores.

  13. Comentou em 28/04/2008 Elimara Biesdorf

    O que mais me preocupa na cobertura do caso Isabella, não é apenas o Ibope das emissoras, mas sim a credibilidade da imprensa, do jornalismo ético no nosso país. Querendo ou não, as pessoas, os telespectadores, estão notando que tudo isso está sendo feito de uma forma exagerada e nas rodas de conversas os comentários são: ‘porque não dão destaque também para outras mortes muito mais cruéis como essa?’. Tanta gente que morre e muitas vezes nem é mostrado na telvisão, ou não possui uma cobertura tão especial. A pergunta é …porque essa teve tanto destaque que nem notícia não é mais e sim uma novela?

  14. Comentou em 28/04/2008 WALTAIR RIBEIRO DOS SANTOS

    Ontem já à noite, olhando o esquema de segurança em que a polícia de São Paulo fez para fazer uma reconstituição de um inquerito chéio de duvidas que nem a polícia , promotoria ;estava sabendo responde-las.Qual vai ser a linha de raciocinio que a policia defenderá agora,a mesma eo promotor será que consegui chegar a conclusão de suas propias duvidas, perguntas . Imagina se aquele tanto de Policias estivessem nas ruas conbatendo o crime de frente e não; motivados com um caso que alguns da mídia já o julgou.

  15. Comentou em 27/04/2008 José Renato Bonato Marinho

    Um dos leitores nota abaixo, que a imprensa não conseguiu estabelecer um gancho entre o Governo Lula e esta tragédia ocorrida em São Paulo, SP, vitimando um inocente.

    Infelizmente, nosso Presidente caiu na esparrela armada pela imprensa, a qual, veemente repugno, dado seu sectárismo infame: no dia 26.04.08 ele comenta o caso de um modo trivial e legalista, apenas isto. O resultado ? – dêem uma olhada nas cartas de leitores dos principais jornais e blogs de hoje e vejam a torrente de ódio desencadeada.

    Será que sua Assessoria de Imprensa não lhe orienta convenientemente? Este fato era uma pedra cantada, esperando apenas para acontecer: qualquer foca de redação estava de boca aberta para obter uma declaração qualquer que pauta da redação pudesse trabalhar e dar-lhe a forma mais conveniente.

    E por estas e por outras que a imprensa tem sido cada mais desprezada por aquelas pessoas mais esclarecidas e que conseguem fazer um juízo de valor, observando o monturo de lixo das notícias que ela nos apresenta.

  16. Comentou em 27/04/2008 Fernanda Lange

    Realmente é deprimente a maneira como a mídia vem se comportando nesta verdadeira guerra por audiência. Mas me pergunto: E a mãe de Isabela? Como ela se sente tendo além de perder uma filha de uma maneira brutal, ver nos meios de comunicação imagens, fotos da filha. A mídia vem explorando de uma forma vergonhosa o sofrimento dessa mãe, isso me lembra o caso do menino João Hélio. E como o caso dele logo o caso Isabela cairá no esquecimento do povo brasileiro que obviamente tem memória curta.

  17. Comentou em 27/04/2008 Diego Mello

    Cortem a cabeça de quem ousou apoiar a competição deste modo. Quem estuda administração hoje em dia sabe que tudo o que se quer é, ao estar por baixo, AUMENTAR a COMPETITIVIDADE e ao estar por cima, DESTRUIR a COMPETITIVIDADE.
    Na verdade, esse enfadonho instituto não tem outra função que não criar uma guerra entre organizações. Competir nunca é bom, se você quer ser melhor, deve fazê-lo em conjunto. Foi para isso que nos unimos em bandos inicialmente e hoje vivemos em sociedades supostamente civilizadas.

  18. Comentou em 27/04/2008 Jorge Fernando dos Santos Santos

    O caso Isabella corre o risco de ter um preço para a imprensa, que será o desgaste da credibilidade. A pressa e as controvérsias da cobertura televisiva confudem o público e transformam a notícia num espetáculo mórbido e sensacionalista. O pior é que os jornais impressos vão na onda, deixando de fazer investigações fora do âmbito policial que levem ao esclarecimento dos fatos. Em Portugal, um cidadão preso como suspeito do desaparecimento da menina britânica Madeleine e posteriormente liberado das acusações está processando 12 veículos de imprensa e poderá ganhar até 200 mil libras de cada um deles. No caso Isabella, se nada for provado e ninguém for condenado, algo semelhante poderá ocorrer. O pior de tudo é a banalização da tragédia. Tanto que os suspeitos e demais envolvidos no caso se comportam como astros e celebridades, com extrema frieza, imobilizados diante das câmera e incapazes de qualquer emoção.

  19. Comentou em 27/04/2008 Fábio de Oliveira Ribeiro

    Você não poderia ser mais preciso. Quando devem escolher entre as pessoas e o lucro, as redes de TV nunca ficam num dilema ético. O lucro é a alma do jornalismo televisivo. Deve ser por isto que o jornalismo está se tornando rapidamente um apendice da PUBLICIDADE. Se tivesse a oportunidade de assistir a programação das redes de TV brasileiras, o senhor Joseph Goebbels ficaria bastante satisfeito e eventualmente até diria: ‘Vocês aprenderam direitinho minhas lições e até ultrapassaram o mestre. Conseguiram produzir um nazismo despido de militarismo.’

  20. Comentou em 27/04/2008 Eduardo Oliveira

    A cobertura dos fatos criminais e excepcionalmente de uma criança da classe média sempre foi destaques na grande programação das TV´s. A mídia se curva atrás de audiência, fato esse lógico e racional para um grande sucesso nas finanças e novos programas da emissora, a Globo vêm sofrendo esse revez dos telespectadores a muito tempo, onde vêm cobrindo certas opiniões em seus telejornais de forma esquizofrênica aos seus telespectadores, da qual muitos já se tocaram da parcialidade em suas edições jornalísticas ao PSDB-DEM e estão deixando de ouvir seus conglomerado no meio da mídia.

  21. Comentou em 26/04/2008 Arno Esquivel

    Ô Dante dos infernos rubros: o gancho é evidente, apesar da sua cegueira intelectual: Lula e o caso Rafaella são duas tragédias nacionais…

  22. Comentou em 26/04/2008 calypso escobar

    se embrulhou,amassou,baixou Ibope,esganou a população,agora vê-se um novo,terceiro quadro,esquecer Isabella e rumar para o planalto como se o que lá acontece é um hoje,não,o que lá suja é o traumatismo diário e nem sempre um pai joga a filha pela janela e uma madrasta esforca a enteada,vs.provocam um desvio policial igualando um sistema deteriorado nos valores morais na vida intra-familiar.Grata calypso escobar

  23. Comentou em 26/04/2008 Marco Antônio Leite

    O capitalismo nunca prezou a matéria chamado moral. O capitalismo usa a ingenuidade de uma parcela considerável da população para impor o que ela deve assistir no cotidiano enfadonho do pobre. Nesse espetáculo deprimente que vitimou duas vezes a menina Isabella, uma é aquela que ceifou sua pouca vida neste planeta, a outra esta relacionada com o carnaval que foi ao ar com patrocínio dos meios de comunicação. Entretanto, por trás desse crime a imprensa esconde o que de fato se passa no país na área política e partidária, cuja corrupção esta funcionando a todo vapor, com o aval da Justiça que muitas vezes acaba aceitando a impunidade desses marginais de terno e gravata. O caso da garota é apenas um disfarce ou um pano de fundo para esconder as bandalheiras que ocorrem aos bocados pelo país afora, como também faturar pontos no IBOPE e muita grana com os patrocinadores, com certeza esses capitalistas não jogam dinheiro fora.

  24. Comentou em 26/04/2008 Stanley Burburinho

    Essa cobertura exagerada da morte da pobre menina pelas mídias nada mais é do que uma cortina de fumaça, com o apoio dos partidos da oposição, para desviar a atenção do público de dois eventos ilegais e que podem comprometer interesses políticos: 1 – A compra da BrTelecom pela Oi anunciada ontem; – 2 – O crime cometido pelo Álvaro Dias no vazamento de dados sigilosos para a revista Veja e jornal Folha de São Paulo.

  25. Comentou em 26/04/2008 Dante Caleffi

    Nos corredores da Globo ,lamenta-se a impossibilidade de estabelecer conexão(gancho), entre o caso Isabella e o governo Lula…

Código Aberto

x

Indique a um amigo

Este é um espaço para você indicar conteúdo do site aos seus amigos.

O Campos com * são obrigatórios.

Seus dados

Dados do amigo (1)

Dados do amigo (2)

Mensagem