Terça-feira, 22 de Maio de 2018
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº987
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CÓDIGO ABERTO > Desativado

Conteúdo salva transmissão do milésimo Roda Vida com Lula

Por Alceu Nader em 08/11/2005 | comentários

Primeiro: não se pode dizer um ‘a’, um reparo sequer ao time de jornalistas que participou do milésimo Roda Viva com o presidente da República. Sem ser chapa-branca ou casca-grossa, os entrevistadores questionaram Lula com assuntos incômodos, permitindo, em contrapartida, que as perguntas fossem respondidas até o fim. Dos 7 a 1 do Corinthians no Santos, à associação da Telemar com Gamecorp do filho do presidente, vieram à tona temas hipoteticamente espinhosos foram, como o ‘avião do Lula’ e a reforma do Palácio da Alvorada, foram colocados na pauta por conta do próprio entrevistado.

A prévia da entrevista na imprensa trouxe a público que Lula condicionara o encontro à abordagem de outros temas, e não apenas a crise política. O combinado foi cumprido, mas nem por isso as perguntas deixaram de aproximar o fósforo a temas explosivos. Lula não tirou da reta em nenhuma pergunta. Transmitiu sinceridade a maior parte do tempo, mas, em várias passagens, escorregou como robalo ensaboado. Como, por exemplo, na ‘providência’ encaminhada à chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, para homenagear Vlado Herzog no trigésimo aniversário da morte do jornalista no Doi-Codi.

O conteúdo do programa de mais de duas horas, de certa forma, compensou a horrorosa qualidade da imagem e do som transmitidos. Alguma tragédia de proporções incalculáveis deve ter acontecido com a produção técnica para explicar algumas tomadas em que a imagem ameaçou se desfazer na televisão. O som, abafado, provocou vários sustos durante os intervalos comerciais, quando áudio e vídeo voltaram ao padrão de qualidade das transmissões no Brasil.

Todos os comentários

  1. Comentou em 09/11/2005 CLOVIS ALEXANDRE JABLONSKI

    Em 1988, quando deputado federal, Lula falou que no Congresso existiam 300 picaretas, congressistas. Na minha vida conheci muitos picaretas, mas com certeza nenhum maior que o Presidente. Na entrevista ele realmente demonstrou a segurança de um grande ‘Picaretão’. Grande papo furado. É a cara do Brasil.

  2. Comentou em 09/11/2005 Livia Oushiro

    Ouvi e li vários comentários sobre o Lula ter sido evasivo em suas respostas no programa. No entanto, estes comentários trazem consigo uma crença ingênua (ou será maldosa?) na suposta neutralidade e objetividade da imprensa. Perguntas como ‘Por que o governo tem trabalhado tanto para abafar as CPIs?’, ou ‘O senhor viaja muito porque não gosta de trabalhar?’ trazem consigo afirmações capciosas: ‘O governo tem trabalhado para abafar as CPIs!’, ‘O senhor viaja muito!’, e ‘O senhor não gosta de trabalhar!’. Não é necessário ser doutor em lógica para percebê-lo. Ao negar essas e muitas outras perguntas, Lula não foi evasivo, mas extremamente consistente em suas respostas; ao afirmar que suas viagens têm propósitos econômicos e políticos que têm trazido resultados, por exemplo, respondeu à pergunta em sua totalidade, explicitando o motivo de tantas viagens.
    É desta forma que vejo que um dos momentos altos da entrevista foi quando Lula afirmou que a imprensa publica o que o dono do veículo quer. E não acredito que a imprensa deveria se prender a uma neutralidade de fato, mas sim assumir suas posturas morais e ideológicas, quebrando a fachada de detentora da verdade. Desta forma, ao menos, talvez uma parte maior da população poderia ler e filtrar de forma mais crítica as informações veiculadas, e não simplesmente reproduzir mecanicamente tudo aquilo que as Vejas, Estados e Folhas publicam por aí.

  3. Comentou em 09/11/2005 Pedro Ramos de Toledo

    É impressionante como a tucanada repete o discurso óbvio da grande imprensa, passando pela truculência do Virgílio e pelo fascismo do Bornhausen.

    Já perceberam que todo fâ do sociólogo também é admirador dos ‘tempos áureos’ da ditadura?

    Coincidência?

  4. Comentou em 08/11/2005 Carlos Morales

    Lula deu um baile mesmo. Só que quem dança é o povo. Falei bem dele porque recebo bolsa-família dos meus 14 filhos. Afinal, músico na Bahia só trabalha no Carnaval. No resto do ano, a gente tem que se garantir né?

  5. Comentou em 08/11/2005 Carlos Morales

    Eu acho que o maior erro de Lula no governo é não ter dado mais entrevistas como a de ontem.

    Desculpem-me, mas Lula deu um baile naqueles jornalistas – e olha que não era um time ruim -, sobretudo quando perguntado se a imprensa estava cobrindo bem a crise. Ele respondeu que a imprensa publica o que o DONO do veículo quer. Quer dizer, deu um tapa com luva de pelica em todos os “analistas” da crise e os colocou em seu lugar de meras caixas de ressonância dos DONOS de jornal, rádio e tv. E ninguém falou nada!!

  6. Comentou em 08/11/2005 Leonardo Franquelin

    Não sei a qual entrevista os leitores assistiram. Não vi nenhuma ‘segurança’ de Lula em responder as perguntas. Na maioria delas saiu pela tangente. Será que a militância é tão cega assim? Uma coisa ficou evidente: Lula é completamente incompetente para governar o Brasil.

  7. Comentou em 08/11/2005 José Ayres Lopes

    Muito boa mesmo a entrevista do Lula.
    Apesar de os jornalistas (com a exceção do Rodolfo Konder) insistirem no tema crise, a entrevista foi muito boa.

    Lula não tem uma educação formal (que a nossa sociedade de celebridades e belíssimas tanto valoriza), mas tem algo muito precioso que é o treinamento/ensinamento proporcionado pela militância político sindical na luta contra a Ditadura que lhe dá as condições de responder com firmeza, discernimento e habilidade a todas as questões sem cair na defensiva.

    Deu gosto ver como ele enquadrou o Augusto Nunes que me surpreendeu (pela experiência que tem) por fazer perguntas tão idiotas.

    A entrevista teve vários momentos muito bons: o do Celso Daniel, os milhões de Cuba, sobre o PT, sobre o avião presidencial, reeleição, etc.

    Lula também se mostrou informado sobre o governo e o país e com muito boa memória.

    Lula mostrou, para a infelicidade da direita e da esquerda falastrona, que ocupa a presidência do Brasil com competência.

  8. Comentou em 08/11/2005 Igor

    Concordo com os comentários do Iolando Fagundes:Nunca vi um Presidente da República deste País se sugeitar a um tipo de entrevista daquela, parecia mais um debate! Realmente não estamos numa Ditadura para condenar sem julgamento quem quer que seja! Já pensou se o Presidente começar a exercer o papel do judiciário? Colocaria na cadeia, políticos e jornalistas contrários a ele, simplismente por serem do contra! Concordo também quando o Sr Iolando fala da passividade dos jornalistas quando intrevistavam o FHC. Fazem comentários sobre corrupção como se esta tivesse sido inventada pelo governo atual! Já que é assim, então responsabilizemos aqueles Jornalistas, hoje tão ferrenhos no combate a corrupção, por terem se omitido em apurar os casos escabrosos à época do Governo Fernando Henrique, e terem contribuido para que estas mazelas se mantivessem até os dias de hoje! Mas, de tudo isso, sobra a grata surpresa de que o Brasil está ficando cada vez mais democrático e maduro.

  9. Comentou em 08/11/2005 sergio machado

    Prefiro os tempos do AI5: aquilo sim era transparencia. Todos sabíamos o que estava acontecendo.
    E agora? vejo cartas de cegos que querem tapar o sol com a peneira a todo custo…para quê, são candidatos a algum mensalão? Dizer que o Luís Inácio foi seguro…e daí? Medici era mais. Só não creio que pudesse mentir com tanta desfaçatez como o nosso presidente. Porque omitir que a atual estabilidade economica é fruto do plano Real? É honesto brandir que o país cresce como nunca, esuqecendo-se de que é bem menos do que os nossos primos pobres? O que indicaria do caráter de Luís Inácio, o argumento da falta de provas de ilegalidade no caso lulinha, e o arremesso da ética para o bueiro?
    E o programa ‘primeiro emprego’? O indice de desemprego entre os jovens é alarmante e só não chegamos à atual onda de protestos da França, porque parte do povo é pacofica e conformada. Para a outra, o crime compensa a falta de oportunidades.
    Ah, a imprensa…ja ia me esquecendo dela: nada ou pouco disse…optou por um meio aperto, para não ficar mal. Podia ao menos ter desmentido as mentiras mais grossas, para não passar por ignorante e desinformada.

  10. Comentou em 08/11/2005 Thiago Barbosa

    Realmente foi lamentável a qualidade da imagem e do som durante toda a entrevista. Como o Roda Viva estava completando o seu milésimo programa, seria mais do que razoável uma atenção redobrada no que diz respeito à qualidade técnica. Não cheguei a acompanhar a entrevista ao vivo pela TV Cultura, mas vi os melhores momentos no Jornal da Globo. Nem a qualidade da emissora carioca pôde compensar a imagem chuviscada e o som abafado do Roda Viva nº 1000.

    Também é bom lembrar que essa entrevista de Lula a uma TV pública mostra o quão importante é a democratização da informação. Todas as emissoras tiveram que citar a TV Cultura, inclusive a Globo. Foi muito bom ver os âncoras dos principais telejornais desta emissora falarem ‘a entrevista foi ao ar ontem à noite no programa ´Roda Viva´, da TV Cultura’.

  11. Comentou em 08/11/2005 Felipe Bellini

    É impressionante como o carisma do Lulla inebria a capacidade de raciocínio das pessoas. Estive na campanha de 89, com dez anos de idade, gritando: Lula-lá. Estive na de 94 e 98, também ao lado dele. Em 2001 chegou a hora: mais de 70% da população acreditou na possibilidade de mudança. Não na área econômica, já que a atual conjuntura não permite manobras muito arrojadas, como o próprio presidente afirma, e rubrico. Mas na postura e métodos que a política vem assumindo e utilizando há décadas, séculos. Os números são díspares com relação ao governo anterior, claro, mas isso porque um dos poucos competentes e, aparentemente honesto apesar das denúncias (que não foram provadas), é o Palocci. Sem dúvida, questões relacionadas ao Estado de Direito são pertinentes. É uma obrigação de qualquer um que estivesse no lugar em que Lula se encontra. Pré-requisito, e não virtude. Deve-se apurar antes de condenar. Mas e se não houver apuração, ou uma apuração forjada? Porque o Zé Dirceu não foi afastado do partido, enquanto outros foram expulsos, por usufruírem da liberdade de opinião? É mais esperto deixar rolar e distribuir contas no exterior do que ser contrário as CPIs. A imagem do presidente seria prejudicada mais ainda. A Cúpula não é burra. Porque será que a votação para a cassação de José Dirceu não deu quórum? Caganeira generalizada? Uma bactéria no restaurante do congresso? O Lullinha paz e amor pede cautela hoje. Quantos ele massacrou na oposição? Reconhecendo os erros do passado, tenta dissimular humildade… O governo tem méritos. Muitos. Mas não o suficiente. O mérito do pulso firme faltou, dentre muitos outros. Os resultados da economia são admiráveis. Mas a postura do presidente lamentável. Seis meses sem dizer nada a respeito da crise por retaliação à imprensa? E o povo? Não merece satisfação? O próprio Lula provou que quem não tem berço pode alcançar o sucesso. O governo FHC foi uma porcaria, é evidente. E não defendo a postura provocativa dos jornalistas, extremamente desrespeitosos. Mas o Lula, é fato, chegou a presidente… e cagou na própria história… como Dirceu, Genuíno e tantos outros…

  12. Comentou em 08/11/2005 Pedro Ramos de Toledo

    Concordo em gênero, número e grau com as reflexões de Iolando! Lula estava muitíssimo bem preparado para este debate! Assisti esperando um verdadeiro massacre, ainda mais pela posição ideológica clara dos entrevistadores, que nutrem um forte desprezo pela figura do Lula.
    Foi uma boa surpresa! Ele manteve a mais absoluta calma, mesmo em momentos em que se via sua clara irritação. Foi firme e direto em todas as respostas, respondendo até mesmo a questões profundamente maliciosas.
    Agora, achei grotesca as postura dos jornalistas, principalmente se comparada a mesma postura que tinham nas entrevistas do Príncipe! As perguntas foram mal-formuladas, capsiosas e, muitas vezes, grosseiras. Eles tentaram cortar o presidente diversas vezes. A postura corporal denotava o mais absoluto desprezo. Afirmaram, mais de uma vez, o caráter continuísta da administração, ofertando ao Príncipe os louros das conquistas deste governo.
    Não vale a pena contestar. Iolando já fez isso muito bem. É só checar os números. Não tem conversa…
    Agora é degradante ver o profundo desprezo que a elite intelectual nutre por Lula. Os jornalistas foram absolutamente desrespeitosos com a figura pública do presidente! Uma coisa é fazer perguntas provocativas e centrar o debate na questão da corrupção! Tem mais é que fazer! Era o que eu queria ver! Outra é fazer uma pergunta absolutamente inócua, com o único fim de desestabilizar o presidente: ‘É verdade que o senhor não gosta de trabalhar?’ O que é isso? É o mandatário máximo do executivo!! Nas entrevistas do príncipe, não me lembro daqueles boçais puxa-sacos perguntando se ‘o presidente viajava tanto pra Europa porque gostava mais de lá do daqui’.
    Diga-se de passagem, não me lembro sequer de perguntas capciosas sobre o banestado, as reeleições, a privataria, o banco Marka, Caiman, Bahiatursa ou das dezenas de casos de corrupção que tanto a mídia gorda abafou na era FHC. Era, ao contrário um palanque para a vaidade do príncipe, cercado por admiradores que nutriam por ele um respeito religioso.
    que fique registrado meu protesto pelo desrespeito cometido pelos jornalistas em relação à figura do Presidente.

    Um abraço

    Pedro

  13. Comentou em 08/11/2005 Iolando Fagundes

    Creio que os repórteres ficaram mais assustados com a segurança das resposta do Lula do que o Lula com os repórteres. Nos parcos anos de democracia deste país nunca ví um presidente ser tão arguído e permitir tanto o contraditório e a réplica. Lembro que nas entrevistas com o Fernando Henrique os repórteres hesitavam tocar em temas espinhosos e tinham um respeito quase que religioso à figura do Intelectual. Talvez seja justamente por este motivo, o respeito com as verdades da academia, das teses. Mas, quem já passou por bancas examinadoras sabe, que após a tese vem sempre a antítese. Em ciência a verdade é sempre passageira, sustenta-se só enquanto outras verdades não são aceitas. Creio que o próprio FHC já se deu conta disso quando pediu para esquecer o que escreveu no passado. Não tenho muita coisa a acrescentar com respeito à entrevista do presidente Lula, mais uma vez tenho a acrescentar sobre a parcialidade da imprensa. No ‘debate’ do programa Olhar 2005,na TVe, o que se viu foi um massacre e não um debate! Mas, como já dizia o filósofo, a unanimidade é burra. Algumas das questões levantadas beiravam o grotesco e a falta de conhecimento ou a má vontade em externá-los. Como exemplo cito questões relacionadas com o Estado de Direito. Pergunto a você Alceu Nader,é errado alguém dizer que uma pessoa só pode ser condenada quando o processo sobre a acusação estiver finalizado? Isso denota ao presidente a pecha de conivente com a corrupção? Este não é o papel do maior mandatário de uma democracia, preservar as instituições? Ou será que os repórteres estão querendo um Ditador. É errado pedir cautela, quando sabemos que interesses vários estão por traz de muitas acusações, muitas delas infundadas? Não estou querendo aqui dizer que não devamos cobrar que se investiguem, mas que tenham seriedade nas investigações e não dêem vazões a fábulas criadas só para manter o estado de suspeita sobre o governo, afim de ganhar tempo até as eleições do ano que vem. Outra coisa interessante no programa, foi sempre desqualificar o governo Lula colocando-o como uma continuidade do governo FHC. Se todos os dois foram iguais, por quê os números são tão díspares? Com análise simplista eu posso então afirmar que o governo Lula foi mais competente que o do FHC, uma vez que ele colheu melhores resultados usando a mesma receita de bolo. No passado me lembro que os r´pórteres se queixavam que os governantes não davam continuidade as obras deixadas pelos seus antecessores. Hoje, vejo repórteres dizerem que o Bolsa Família é a continuação do projeto bolsa escola do governo FHC, falam isso como se fosse um ponto negativo! Mais uma vez questiono, por quê o bolsa família hoje está sendo reconhecido internacionalmente (The Economist, FAO, ONU) e o bolsa escola teve resultados tão pífios. Será que o FHC foi ingênuo quando pensou que, adotando o modelo neoliberal ia resolver todos os problemas do país, que privatizando iatransformar todos os empresários daqui e de outros países em aliados do governo? O que constato e o que me resta dizer, é que existe um claro preconceito e muita má vontade em reconhecer que este Governo tem méritos. E o pior de tudo, uma resistência de determinados setores da ‘elite’ deste país em ‘engolir’ alguém que veio de setores menos abastadados. Ainda bem que esta própria ‘elite’ já reconhece, o Lula têm mais votos nas classes C,D e E, e menos votos nas classes A e B (‘elites’). Por isso, embora me digam que pertenço a classe B, portanto elite, sou contra a vontade cínica que muitos querem incutir no inconciente coletivo do povo (não a elite), de quem não tem berço, está fadado ao fracasso. Mas, como eu acredito no povo brasileiro, multiétnico, multicultural, biodiverso, heterozigoto, ele está fadado ao sucesso, assim como a Nação ao qual pertence.

  14. Comentou em 08/11/2005 Felipe Bellini

    Ao meu ver, o Nosso Presidente hesitou diversas vezes ao ser Ao meu ver, o Nosso Presidente hesitou diversas vezes ao ser questionado sobre o seu conhecimento acerca dos esquemas de corrupção denunciados e em processo de apuração. Expressões do tipo ‘acredito que’, logo corrigidas e substituídas por outras como ‘tenho absoluta certeza’, conotaram bastante insegurança sobre suas afirmações. A “certeza” de que “não existiu mensalão” é um exemplo disso. Não transmitiu o mínimo de confiança. Pelo menos para mim. Não tirou da reta nenhuma pergunta? Afirmação no mínimo questionável… E as várias vezes em que assumiu uma postura evasiva diante dos questionamentos do jornalista Augusto Nunes, chegando até a ignorá-lo? Apenas um exemplo… exemplo citado por um “garoto anônimo” de 26 anos, de opinião sem muito valor. “Quem não deve não ´treme´” já ouvi por aí. Ainda mais com o respaldo de um histórico exemplar, demagogicamente explorado na entrevista. PuTa que pariu, eu votei…

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