Sexta-feira, 15 de Dezembro de 2017
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº970

CÓDIGO ABERTO > Desativado

A revista e a colunista: que diferença!

Por Luiz Weis em 06/05/2006 | comentários

Nunca ninguém perderá dinheiro apostando na revista Veja. Quer dizer, nunca ninguém perderá dinheiro apostando que não há limites para o jornalismo de esgoto que de há muito se tornou a sua marca registrada.


A capa da edição desde hoje nas bancas – mostrando um presidente Lula de costas com a marca de uma sola de sapato no traseiro – só não é de mais baixo nível do que aquelas que a sucederão. Se não na semana que vem, logo, logo. Ninguém perde por esperar.


Mas a grande imprensa brasileira, felizmente, é mais diversa do que conseguem enxergar aqueles que raciocinam em bloco e acham que tudo é farinha do mesmo saco vejal – rima com latrinal.


Prova disso é o artigo da colunista Miriam Leitão no Globo de hoje, intitulado ‘O sim e o não’.


Trata do mesmo assunto que a matéria de capa da revista tabloidesca. Mas que diferença!


Pode-se discordar da primeira à última palavra do artigo. Ainda assim, é um portento de clareza e lógica na defesa de uma posição crítica ao governo. Clareza, lógica e boa educação jornalística, cabe acrescentar.


É uma aula de como se pode expor uma posição com coerência e civilidade, em termos ao alcance do leitor comum, apelando para os seus altos instintos e não para a fúria de derrubar alambrados que existe numa parcela do público – de direita e de esquerda.


Se me permite uma sugestão, faça com a Veja o que ela fez com o presidente Lula e abra a cabeça para os argumentos da colunista do Globo. O seu texto está em http://oglobo.globo.com/jornal/colunas/miriam.asp


***


Os comentários serão selecionados para publicação. Serão desconsideradas as mensagens ofensivas, anônimas, que contenham termos de baixo calão, incitem à violência e aquelas cujos autores não possam ser contatados por terem fornecido e-mails falsos.

Todos os comentários

  1. Comentou em 11/05/2006 ECIVALDO souza dos santos

    só não deixo de ser assinante de veja por variados motivos, que vão desde o principio democratico do contraditorio ; a torná-la objeto de estudo do jornalismo que serve e atua como instrumento de propagação de ideologias dominantes, que engessam a mobilização social por igualdade.E sobretudo demonizam qualquer centelha de conhecimento que a ela se opõe.

  2. Comentou em 10/05/2006 Sérgio Prado

    Luiz Paulo:
    Procure uma CAPA de revista, seja qual for, que tenha sido tão ofensiva quanto a última. Ofensivo o semanário sempre é, sempre foi, e piorou muito desde a morte de Victor Civita, que defendia seus interesses ao menos de modo mais discreto. Seu filho é um lunático alucinado.
    A Carta Capital, pelo menos, admite editorialmente seu apoio ao governo. Você pode criticar o apoio, mas não vai criticar outros órgãos que se dizem puros, limpos, isentos, e assumem a postura de aúlicos da moralidade? Como se PFL/ACM nunca tivesse sido encampado pela Abril…
    Luiz, ouça parte das pessoas, converse com aqueles que criticam Lula… Você tem argumentos para isso, eu tenho, muitos têm, mas a maioria dos que criticam chamam-no de ‘falta um’, comentam disfarçadamente seu analfabetismo, sua língua presa, etc… Criticá-lo? É claro, ele merece tantas críticas que 1400 ou 5600 toques não são suficientes, mas argumentando, apontando os erros, o que parece sujo… Expondo opinião sobre esta ou aquela decisão, sim.
    Se a Carta Capital é ruim, não significa que a Veja tem de ser boa.

  3. Comentou em 10/05/2006 Rogério Ferraz Alencar

    Não sei onde Lula estava, para não colocar o Sr. Hélcio Lunes como ministro das Relações Exteriores. Graças a Deus, nós, que lemos este blog, tomamos conhecimento da existência desse senhor. Tomara que ele se candidate a presidente da República, para que possamos votar nele e ter, finalmente, uma pessoa preparada na presidência. Um homem que sabe exatamente como devem ser as relações entre países; que sabe distinguir perfeitamente o momento de aplicar atitudes técnicas e ideológicas; que saberia escolher pessoas preparadíssimas para assessorá-lo (um ato de modéstia, até, ele ter assessores, pois, é visível, ele não precisaria disso) e que seria um presidente extremamente competente. Fico só imaginando o baile ele daria em Lula, nos debates, durante a campanha. Senhor Hélcio, eu lhe rogo: candidate-se a presidente! Tire-nos, de uma vez por todas, do terceiro mundo!
    Ou, pelo menos, monte uma escola preparatória para presidentes! Tenho certeza de que, administrador como o senhor é, teríamos, de agora em diante, presidentes super-preparados, se o senhor mesmo não resolvesse sê-lo!

  4. Comentou em 09/05/2006 L. Paulo Azevedo

    A ironia usada com Lula é fichinha perto do que fizeram com outros governos e perto do que publicações internacionais fazem com seus governos. Essa grita em favor do governo Lula, ainda mais depois de tanta sujeira grossa, é de um grotesco sem limites!
    A verdade é que a Veja tem uma linha editorial que nem me agrada muito, mas é a única publicação que está batendo de frente com o panfletismo petista, como o de Carta Capital, cujas verbas publicitárias são inteiramente dependentes do governo.
    E o resto da imprensa, para denunciar as maracutaias de Lula e sua corja, tem de negociar desse jeito, como faz o sério jornalista Luiz Weis, que critica a Veja para atender as emoções de uma horda de fanáticos mal-informados.

  5. Comentou em 09/05/2006 Geraldo Magela da Silva Xavier

    Eo Chico Buarque falou sobre isso(tratamento grosseiro dispensado a Lula como consequencia do preconceito) antes dessa edição da veja ter sido publicada (entrevista na folha de Sábado).

  6. Comentou em 09/05/2006 L. Paulo Azevedo

    Só para lembrar: durante o malfadado governo Collor, a resistência da imprensa foi infinitivamente maior que a enfrentada pelo governo Lula que, como sabem aqueles que liam jornais desde então, sempre contou com forte apoio da mídia, que agora é acusada de golpista e preconceituosa. O único apoio ao governo Collor veio da rede Globo e de publicações notadamente conservadora. E mesmo essas, não precisou ocorrer nem a metade dos fatos que se acumulam na gestão Lula, para se voltar também contra o governo Collor. A Folha de S. Paulo, que brigou fortemente com aquele governo desde a candidatura, publicou um editorial em preto, de luto, conclamando a população a pedir o impeachment. Acho que tem gente que desconhece dessa missa o Pai-Nosso. Quanto a FHC, era uma grande promessa e foi tratado pela mídia como tal. Tinha um projeto modernizador do país do qual o governo atual pôde se beneficiar dando continuidade. No entando, a perseguição da mídia a FHC foi tão implacável que esta deu espaço até a dossiês falsos, coisa que não ocorreu com o atual governo. Ao contrário, mesmo atualmente listas falsas e calúnias produzidas por uma certa militância ocuparam espaço privilegiado na mídia sem comprovação alguma e, posterioremente, desmentidos, já que descoberta a fraude e autoria, a despeito da abundância de escândalos respaldados em claras evidências, testemunhos, etc, etc.

  7. Comentou em 09/05/2006 L. Paulo Azevedo

    Sobre a capa de Veja, eu enxergo a cois da seguinte maneira, se Eneas Carneiro ou Garotinho tivesse vencido as eleições qual a tolerância devida pela imprensa a seus governos, frente ao histórico e credibilidade política que acumularam ao longo de suas trajetórias ou perfil político. O posicionamento da mídia não-ideológica, não engajada, tem propósitos que nada tem que ver com essa convicção de alguns de que esteja simplesmente a serviço de uma ‘elite golpista’. O governo Lula chegou por meios democráticos ao poder. Antes de sua eleição, várias pessoas diziam que ‘a elite’ não o deixaria ser eleito, coisas afins. A discussão racional dispensa tais folclores. Lula está em exercício do poder e teve anos a fio para mostrar a que veio, se fosse verdadeiramente uma vítima do preconceito, coisa que não acredito, não nos dias que correm, pois o ambiente intelectual é, ao contrário de preconceituoso, muito favorável a suas origens, assim como a sociedade em geral, com a qual a maioria dos brasileiros se identifica. Preconceito é acreditar que só Lula representa o povo sofrido do Brasil, sendo ele um ex-sindicalista talentoso que soube defender seus interesses e construiu o maior partido do país. Preconceito é acreditar que o país foi construído, a democracia, enfim, tudo é mérito de Lula e do PT. Isso tem um só nome: populismo rasteiro. E não é novidade em terras tupiniquins.

  8. Comentou em 09/05/2006 L. Paulo Azevedo

    sérgio luiz, a Petrobras é uma SA com capital majoritariamente estatal. é uma estatal portanto, ponto. a veiculação ostensiva sobre a participação privada da estatal tem o único propósito de afastar a atenção do realmente interessa, pois apelando para o ódio ou desprezo que parcela da população, por razões ideológicas antes de tudo, cultiva pela classe empresária, o que, embora eu não defenda empresários, uma vez que não tenho sequer capital, acho isso uma flagrante demonstração de nosso atraso mental. Não fosse o forte investimento de indústrias como VW no país não teria sequer surgido o movimento sindical, que arregimentou centenas, milhares de pessoas que migraram das áreas rurais em busca de emprego nas capitais.

  9. Comentou em 09/05/2006 Sérgio Luiz do Prado

    Antes, ao Hélcio: a Petrobrás não pertence ao sofrido povo brasileiro. É uma SA, e verdade que com capital majoritariamente estatal (por enquanto). Quero que se dane o lucro e os dividendos aos acionistas da Petrobrás. Antes de ser brasileiro, sou ser humano.
    Assim, para mim, o erro de Lula pode ser o de se imiscuir nessa crise, se quiser.

    Caro Weis, a capa da Veja e muita das reações decorrentes dela deixa claro que aqueles que sempre tiveram preconceito contra o nordestino-sindicalista-sem diploma, independente dos erros de seu governo, esperavam a oportunidade para dar vazão ao seu sentimento sem mostrá-lo tão latente.
    FHC e Collor, os dois últimos eleitos da nossa voto-democracia, não tiveram governos mais limpos do que o sujo governo Lula, mas se tivesse havido uma capa tão explicitamente ofensiva contra os dois, teria ocorrido uma grita danada contra o ataque à ‘instituição da presidência da república’.
    A incompetência política petista e o governo Lula não me agradam e eu não o escolhi, mas não dá pra deixar de observar que a esmagadora maioria das críticas contra Lula e seu governo tem fundo pessoal, preconceituoso, grosseiro.

  10. Comentou em 08/05/2006 Hélcio Lunes

    O Presidente Lula mais uma vez mostra o seu despreparo para estar aonde esta. A ignorância do que sejam as relações entre países, a ideologização de atitudes que deveriam ser técnicas, e a confiança de que ‘conversando’, ‘com jeitinho’, tudo se resolve, esconde a incompetência do presidente e o despreparo dos encarregados de assessora-lo na área externa.
    O Brasil teve uma propriedade sua, e não do povo boliviano invadida pelo exercito daquele país como se os que trabalham nas refinarias (brasileiras e não bolivianas) fossem bandidos, e não existissem contratos a serem respeitados entre países! A reação brasileira foi tíbia e irresponsável, pois o estado deve zelar pelo patrimônio de cidadãos, e empresas, legalmente constituidas naquele país! É revoltante ver os bolivarianos de sempre defendendo a agressão ao Brasil, em nome ‘do sofrido povo boliviano’, esquecendo-se que a Petrobrás pertence ao ‘sofrido povo brasileiro’ e não a meia dúzia de governantes incompetentes e despreparados!

  11. Comentou em 08/05/2006 Claudia Rodrigues

    Uau! Dizer que a política na Bolívia da parte de FHC foi ‘temerária’ é denúncia da mais absoluta má-fé, ainda mais se vindo de alguém que apoiou a política externa do governo Lula, que flerta até com a ditadura de Fidel, sob a alegação de construir alianças na América Latina. FHC pode de fato ter errado já que sua formação esquerdista o levou ao sonho de costurar alianças como o Mercosul em vez de inserir o país, isoladamente, no contexto da Alca. Mas ele usou da boa lógica, que era fortalecer o país por meio de uma comunidade regional em vez de embarcar numa aliança solo que poderia reduzir nosso poder de negociação num contexto de negociação direta com países desenvolvidos, como EUA. Agora como ele podia saber que a América do Sul ia se meter nesse buraco em que meteu com o governo de Lula que apoiou a eleição de um cocaleiro que, aliás, desmoralizou totalmente o governo brasileiro, jogando água abaixo as ambições do Brasil, que, aliás, agora retrocedeu até em sua já há muito conquistada liderança na América Latina. Estamos no rumo mais errado possível.

  12. Comentou em 08/05/2006 armando dias

    Não sei o que está acontecendo com o Silvio Pereira. O Relator da CPI dos Correios Osmar serraglio(PMDB-pr) afrimava logo no início da CPI que o esquema Marcos Valério girava valores entre tres a quatro bilçhões de reais. Vem agora o Silvinho desqualificar o Serraglio afirmando que era de apenas um bilhão. Ainda continuo acreditando no deputado ‘!polvora pura’ e acho que, após 11 meses de investigação na CPIs, PF, Ministério Público, Jornais e revistas de todo o brasil, o montante deve girar hoje emtorno de no mínimo 11 bilhões de reais. Crescimento de um bilhão por mês. Faço um apeloao Silvio Pereira para não estragar ainda mais o show da oposição escrita e falada do Brasil. Ninguem merece.

  13. Comentou em 08/05/2006 Célio Mendes

    Veja e Pasquim que comparação injusta … , para com o Pasquim é lógico, afinal era uma publicação muito mais séria do que o panfleto semanal da editora Abril.

  14. Comentou em 08/05/2006 Maria Izabel Ladeira Silva Silva

    Caro Luiz
    Discordo do exemplo que você escolheu. Miriam leitão NÂO é referencia de colunismo decente. No início da crise com a Bolívia ela só faltou pedir o bombardeio nuclear do país vizinho. Se a diplomacia brasileira fosse pretar atenção ao que ela prega, estariamos hoje em guerra com a Bolívia. Agora ela vem com um texto manso e supostamente civilizado. Alguém deve te-la alertado para a incoerencia de suas analises na medida em que, a atual política de importação de gás foi uma jogada temerária, de alto risco para o Brasil, arquitetada no governo FHC. A diplomacia do governo LULA tem sim competencia para lidar com a questão e está conduzindo muito bem as negociações de modo a garantir o fornecimento de gás para a industria paulista. Já a senhora ‘santa’ colunista, tentou passar, o tempo todo , a imagem de que a diplomacia brasileira é burra e ineficiente. Não colou.
    No que se refere à revista VEJA, não se trata de uma peça de bom humor . É grosseria mesmo. Falta de respeito ao povo brasileiro! Apelo desesperado e histérico a baixaria! Coisa de quem não tem mais para onde apelar!

  15. Comentou em 08/05/2006 Maurício Araújo

    Se fossemos depender da imprensa para fazermos política externa, o Brasil já estaria em guerra com a Venezuela, a Argentina e Bolívia tudo para defender os interesses da indústrias paulista (grandes anunciantes da nossa imprensa). Provalvelmente também estaríamos atolados no Iraque para bajular o EUA.
    A única análise lúcida sobre os acordos da Petrobrás com a Bolívia (mais uma herança maldita) foi da Carta Capital e do jornalista Luis Nassif, da Folha.
    Não vi nenhuma análise profunda sobre os acontecimentos na Bolívia, o porque gás custa U$ 2.00 na Bolívia enquanto o mundo paga U$ 15,00.
    A imprensa deu mais espaço para os embaixadores aposentados do que os atuais, não avaliando que a política externa brasileira mudou e para melhor, tanto que nossa balança comercial está melhor a cada dia apesar da tão propalada desvalorização do real.

  16. Comentou em 08/05/2006 João Atanazio

    Estou tentado a perguntar ao Luiz Weis, com todo a admiração e repeito que lhe tenho, o que é que pensa o nobre escriba sôbre Millôr Fernandes, Paulo Francis, (que falta nos faz) Paquim, os irmãos Caruso, e Etc…
    A forma como Essa turma de velhacos está conduzindo nossos destinos deve e tem que ser atacada por todos os flancos: com boas maneiras quando for possivel, e com pé na bunda quando necessário. Nas circunstâncias atuais, parece-me necessário.
    A ocasião era outra, o combate era com outro tipo de inimigo, mas os que contam com mais de 50 talvez lembrem de uma capa do Pasquim que estampava o Super ministro Delfim Netto ( a época negociava com o FMI) de calça arriada, nádegas abundantes expostas, tendo abaixo dois americanos de cartola colorida, um perguntando ao outro: que acha Sam?…
    Sem pretender defender a VEJA – nem Ela precisa, acho que o fato não merece ter tratamento tão severo.

  17. Comentou em 08/05/2006 Flávio Giesen

    E as baixarias que os comunistas faziam nos governos militares não contam? Está certa a VEJA em transmitir nosso pensamento.

  18. Comentou em 08/05/2006 Haroldo Mourão Cunha

    Li em alguns cometários que é isso ( Pé na bunda) que o atual governo faz com o povo. Gostaria imensamente de saber o que os anteriores fizeram? Nossa situação anteriormente era melhor?
    Independentemente de ser a favor ou contra um governo, deve se ter um mínimo de respeito às instituições. No Reino Unido, nos USA(ão), na Itália e em outrs lugares, há um judiciário que aplica pesadas multas por difamação e ofensas de jornalistas, em proibir suas matéria, como deve ser feito aliás! E aqui no Brasil, o que vemos? Não há a vontade de ninguém que nosso código penal seja revisto e modernizado (Olha o Pimenta Neves solto), nossas leis eleitorais sejam sérias e com prazos maiores de validade. Domcracia não se faz com unanimidade. Devemos respeitar as diferenças, pois só assim poderemos ter um debate profícuo de idéias. Em tempo, sou eleitor de Lula, por tudo que já li e já vi no passado, mas a sensatez e a serenidade tem que prevalecer. Ou então daremos vivas a torcida do Corinthinas!

  19. Comentou em 08/05/2006 Iorgeon Haenkel

    Concordo com o Kleber. Se existem os conselhos de Medicina, Biologia, Engenharia, Arquitetura, Administração, Contabilidade, Advocacia e várias outras profissões, por quê não o de Jornalismo? Os jornalistas estão acima do bem e do mal? Como em todas as profissões, existem bons e maus profissionais. Não vejo nada de mal em Jornalistas julgarem Jornalistas. O conselho não seria formado por jornalistas? Ou será que os jornalistas têm medo de seus pares?

  20. Comentou em 07/05/2006 Leonardo Quadros

    Opinião é igual ao ‘oritimbó’, cada qual tem o seu. Você (Luiz) vilipendia a forma e o modo como a VEJA forja as reportagens, entretanto, há quem se divirta e prestigie. O mundo seria um tédio se só tivéssemos Lordes fazendo reportagens. Talvez a classe política não mereça esse tratamento citado no seu texto: ‘aula de como se pode expor uma posição com coerência e civilidade’. Enfim, as reportagens da VEJA estão alinhadas com a qualidade da classe política atual.

  21. Comentou em 07/05/2006 janice tomanini

    Sr Kleber, acha que Lula deveria expulsar Civita e Diogo do Brasil? Como faria com o jornalista norte-americano? Deve ser a favor do Conselho Federal de Jornalismo, também. Vamos dormir com esse barulho.

  22. Comentou em 07/05/2006 Iorgeon Haenkel

    Esta é uma das consequências de uma mídia sem credibilidade, para recuperá-la leva-se muito tempo.

    07/05/2006 – 10h33
    Mídia venezuelana tenta superar crise de credibilidade pós-Chávez
    Publicidade
    da Folha de S.Paulo

    Os jornais venezuelanos se recuperam lentamente de uma séria crise de credibilidade. Em 1998, com a eleição de Hugo Chávez, a mídia se converteu em ator político, ocupando o vazio deixado pela desestruturação dos partidos.

    O diagnóstico é de Boris Muñoz, ex-chefe de redação da revista ‘Nueva’, ex-correspondente em Nova York do ‘El Nacional’, de Caracas, e atualmente professor da Universidade Central da Venezuela. Muñoz fará uma palestra sobre a dificuldade de fazer jornalismo numa guerra midiática no Fórum Folha de Jornalismo, que acontece nos dias 10 e 11.

  23. Comentou em 07/05/2006 Kleber Silva

    Acabamos de presenciar um espetáculo grotesco e de extrema baixaria
    de Veja , um folhetim de quinta categoria , exemplo de imprensa marrom, que cada vez mais comprova sua incompetência . Desprovida de argumentos convincentes para com a opinião pública na sua luta vã e desesperada em derrubar o governo , com o apoio da oposição golpista ( a nova UDN tucano-pefelista ) a revista parte para o desespero na derradeira tentativa fútil porque não surtiram efeitos os ataques anteriores e as calúnias vomitadas no leitor . As pesquisas eleitorais comprovam este fato . O Lula tem muita paciência com essa ‘revistinha’ . Será possível que ninguém tomará uma providencia contra os abusos dessa imprensa marrom ? Uma sugestão para o destino de Veja : o lixo , porque através deste ,talvez a revista seja reciclada !!

  24. Comentou em 07/05/2006 Iorgeon Haenkel

    O grupo ABRIL vendeu parte do seu capital para empresas estrangeiras, diga assimde passagem, um dos acionistas dete grupo é o Cisneiros, aquele que tramou o golpe contra Hugo Chaves. Por este motivo não é de se estranhar que a VEJA de três anos para cá venha adotando a mesma linha editorial que o Cisneiros adotou na Venezuela. Só espero que as consequências sejam diferentes das que observamos na Venezuela. Alguns Jornalistas só perceberam a irresponsabilidade que estão cometendo quando este país se tornar um caldeirão em fervura. Ai eu quero ver a nossa classe mérdia e nossas ‘elites’ pouco conscientes se esconderem debaixo da cama ou se mudarem para Maiame.

  25. Comentou em 07/05/2006 Hélcio Lunes

    Sinceramente Weis, não entendi essa de ‘jornalismo de esgoto’ aplicado à Veja. Você é uma pessoa vivida e viajada o suficiente para saber que poucos países no mundo livre tem essa ‘coisa’ de ‘respeito’ à figura do presidente da república. Observe o que os jornais americanos fizeram com o Clinton ou fazem com o Bush! Ou o que os italianos fazem com Berlusconi. Sem falar nos incríveis jornais e tablóides ingleses com a família real, o prefeito de Londres e o primeiro ministro Blair.
    Achei fantástica a capa da Veja, com o Lula levando um pé nos fundílhos. Além de bem humorada é realista e fiel aos acontecimentos. Ou o Lula não pisou mais uma vez no tomateiro? Tudo bem você achar que o texto da Miriam Leitão (realmente muito bom) tem uma abordagem mais ‘light’ do que a Veja. Acho apenas que a palavra ‘esgoto’ usada por um jornalista que lá trabalhou, não passaria no critério bom mocista do blog do Weis!

  26. Comentou em 07/05/2006 Elder Costa

    Ainda não li o artigo de Veja. Mas a capa é, em minha opinião, ótima. No fundo é isso mesmo que Kirchner, Chaves e Morales têm feito conosco, pobre povo brasileiro, devido à política externa chã que este governo tem praticado. Nada mais justo que o grande condutor da nação nos represente nessa foto, já que 180 milhões de brasileiros não caberiam na capa.

  27. Comentou em 07/05/2006 José Carlos dos Santos

    Caro Weis,é inacreditável o posicionamento da Veja, e eles ainda me mandam tanta propaganda para que eu assine, Deus me livre. Já a Miriam mudou o seu discurso, pois num primeiro momento ela também anunciou o fim do mundo da energia. Agora está mais ponderada, mas o que eu tenho a dizer a esse respeito é evidente que não haverá o apagão que a oposição está rezando pra que ocorra, temos folga e continuaremos a ter.

  28. Comentou em 06/05/2006 janice tomanini

    A capa da Veja é desrespeitosa? Desrespeitoso é o que estamos vivendo com esse governo. Desrespeito é Lula dizer as barbaridades que diz. Fazer as barbaridades que faz. Desrespeitoso, é ler uma entrevista de Chico Buqrque de Holanda, que por sinal poderia continuar calado, que não faria a menor diferença; falar em ‘rejeição despropositada a Lula’. Perdão, jornalista Weis. Nada deixa-me mais indignada, que o assalto aos cofres públicos.

  29. Comentou em 06/05/2006 Iorgeon Haenkel

    06/04/06 (Agência Estado)

    O chanceler rebateu as críticas do Congresso e da opinião pública à posição oficial adotada para a questão e argumentou que uma reação ‘estridente’ do Brasil levaria a Bolívia a radicalizar sua política.

    ‘Vamos defender, sim, o interesse da Petrobrás. Vamos defender, sim, os interesses do consumidor brasileiro. Vamos defender, sim, o abastecimento do Brasil’, afirmou. ‘Se o preço chegar a um determinado nível, pode tornar-se mais interessante usar óleo combustível ou gás liquefeito de petróleo, dependendo da atividade. Essas atividades (setores) têm de medir os preços que estão dispostas a pagar em função das alternativas de combustíveis que dispõem.’

    Segundo Amorim, o gás não é uma commodity, como o petróleo. O gás boliviano, ressaltou, é apenas um insumo ‘vendido na região para viabilizar atividades da mesma região’. O ministro disse que isso ficou explícito no comunicado final do encontro entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva, Evo Morales, da Bolívia, Hugo Chávez, da Venezuela, e Néstor Kirchner, da Argentina, anteontem, em Puerto Iguazú.

  30. Comentou em 06/05/2006 Iorgeon Haenkel

    Creio que o Celso Amorim, o Lula e o Gabrielli sabem o que estão fazendo. Estes senhores são mais competentes do que nós imaginamos.

    06/05/2006 – 13h16
    Petrobras recorrerá a arbitragem se acordo não sair em 45 dias
    Publicidade
    da Folha Online

    A Petrobras anunciou nesta sexta-feira que irá recorrer a um tribunal internacional de arbitragem caso não consiga fazer um acordo com o governo da Bolívia sobre a nacionalização dos hidrocarbonetos do país em um prazo de 45 dias.

  31. Comentou em 06/05/2006 Alberto

    Obrigado pelo seu alerta. Vou imediatamente assinar a revista VEJA para constatar o que você diz. hahahaha

  32. Comentou em 06/05/2006 Iorgeon Haenkel

    Enquanto alguns opinionistas frustados questionam a política externa e Econômica do governo Lula e ficam comparando India com o Brasil, vejam o que está acontecendo por lá. Devido ao rítmo de crescimento insustentável a India está prestes a passar por um RISCO DE APAGÃO . E esse o tipo de crescimento que o PSDB/PFL e os pouco inteligentes querem. 06/05/2006 – 15h35 Lojas e fábricas da Índia fecharão mais cedo para poupar energia Publicidade da Efe, em Nova Déli O Tribunal Supremo determinou ontem aos governos regional e estadual a adoção de medidas dentro de 15 dias para combater a crise energética. O governo regional não demorou a reagir. Poucas horas depois da decisão judicial, anunciou drásticas medidas para reduzir o consumo e tentar evitar os constantes cortes de eletricidade. LEIA MAIS NA FOLHA

Código Aberto

x

Indique a um amigo

Este é um espaço para você indicar conteúdo do site aos seus amigos.

O Campos com * são obrigatórios.

Seus dados

Dados do amigo (1)

Dados do amigo (2)

Mensagem