A polêmica Nassif/Veja (II) | Observatório da Imprensa - Você nunca mais vai ler jornal do mesmo jeito
Quarta-feira, 15 de Agosto de 2018
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº1000
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A polêmica Nassif/Veja (II)

Por Carlos Castilho em 17/02/2008 | comentários

O post anterior, ‘Caso Nassif/Veja esquenta a guerra política na blogosfera brasileira‘, provocou um grande número de comentários de leitores, inclusive alguns dirigidos diretamente a mim e outros ao Observatório da Imprensa.


 


O objetivo do Código Aberto não é provocar polêmica, embora isso muitas vezes seja inevitável, mas sim tentar oferecer elementos para que os leitores possam refletir sobre os temas abordados nas postagens. A polêmica é necessária, mas ela é uma conseqüência e não a meta.


 


Ao escrever sobre a discussão provocada pelas denúncias do jornalista Luis Nassif contra a revista Veja, eu não pretendia tomar uma posição (embora tenha uma), mas sim chamar a atenção dos leitores para o fato de que não trata de um bate-boca comum e sim a manifestação de um fenômeno mais amplo, o da transformação da blogosfera numa arena de debates políticos.


 


O fato de que temas, como os que estão sendo levantados por Nassif e outros blogueiros envolvidos no debate, estejam sendo discutidos na internet é altamente positivo porque mostra que os cidadãos comuns estão criando um novo ambiente de discussão, onde eles têm muito mais controle da agenda.


 


A maior prova disto é o número, o teor e a intensidade dos comentários feitos por leitores no post anterior. Os ambientes de debate na internet surgem ao sabor dos acontecimentos e ignoram hora e local marcados. Eles são mais uma conseqüência dos leitores do que dos autores.


 


Muitos leitores cobraram de mim e do Observatório um posicionamento sobre as denúncias de Luis Nassif contra a revista Veja. Nem eu e nem os meus colegas do OI evitamos assumir posições. Alberto Dines já polemizou abertamente com Diogo Mainardi. O Observatório, inclusive está reproduzindo toda a série produzida por Luis Nassif, o que não deixa dúvidas sobre o fato de considerarmos o material relevante.


 


Acredito que a revista Veja está renegando os padrões de qualidade informativa que a caracterizaram no passado. Também estou convencido que os fatos publicados por Luis Nassif são um importante elemento para reflexão de todos nós. Mas não posso assinar embaixo de todas as denúncias formuladas contra a Veja porque, para isto, teria que fazer uma investigação quase tão profunda quanto a que fez Nassif.


 


Ao contrário de ambientes informativos anteriores à internet, os leitores são hoje a grande fonte de informações e dados para consumo público. Está diminuindo cada vez mais o poder dos grandes formadores de opinião. Em questões complexas como as que estão em jogo no debate Nassif/Veja, a contribuição dos leitores por meio de argumentos e fatos novos amplia o leque de dados e informações à disposição de todos.


 


Hoje, não há mais donos da verdade absoluta. Tudo passou a ser relativo e seu valor depende do contexto em que é situado. A leitura dos comentários no post anterior ilustra bem este fato, porque muitos leitores tomaram frases do texto e as interpretaram de acordo com o seu contexto pessoal. É isto que faz com que fatos e afirmações ganhem sentidos e significações diferentes, dependendo as circunstâncias.


 


O problema não é o contexto pessoal, porque cada um tem o seu, o que é um dado de realidade, mas a ausência de preocupação em entender o da contraparte. Sem esta preocupação, é quase impossível chegar a consensos. 


 


A dicotomia do ‘quem não está comigo está contra mim’ é uma simplificação sem sentido hoje em dia porque ela nega e oculta a extraordinária diversidade dos contextos sociais, políticos e econômicos atuais. Significa reduzir um problema complexo a uma equação primária, atentando contra a inteligência das pessoas envolvidas num debate.


 


Não tenho a pretensão de organizar a discussão e nem esgotar toda a enorme complexidade dos problemas levantados por Luis Nassif. Esta é uma tarefa do coletivo das pessoas que acham essencial a participação crescente do público no debate sobre a transparência na imprensa. Dentro deste coletivo, eu sou apenas mais um.

Todos os comentários

  1. Comentou em 19/02/2008 Cid Elias

    Tu só bebe na fonte da safadeza e pilantragem! Respondo a mesma coisa que respondi pro asno ‘EU VOMITO ESTERCO E TU ENGOLES’. És impostor, marginal, falsário, criminoso, larápio, mentiroso e vigarista. Tivemos hoje a prova definitiva da tua imundice, da covardia de alguém que, por motivos escusos, se esconde atrás de um nome falso e quer dar uma de ‘onesto’, ao melhor estilo ‘ético de esgoto’. Cai fora falsário, picareta golpista! Tu lá tem moral para postar alguma coisa?

  2. Comentou em 19/02/2008 beatrice vargas

    Bom vou repetir, mas não é de minha autoria:

    ‘Nem na milesima encarnação ousaria beber da fonte onde voce aure o esterco que vomita aqui.’
    Valeu-me a noitre e quase morri de tanto rir!

    Disso tenho inveja pura e cristalina. Escrever divinamente!

  3. Comentou em 19/02/2008 cid elias

    O markun é marionete dos tucanos paulistóides, desde sempre! Faz o gênero imparcial mas só convoca os mesmos imprensaleiros para seu tribunal da inquisição do Governo Lula, leia-se, roda-morta. Ontem, mais uma vez desprezou os jornalistas que não seguem a cartilha do palácio do serracard, a listinha é ‘esclarecedora’: grobo, falha, estadinho, vejaQmentira e o claudio abramo, parceiro do arrecadador da campanha do alkcmin, o não Etco., emerson kapaz de tudo, capo do comitê demotucano travestido de instituto, IN transparência braZil/bombado pela ford foundation. Queriam trucidar o Hage, mas saíram com o rabinho no meio das pernas, tamanha surra que levaram. O grande markun tem medo do pluralismo? Os entrevistadores, ôps, os lacaios e respectivas empresas golpistas que ele convoca, conforme lemos abaixo, prova que SIM:

    ‘Entrevistadores: Claudio Weber Abramo, diretor executivo da Transparência Brasil, Rui Nogueira, Chefe de redação da sucursal de Brasília do jornal O Estado de S. Paulo; Leila Suwwam, repórter da sucursal de Brasília do jornal Folha de S. Paulo; Gustavo Paul, repórter especial da sucursal de Brasília do jornal O Globo; Denise Rothenburg, colunista de política do jornal Correio Braziliense; Marcio Aith, editor executivo da revista Veja.

  4. Comentou em 19/02/2008 cid elias

    Vamos desmascarar a safada assim: a farsante beatrice vargas, posta aqui os dados de uma Agência Bancária em BH, não falo em dados de conta bancária, apenas o nome e endereço de uma agência. Junto a isso, ela informa seu nome completo e o número de documento que ela usará para retirar a grana que mandarei. De posse destas informações irei imediatamente ao meu banco e remeterei 200 reais para a tal beatrice vargas-bh. Se retirar a grana, comprovará que estou errado e poderá comprar queijo, tapioca, óleo de peroba, água sanitária pra lavar a boca, etc.
    Caso recuse, a falsidade ideológica se prova. Se ela preferir o contrário, eu topo! E agora meu rei? Virás com aquele tartufismo, recheado de mau caratismo e canalhices? Aposto que sim.
    *Fábio, voltando à forma, hein? Nem lhe responderei, pois tuas ‘verdades’ não merecem que eu perca meu tempo citando livros e revelando todas atitudes +q suspeitas do dines, a quem fazes uma linda defesa, ‘esquecendo’ seus linchamentos dirigidos ao atual Governo. Vai só um aperitivo: o dines até hoje NUNCA deu um piu sobre uma das maiores vergonhas da imprensa: a não-notícia do filho bastardo do fhc com a repórter global! Normal? Sobre o azeredoduto? NADA. Sobre não haver uma notícia na imprensa que ele diz observar do processo reaberto(fhc-RÉU) nem do recente plebiscito da Vale?Nada! E a defesa escancarada dos pilotos homicidas, by Dines? etc..

  5. Comentou em 19/02/2008 Ivan Moraes

    Ja consegue explicar porque voce repetiu tres vezes ontem a mesma coisa a respeito da sucessao televisiva na rede publica? E explicar o que isso tem a ver com o posto de Castilho? E nos apresentar o link aonde Nassif estaria apresentando algum ‘mea culpa’ a respeito de estar sem dinheiro depois de conseguir um ‘dificilimo’ emprestimo com o BNDES?

  6. Comentou em 19/02/2008 beatrice vargas

    Bom, voltei! Só para dizer que gostei bastante dos posts de hoje daqueles que escrevem bem e têm idéias próprias,os quais já apontei.
    Aos que nos atacam de forma pessoal, meus pêsames! Enquanto o país for refem de mentalidades obtusas como estas, nada a fazer. Tivera grana suficiente me mudaria para a Ribadeo!

  7. Comentou em 19/02/2008 Ivan Moraes

    Falando em desespero sao 9 horas da manha e ‘Beatrice’ ja postou 6 textos, todos os quais falam excessivamente e absolutamente nada. Que desespero eh esse?

  8. Comentou em 19/02/2008 Kleber Carvalho

    Excelente o comentário do Alexandre Carlos de Florianópolis, retrata com fidelidade o turbilhão de sentimentos de diversos comentaristas, ser simpatizante de qualquer governo, órgão de imprensa ou um político deveria ser encarado com naturalidade, difícil é compactuar com falcatruas e leviandades, notadamente dos órgãos de imprensa.

  9. Comentou em 19/02/2008 Kleber Carvalho

    Aqui em BH temos um dos maiores clássicos do futebol brasileiro, e tanbém uma rivalidade entre as torcidas que beira a barbárie, infelizmente este post do Castilho exaltou os animos de alguns comentaristas. Tenho dúvidas com relação à localização geográfica que alguns colocam no espaço de comentários, o povo mineiro é naturalmente politizado, mas não leva isto para o campo pessoal de maneira geral, estes que se dizem de BH deveriam levar isto em conta na hora de fazer comentários evitando ataques a outros comentaristas, uma coisa é criticar o que se escreve, outra é quem escreveu, por favor mantenham o debate e evitem o confrnto galoucura x máfia azul.

  10. Comentou em 19/02/2008 Fábio Carvalho

    Prezado Apolonio, o senhor leu rápido a primeira frase do comentário de Tereza Cruvinel. Ela afirma que a direção nacional do PT foi aniquilada ‘com a revelação, feita pela Veja, de empréstimos avalizados por Marcos Valério’. O PMDB está numa segunda frase. A conexão de idéias é pertinente e a narrativa dos fatos, irreparável. Existe um Código de Ética do Jornalista e a matéria da revista Veja, sobre o dossiê fajuto, pode ser analisada por esse parâmetro (como também se presta a analisar a conduta dos jornalistas Franklin Martins e Tereza Cruvinel).

  11. Comentou em 19/02/2008 Marcelo Nogueira

    Jesuis…. em todas os lugares em que é dado aos leitores a chance de opinar surge sempre, e quase somente, esse patrulhamento ideológico. Essa guerra ridícula entre rico e pobre, elite e plebe, pt e psdb…

    Em todo o canto para onde se olhar haverá os dois lados! A questão aqui é muito mais importante porque expõe a bandidagem no jornalismo, executada por jornalistas. Não que isso seja uma novidade, mas tal situação requer, de todos os profissionais, atitudes mais enérgicas para expurgar os bandidos – estejam eles de que lado estiverem… Isso é o fundamental. Esse discurso sobre a cor da cueca de cada um nunca traz em si a conclusão. Cada um carrega suas verdades e não está disposto a abrir mão disso. Agora, manter-se indiferente ao que acontece no meio profissional é a atitude digna de jornalistas? Não! O que se deve fazer é organizar uma reação justa e equilibrada ao banditismo, pressionando as entidades públicas, estatais e privadas. O resto é palavrório que mais enjoa do que esclarece! Vamos ao lead, objetividade!

  12. Comentou em 19/02/2008 Alexandre Carlos Aguiar

    O sr. Ailton aí abaixo tocou num ponto importante: a auto-obtenção de informações por parte dos leitores/consumidores de mídia espalhados por aí. Com a evolução da internet e a solidificação dos blogs, ninguém mais se contenta com as corporações midiáticas tradicionais, mas ‘escolhe’ os caminhos e os analistas que mais bem estão atrelados aos seus interesses. Com uma diferença: o cardápio de opções sobressaltou o antigo menu jornalões/rádio e telejornais/revistas semanais. As informações, agora, pipocam por todos os lados e com uma velocidade espantosa. Por isso, os desvios de conduta ficam mais evidentes, pois está se formando uma massa crítica muito mais severa e abrangente. Dessa forma, as pessoas críticas, de maneira geral, não depõem contra a Veja por ela ter dado as manchetes do mensalão, mas o viés apresentado, tratando a massa crítica inteligente (só essa!) de sonsa. Todos temos os nossos interesses. TODOS! E Veja também os tem. Assim como os tem Nassif, Mainardi, Azevedo, Dines e os comentaristas como eu, thiagos, apolonios, beatrices, ivans e fabios. Resta saber o quanto de ‘maldade’ há por detrás disso e que maquinários são usados para difundí-los. Ganham aqueles que tiverem melhores advogados, independente das maldades apresentadas.

  13. Comentou em 19/02/2008 Fábio Carvalho

    Prezado Apolonio, eu escrevi ‘Tereza Cruvinel mensalão’ (sem aspas) no Google. Na primeira tela, encontrei um texto reproduzido no OI, daí a razão de tê-lo selecionado como exemplo. Quem pinçou, portanto, foi o sistema de algoritmos da pesquisa. Tereza Cruvinel tem direito à opinião (o senhor não assina embaixo da liberdade de expressão?) e respondia por uma coluna. Eu não a acompanhava regularmente e não estou aqui endossando as opiniões que ela assinava, mas demonstrando que ela não se furtou a comentar sobre o mensalão. Meu objetivo não era negar, até porque não acompanhei seu trabalho regularmente, mas relativizar a crítica que o senhor formulou. A crítica, que é necessária e saudável, não pode pretender interditar a manifestação de pensamento divergente. No mais, o debate aqui é sobre a série do Nassif sobre o carro-chefe da editora Abril – eu não gostaria de perder o foco, embora reconheça que Franklin Martins tenha sido alvo de uma abjeta campanha difamatória do colunista Diogo Mainardi, da revista Veja (que foi condenado em primeiro grau, repito).

  14. Comentou em 19/02/2008 beatrice vargas

    Ora, por favor, ao debate. Nada adianta me atacar, de forma pessoal,
    comparando-me sei lá com quem!!! Ou ainda achar que sou muitos ou muitas. Nem gêmea sou. Portanto….
    Como o Apolônio tem um poder de síntese imperdível, vou republicar o post dele, para fazer a minha resposta:
    Com licença, Apolônio:
    ‘Prezado Fábio, acredito que o sentido ético e moral das ações e atitudes que tomamos precisam ser cotejadas em sua integridade, no fio que liga nossas identidades no fluxo do tempo. Para mim – é minha opinião – é nessa síntese que se define o homem, enquanto criatura ética. Não dá para a gente se segmentar em vários eus e analisar cada ação de forma desconexa e então avaliar o sentido moral ou ético de cada uma, como se fossem vários eus distintos andando por aí. Por isso – em minha opinião – a Tereza Cruvinel que jurava de pé junto que o mensalão não existia, que insistia no aspecto…’cansativo’ do assunto, é essa mesma, não outra!, essa mesma que aceitou ser a responsável pela TV Pública. Este Franklin Martins que hoje chuta a imprensa e proíbe descaradamente a veiculação dos gastos com cartões corporativos da presidência da república (e quer punir(!) o office-boy que pôs na internet, ‘o que não era para estar lá’ ) é o mesmo Martins que praticava jornalismo há algum tempo atrás – não é outro. Portanto, em minha opinião, o que fizeram esses dois, não é nada …ético’

  15. Comentou em 19/02/2008 ailton filho

    Terminemos com as empresas de jornalismo. Os civitas, mesquitas, marinhos e cia, todas fechadas de forma indistinta. Me desculpem os bons, mas como me parecem tão poucos, acredito que estes não se importariam em ficar com o papel de mártir por um dia terem feito bom jornalismo (se é que alguém vai querer ser mártir nesse meio de lama). Proponho que cada um vá atrás da informação que lhe interessa. O jornalismo deveria ser feito assim, isento. Muitos já fazem isso atualmente. Muita gente tá misturando as coisas aqui, lê o que está escrito ai em cima e não comenta o tópico, prefere a linha da Veja, que ataca no mais baixo nível, mesmo que criticando o estilo da revista. Se for falar de PT, PSDB, DEM… então… mas acredito não ser o propósito da coluna.

  16. Comentou em 19/02/2008 Apolonio Silva

    Fábio, eu lia sempre a coluna da Tereza no Globo. Ela era continuamente atacada nos comentários por suas posições sobre o mensalão. Você pinçou um texto dizendo que a direção do PT FICOU ANIQUILADA porque denúncias estavam atingindo o… PMDB!!!! Aí não, né Fábio?

  17. Comentou em 19/02/2008 liliam santos

    Beatrice…lucia campi…etc..etc.. O meu rei, para de querer enganar. Os textos são os mesmos. Falta a você inteligência para querer enganar.

  18. Comentou em 19/02/2008 Fábio Carvalho

    Prezado Apolonio Silva, ‘A direção nacional do PT foi politicamente aniquilada pela revelação da revista ‘Veja’ sobre o empréstimo bancário avalizado pelo publicitário Marcos Valério. O PMDB, que Roberto Jefferson deixou fora do mensalão, e com o qual o presidente Lula busca nova coalizão de governo, foi atingido por denúncia da ex-secretária Fernanda Karina contra seu líder José Borba. Em poucas horas, o quadro escuro ficou mais negro e a crise mais ameaçadora’. (Tereza Cruvinel, O Globo, dia 5/07/05, reproduzida no OI).

  19. Comentou em 19/02/2008 Fábio Carvalho

    Prezada Beatrice, Markun é ótimo e isento e Tereza Cruvinel ‘não é má’ e é do tipo que deixa ‘a ideologia falar por ela’. Além da sua opinião, que respeito, o que temos?

  20. Comentou em 19/02/2008 Apolonio Silva

    Prezado Fábio, acredito que o sentido ético e moral das ações e atitudes que tomamos precisam ser cotejadas em sua integridade, no fio que liga nossas identidades no fluxo do tempo. Para mim – é minha opinião – é nessa síntese que se define o homem, enquanto criatura ética. Não dá para a gente se segmentar em vários eus e analisar cada ação de forma desconexa e então avaliar o sentido moral ou ético de cada uma, como se fossem vários eus distintos andando por aí. Por isso – em minha opinião – a Tereza Cruvinel que jurava de pé junto que o mensalão não existia, que insistia no aspecto…’cansativo’ do assunto, é essa mesma, não outra!, essa mesma que aceitou ser a responsável pela TV Pública. Este Franklin Martins que hoje chuta a imprensa e proíbe descaradamente a veiculação dos gastos com cartões corporativos da presidência da república (e quer punir(!) o office-boy que pôs na internet, ‘o que não era para estar lá’ ) é o mesmo Martins que praticava jornalismo há algum tempo atrás – não é outro. Portanto, em minha opinião, o que fizeram esses dois, não é nada nem um pouquinho ético. É claro, é comum ver as pessoas segmentar a existência e compartimentar as decisões e pensar ‘o que tem de mais se eu agora…’…Já disse alguém: tudo podemos mas nem tudo nos convém. Portanto, o senhor há de convir no mínimo, no mínimo, na inconveniência cometida pelos dois…

  21. Comentou em 19/02/2008 beatrice vargas

    Por favor, não leia o que não escrevi. Não está escrito que a Tv Brasil é do Lula, muito menos que a Cultura é do Serra. Falei que o Markun é insuperavelmente melhor que a Cruvinel ‘pelo conjunto da obra’! Não falei em que ponto acho a Cruvinel menos e nem falei em que ponto acho o Markun insuperavelmente melhor. Neste caso seria discorrer por horas e prefiro apontar o conjunto da obra de ambos. Isto não é demérito para a Crvinel, pois ela está na média. É sim um reconhecimento pela superioridade indiscutível do Markun.

  22. Comentou em 19/02/2008 Fábio Carvalho

    Prezada Beatrice, a TV Brasil não é do Lula, do mesmo modo que a TV Cultura não é do Serra. Ambas precisam de jornalistas em seus quadros. Se a senhora tem crítica à jornalista Tereza Cruvinel, deve apontar onde, quando e o que ela assinou que depõe contra a sua conduta. A crítica genérica e sem direção é, em si, ruim, pois não tem efeito de demonstração e contraste.

  23. Comentou em 19/02/2008 beatrice vargas

    Grande dia o de hoje. Passa para a História a renúncia de um inimigo da Democracia! Espero que o próximo herdeiro de Fidel não ressuscite o paredón! Bom, quero deixar estampado que não é por ser ‘da direita’ que a pessoa é boa ou má! O mesmo vale para que é ‘ de esquerda’. Mas não se pode comparar a Cruvinel como Markun. Entre os dois há o abismo da isenção, da cultura, do conhecimento, da competência. Markun é Jornalista, com J maior! A Cruvinel não é má, mas fica na medida das pessoas que deixam a ideologia falar por ela. Falta-lhe e sempre faltará a grandeza daquel´outro!

  24. Comentou em 19/02/2008 Fábio Carvalho

    Prezado Apolonio Silva, elas parecem a mesma coisa, mas a liberdade de expressão é diferente da liberdade de imprensa. Há alguns artigos sobre isso aqui no OI. Eu li a matéria sobre o dossiê de Dantas e vi a mesma virar pó. Não sobrou nada, o Código Da Vinci tem mais substância. É a minha opinião. Nassif tem a dele, Dines tem a dele (e não necessariamente os dois vão concordar sempre; integralmente, talvez nem neste caso). A Justiça, que o senhor sugere, foi buscada por Franklin Martins: Diogo Mainardi, da revista Veja, foi condenado em primeiro grau. E agora, diz-se, os jornalistas da Veja vão processar o Nassif. Estão certos, se acreditam terem sido vítimas de um crime de opinião. O tsunami prometido por Reinaldo Azevedo ainda não apareceu… A meu juízo, Tereza Cruvinel, ao assumir a TV pública, não fez nada antiético, imoral, ilegal ou que engorde – da mesma forma que Markun não deixa de ser um grande jornalista por estar à frente da TV pública de São Paulo. É a minha opinião.

  25. Comentou em 19/02/2008 Beatrice Vargas

    Pra variar, Apolonio, tua argumentação é perfeita! Irretocável. Qualquer que seja a filiação política, devem todas as pessoas resguardar a liberdade da imprensa e a liberdade de expressão. A História Universal, tão recorrente aos da esquerda, já mostrou que a monstruosidade contra o Ser Humano se define quando há a falta de liberdade de expressão. A imprensa é fundamental e digo que , hodiernamente, é mesmo um quarto poder. No que tange à revista Veja, tem razão ao falar que se houve algum equívoco- eu não acredito- tem o mesmo que ser sopesado à luz da ocasião. Na época do mensalão, a turma que defende o Lula ria e desdenhava, alegando que tudo era sonho da direita. Passado o tempo, o próprio Eduardo Cardozo, estrela do PT, nas páginas amarelas da Veja, confirma, sim, o crime! Só por tal exemplo, dá pra ver o imenso serviço que Veja, assim como outros veículos de comunicação, prestam à democracia. Contradizer isso é ser amigo do Poder e rezar para que ele fique ditatorial.

  26. Comentou em 19/02/2008 Apolonio Silva

    Caro Fábio, se foi assim, ruim para a revista. Mas não posso concordar ou discordar. Leio essa revista muito de vez em quando: não sou assinante. Mas: assino embaixo da liberdade de expressão; creio que a justiça é o caminho para resolver pendengas; e mais: acredito que o público, se for o caso, cansa de jornalismo ruim. No caso específico da Veja, o que compreendo é que foi uma das pontas de lança na época do mensalão – e por isso galvaniza essa militância sedenta de sangue aí embaixo. A revista foi alvo na época de intensas críticas do OI e do jornalismo engajado assim como o silêncio cafajeste e anti-jornalístico ( Ilimar Franco, Franklin Martins, Tereza Crunivel e etc). Quando surgiram as primeiras denúncias, Ilimar – está lá no blog dele! – disse que não durariam uma semana…Hoje temos Franklin Martins bem nos seio do governo, Crunivel presidenta de uma (isenta?) TV Pública, e 40 acusados no STF. Então pondere sr Fábio, para além do preciosismo com os métodos jornalísticos, que bem podem estar a serviço de operações abafa, qual dos erros foram piores para a nação: o daqueles jornalistas engajados (não chamo aquilo de jornalismo), ou o inescrupuloso. Para o último temos ainda a justiça. Mas e para os outros? O que será do país quando não restar para a liberdade da imprensa mais do que serviçais que cospem em seu próprio ganha pão?

  27. Comentou em 19/02/2008 Hommer Sens

    Essa Beatrice Varga parece assessora de imprensa que empresta o nome pro chefe que escreveu o texto. Total sem noção.

  28. Comentou em 19/02/2008 Fábio Carvalho

    Prezado Cid Elias, não vou formular juízo sobre o caráter de ninguém, mas penso que essa métrica é a mesma que usa o Reinaldo Azevedo, porém com sinal trocado. ‘A lei que não serve ao meu inimigo não me serve’, diria Ruy Barbosa. A Ford Foundation também financia outras tribos além do OI, algumas bem próximas da esquerda, como o FNDC. Li tudo o que o Azenha publicou (é ele a fonte que o senhor gostaria de me sugerir?) e não encontrei nada de consistente nas ilações feitas. À época das sandices a que me refiro, diversos comentadores insinuavam, ou sugeriam abertamente, que Alberto Dines é um jornalista venal. Sem qualquer prova, amparado apenas nas especulações e ilações. Promoveram linchamento virtual de um jornalista que tem mais tempo de estrada que eu de vida. Isso não é bonito, não.

  29. Comentou em 19/02/2008 beatrice vargas

    Ora, desculpem uma ou outra digitação de letra erradas. Ainda estou com sono e o teclado é novo!

  30. Comentou em 19/02/2008 beatrice vargas

    Bam dia! Vejo que Apolonio conseguiu fazer excelente resumo da ópera! Aliás escreve muito bem. Concordo em gênero , número e grau.Arno idem , ibidem, assim como outros que apareceram depois que fui dormir.
    Bem, meu nome é esse mesmo e eu ADORO! Foi uma idéia de minha mãe, apaixonada que era por Dante!Mas não me importo com gente que usa pseudônimo, haja vista que grandes nomes o fizeram, como Fernando Pessoa, por exemplo. Por aqui, tem mais uma serventia, que é preservar a pessoa contra ‘fúria assassina’, dessa gente que não quer discutir, quer ‘te matar’ . No caso Nassif, Apolônio disse bem: Ele é até ingênuo. Escreve melhor sobre música do que sobre economia e muito melhor do que sobre política. Quem é consultor em economia, não deveria sequer deixar transparecer que quebrou a própria empresa. Imagine o desastre que é confessar. Portanto, quem tem a percepção tão equivocada, jamais faria uma análise séria para ‘derrubar a revista Veja’. Como já falei, li cada uma das tais ‘denúncias’ e elas não se sustentam. São textos frágeis, argumentação nula, parecem mais coisa de pirraça de criança.
    Não nego que a Veja sempre tem seus altos e baixos. Como tudo e todos. Mas ela é sólida, inclusive de texto e de argumentação. Presta e prestou inenarráveis e insuperáveis serviços ao país e à democracia. Não são tais ataques de criança birrenta que a atingem!

  31. Comentou em 19/02/2008 Fábio Carvalho

    Prezados Apolonio Silva, a revista Veja sustentou ter passado seis meses (depois, disse que foram nove meses) investigando a tal denúncia. Descobriu ‘uma série de inconsistências’ e decidiu publicar mesmo assim, com uma desculpa cínica. Não há clima que justifique um erro dessa magnitude, até porque este tem dolo. Tal como no caso de Ibsen Pinheiro, a revista sabia que a documentação era falsa. E, depois de tudo, sequer tem a dignidade de publicar um ‘erramos’. Repito: isso não é jornalismo.

  32. Comentou em 19/02/2008 Apolonio Silva

    Prezado Fabio. Da forma como vejo, dada as dimensões dos fatos ocorridos durante o mensalão, dada a sequência de ‘furos’ que estavam ocorrendo (sejam em cuecas, sejam em marqueteiros desesperados), eu imagino o clima dentro das edicões e entre jornalistas. Naquela situacão a temperatura sobe, é evidente. A competicão, a pressão e a pressa pode atropelar o preciosismo com procedimentos. Talvez seja isso que levou Dines a criticar tanto a Veja durante a época. Mas era natural. O benfício de trazer todos os fatos à luz foi muito, muito grande. É claro que muita coisa precisa vir à luz de todos os lados ainda (isto é, oposicão, governo FHC): mas condenar a mídia? O que é isso??? Isto só serve a canalhas que dilaceram o país (de direita e de esquerda). É impressionante ver um movimento organizado como esse de militantes do pt contra a liberdade de expressão. Eles não querem simplesmente não comprar Veja. Querem que Veja não seja Veja, com seus defeitos e qualidades. Querem destruir o contraditório,e no fim, a liberdade – é óbvio. Por isso, demontram sua imaturidade e desprepaparo. E embarcam por oportunismo no caso pessoal de Nassif, que por ingenuidade (o homem é ingênuo: basta ler o que escreve) – eu acredito – talvez até acredite que a revista seja o anti-cristo do jornalismo. Bobagem. Histórias de erros jornalísticos são muitas e não restritas à Veja. Ou não?

  33. Comentou em 19/02/2008 Oscar M. Oliveira

    Alguns pontos que não dá pra descordar: 1- Algumas denúncias de Nassif são plausíveis, outras pecam no básico e não se sustentam nem forçando a mão; 2- O texto está mal escrito para quem é jornalista com tanta quilometragem; 3- É seu direito publicar suas opiniões é é direito tbm os que se sentirem lesados procurar a justiça – tudo dentro do estado de direito democrático; 4- Se ‘rolar’ uma nomeação do jornalista a um cargo público, fica desmoralizado – aliás, acho que ele não aceitaria pelo seu histórico; 5- Comparar Nassif ao PHA (argh) é pior que xinga-lo de pederasta – um é jornalista, o outro, apresentador a soldo descarado; 6- Veja cometer equívocos não seria novidade, e isso não a desqualifica, nem mancha a sua história – todos orgão de imprensa (de qualquer coloração ideológica) já escorregaram no (boi)tomate (rsrsr), sem contar que os governantes tbm, e muiiiiiiito, mas muiiiiiiito mesmo mais; Debater é saldável, trocar farpas e acusações vazias é deplorável – partidários se comportam como loucos seguidores de seitas, e perdem até a razão que possam ter. Abs a todos e bom e produtivo depate!

  34. Comentou em 19/02/2008 Cid Elias

    Grande Fábio! Este eu respeito, apesar de já termos discordado até de forma ríspida. O Fábio existe, ele é real, é gente, é cabra bom! Fábio, acho que por um lado tens razão. Era mais importante debatermos o tema Nassif/vejaqmentira com seriedade. Entretanto, por questão de princípios, considero impossível o debate quando tenho certeza absoluta que dentre os debatedores há nomes plantados, FARSANTES de quinta categoria, personagens fabricados por mentes abjetas. Se tens estômago para tanto, vá em frente…Diga sinceramente, Fábio: estás disposto a argumentar com um pseudo-ser humano que usa de métodos sujos, que se esconde atrás de um nome falso? Quando INEXISTE o requisito básico para qualquer debate, leia-se, saber quem são os participantes,’ me inclua fora dele’. Reflita, que tipo de ‘verdade’ pode sair da mente doentia de comentaristas plantados, legítimos impostores que usam nomes falsos, profissões falsas, residências falsas, ou seja, de ‘cyber-marginais’? Nenhuma. Quando o cartão de visita do indivíduo traz informações FALSAS, a probabilidade dele ser honesto, dele postar alguma coisa aproveitável e confiável é = 0,000%, independente da ideologia defendida. Ponto Final. Mudando de assunto, penso que tu estás menosprezando pessoas bem informadas ao achares ‘sandice’ levantar suspeitas sobre Ford Foundation/Parceiros/Cia. Queres sugestões de boas leituras sobre o tema?

  35. Comentou em 19/02/2008 Ivan Moraes

    ‘deve estar pensando: ‘Me dá meu cartão corporativo, que preciso descontar a fome que já passei.”: nao, isso eh o que o governo de Sao Paulo esta pensando nesse exato minuto. So dois nao-cartoes paulistas sao responsaveis por um gasto de 18 milhoes, por exemplo: ‘Treze titulares do SERRAcard acumulam compras acima de R$ 1.000.000,00 desde o início do uso do cartão em 2001 até 2008. O maior comprador acumula compras acima de R$ 12 milhões. O segundo maior, acumula quase 6 milhões em compras.’ Mas a CPI paulista esta abafada porque Sao Paulo eh uma praga rogada na cabeca dos brasileiros. (fonte: blog http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com/ )

  36. Comentou em 19/02/2008 Fábio Carvalho

    Prezado Ivan Moraes, eu não me dirigi especialmente ao senhor quando critico as torcidas organizadas. Mas guardo divergência com relação às pessoas que aqui se identificam, pois devo a todas, em princípio, o mesmo respeito. Não faz muito tempo, o jornalista Thomaz Magalhães, que aqui debate, defendia Reinaldo Azevedo por este fazer uma reportagem sobre o ‘perfil de leitores’ que, supostamente, aparelhariam a seção de cartas da Folha. Penso ser isso um exemplo de patrulha, sim: e ela existe à direita e à esquerda. À época (o artigo é ‘O pseudodemocrata Reinaldo Azevedo e sua patrulha autoritária’, edição 456 do OI), levantei comparativo sobre a identidade de um comentador, Rafael Chat, que se identificava como médico, mas não tinha registro profissional. O professor Arno Esquivel, que também aqui debate, até aventou a hipótese de eu ter flagrado um outro comentarista escondido sob o pseudônimo de Rafael Chat. Ora, e se o médico não colocou seu próprio nome porque teme alguma coisa? E se está sem registro por uma razão que eu desconheço? Posso, sim, mencionar o resultado da minha pesquisa sobre o médico Rafael Chat, mas penso ser uma bobabem criticar apenas o que ele diz ser e não aquilo que, efetivamente, ele diz. Aqui nesse espaço de comentários, muita gente não se identifica corretamente ou usa pseudônimo – não é o meu caso.

  37. Comentou em 19/02/2008 thomaz Magalhães

    Caro Ivan Moraes, quem entendeu a frase no futuro, para falar em crime ainda não cometido, foi você. Repare, Ivan, os verbos têm tempo de conjugação.

  38. Comentou em 19/02/2008 Fábio Carvalho

    Prezado Apolonio Silva, respeitosamente, eu não disse que existe um complô para derrubar Lula, até porque não acredito nessas teorias conspiratórias. Eu citei Alberto Dines, que afirmou que o jornalismo da revista Veja tinha esse propósito – e o fez analisando a mesma reportagem que agora é criticada por Nassif. Qual a sua opinião sobre a matéria criticada, à época da publicação, por Dines e, agora, por Nassif? Na minha opinião, é uma matéria ruim, que não se sustentou nem por uma semana, e também cínica, por afirmar que não se podia provar que era falsa ou verdadeira. Isso não é jornalismo – é outra coisa, que me desagrada, e se assemelha a um processo de venezuelização da imprensa.

  39. Comentou em 19/02/2008 Apolonio Silva

    Cara Beatrice, não é para me gabar, mas essa bola do emprego para o Nassif no governo eu cantei no site dele mesmo logo no início dessa série da Veja. Porque não dava para entender as razões do rapaz (Evidentemente ele censurou). Cruzada pelo ‘bom jornalismo’ depois de velho? Mas ele conseguiu criar o meio de campo para isso (ir para a TV Pública). A estrada está pavimentada para isso. Quanto ao PHA talvez vá pelo mesmo caminho. Mas do fundo do coracão, não comparo PHA com Nassif. PHA é muito baixo. Nassif, em minha concepcão, não: deixou-se enredar nessa rede de bajuladores desesperados, famintos por alguém que alivie a carga e o ônus por um governo que entrou para a história como o mais corrupto que já houve. PHA não tem ética alguma. É uma caricatura. Tudo exagerado como uma caricatura. É uma farsa de fio a pavio. Nassif tem essa coisa de música, poesia. Ele, aliás, é de longe melhor nisso do que em economia. Mas quando desanda a falar sobre aquecimento global aí é que a coisa desanda. Quis fazer um blog popular. Com um leque largo de assuntos (Para atrair bastante público?). Comecou a criar uma espécie de Nassifipédia – algo como uma wikipédia ‘dos-pobres’ (Ele também me censurou quando eu escrevi isso). Mas considero alguém digno de simpatia, ao contrário de PHA. Este último é repugnante mesmo. Questionei Nassif sobre finalidade de sua epopéia ‘Vejófoba’ – ele censurou…

  40. Comentou em 19/02/2008 Ivan Moraes

    ‘Para os demais tambem, mas antes de dormir, pensem bem se já não é hora de esclarecer a mente! boa noite a todos’: que coincidencia, foi isso que a Lucia Campi disse ontem! Voces sao amigos? Comparsas? Co-conspiradores?

  41. Comentou em 18/02/2008 Ivan Moraes

    ‘Aqueles dando corda para Nassif cometer crime. Nessa esfera que entraram, a da Justiça, não interessa se o jornalismo é engajado – pode ser, não é crime. Ou se tem credibilidade, porque não é crime não tê-la. Juiz quer saber se houve crime. Nassif não vem bem. Anda descuidado.’: oooooohhhhh, amedrontate! Uma ameaca que passa despercebida pelos leitores mais desatentos: alguem esta ‘dando corda’ pra Nassif cometer um crime… FUTURO. O crime ainda nao foi cometido. Se Nassif nao tomar cuidado com o que falar, ‘o juiz’ so vai querer saber ‘do crime’ e vai esquecer do que ele falou nas reportagems(!!!!!), e ja que Nassif ‘anda descuidado’, eh porque ‘o futuro crime’ ja esta sendo esperado. Mas porque voce, de todas as outras pessoas, estaria falando isso? Qual eh a bomba que ‘escapou’ e da qual voce ja sabe?

  42. Comentou em 18/02/2008 beatrice vargas

    Poxa, agora fiquei envaidecida. Ou melhor, vi que o monte de livros que já li, resultou em raciocínio lógico.
    Porque alguem aí está achando que eu sou outra ou outras pessoas. O bom da estória é que eu achei esses outros com muito bons argumentos. ganhei o dia. Ai que sono…. vou dormir…….Apolônio, Arno, Justo, bem par voces que tem massa encefálica, muito boa noite. Para os demais tambem, mas antes de dormir, pensem bem se já não é hora de esclarecer a mente! boa noite a todos.

  43. Comentou em 18/02/2008 Ivan Moraes

    ‘Ele já conseguiu voltar ao centro da mídia, o que alivia o caixa. E , fatalmente , junto com Paulo Henrique Amorim, será locado para a Tv Brasil, a chamado do F.Martins’: mas essa eh a terceira vez que voce afirma isso, ‘Beatrice’, e embora eu ainda esteja esperando prova que voce existe… o que voce esta dizendo e porque eh tao importante pra voce agora? Voce ta dizendo que Diogo Mainardi perdeu seu lugar na tv manhattan e esta morrrrrtinho de inveja? Que Reinaldo esta com um pe alheio em alta velocidade a 15 centimetros do traseiro? Porque razao voce diz isso pela terceira vez? Ah, e prove quem voce eh.

  44. Comentou em 18/02/2008 Ivan Moraes

    ‘Pena o debate se transformar nesse Fla x Flu, com a recíproca tentativa de desqualificação das torcidas adversárias’: !!!! De minha parte mil vezes nao! Identidades falsas ou nao, mentirosos ou nao, so quero que provem o que dizem com o link correto porque se o proprio Nassif o fez em suas reportagens, eh o minimo que podem fazer tambem. Eu vi muitissimo bem o post de Nassif a respeito do Bndes, por exemplo, so nao vi ‘mea culpa’ algum. Tambem vi o material jornalistico dele: eh tudo que eu escreveria. Sid disse com todas as letras o que eu ja teria dito se nao tivesse saido de casa: o palavreado debonair e ‘troca de gentilezas’ entre as identidades falsas abaixo nao esta me convencendo, pelo contrario parece feito pelas mesmas pessoas (que eh, alias, o que genericamente e especificamente o ‘PT’ e ‘os petistas’ e os ‘lulopetistas’ costumavam ser acusados de fazer.) Nao eh espontaneo, eh armacao.

  45. Comentou em 18/02/2008 beatrice vargas

    Pois é Apolônio. Estava séria a conversa e aí vem o fundamentalista desse partido doente e de doentes, sempre vomitando aquilo tudo e que deve ter aprendido em casa.
    Lastimável. Já disse aqui hoje que podemos não conscordar com o outro, mas temos que defender até a morte o direito do outro discordar. Mas a esquerda não permite nem que se goste de um filme que não passe pelo crivo da ‘inteligentzia’. Dá no que dá. O Padilha saiu daqui escorraçado pelos pensantes de esquerda e lá fora, traçou o Leão de Ouro, das mãos de Costa Gravas. Fazer o que?
    Essa miséria de pensamento está em toda a America Latina.
    Se Bach não é de esquerda, ele não faz musica que presta! Como discutir com essa gente que tem viseira de aço?

  46. Comentou em 18/02/2008 thomaz Magalhães

    Aqui nos comentários predominam acusações sobre o que um comentarista ou outro é ou não é. Quem defende a Veja é burguês.Quem defende o Nassif é comunista, petista. O que temos é uma briga de jornalistas do primeiro time que andam pela beirada de cometer crimes, contra a pessoa e intituções. Nassif correndo mais riscos. Porque usa considerações até interessantes sobre a prática jornalística, para fundamentar acusação contra pessoas e empresa. Os vejeiros correndo menos risco, porque estão atacando menos. Pior, estão dando linha para Nassif. Este preocupado em formar opinião entre seus leitores, que já lhe dão razão. Aqueles dando corda para Nassif cometer crime. Nessa esfera que entraram, a da Justiça, não interessa se o jornalismo é engajado – pode ser, não é crime. Ou se tem credibilidade, porque não é crime não tê-la. Juiz quer saber se houve crime. Nassif não vem bem. Anda descuidado.

  47. Comentou em 18/02/2008 Apolonio Silva

    Pois é Fábio. É realmente lamentável. Pode-se discordar perfeitamente sem se agredir. Eu por exemplo discordo do senhor. Mais precisamente pelo seu foco com desvio sistemático. O desvio é sistemático na medida em que o senhor tamém não incluiu a TV Câmara e TV Senado no complô para derrubar Lula. Nem Osmar Serraglio o senhor incluiu. Nem Hélio Bicudo, que saiu do PT de nojo. O senhor denuncia um complô para derrubar Lula e nem se pergunta como é possível, quenuncaanteznestepaiz um presidente foi pego com as calcas tão na mão (nem vou comparar com Collor – é ridículo: não houve 10% do que ocorreu neste governo), com quase todo se primeiro escalão (o núcleo duro) envolvido até os ossos em crimes, não caiu de podre? Pois o que existe é um complô pela permanência desse troco que aí está condenando o país a mais décadas de atraso institucional em nome de recalques e preconceitos invertidos. As instituicões sr Fábio, foram jogadas na lata de lixo. Não só pelo PT! PSDB também! É claro! Mas se cair a liberdade da imprensa, desaba qualquer esperanca de liberdade. Se existe algo como um complô neste país, é uma minoria: o resto ‘tá tudo dominado’. Também critico seu relativismo blaise: então como petistas criticam Dines quando ele ‘magoa’, e outros criticam Nassif, então tudo é a mesma coisa. Claro que não né Fábio: ou você prefere ser aquela metamorfose ambulante também como o Castilho?

  48. Comentou em 18/02/2008 beatrice vargas

    Pois é. Mas o Nassif confessou sim que estava a zero de grana e que quebrado estava. Teve que fazer uma renegociação de suas dívidas junto ao BNDS.ALiás, coisa dificílima conseguir um empréstimo do BNDS, nem sei como ele conseguiu. Ele mesmo fez esta ‘mea culpa’ e publicou, salvo engano, no meio de janeiro deste ano. Acho que o projeto pessoal dele vai dar certo. Ele já conseguiu voltar ao centro da mídia, o que alivia o caixa. E , fatalmente , junto com Paulo Henrique Amorim, será locado para a Tv Brasil, a chamado do F.Martins. A mídia não perde muito, pois ele como jornalista, é meio fraco, como dito já aí por alguem. Ressaltando, que é bom camarada nas rodas de chop!

  49. Comentou em 18/02/2008 Cid Elias

    Apostar com um falsário criminoso? Ninguém aposta com este tipo de sub-gente,meu rei, ouvistes bem,meu rei? Falando nisso, como está a investigação da Nossacaixa2? Tão chegando perto do pântano? Era bom demais, não? Os bolsos cheios daquele dinheiro desviado dos paulistóides, uma maravilha! Descobriram, fecharam a torneira…e os caras quebraram na hora! Sujeitos competentes e honestos, eram os que recebiam verbas sem licitação da nossacaixa2, não acham senhores? Tem gente dizendo ‘que não passa um prego’, nénão?KKKKKKK A hora vai chegar, podem esperar. E o Roger, tá bem?

  50. Comentou em 18/02/2008 Ivan Moraes

    Beatrice, voce quer provar que existe antes de fazer agit-prop, por favor? O Cid esta certo, voce so existe porque acabou de ser inventada. Ja arranjou a prova, um mero link, a respeito de Nassif ter ‘confessado’ estar ‘baixo de grana’ ou ta dificil? E depois, lembre se que agit-prop tem requerimento minimo de qualidade. Os outros farsas tambem podem provar que existem?

  51. Comentou em 18/02/2008 Fábio Carvalho

    Pena o debate se transformar nesse Fla x Flu, com a recíproca tentativa de desqualificação das torcidas adversárias. O caso do sistema COC, no post anterior de Carlos Castilho, rendeu até uma tática diversionista travestida de ‘técnica processual’ por parte de uma comentadora. Sobre as contas do dossiê de Daniel Dantas? ‘A edição nº 1956 de Veja (17/5/2006) transformou-se instantaneamente num clássico da impostura jornalística. A justificativa posterior, assinada pelo diretor de Redação Eurípedes Alcântara, não ficou atrás: é um clássico de cinismo. Juntas, convertem-se na bíblia do parajornalismo – combinação de chantagem, espionagem e paranóia. A matéria ‘A guerra dos porões’ (págs. 40-45) segue uma linha que Veja persegue há tempos – derrubar o presidente da República, a maior autoridade do país. Mas foi pensada, escrita e editada no extremo oposto – nos porões de uma profissão que já foi considerada missionária, romântica, decente e respeitável’ (Alberto Dines, ‘Jornalismo de Veja não vê, chuta’. OI, edição 381). Os comentadores que criticavam Dines lá apresentam uma argumentação muito semelhante aos que criticam Nassif aqui. O mesmo vale para o lulismo fanático, que cobra hoje de Dines ‘lado’ nessa história e que já acusou o OI de ter se vendido à Fundação Ford e outras sandices.

  52. Comentou em 18/02/2008 beatrice vargas

    Arno, pare com isso, porque quase desmaiei de tanto rir!

    Vou repetir:

    ‘E nem na milésima encarnação, ousaria buscar as fontes onde você se locupleta do estrume que vomita aqui.’

    Parece inspirado em Padre Vieira.

    TEEEERRRÍIIIIIVELLLLLL!

    Parabens.

  53. Comentou em 18/02/2008 beatrice vargas

    Aposto um queijo, bem mineirinho, como esse hoteleiro é gêmeo univitelino do zangado! Mas ele não é anão do orçamento não. faz parte da turma daquele partido que , antes do poder era ‘a’ ética ! Agora no poder, vamos aos cofres, que ninguem é de ferro e vinho frances custa caro. deve estar pensando: ‘Me dá meu cartão corporativo, que preciso descontar a fome que já passei.’ Tal e qual a ministra que compra uísque no free shop!

  54. Comentou em 18/02/2008 Cid Elias

    Eu vomito, tu engoles, coisa de asno, simples assim…

  55. Comentou em 18/02/2008 Arno Esquivel

    Prezada Selma, arrogância é arrotar caviar quando se engole tapioca. Simples assim. Quanto ao hoteleiro furibundo, compulsivos aqui são os dementes de plantão; no blog do Nassif eu me divirto e copio os excelentes registros musicais e só. Simples assim. E nem na milésima encarnação, ousaria buscar as fontes onde você se locupleta do estrume que vomita aqui. Simples assim. Desculpem-me os demais comentaristas, mas hoje estou meio azedo…

  56. Comentou em 18/02/2008 Ivan Moraes

    ‘Isso são coisas de Haroldos, Nassifs e quetais, que só podem convencer Cids (Horteleiros) e Ivans (sem profissão)’: em outras palavras, voce nao pode provar qualquer ‘mea culpa’ de Nassif a respeito de um emprestimo no Bndes.

  57. Comentou em 18/02/2008 cid elias

    Sr farsa, prove sua identidade, prove que és beatrice vargas, aí lerás apenas argumentos de minha parte! Argumentar com um falsário, um criminoso? Se toque!

  58. Comentou em 18/02/2008 beatrice vargas

    Ora, que pérola, Sr Justo, que pérola!
    Vou repeti-la:
    ‘O que seria de nós se dependessemos de um Nassif para dizer o que é certo ou errado na mídia e no Brasil?’
    Nota dez!!!

  59. Comentou em 18/02/2008 cid elias

    A Farsa postou de novo? E o desafio que te fiz, hein? Sra Carla, não percas tempo com essa imundice, porque esta pessoa não existe! É um canalha que inventa personagens pra vomitar sua idiotia. E tenho certeza do que estou falando! Aliás acho que é um dos blogueirozinhos marrons da vejaqmentira em pessoa! Se o OI investigar o IP, descobriríamos. Mas tb já começo a achar estranha a atitude do Oi…publica tudo e todos…será que não há terceiras intenções? Depois dessa notícia de FUNDAÇÃO FORD / CIA / FHC, sei lá…

  60. Comentou em 18/02/2008 beatrice vargas

    Por falr nisso e naquilo, seria bom o OI ter uma seção recomendando livros para iniciantes, pois a falta de argumentação é coisa séria. Poderia colocar tambem um livrinho, ou mesmo, umas regrinhas de boas maneiras, que sempre é bom. Pelo menso, para que se aprenda e se relembre que a gente pode não concordar com que o outro pensa, mas temos que defender até a morte o direito dele discordar.

  61. Comentou em 18/02/2008 Ivan Moraes

    ‘Se só tem isso de prova, vai ficar difícil continuar a epopéia quichotesca’: outra formada pela universidade de Sao Paulo. Vai ser dificil ver voce na tv… e dolorido…

  62. Comentou em 18/02/2008 Ivan Moraes

    1-‘A menos que você seja tão burro, mas tão burro, que não seja capaz de realizar uma crítica decente’: em outras palavras, voce nao consegue provar que existiu um ‘mea culpa’ de Nassif que era ‘muito estranho’ a respeito de emprestimo do Bndes. 2-‘anda meio por baixo, até em matéria de grana, como ele mesmo já confessou no blog’: prove o. Qual eh o link? Ou ta dificil? 3-‘a qualidade e a veracidade da informação vai a zero’: ok, entao volta pra nos com a sua qualidade e veradicade de informacao fornecendo o link aonde ele diz que esta meio por baixo, ‘ate em materia de grana’. Ou ta dificil? 4-‘blog do Nassif foi invadido recentemente por uma turma de apedeutas’: o proximo que usar apedeuta nesse espaco vai ser chamado de filho da peuta com todas as letras. A nao ser que eu erre na digitacao.

  63. Comentou em 18/02/2008 beatrice vargas

    Bem, voltando ao ponto: li cada uma das , assim chamadas ‘denuncias contra Veja’! Novamente dou razão ao Apolônio. Nassif é fraco, escreve de forma confusa, mas vai bem numa roda de chop. Nas tais ‘denúncias’, chega momentos em que nos leva a crer que a revista sempre teve razão. Se só tem isso de prova, vai ficar difícil continuar a epopéia quichotesca. Mas, repito, acredito que a epopéia é instrumento para colocá-lo no centro do discurso e , de quebra, mata dois coelhos: reabastece o caixa , que está baixo e reserva alguma colocação na Tv do Franklin Martins. Caminho este já iniciado por Paulo Henrique Amorim. Como projeto pessoal, nota dez. Como jornalismo, nota zero!

  64. Comentou em 18/02/2008 cid elias

    Quem aqui acha que existe esta pessoa ‘justo – profapos brasília -df? Só quem criou a farsa e os idiotas amestrados! Desafio o tal justo j a provar que é prof apos e é de brasíia! Aceita ou cai fora! CHEGA DE CANALHICES!

  65. Comentou em 18/02/2008 Carla Soares

    Senhorita jornalista de BH, você reparou que tudo que você enxergou como defeito no jornalista Nassif -e no texto dele – está primeiro em você?

    ‘Texto confuso, e mal redigido’. ‘Acusações confusas e sem pé nem cabeça’. E por falar em ‘nadicadenada’, você tem provas para o seu achismo? Releia seu post. O que foi mesmo que você fez acusando alguns profissionais em seu post? E o seu acho isto eu acho aquilo estão baseados em que tipo de provas? O seu achismo também tem conotação de acusação confusa, não acha? É assim que você faz jornalismo e analisa peças do jornalismo? Com o achismo? Você acha mesmo que Nassif sairia por aí como um moleque , levantando acusações graves, sem ter provas?, como você acabou de fazer no seu post? Afinal, ele é quem faz ou seria a forma que você faria? Você está analisando o Nassif ou ele é seu espelho? Minha cara, nem todos são vaidosos a ponto de querer massagem no ego. Ainda há jornalistas retos que estão cansados desse jornalismo torto. Ele tem o que você tem por ser mulher, mas não tem como profissional: peito. É simples assim. Quanto a querer aparecer, Nassif não precisa disso. Quem foi rei nunca perde a majestade. Quanto ao fato de estar endividado. Quantas pessoas neste país você conhece que também estão? Nem por isso estão vendendo a alma ao diabo. Por favor, pense, antes de escrever bobagens. Não desonre a classe com suas bobagens.

  66. Comentou em 18/02/2008 cid elias

    O falsário além de tudo é CEGO! Não enxergou o comparsa bostando ontem…cai fora criminoso, cadeia é pouco pra ti! Quem aqui acha que existe esta pessoa ‘beatrice vargas’ – jornalista-bh? Só quem criou a farsa e os idiotas amestrados! Desafio a tal beatrice vargas a provar que é jornalista e é de bh! Aceita ou cai fora! CHEGA DE CANALHICES!

  67. Comentou em 18/02/2008 Justo J.

    O sr. Apolonio é ótimo. Muito elucidativo, obrigado. A Beatriz, o Paulo e os outros que
    analisam as informações antes de sairem gritando com pau na mão também me deixam
    mais tranquilos. O que seria de nós se dependessemos de um Nassif para dizer o que é
    certo ou errado na mídia e no Brasil?

  68. Comentou em 18/02/2008 Apolonio Silva

    Ué, Se eu por acaso comprasse teses de Haroldos, então concordaria com Cids… O problema, já disse: não compro. Não compro essas teses. O que vejo é liberdade de imprensa em pleno funcionamento. Chove de militante aqui metendo o pau nos jornais, como chovia durante o mensalão em cima da ‘grande mídia’. Bobagem. Tudo que vi no mensalão foi pela TV Câmara e TV Senado. Vi Duda Mendonca confessar ao vivo e o Mercadante desesperado entrando na sala para ver se ia sobrar para ele (que tinha sido eleito senador). Vi a confissão do Land Rover. Vi Delúbio assumir toda a culpa para salvar os outro 39 e quem sabe Ali babá. Rede Globo? Veja? Mainardi? Reinaldo Azevedo? Vocês então não viram nada. Viram apenas flashes. Na TV Câmara e TV Senado era o dia inteiro. Vi Marcos Valério. Vi Roberto Jefferson e seus mais básicos instintos denunciando. Não foi Rede Globo. Nada de Veja meu caro. Isso é papo furado de militante programado para censurar, gritar alto, uivar, como faziam em centros acadêmicos aparelhados. Portanto, em sua conversa de crise meu amigo eu não entro. Quem sabe falte ainda mais liberdade. E renego qualquer um que se diga jornalista e defenda censura, explícita ou sob o manto de desculpas hipócritas ou esfarrapadas. Pra cima de moi? Isso são coisas de Haroldos, Nassifs e quetais, que só podem convencer Cids (Horteleiros) e Ivans (sem profissão). Larga do meu pé chulé.

  69. Comentou em 18/02/2008 Selma Gindri

    Arno Esquivel, Professor :
    Para mim o cúmulo da arrogância e prepotência é alguém terminar sua exposição de idéias com o ‘é simples assim’. Significa: será que estes idiotas não percebem, só eu? Põe arogância e prepotência.

  70. Comentou em 18/02/2008 cid elias

    arno, não confunda ‘leitor’ com ‘araponga da veja’, por favor…Se alguém duvidar do que estou dizendo, faça uma busca com a alcunha ‘arno esquivel’. Só há citações do Oi e da vejaQmentira. Não há um ÚNICO comentário dele no Nassif, nada! Não precisa explicar, só queria entender…

  71. Comentou em 18/02/2008 beatrice vargas

    Muito interessante a colocação do Castilho sobre o espaço da blogosfera na discussão de temas em destaque. Todavia, fica impossível a troca de idéias, pois a virulência dos fanzocas deste ou daquele, certamente por falta absoluta de argumentos, tira o ânimo de se frequentar o espaço. Os tratamentos que essas mentes ensandecidas dispensam aos frequentadores dos blogs demsnotram ignorância crassa, leitura nenhuma, educação zero, virulência de camisa de força! Desta forma fica difícil um debate de idéias verdadeiro. Hoje temos o Apolônio, a Renata e o Arno, que salvam a pátria, pelo menos…Ontem , nem eles estavam por aqui.

  72. Comentou em 18/02/2008 cid elias

    Como é? Que negócio é este de beatrice vargas? farsa! lucia campi, beatrice vargas, sandra r, justo, etc. são personagens idiotas dejetados pela mesma cabecinha imunda! Afirmo, estas pessoas não existem! Isto é crime, isto é coisa de bandido! Esse idiota meliante comete crime de falsidade ideológica, e ainda quer dar lição de moral? sai fora pilantra! cadeia é pouco!

  73. Comentou em 18/02/2008 haroldo aquilles andrade

    Pela reação dos apolõnios (contra e a favor) vemos o quão é inútil procurar conteúdo nos comentários por mais explicativos que sejam os textos.
    É o retrato da iniquidade; do desprezo pela qualidade;pela discussão. Não é o Nassif, Mainard, Sabino, Expedido ou o que o valha que estão em pauta. É a imprensa, ou melhor o que queremos del -, liberdade de informação ou de expressão. As denúncias são graves. Não pq a Veja partidarizou-se ou pq o Nassif lulou, mas pelo perigo de termos uma imprensa (mídia, em geral) atrelada à negócios escusos. Utilizando-se do seu poder para denegrir, atacar, confundir e menos para informar de maneira ética e imparcial os fatos como eles são, mesmo quando interpetrados ou ainda de forma opinativa. Se não estamos preparados para esta discussão então merecemos a Veja da forma como Nassif a enxerga ou a FSP, o Globo e o Estadão como o recebemos.
    Acorda Fenaj. Acorda OAB. Acorda ABI. Acorda blogueiros. Acorda brasileiros. Se queremos um Brasil digno, primeiro sejamos digno dele.

  74. Comentou em 18/02/2008 beatrice vargas

    Arno Esquivel…outro lúcido! Lucidez está difícil…, Mas Arno a tem de sobra… podia fazer a caridade de doar um pouco dessa lucidez pra essa gente engajada até a loucura. Pois, essa ferocidade mostra a falta de informação, a ausência de leitura e a péssima educação. Parabens Arno!

  75. Comentou em 18/02/2008 Cid Elias

    Olhem o apolono comprovando sua auto-definição aííí, geeente! Será que o ‘Einstein’ do Pindorama saberia, seguindo o pensamento externado no seu último troço, explicar por que no IBest o Nassif dá uma surra nos bloguinhos direitistas, aqueles que, DE FATO, NÃO permitem o contraditório? Além do Nassif estar tranquilo no primeiro lugar, entre os 10 primeiros há APENAS UM lamacento, este sim frequentado exclusivamente por idiotas, o do rei nossacaixa2. O mala, enquanto estava em primeiro lugar no IBest, ria sozinho, postava as gabolices chulas de praxe, achando que seus fiéis descerabrados o sustentariam até a vitória…Quando o Nassif passou por cima dele como um rolo compressor, e o deixou estatelado no chão, pertinho do esgoto de donde saiu, descambou a criticar o método do IBest, que a votação era isso, era aquilo, chegando ao cúmulo da idiotice ao ‘inventar’ uma fórmula para justificar seu fracasso(fracasso é a marca do rei calcado, desde sempre os colecionou), ‘elegendo’ outra forma patética de se achar mais do que é! Uma atitude de idiota, assim como são às dos leitores deste umbralino espaço chefiado pelo rei nossacaixa2, a exemplo da que vimos seu emissário-falsário fazer aqui no OI nestes dois artigos do Carlos. Comparem as atitudes do Eduardo Guimarães, do Nassif, do Azenha, do Mello, Rovai, etc, com às do rei calcado. Bingo! Elas revelam quem é quem no jogo do bicho.

  76. Comentou em 18/02/2008 Arno Esquivel

    Comentarista compulsivo: acho que já li isso em algum lugar. Sou leitor de Veja, Carta Capital, Time, Newsweek, Welt (da qual sou até mesmo um colaborador eventual). E daí? Sou leitor do blog do Nassif, que tem uma parte cultural (musical) de primeira linha. E daí? Não sou nativo, mas falo (e escrevo) português melhor que 90% dos brasileiros. E daí? Daí o seguinte: (i) o blog do Nassif foi invadido recentemente por uma turma de apedeutas (e bota gente nisso!) que o imolam em favor da sua cruzada contra Veja, votam caninamente no seu blog para o iBest e o estão transformando num refém eterno de suas sandices; (ii) muitos aqui deveriam ler a Veja sim, no mínimo, aprenderiam a escrever em português, o que não é pouco (o que eu ralei foi brincadeira e a Veja foi leitura direta); (iii) se a Veja depender de um leitor para se defender das denúncias de Nassif, não se trata de esgoto mas de insanidade; (iv) se o Nassif depender desse bando de néscios para denunciar a Veja, ele é doido; (v) quem se alinha automaticamente a A em suas denúncias contra B, sem pleno conhecimento das provas levantadas, comete uma insensatez ou uma leviandade; (vi) comentaristas compulsivos ou são insensatos ou são levianos; quando compulsivos e manobrados, são ambas as coisas, associadas, em geral. a uma baixa inteligência e a uma dose cavalar de falta de educação. Simples assim.

  77. Comentou em 18/02/2008 Mariana Costa

    Como jornalista, eu gostaria de saber se a Comissão Nacional de Ética vai tomar providências contra o Diogo Mainardi e o Reinaldo Azevedo. Eles ferem o novo código de ética, publicado aqui http://www.fenaj.org.br/federacao/cometica/codigo_de_etica_dos_jornalistas_brasileiros.pdf … E AÍ PESSOAL????

  78. Comentou em 18/02/2008 beatrice vargas

    Bom , quero cumprimentar o Apolônio, pela clareza de idéias.
    Conseguiu sintetizar toda a polêmica numa frase:
    ‘Nassif, por exemplo, não é idiota. Mas é fraco. Bom de música. Mas do resto é limitado. Quem sabe seja um cara legal para bater um papo numa roda de chop. Mas o texto dele é segmentado – abusa de argumentos não-cartesianos.’
    Bem, Apolônio, voce matou a pau!
    Com relação às denúncias do Nassif, li uma por uma e não vi uma vírgula de seriedade no que ele fala. Como se diz por cá, nadicadenada. São acusações confusas, sem pé ne cabeça, deixando claro que a Veja denunciava que poderia haver coisas inexplicadas. Se tais coisas se explicavam depois, a revista tinha feito a parte dela. Texto confuso e mal redigido.
    Me parece que o Nassif está querendo encher mesmo sua própria bola, porque anda meio por baixo, até em matéria de grana, como ele mesmo já confessou no blog. Nada como atacar a Veja e pronto, lá vai ele pro centro outra vez. Tambem acho que o Nassif está comprometido com o PT, igual o Paulo Henrique Amorim ( este já é do partido)- Nada contra, mas a qualidade e a veracidade da informação vai a zero. Acho que Nassif está no mesmo barco e comprometido tambem com a eleição de 2010. Por isso mata dois coelhos: Resolve seu problema econômico e já se coloca na turma do PT, possivelmente na TV Brasil, junto com os jornalistas que apoiam o PT.

  79. Comentou em 18/02/2008 Apolonio Silva

    Quanto ao blog do Nassif -vá lá. Faca um esforco. Você vai encontrar facilmente. Eu, como leio todo dia, não vou ver para você, que se não lê, está pouco interessado no assunto. Então deixe de ser preguicoso. Isso não faz bem. Vá lá. Primeiro verifique o seguinte: ofensas mútuas entre os bolgueiros são antigas – diria até que quem comecou – quem sabe (eu não aposto nisso) – foi até o Nassif ao citar Mainardi durante um artigo no escândalo do mensalão. Vou te dizer qual foi o artigo: sobre o Janene. Depois disso, o desinfeliz passou a ser o receptáculo dos impropérios de Reinaldo Azevedo e Mainardi. Mas já faz tempo certo? Lembra do mensalão? Nassif abracou a causa do complô da imprensa (daí o blog encheuuuuuu – adivinha por militante de que partido?). Mas ficou assim: você é isso, você é aquilo. Tudo normal. Mas de repente para surpresa de todos – incluindo aí Reinaldo Azevedo e Mainardi, veio a história do empréstimo micado (contada por Nassif!). E veio por ele a história das calúnias que viriam(!?). E então, e só então, iniciou esse copy & paste da Veja. Isso vai levantar pó. Mas isso não interessa aos idiotas: eles encontraram a sua bucha de canhão. Sempre quiseram, aqui no OI e em todos os lugares calar as vozes discordantes – agora sob o pretexto de ‘qualidade’…ora, pergunte ao grande economista Nassif, como se define qualidade…adianto-lhe: o leitor define. Não são OIs

  80. Comentou em 18/02/2008 Cid Elias

    Sinceros parabéns ao apolono! Nunca vi uma pessoa se auto-definir com tanta precisão. És o perfeito IDIOTA! E não me leve a mal, pois conclui isto me baseando somente e tão somente nas tuas afirmações, as quais, a bem da verdade, revelam o gigantismo da tua idiotia.

  81. Comentou em 18/02/2008 Paulo Ribeiro

    Nesta briga, quem sai perdendo é o leitor. Já a credibilidade de Veja ou do Nassif, bem, isto é secundário. O imenso interesse das partes nos nebulosos negócios das telecomunicações deixa claro ao mais ingênuo dos mortai que o que está em jogo não é a notícia ou o pleno esclarecimento à sociedade. Tratra-se sim de briga de cachorro grande, cada qual bancado pelo seu patrão para torpedear o lado adversário. De um lado, Veja e Daniel Dantas e suas habituais patifarias.; do outro, os acionistas do Ig e seus capangas que colocam a cara para bater provavelmente em troca de milhares de dólares. Os leitores? Que se danem, ora bolas.

  82. Comentou em 18/02/2008 Apolonio Silva

    Ivan, não tenho tempo a peder com nenhum freak aqui. Já bastam os que estão no Brasil. Se você não lê o blog do Nassif, devia ler. Devia ler também o do Reinaldo Azevedo. E outros. A menos que você seja tão burro, mas tão burro, que não seja capaz de realizar uma crítica decente. É o caso confesso de muitos aqui – basta rolar para baixo. No fundo são idiotas – idiota é quele que não compreende se não a sua própria linguagem. Um militante de partido (qualquer partido) é alguém que em até se orgulha de ser um idiota! E vive em funcão de instrucões pré-programadas pelo pequeno receituário que entulha a própria cabeca. Nassif, por exemplo, não é idiota. Mas é fraco. Bom de música. Mas do resto é limitado. Quem sabe seja um cara legal para bater um papo numa roda de chop. Mas o texto dele é segmentado – abusa de argumentos não-cartesianos. Já o vi dizer que o empresariado venezuelano metia o pau no Chavez em ‘on’mas em ‘off’ falava muito bem dele…é mole? O site dele é salpicado de coisas assim completamente non-sense. Mas ele preenche um espaco vago para esse pessoal engajado-envergonhado (não é o caso de Cid por exemplo). É a Marilena Chauí da economia para eles. Eles sofrem pela falta de raciocínio crítico por isso carecem desse tipo de coisa. Mas como não sabem o que é isso, escolhem errado mesmo. A da filosofia retirou-se em silêncio – caiu-lhe a ficha. A de Nassif não.

  83. Comentou em 18/02/2008 Cid Elias

    Se a tal sandra r.-advogada existir, nunca mais permitirei a queima de exemplares da vejaqmentira EM PRAÇA PÚBLICA! Estamos diante de falsos comentaristas, como definiu brilhantemente o Eduardo Panda, ‘, plantados’ profissionais, cujos intelectos denotam uma indigência moral assombrosa! O cara, mandado pelos capos do esgoto para dejetar sujeiras por aqui, é tão incapaz, mas tão incapazque não percebe repetir, sob dois nomes diferentes, os mesmo termos, a mesma pequeneza mental, se entrega feito bobo. O amoral, além de ter postado como a advogada sandra, postou ISSO, desta vez sob a alcunha dum tal justo – prof aposentado, solidário com o vejeiro thomaleducado:’Thomas, o mascate escreve mal, articula as idéias pior ainda, portanto não exija muita coerencia do produto que ele vende.’ O treinee jr e aspirante à golpista autor disso, é o mesmo que ontem dejetou uma série de tolices e mentiras grotescas! Uma hora como jornalista, depois como advogada, etc, PURA FARSA! Quem deve, se esconde! Observem, é o mesmo método, diz que fulano escreve mal, enquanto o próprio comete erros toscos em meia dúzia de palavras. Coisa de mau caráter, de gentalha.
    Sobre o artigo do Carlos, menos ruim que o primeiro, ou sobre o panfleteco mentiroso que os mandou vir aqui pra destilar essa baba hidrófoba? NADA. Desmentir o Nassif com argumentos, com fatos? NADA. Dizemos no Ceará: ‘ E ISSO LÁ É GENTE?’

  84. Comentou em 18/02/2008 hugo Werle

    Thiago Conceição, creio que voce não leu com a devida atenção o texto sobre o COC.
    Nassif questiona justamente a falta de coerência da veja, primeiro a mesma faz uma matéria com elogios ao COC, mais tarde, após se tornar empreendedora do ramo, desqualifica o cursinho com reportagem mentirosa, comprovada publicamente.
    Volto a afirmar, o que está em discussão: devemos ou não acreditar no que a veja publica. Estou com Nassif, veja não publica nada que não possa ‘negociar’.
    Thiago, resumir o presente debate a uma contenda entre PT x PSDB/Demos, Lula x oposição ou empresa A x empresa B, é perder uma oportunidade de ouro de discutir os descaminhos da mídia brasileira.
    Nassif abriu o caminho, cabe a nós posicionarmo-nos a luz dos fatos e não de preconceitos, e nessa estou com o Nassif.

  85. Comentou em 18/02/2008 Alberto Santana

    Enquanto a nau dos desesperados perde o rumo, o Nassif colhe os bons frutos do que plantou.
    Acreditar na imprensa? Imprensa imparcial? No Brasil?
    Num país em que Lacerda, Roberto Marinho e sua legião de puxa-sacos, Civitas e seus selas de plantão: Mainardi, Reinaldo, etc., Frias e seguidores, Estadão, Rede Globo e demais empresas ‘isentas’ é de se prever que o Nassif terá longos e tranquilas noites de sono, embora o ameacem com processos e mais processos.
    Se o Henfil estivesse vivo ele iria deitar e rolar.

  86. Comentou em 18/02/2008 Thiago Conceição

    ‘Querer desqualificar Luiz Nassif, como tentam alguns post, é fugir do real debate.’ Como!? Foi o Nassif que escreveu um artigo denunciando a denúncia de doutrinação nas escolas como algo movido por interesses particulares. Ou ele não sabia da história completa ou mentiu. Não dá para ignorar isso. O povo brasileiro preocupado com a qualidade da educação de seus filhos é que se levantou contra o COC, a Veja apenas noticiou o fato, como é o seu trabalho.

  87. Comentou em 18/02/2008 hugo Werle

    Querer desqualificar Luiz Nassif, como tentam alguns post, é fugir do real debate. A revista veja é uma revista de aluquel, certamente seu preço, em vistude da enorme tiragem é maior e não acessivel a qualquer um. Lamento profundamente a tentativa de bipolarizar a questão contrapondo Lula x oposição, PSDB x PT, empresa A x empresa B. Parece manobra diversionista visto que o debate é sobre a credibilidade e os interesses que movem a publicação semanal, ao se manifestar em reportagens ou notas ao longo da revista.
    A questão é: podemos e devemos acreditar no que a Veja publica?
    Nessa questão fico com o Nassif, muitas coisas são ilações, conjecturas e versões encomendadas.
    Desqualificar quem concorda com o Nassif é uma atitude pouco recomendada que não cabe no debate.

  88. Comentou em 18/02/2008 Jose de Almeida Bispo

    Impressionante a constelação de fascistinhas por aqui. Comentaristas Tapiocas. Quem será que os paga?

  89. Comentou em 18/02/2008 Mário Rodrigues

    Não vejo campo para polêmicas. Não conheço tão bem o Luís Nassif, de quem tenho boa impressão por alguns de seus artigos. No entanto, conheço suficientemente a Veja, um dos órgãos principais do que o Paulo Henrique Amorim denominou, com muita propriedade, o PIG (Partido da Imprensa Golpista).

  90. Comentou em 18/02/2008 joao carlos pádua

    ‘O objetivo do Código Aberto não é provocar polêmica, …mas sim tentar oferecer elementos para que os leitores possam refletir sobre os temas abordados …’ O que o senhor Castilho fez foi justamente o contrário: escreveu que é apenas uma briguinha de blogs, cada um tem seus patrocinadores, já aconteceu isso em outros lugares, etc. Nos seus dois textos não há nenhum elemento para reflexão, só tentativa de esvaziar a discussão . Fique sem saber se estava lendo um texto de ‘observador da imprensa’ ou de algum escriba da resvistona.

  91. Comentou em 18/02/2008 thomaz Magalhães

    Caro Josias, eu lhe proponho o seguinte, você defende suas idéias e preferências e eu as minhas. Assim a maioria aqui não precisa se ocupar da gente e fica livre para defender o que quiser também.

  92. Comentou em 18/02/2008 Thiago Conceição

    ‘Não precisa ser policial nem reporter investigativo para se notar que grande parte da mídia do país vem reportando fatos que não interessam a sociedade e nem a ela faz bem, ‘ Talvez você acredite que seria melhor a farra dos cartões passar em branco e nada ser divulgado? Ou do mensalão? Ou dos dólares na cueca? A imprensa como a petralhada sonha é espelhada naquela da Coréia do Norte. E de revistas como a Veja, que escancaram as mutretas dos governos, é que o Brasil precisa!

  93. Comentou em 18/02/2008 Eduardo Panda

    Josias, esses caras são ‘plantados’ profissionais que não contra-argumentam o cerne da questão, utilizando-se apenas de desqualificação e de sofismas enfadonhos para proteger o que não tem protação, ou defender o indefensável. Melhor não perder tempo com isso.

  94. Comentou em 18/02/2008 Josias Alencar Rossi

    Sr. Thmaz Magalhães. Passei no blog do chapeleiro do Reinaldo Azevedo pq aquilo é o maior exemplo do esgoto jornalistico brasileiro, e eu fui conferir as denúncias do Nassif, que se confirmam. Agora o senhor que gosta dele me explique, ALGUMA VEZ O SENHOR CONSEGUIU POSTAR ALGO DISCORDANTE NO BLOG DESSE CHAPELEIRO???? Claro que o senhor não faria algo discordante. Mas todos os outros que tentaram nunca conseguiram. E se conseguiram são chamados de PETRALHA, RATO, FEDIDO, etc, no melhor estilo HITLERIANO. E ele diz que o blog é um ‘forum de debates’ enquanto o senhor reclama que o Nassif não publicou seu post. Não publcou exatamente porque o senhor é famoso no COMUNIQUESE por defender interesses nefastos, resta saber qual a motivação. É parecida com a do Mainardi?

  95. Comentou em 18/02/2008 Pedro Miranda Miranda

    Sinceramente, não sei dizer o que vem a ser o Observatório da Imprensa! Imaginava que fosse algum órgão independente que pudesse, a luz da verdade, alertar a sociedade de práticas nefastas realizadas por órgão da imprensa, como essa da revista VEJA. Não precisa ser policial nem reporter investigativo para se notar que grande parte da mídia do país vem reportando fatos que não interessam a sociedade e nem a ela faz bem, são único e exclusivamente de interesse dos seus proprietários e dirigentes. Nesse sentido é que imaginei ser o Observatório da Imprensa o canal adequado para corrigir esses absurdos.

  96. Comentou em 18/02/2008 Thiago Conceição

    ‘Fico com o Nassif.Não vi até agora nenhuma crítica ou argumentação factual,apenas ilações nervosas ou desqualificações.’ Já apontei várias vezes a seleção de fatos feito pelo Nassif afim de incriminar a Veja em suas teorias conspiratórias. A acusação de doutrinação ideológica nas escolas começou aqui: http://www.escolasempartido.org/, e não na Veja. É difícil entender essa história de batalha comercial é balela? Se o restante do ‘bom jornalismo’ dele for tão falso quanto esse episódio, não quero nem vê-lo.

  97. Comentou em 18/02/2008 Thiago Conceição

    ‘Fico com o Nassif.Não vi até agora nenhuma crítica ou argumentação factual,apenas ilações nervosas ou desqualificações.’ Já apontei várias vezes a seleção de fatos feito pelo Nassif afim de incriminar a Veja em suas teorias conspiratórias. A acusação de doutrinação ideológica nas escolas começou aqui: http://www.escolasempartido.org/, e não na Veja. É difícil entender essa história de batalha comercial é balela? Se o restante do ‘bom jornalismo’ dele for tão falso quanto esse episódio, não quero nem vê-lo.

  98. Comentou em 18/02/2008 thomaz Magalhães

    Meu caro Joias Alencar Rossi, bobagem explicar o blog do Reinaldo Azevedo, pois o cara escreve bem e com clareza. É mais fácil passar por lá, como parece que o senhor sempre faz, também. Obrigado pelo ‘famoso’ comentador.

  99. Comentou em 18/02/2008 José Carlos

    ‘Para uma revista de milionária tiragem é decepcionante constatar que até agora não apareceu sequer um leitor para defender a posição da revista das graves acusações do Nassif apontando claramente, para além das supostas motivações do jornalista, os erros, as omissões e inverdades de suas matérias, desmontando, uma a uma, as suas acusações’.

    Bom, acho que primeiro o Nassif teria que provar tudo que acusa. Não há absolutamente nenhuma prova nos textos deles, só deduções subjetivas ou informações de fontes não reveladas. Mas, para começar, que tal isso:

    Sobre o Capítulo 8 (O quarteto de Veja), onde está escrito:

    ‘Em meados de 2005, provavelmente entre maio e junho, a relação se amplia. 18 de maio de 2005 é a data do último ataque a Dantas; 15 de junho de 2005 o início ostensivo da mudança de rota.’

    Em 14/11/2007, edição 2034, na coluna de Mainard ele fala:
    ‘– Para tratar com um bandido, é preciso outro bandido.
    A frase consta do depoimento do chefe do aparato de espionagem da Telecom Italia, Giuliano Tavaroli, ao juiz Giuseppe Gennari, do Tribunal de Milão. Giuliano Tavaroli atribuiu-a a Marco Tronchetti Provera, o maior acionista da empresa. O primeiro bandido, de acordo com o homem da Telecom Italia, seria Daniel Dantas, que infernizava os italianos com seus métodos de faroeste. ‘

    Não é bem uma coluna favorável ao Daniel Dantas..

  100. Comentou em 18/02/2008 Josias Alencar Rossi

    Queria que o senhor Thomaz Magalhães, que é um famoso comentarista compulsivo no COMUNIQUESE, escrevendo sempre a favor de Mainardi, Azevedo, Attuch e cia, e sempre contra Nassif, PHA, etc, com termos muito mais agressivos do que escreve aqui, que explicasse aos leitores do OI, a postura do blog do Reinaldo Azevedo. O sujeito só publica grosserias, 90% dos comentaristas são anonimos não identificados, ataca quem lhe é contrário com uma agressividade NAZISTA, e ainda publica a seguinte pérola:

    ‘Este blog continuará a ser o que estava destinado a ser desde o primeiro dia em que foi ao ar — 24 de junho de 2006: uma página de debates em defesa das liberdades individuais, da democracia representativa, da livre iniciativa, da tolerância com a diferença e do combate intransigente a “coletivismos” homicidas.’

    O nobre Carlos Castilho, que é um jornalista sério e inteligente, também poderia refletir sobre isso, e separar o joio do trigo. O Nassif erra no Português, mas é sério e honesto. Azevedo e Mainardi também erram no Português, talvez menos, mas estão aí a dever uma satisfação de que não vendem matérias, que é o que parece.

  101. Comentou em 18/02/2008 Ivan Moraes

    ‘Fazendo um pararelo com a antiga historinha do menino que disse que o rei estava nú, podemos constatar a diversidade das reações. Na historinha todos olharam para o rei e cairam na gargalhada.’: !!!!!!! Mas eu estava la esse dia! A historia foi roubada de novo!!!! O que o menino gritou foi: ‘O RABO DO REI TA SUJO!’. Ta gritando ate hoje…

  102. Comentou em 18/02/2008 José Orair da Silva Silva

    Fazendo um pararelo com a antiga historinha do menino que disse que o rei estava nú, podemos constatar a diversidade das reações. Na historinha todos olharam para o rei e cairam na gargalhada. Ninguém teria olhado para o menino. Tanto que não sabemos se ele estava impecavelmente vestido, se estava em andrajos ou se também estava nú. Não sabemos também se o garoto tinha alguma antipatia pelo rei…Se fosse uma historinha moderna talvez o fim fosse diferente. Talvez ficássemos sabendo que o garoto estava andrajoso ou nú, que não gostava do rei porque tinha sido expulso do palácio, etc. Ficariamos sabendo tudo sobre o garoto e nada sobre o rei… Até agora apareceram muitos ataques pretendendo a desqualificação prévia do jornalista Nassif mas nenhuma defesa sólida das posições da revista. Para uma revista de milionária tiragem é decepcionante constatar que até agora não apareceu sequer um leitor para defender a posição da revista das graves acusações do Nassif apontando claramente, para além das supostas motivações do jornalista, os erros, as omissões e inverdades de suas matérias, desmontando, uma a uma, as suas acusações. Uma defesa desse nível, que desmontasse uma a uma as acusações, poderia ao final, com toda justiça e mérito, voltar-se, a posteriori, para a desqualificação do acusador…

  103. Comentou em 18/02/2008 Ivan Moraes

    ‘mascate escreve mal, articula as idéias pior ainda’: eu tambem. Vamos por partes: uma das maiores espertezas difamatória (sic) é o jogo entre amigos, no qual um cara era amigo de outro, que conhecia outro, que apontou isso e aquilo. Por exemplo, um outro cara se aproximou de outros caras, amigos, lá na redação de uma revistona e apontou coisas que foram plantadas na coluna de um deles. Logo… o exemplo de esperteza eh valido, vale, tem validade, e a Vale eh baratinha baratinha, mas… o campo Tupi da Petrobras eh mais ainda, e eu tambem.

  104. Comentou em 18/02/2008 Justo J.

    Thomas, o mascate escreve mal, articula as idéias pior ainda, portanto não exija muita
    coerencia do produto que ele vende.

  105. Comentou em 18/02/2008 thomaz Magalhães

    Vou explicar, caro Ivan Moraes. Assim, ó: o Nassif escreveu que uma das maiores espertezas difamatória (sic) é o jogo entre amigos, no qual um cara era amigo de outro, que conhecia outro, que apontou isso e aquilo, logo… Em outro lugar, Nassif escreveu que um outro cara se aproximou de outros caras, amigos, lá na redação de uma revistona e apontou coisas que foram plantadas na coluna de um deles. Logo…

  106. Comentou em 18/02/2008 Ivan Moraes

    E enquanto ele esta sendo uma luz na escuridao, que mostre pra todos nos o link para um ‘mea cullpa’ de Nassif, especificamente um ‘muito estranho’ e ‘repentino’: –‘repentinamente Luis Nassif abalou a publicar em seu blog um texto esquisito – uma mea-culpa sobre um empréstimo do BNDES’, porque eu ainda nao vi.

  107. Comentou em 18/02/2008 Sandra R.

    Apolonio, você é uma luz na escuridão desses fanáticos! Como eu li num comentário
    ontem: Por trás de uma verdade pode se esconder uma grande mentira!

  108. Comentou em 18/02/2008 Gabriel A.

    A estudante Marilza reduziu uma luta contra o mau jornalismo praticado pelo semanário mais vendido do país a uma bola de neve criada a partir de brigas e ofensas. E não foi a primeira, é uma pena.

  109. Comentou em 18/02/2008 Sérgio Troncoso

    Fico com o Nassif.Não vi até agora nenhuma crítica ou argumentação factual,apenas ilações nervosas ou desqualificações.Também mando um recado ao Sr. Castilho:não há mais donos da verdade?Tudo bem.Tudo passa a ser relativo?Calma aí.Contexto pessoal não tem nada a ver com verdade ou mentira.A coisa ou é,ou não é.Qualquer um pode ser chamado de safado,vendido ou imoral,o que conta é se êle é ou não é.O que comprova tudo são os fatos e afirmações,não cortinas de fumaça ideológicas lançadas pelo falatório anônimo e de baixo calão,contra ou a favor,que relativamente impune rola na Web.

  110. Comentou em 18/02/2008 Paulo Loureiro

    Em seu primeiro artigo, Carlos Castilho descreveu o que se torna mais claro a cada dia.
    Os blogs políticos, como o do Nassif, PHA e RA, têm mais semelhanças do que
    diferenças. Todos parecem financiados por alguem, defendem interesses pessoais,
    profissionais e, muito provavelmente, de quem os paga. Ambos agrupam leitores
    intolerantes com os contrários, ajindo como torcidas organizadas. Ambos não poupam
    esforços para atingir mais leitores e desqualifiacar o adversário a qualquer custo. É um
    fenomeno novo na mídia, sem sombra de dúvida. Parabéns ao Observatório por abordar
    o assunto com equilíbrio e cautela.

  111. Comentou em 18/02/2008 Ivan Moraes

    Thomas, nao tenho ideia do que voce esta falando! Se Nassif disse: ‘Uma das maiores espertezas difamatória é o jogo das falsas relações. Tipo: fulano era amigo de beltrano, que conhecia sicrano, que aprontou tal coisa. Logo… ‘ seguido de ”Disparados os primeiros petardos, Dantas procurou se aproximar de várias frentes na Veja. Há tempos mantinha relacionamento com Lauro Jardim, editor da seção Radar, onde costumava plantar corriqueiramente balões de ensaio’, o que voce esta querendo dizer a respeito de ‘semelhanca de atitudes’? Nao esta claro de maneira alguma. Se alguem entendeu por favor explique me.

  112. Comentou em 18/02/2008 Apolonio Silva

    Não falei no último comentário? Castilho é outro que compra a tese de Nassif. Não sem também brindar seus eventuais leitores com pérolas como ‘não há mais donos da verdade absoluta. Tudo passou a ser relativo…’ (antes havia?) – mas que primor de texto feito ao som de Raul Seixas! Já vejo Castilho com um lenço florido na cabeça, de mãos dadas com Lula cantando:’Prefiro sêêêêê….essa metamorfose ambulante…do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo’. Mas não se compromete:’não posso assinar embaixo…’. Comprou o que interessava e levou o recibo de Nassif aí embaixo como quem diz: Sim senhor Castilho! O senhor é de fato muito ponderado: estou mesmo numa guerra santa pelo bom jornalismo (quem sabe?…assim como o senhor…). Iria até um pouco adiante meu colega Castilho: este negócio de ficar aí só observando a imprensa, de ficar dizendo que ela deveria ser assim ou assado não é mais comigo – Meu negócio é hands-on companheiro!! Vou começar pela Veja, passo pelo Estadão, dou um pulinho na Rede Grobo…agora com licença: BANNNNZAAAAIIII. E pronto. Aonde pretende chegar Nassif, e por que começou esta jornada? Eis o fio da meada. E aí é preciso ver a sequência dos fatos da história que vem se desenrolando. E é isso que é intrigante. A impressão é que tem uma bomba no colo do moço. O que seria essa bomba que suscitou toda essa desembalada cruzada pelo ‘bom jornalismo’..?

  113. Comentou em 18/02/2008 thomaz Magalhães

    Vejam se há semelhanças.

    Escreve Nassif em seu blog (16/02/08 – 10:17):

    ‘Uma das maiores espertezas difamatória é o jogo das falsas relações. Tipo: fulano era amigo de beltrano, que conhecia sicrano, que aprontou tal coisa. Logo… ‘

    Aí, temos no primeiro parágrafo da matéria ‘O quarteto de Veja’, de sua série:

    ‘Disparados os primeiros petardos, Dantas procurou se aproximar de várias frentes na Veja. Há tempos mantinha relacionamento com Lauro Jardim, editor da seção Radar, onde costumava plantar corriqueiramente balões de ensaio.’

    Não há semelhança nas atitudes? Já apontei a questão lá no blog do Nassif e não foi publicado.

  114. Comentou em 18/02/2008 Lau Mendes

    “…….eu não pretendia tomar uma posição (embora tenha uma)……”
    Senhor Castilho seus leitores aguardam sua posição pessoal, é importante. Não espero condenações de indivíduos, não é tarefa sua, mas a analise do que foge do exercício da profissão e o que de fato é jornalismo. E neste aspecto tenho certeza que os senhores jornalistas do OI tem conhecimento de sobra para uma avaliação. Não acho justo que se rotule de briga pessoal ou política não confessa como dito no postado anterior. O assunto é informação. Ser apenas ponderado no Observatório da Imprensa não parece o objetivo desta casa.

  115. Comentou em 18/02/2008 Ronaldo Goulart

    Prezado Carlos,
    Penso que esta última postagem é mais coerente com a sua abordagem tradicional neste blog. Assim como critiquei a sua abordagem no post anterior, devo elogiar a sua ponderação e a ampliação do debate presente nesta última. Com relação a tomar posição, ou não, assim como a maneira como expressá-la, é uma escolha de cada um, e deve ser respeitada.

  116. Comentou em 18/02/2008 Ivan Moraes

    Adicionando ao meu comentario abaixo: de todos os casos que Dines expoe no livro, quase nenhum resultou em qualquer condenacao juridica de espionagem, no maximo algum jornalista foi despedido. O MP? Nao viu tampouco. Justica brasileira eh uma desgraca.

  117. Comentou em 18/02/2008 Odracir Silva

    Gostaria de parabenizar o caro Castilho, uma analise muito sobria sobre o assunto. O principal ponto ee q de todo esse bafafa ee q haja transparencia. Nao entendo muito bem as cobrancas do Nassif no post anterior. Ele q sempre reclamava das patrulhas, agora fica a patrulhar, a ser um das tais ´abelhinhas´…

  118. Comentou em 18/02/2008 Fábio de Oliveira Ribeiro

    Há bem pouco tempo resenhei um livro do Luis Nasif para o Observatório da Imprensa (http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos.asp?cod=446AZL004). Sou um grande admirador dele, mas mesmo assim não estou acompanhando o bate boca verbal entre ele e a Veja. A pseudo revista Veja não merece minha atenção. Há bastante tempo a Veja se transformou num catálogo de produtos, uma espécie de ‘Spam Genérico’ vendido como se fosse revista aos assinantes e demais compradores incautos.

  119. Comentou em 18/02/2008 Ivan Moraes

    ‘O que será que o Dines tem para dizer sobre isso?’: ja disse e nao foi pouco: seu nome aparece 14 vezes em ‘A midia e o jornalismo fiteiro’, na biblioteca do OI. ABAIXEM EM PDF E LEIAM: ‘Chicana de d ireita ou escandalo tucano’, ‘Teoria e pratica da presuncao de culpa’, ‘Quando o grampo nao eh grampo’, ‘Caso da fita, verso e reverso’, ‘ACM, a mae de todos os grampos’, ‘O fetiche das fitas’, ‘Rotina dos grampos tem uma novidade: a torpeza’, ‘Impressoes digitais’, ‘Grampo virou mordaca. O que eh pior?’, ‘Vazamentos, grampos e fitas: caso de moralismo seletivo’, ‘A volta triumfal do jornalismo fiteiro’, ‘Mafia do grampo e cumplicidade da media’, ‘Depois das fitas e grampos, o video’, ‘Sigilo da fonte protege o crime organizado’. Isso so no livro em questao…

  120. Comentou em 18/02/2008 Stanley Burburinho

    O que será que o Dines tem para dizer sobre isso? Será que nada do que está acontecendo interessa a ele?

  121. Comentou em 18/02/2008 Miro Junior

    Jogar o Nassif na vala comum é uma forma ardilosa de desqualificar a sua corajosa denúncia, e a forma pálida como tem se comportado a maioria dos jornalista diante da denúncia joga ainda mais luz sobre o grau do atual comprometimento dos nossos atuais jornalistas com os seus patrões. O rei está nu e mesmo assim seus súditos insistem nas reverências.

  122. Comentou em 18/02/2008 Luis Nassif

    Obrigado pelo comentário ponderao. Do seu leitor, Nassif.

  123. Comentou em 18/02/2008 ailton filho

    Falando de mídia: Os donos da grande mídia sabem muito bem que a maioria de seus leitores não é lá muito fã de análises. Querem tudo moído e triturado para uma fácil digestão. É uma pena que em pleno século XXI essa seja ainda a consciência vigente. O debate é ponto central na metamorfose do crescimento, só não vem sendo estimulado pela parte podre da mídia que condena antes mesmo que se tenha o direito de defesa.
    Falando de política: quem é condenado ou não é tema pra outra discussão.

  124. Comentou em 18/02/2008 Alexandre Carlos Aguiar

    Embora a Sra. Liliana aí abaixo ache desagradável (e eu compactue com isso) não há como escapar desta inclinação dos ‘formadores de opinião’. Todos somos políticos, no sentido de nos relacionarmos em maior ou menor grau com o vizinho, com o leitor, com o alvo de nossos interesses. A opção de ficar ‘em cima do muro’, de imparcialidade, revela titubeios e descompromissos, que têm também, por paradoxo, os seus interesses. Resta-nos discutir a quem devemos os tais ‘interesses’. Creio ser esse o objetivo do debate levantado por Luis Nassif, em relação aos interesses da mídia.

  125. Comentou em 18/02/2008 Liliana Amâncio

    Eu acho de muito mau gosto (para não usar de expressão mais pesada) jornalistas conhecidos do grande público incentivarem as pessoas, que defendem essas ou aquelas ideologias políticas, a não ler e não comprar determinado jornal ou determinada revista.
    Será que não seria de bom tom deixar-nos escolher o que queremos ler para tirarmos, nós mesmos, as nossas conclusões?
    Isso é ou não é uma ditadura midiática?
    Não somos leitores de cabresto como nos definiu maldosamente o jornalista Mino Carta.
    Não precisamos de patrulheiros raivosos. Não precisamos que nos dêem direção. Somos nós mesmos o leme de nossas vidas.
    A blogosfera veio para dar maior opção de escolha às pessoas, mas virou a casa -da -mãe -joana onde todos falam o que quer sem nenhum respeito mútuo, onde não se respeitam as opiniões contrárias, virou um espaço de disputa política.
    E esse caos e essa desordem só tendem a piorar.

  126. Comentou em 18/02/2008 Ivan Moraes

    ‘Toda essa polêmica é devida às denúncias que a revista Veja faz do governo do s. Lula da Silva’: nao, eh a respeito de espionagem paga. A maior revista do Brasil eh acusada de espionagem paga e ninguem da imprensa fala uma palavra a respeito das acusacoes nem dos processos, e… NINGUEM esta suposto a acreditar que eh espionagem paga e coordenada. Entao ta bom…

  127. Comentou em 18/02/2008 marilza alcantara

    Será que as pessoas gostariam que o governo não fosse investigado? ou que, se investigado, parassem por aí as investigações?
    Toda essa polêmica é devida às denúncias que a revista Veja faz do governo do s. Lula da Silva, daí uma coisa puxa outra, estendem-se as brigas que viram ofensas e viram uma bola de neve.
    Só isso.
    Mas uma coisa é certa: nunca antes neste país, militantes de partidos políticos tentaram boicotar jornais, revistas, redes de televisão e produtos.
    Conclusão: quem ontem atirou pedras, hoje não agüenta ser a vidraça.

  128. Comentou em 18/02/2008 claudia zardo

    NÃO PUBLIQUE – É SÓ UM RECADO

    Olá, entendi direitinho o que o Sr. quis dizer. Não é culpa sua. Paixão política e analfabetismo funcional são duas coisas que tiram a capacidade dos neurônios.

    Por favor, ponha-se no lugar do Nassif. Ele está acuado, poucos colegas ficaram do lado dele. Antes de ser jornalista , ele é gente. É natural que em uma pendenga esperemos que os amigos nos sejam leais- que tomem partido. Ele está sob pressão. O Cérebro, portanto, não tem clareza.

    Tudo isso não será ruim. Como a carta que enviei no 11 de fevereiro para o Civita, falo alusão ao 11 de setembro da mídia. Veio o Kamicase e bummm, bateu na torre de papel. O mundo jornalístico entra em uma nova fase.

    Não se trata também de opinião e fato. O esquema é outro. Tire os óculos. Feche os olhos e perceba antes o homem que faz a notícia, depois leia a notícia. O Sr. vai ler com outros olhos.

    Hipótese 1 – O Nassif quer uma revisão editorial no trabalho da Veja. Como parte integrante da cultura mineira, ele foi influenciado pelo desejo de revolucionar, de mudar as coisas.

    Hipótese 2 – Ele guarda uma mágoa de alguém aí dentro e está projetando o ressentimento por meio da ferramenta do jornalismo.

    Hipótese 3 – Ele objetiva as duas coisas: a revisão editorial e o descarrego da mágoa.

    Ademais, releve. Conheço o texto do Nassif. Creio que aquele post não é dele. Olho em armadilhas.

  129. Comentou em 18/02/2008 Carlos N Mendes

    Tudo que quero é a morte da ‘verdade absoluta’ – esse é o dogma dos ‘formadores de opinião’. Viva a internet. Viva os blogs. Morte aos donos da verdade. Bem, eles não precisam morrer, mas se tiverem algumas noites de insônia, vai ser muito bom…

  130. Comentou em 18/02/2008 Fernando Tecema

    Tanto no artigo anterior quanto neste, acredito que você não está fazendo a leitura correta do que está ocorrendo. Não é o mesmo caso americano de blogs conservadores x liberais. Não é governo x oposição. Não é PT x PSDB. Não é um debate político ou ideológico.
    Trata-se de um jornalista de peso escrevendo uma série de artigos criticando duramente o tipo de jornalismo praticado pela revista mais vendida do país.
    Falar em ‘questões político-partidárias (articulações voltadas para as eleições de 2010)’, dá para o assunto um dimensão menor que o que ele realmente possui. Aliás, eu não li nada que indicasse isso.

  131. Comentou em 17/02/2008 Dulce Leão

    Carlos, tomar posição é uma questão muito pessoal. Principalmente em situações onde ter coragem é primordial. As denúncias do Nassif visam unicamente uma imprensa mais limpa, mais ética. Onde pelo menos ao ler uma reportagem/editorial/coluna, você tenha a certeza que o intuito do jornalista é a informação ao seu leitor, e NÃO A VENDA DO SEU LEITOR, PARA QUEM TEM INTERESSES IMPRESARIAIS UTILIZÁ-LO COMO ‘PLATÉIA’, DOS SEUS EMPREENDIMENTOS OU TRAMÓIA. AS DENÚNCIAS DO NASSIF ENVOLVEM PARCERIAS QUE SE APRESENTAM ESPÚRIAS ENTRA A MÍDIA EO JUDICIÁRIO. ISTO É INTERESSE DE TODOS. SÓ MESMO ALGUÉM COM A BAGAGEM PROFISSIONAL E MORAL DO JORNALISTA PARA ENFRENTAR O PODERIO DA VEJA. MAS UMA COISA É CERTA, ALTAS TORRES TAMBÉM, E NADA SERÁ COMO ANTES PARA A VEJA APÓS AS DENÚNCIAS DO NASSIF. NO MÍNIMO, PERDEU COMPLETAMENTE A CREDIBILIDADE, PERDERÁ ANUNCIANTES E SERÁ TAMBÉM BOICOTADA. ISTO É A FORÇA DE QUEM NÃO ADMITE MAIS ASSASSINATOS DE REPUTAÇÕES, TRAMBIQUES EDITORIAS, E CHACOTAS DE NOTINHAS. O QUE QUEREMOS AGORA É UMA IMPRENSA LIVRE E ÉTICA, FATOS E NÃO BOATOS. NÃO ACEITAMOS MAIS O JORNALISMO DE CONJECTURAS, QUEREMOS O JORNALISMO FACTUAL, SEM USAR AS PÁGINAS DA REVISTA PARA FABRICAR ÁLIBES JURÍDICOS PARA EMPRESÁRIOS QUE PAGAM CARO, POR ‘NOTÍCIAS’ QUE OS TIREM DE APUROS LEGAIS. LUIS NASSIF, É O PROFISSIONAL QUE ENTRA PARA A HISTÓRIA, COMO O ÚNICO QUE MOSTROU A CARA, E BATEU FORTE NA VEJA

  132. Comentou em 17/02/2008 Ivan Moraes

    ‘Carlos, você não tem idéia do que esta escrevendo’: nao eh o bastante. Porque razao Castilho nao sabe o que esta escrevendo, quem o diz, e porque razao? Documente os seus argumentos, por favor.

  133. Comentou em 17/02/2008 Wagner Moraes

    Carlos,

    você não tem idéia do que esta escrevendo. Acho melho o OI destacar algupem mais bem preparado para tratar deste caso. Você, definitivamente, depois deste segundo post, tentanto explicar-se, piorou muito mais sua situação.

  134. Comentou em 17/02/2008 Ivan Moraes

    ‘No primeiro artigo, vc disse que a disputa entre Nassif e Veja seria uma disputa empresarial onde as partes interessadas forneciam informações aos blogueiros’: a palavra ‘blogueiro’ nao aparece no primeiro artigo de Castilho ate se referir ao leitor Odracir e ‘Reinaldo Goncalves’ no ultimo paragrafo.

  135. Comentou em 17/02/2008 Adjutor Alvim

    Carlos,

    desculpe mas não concordo com seu posicionamento. No primeiro artigo, vc disse que a disputa entre Nassif e Veja seria uma disputa empresarial onde as partes interessadas forneciam informações aos blogueiros. Entretanto, o Nassif coloca a disputa justamente como uma luta contra o jornalismo engajado nessas disputas empresariais.

    Ou seja, se sua colocação no primeiro artigo foi correta, o Nassif está se comportando exatamente como os que critica. O que eu gostaria de saber é se você tem algum indício sobre isso ou você acredita que o que o Nassif está fazendo é realmente um trabalho investigativo sobre a veja . Caso você acredite que a primeira opção seja a verdadeira, isso implicaria em que o Nassif seria um farsante.

  136. Comentou em 17/02/2008 Adelson Bastos

    Sr, Carlos Castilho,

    Concordo com tudo que coloca acima, um grande avanço pra democratizar a informação e opiniões do ‘coletivo das pessoas’, como afirma, é a internet em especial os blog´s , ‘novo ambiente de de discussão´.
    Mesmo sem querer tomar uma posição no texto está implicíto de que lado o Sr. está.
    Na minha opinião acho que o OI demorou para ‘sair do armário’ e em alguns casos, é omisso contra ‘o jornalismo de esgoto’ e irresponsavéis de alguns veículos da imprensa.

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