Segunda-feira, 20 de Novembro de 2017
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº966

CÓDIGO ABERTO > Desativado

Futrica contra Bono rende quatro cartas iradas na Folha de S.Paulo

Por Alceu Nader em 22/02/2006 | comentários

O truque é manjado, o que não impede que vez ou outra seja repetido por profissionais da imprensa que investem na criação de uma polêmica gratuita para, pelo menos, ser tema de comentário do dia entre os coleguinhas. O script é sempre o mesmo, e tem o mesmo e previsível texto engraçadinho-ofensivo que, além de virar tema de mesa de bar de jornalistas, provoca indignação de leitores que gastaram com a compra do jornal.


A Folha de S.Paulo de hoje traz quatro cartas de leitores, todos irados com o comentário de ontem assinado por Marcos Augusto Gonçalves, editor do caderno de variedades, que ridicularizou Bono por seu suposto comportamento politicamente correto – no caso, a bandeira contra a miséria no mundo.


O que incomodou Gonçalves foi outra coisa, como se pode ver abaixo, na reprodução integral do comentário.
Mas o que é surpreendente na iniciativa é a confusão medonha que o texto faz entre os exageros do politicamente correto, principalmente a patrulha que força a o uso de palavras diferentes para tratar dos problemas ou questões que, dados os devidos descontos, continuarão os mesmos, apesar da nova nomenclatura.


A difamaçãozinha de Gonçalves é barata. Para adquirir consistência e fazer corpo na página, contém muita encheção de lingüiça com menções a Rita Lee, Nuno Ramos e subsídios agrícolas da França. Sem essas referências, o baço comentário não teria muito mais do que o primeiro parágrafo.


O aperreio que lhe provocou a militância política do vocalista líder do U2 também é um produto típico do jornalismo que tem coragem para atacar quem que não se dará ao trabalho de responder, ou que não pode se defender.


Um dos leitores indignados que se manifestam na Folha de S.Paulo, Leandro J. C. Gonçalves, de Franca, São Paulo, chama a atenção para uma das contradições expostas pelo desconforto do comentário publicado pelo jornal. Referindo-se ao encontro entre empresários e personalidades mais influentes do mundo que se reúnem todos os anos em Davos, na Suíça, o leitor aponta: ‘É interessante notar que a visita do mesmo talentoso Bono ao Fórum Econômico Mundial não causou a mesma ira da nossa ‘imprensa’.’


Bono não deve estar dormindo desde a publicação do comentário, tamanha a sua preocupação.





Íntegra do comentário


Bono personifica a chatice da correção política


MARCOS AUGUSTO GONÇALVES


EDITOR DA ILUSTRADA


Bono parece ser um sujeito legal. Está sempre do lado -como diria Rita Lee- dos frascos e comprimidos. Bono é a encarnação roqueira do politicamente correto. É uma espécie de Sting, o que faz dele, ao menos em parte, um chato. E também um equivocado: mal desembarcou no Brasil e já saiu correndo para emprestar seu prestígio a Lula. Nenhum questionamento, tudo beleza: a corrupção do PT e o faz-de-conta do presidente devem ser uma invenção da direita que não compra discos do U2.


Bono faz parte daqueles formadores de opinião do Primeiro Mundo Maravilha que acreditam em duendes progressistas do Terceiro Mundo. Estão sempre achando que vai brotar algo novo por aqui.


O ‘núcleo duro’ de sua legião de fãs é a geração posterior à minha, hoje na faixa dos 35/40 e poucos. Um dos traços característicos dessa moçada é a correção política, aquela compulsão de chamar negros de ‘afrodescendentes’, falar em ‘opção sexual’, viver em permanente estado de solidariedade às minorias étnicas, colocar a culpa do terrorismo islâmico no Ocidente e recomendar filmes feitos nos cafundós do mundo sobre situações arcaicas e ‘humanas’.


Bem, não deixa de ser um alívio ouvir de um artista dessa geração (Nuno Ramos, em entrevista publicada no sábado) que há muita arte de ‘cabeça baixa’, tratando de questões imediatas: ‘Vivemos numa época extremamente controladora, e o pior é que aquilo que nos controla tem ótimos valores’. Realmente, assistimos a um ‘boom’ do que chamo de ‘arte ongueira’, aquela produção ligada a ONGs, que se refugia no bom-mocismo para fazer sucesso.


Claro que Bono é ‘do bem’. Irlandeses são gente fina. A África é pobre. O futebol brasileiro é mágico. E já que Bono quer dar uma força para o Terceiro Mundo, pode fazer um show na França contra os subsídios agrícolas. Aí diríamos: ao U2, as batatas!

Todos os comentários

  1. Comentou em 09/03/2006 José Antonio Capellari

    Dias atrás eu fiz um comentário sobre o show dos Stones e do U2 em SP neste Observatório. No caso da última banda, fiz o comentário ‘Bono continua um chuchu’. Também li o texto no qual este blog se refere e que se encontrava na ‘Folha’. O meu incômodo pessoal se dá por perceber que, em parte, eu ‘concordaria’ com o tal texto. Claro, me engano. Não só discordo de tal texto pois, claro, não fecharia os olhos para o que acontece no mundo e parece que, de alguma maneira, Bono parece ser contra. No entanto, são os próprios jornais diários – entre eles a própria Folha – que tratam de fazer a devida ‘propaganda’ em torno daquilo que Bono declara. De forma contraditória – ou, talvez, no melhor estilo ‘bate-afaga’ – tecem como ‘comentário crítico’ (ideológico?) estas mesmas declarações de Bono. A crítica em relação ao ‘ativismo’ de Bono, num mundo repleto de problemas ambientais, econômicos, etc, etc, cuja solução deve ser dada como ‘utopia’, ‘politicamente correto’, etc, etc, é somente para irritar. Simplesmente isso. Claro, Bono continua um chuchu. Se não fosse por isso, a imprensa mesma não deixaria de estampá-la em suas páginas, alheias ao desconforto que chamamos de ‘vida’.

  2. Comentou em 05/03/2006 Adams da Silva

    Basicamente hoje, o grito da ‘Imprensa’ brasileira é o mesmo do jornalista Marcos Augusto Gonçalves, desmoralizar tudo e todos que lutam por algo realmente em prol da humanidade, isto não fica restrito somente ao Bono, mais a toda e qualquer manifestação.
    Sua visão é típica da direita recionária, ‘viver em permanente estado de solidariedade às minorias étnicas, colocar a culpa do terrorismo islâmico no Ocidente e recomendar filmes feitos nos cafundós do mundo sobre situações arcaicas e ´humanas´’.
    É de se lamentar como alguém tão desprovido de percepção coletiva escreva num meio de comunicação.
    Ao jornalista Marcos Augusto Gonçalves, as Batatas!, e por que não uma melancia também!
    PS: Deve ser problemático segurar a Batata da imposição midiática!

  3. Comentou em 02/03/2006 Andrea Cabañas

    Realmente esse cara foi tão infeliz com seus comentários e comparações quanto seu colega do Estadão (não lembro o nome do jornalista!). O cara quis comparar Mick Jagger com o Bono, duas ‘realidades’ completamente diferentes.
    A matéria saiu no dia 22/02 no Caderno 2 e, me desculpem, U2 é U2, Rolling Stones é Rolling Stones. Não dá para comparar!

    E outra, para mim, Mick Jagger e aquela boca não tem nada de sexy. O Bono dá de dez sem línguas e rebolados, rs (só pra sacar também o nível de comparação do jornalista).

  4. Comentou em 24/02/2006 haroldo aquilles andrade

    Plagiando Peninha – as vezes no silêncio da noite – questiono se de fato escolhi a profissão correta. Nunca, em mais de 30 anos de jornalismo profissional, vi tantas mazelas da imprensa. Jornalistas que tentam imitar Carlos Lacerda, o golpista, mas sem a menor qualidade. A Veja, Folha de São Paulo, só para ficarmos nestes dois veículos, perderam – e dificilmente vão encontrar – o prumo. Qual a razão? a vitória de Lula para um segundo mandato? Esquecem que a imprensa brasileira está acima das disputas paridárias e ideológicas e que cabe a nós refletir o momento em que vivemos por meio de uma análise, corajosa, sim, mas criteriosa e verdadeira? Para onde vamos (a imprensa)? O que somos (a imprensa)? Com comentários do tipo acima vamos para os córregos lamacentos. Pobre juventude, a de hoje, q

  5. Comentou em 24/02/2006 haroldo aquilles andrade

    Plagiando Peninha – as vezes no silêncio da noite – questiono se de fato escolhi a profissão correta. Nunca, em mais de 30 anos de jornalismo profissional, vi tantas mazelas da imprensa. Jornalistas que tentam imitar Carlos Lacerda, o golpista, mas sem a menor qualidade. A Veja, Folha de São Paulo, só para ficarmos nestes dois veículos, perderam – e dificilmente vão encontrar – o prumo. Qual a razão? a vitória de Lula para um segundo mandato? Esquecem que a imprensa brasileira está acima das disputas paridárias e ideológicas e que cabe a nós refletir o momento em que vivemos por meio de uma análise, corajosa, sim, mas criteriosa e verdadeira? Para onde vamos (a imprensa)? O que somos (a imprensa)? Com comentários do tipo acima vamos para os córregos lamacentos. Pobre juventude, a de hoje, q

  6. Comentou em 24/02/2006 haroldo aquilles andrade

    Plagiando Peninha – as vezes no silêncio da noite – questiono se de fato escolhi a profissão correta. Nunca, em mais de 30 anos de jornalismo profissional, vi tantas mazelas da imprensa. Jornalistas que tentam imitar Carlos Lacerda, o golpista, mas sem a menor qualidade. A Veja, Folha de São Paulo, só para ficarmos nestes dois veículos, perderam – e dificilmente vão encontrar – o prumo. Qual a razão? a vitória de Lula para um segundo mandato? Esquecem que a imprensa brasileira está acima das disputas paridárias e ideológicas e que cabe a nós refletir o momento em que vivemos por meio de uma análise, corajosa, sim, mas criteriosa e verdadeira? Para onde vamos (a imprensa)? O que somos (a imprensa)? Com comentários do tipo acima vamos para os córregos lamacentos. Pobre juventude, a de hoje, q

  7. Comentou em 23/02/2006 Luciana de Arruda Covolan

    O mal desse jornalista é o preconceito, alguém que admire o Lula não pode ser alguém inteligente ou realmente bem intencionado. Ele acredita na canalhice do Lula e quer impor sua crença. Eu sei que há corrupção no governo, como também há na nossa sociedade, que educa para a corrupção. Desde cedo o brasileiro, mente a idade do filho para não pagar passagem, chupa uva no mercado, toma o yogurt e não paga, fura fila e dá um trocado pro guarda. Esse sujeito se tiver chance também vai roubar no governo. Esse sujeito você encontra por aí, é o meu ou o seu vizinho.
    Esse jornalismo é um hipócrita, usa o trabalho para fazer picuinha, comentário desnecessário se ele fosse parcial, mas fundamental pra quem está a serviço de uma burguesia representada pelo PSDB E PFL.

  8. Comentou em 23/02/2006 Marco Antônio Leite Leite

    O senhor Bono têm feito cortesia com o chapéu alheio. Esse cidadão que vive num continente com poucos problemas sociais, deveria se engajar na prática com os movimentos populares existentes nos países de terceiro mundo. Esclareço que, o povo carente não deseja receber esmolas de quem quer que seja. O povo pobre necessita de trabalho, sálario digno, educação e sáude de qualidade. Portanto, abaixo os demagogos e pelegos do primeiro mundo.

    Leite.

  9. Comentou em 23/02/2006 JOÃO ÉDSON DE PAULA

    OLHA,AQUI NOS PAMPAS RESPEITAMOS E TOMAMOS COMO REFERÊNCIA PESSOAS COMO BONO,QUE APESAR DE NÃO SABER LÁ GRANDES COISAS SOBRE A SITUAÇÃO DO BRASIL VEIO NOS BRINDAR COM MOMENTOS DE PAZ,E EXEMPLOS DE TOLERÂNCIA E FÉ,ALGO QUE ESTÁ FALTANDO PARA ESTE CIDADÃO QUE SE DIZ JORNALISTA.
    SERÁ QUE VC FAZ A SUA PARTE,OU APENAS ESCREVE O QUE VEM A CABEÇA,SEM PREOCUPAÇÃO NENHUMA COM OS IRMÃO QUE MORREM DE FOME A UM PALMO DO SEU E DO MEU NARIZ.
    QUE BOM SE A PARTIR DE UM SHOW DE ROCK A VONTADE DE DIVIDIR E DE ENTREGAR A UMA CAUSA JUSTA E DIGNA VIESSE À TONA.
    ENCONTRE A DEUS,SÓ ASSIM IRÁ SE ENCONTRAR.

  10. Comentou em 23/02/2006 Hélio Amaral

    Concordo com o que disse um leitor deste blog: realmente a resposta de Alceu Nader se assemelha, no tom, à crítica da folha. Mas cabe a pergunta: deve-se responder ao ‘truque manjado’ da Folha ou desprezá-la pela óbvia gratuidade da polêmica? Uma resposta somente técnica (como cabe ao Observatório) seria uma alternativa. Enfim, concordo com o comentário mas não com a ironia de Nader.

  11. Comentou em 23/02/2006 Hélcio Lunes

    Bono Vox chegou ao Brasil exaltando o papel do presidente Lula no combate à fome no país e no mundo. Em seguida, anunciou que doaria sua guitarra ao programa Fome Zero. Bono deve estar mesmo há muito tempo sem ler jornal. O que aconteceu com a cruzada mítica do governo popular do Brasil contra a pobreza já cansou de sair no “New York Times”, no “Guardian” e na “Economist”. Talvez o astro devesse ter sido levado diretamente ao município baiano de Teixeira de Freitas, aquele onde o Bolsa Família contemplava dono de botequim e filha de fazendeiro.

    Até Lula já desistiu de ser esse símbolo que Bono quer que ele seja. O ex-operário já parou há muito tempo com essa brincadeira de encarnar o Padre Cícero. Pôs os pés no chão, livrou-se dos auxiliares que queriam transformar o governo em ante-sala do partido, identificou os setores da administração que estavam funcionando por baixo da mitomania, fixou-se nos resultados produzidos por eles e está a um passo da reeleição. Há quanto tempo não se ouve Lula falar de “Fome Zero”?
    Hélcio

  12. Comentou em 23/02/2006 Hélcio Lunes

    REPORTER-Por que você visitou o Lula?
    BONO-Fui prestigiá-lo porque Lula está fazendo um grande programa de distribuição de renda no Brasil.

    REPORTER-O Fome Zero?
    BONO-Não, o mensalão. Distribuiu renda para muitos deputados. E muita gente no PT, que veio da classe operária, enriqueceu.

    REPORTER-Exibir o presidente no telão não foi uma má idéia? Ele foi vaiado.
    BONO-Claro que não. As pessoas não entenderam a mensagem. Na hora em que o Lula apareceu, eu estava cantando ‘I still haven´t Found What I am looking for’. Traduzindo: ‘Eu ainda não achei o que eu estava procurando’. Não é isso o que o povo brasileiro sente depois de ter votado no Lula?
    Hélcio

  13. Comentou em 22/02/2006 tiago de jesus

    Parte do conteúdo de e-mail que enviei à Folha. ‘O artigo contesta o caráter ongueiro de Bono, que
    seria chato como Sting, e seu congraçamento com o
    presidente do mensalão. Em seguida, cogita a
    existência de um equívoco generalizado, talvez não sem
    um certo oportunismo, neste bom-mocismo de primeiro
    mundo.
    Mas o que há de errado com os filmes do cafundó do
    mundo? E falar de opção sexual, valha-me Deus, é algum
    pecado? Minorias étnicas não são dignas nem de
    solidariedade? Se nos espetardes, não sangramos? Se
    nos fizerdes cócegas, não rimos? Se nos derdes veneno,
    não morreremos?
    Por último, o mais importante, um exemplo de
    impropério e manifestação de preconceito e ignorância
    apenas pelo gosto do contraditório. Quase me arrependo
    de enviar este e-mail, porque talvez exatamente isto
    deseje o articulista ao urdir, nada
    surpreendentemente, uma emulação de Paulo Francis.
    O U2 irlandês, do LP ‘War’, de ‘Sunday Bloody
    Sunday’ é representante e portador de justificativas
    morais para o terrorismo? Vai explicar isso!
    Apenas mais uma informação muito relevante:
    Humanitas hoje não está do lado de Marcos Gonçalves. O
    articulista ignora que Bono fez lobby contra os
    subsídios agrícolas na França.
    http://breakingnews.iol.ie/entertainment/story.asp?j=173458552&p=y73459z58
    _’

  14. Comentou em 22/02/2006 Paulo de Tarso Neves Junior

    Não foi esse mesmo sujeitinho que fez aquela matéria ridícula sobre o ‘surgimento da nova direita’. Caramba! Editor da Ilustrada. Só falta a FSP transfomar a Ilustrada em um lixo de caderno também. Se mantiver essa linha não vai demorar muito pra isso acontecer.

  15. Comentou em 22/02/2006 Ruy Acquaviva

    É claro que a ENtuCANADA FSP teria que fazer alguma coisa para tentar neutralizar o apoio prestigioso do BONO VOX ao nosso presidente Lula… Como é interessante ver a FSP, que fez o maior auê em relação ao U2 e ao Bono para vender jornal, ficar atarantada e apelar para um texto tão pífio, medíocre e mal escrito como esse, para defender seus chupins-bicudos. O texto é um amontoado de lugares-comuns e palavras de ordem da direita mais tosca… Nem ao menos o autor conseguiu sair do lugar-comum, transformando-se em arauto do atraso e do preconceito… Chatos são os alienados e os que se vendem por um carguinho no jornal…

  16. Comentou em 22/02/2006 Bruno Silveira

    Cara, concordo contigo. Já tinha lido o texto e achei muito fraco. Eu também acho o Bono um chato, mas o comentário desse Marcos Algusto Gonçalves é tosco. É como você disse: uma difamaçãozinha barata.

  17. Comentou em 22/02/2006 cid elias

    Senhores brasileiros :

    Este pulha que nem sei o nome, travestido de jornalista, com certeza nem mulher deve ter, filhos muito menos, pois tenho tres e as tres adoram U2 e adoram Rita Lee… Provavelmente o texto foi psicografado por Paulo Francis (este ao menos era autêntico), ou inspirado nas diarréias mentais de jabores e diogos (letra minúscula como suas obras).
    DUENDE PROGRESSISTA DO TERCEIRO MUNDO deve ser o amante da mãe dele… ‘Lave a boca antes de falar do Presidente do Brasil eleito democraticamente , mesmo contra a vontade do teu chefe!!’
    O Presidente não precisa pedir prestígio emprestado a ningúem, mesmo porque,quem emprestaria algo a um ‘LADRÃO’ , NÃO É MESMO??!!!! ESTA É A IMPRENSA ‘IMPARCIAL’ hahahahahahahaahahahahahahahahahahahahah

  18. Comentou em 22/02/2006 MARCELO PINTO Pinto

    É A TAL INVEJA DE SOCIÓLOGO FAZENDO ESCOLA NO TUCANATO!CONCORDO EM PARTE, BONO É DO BEM E POR ISSO E NÃO APESAR DISSO ADMIRA LULA!
    CERTAMENTE PELO QUE REPRESENTA. ÁS SUAS PICUINHAS TÍPICAS DAS ‘DONZELAS FURADAS,AS BATATAS!

  19. Comentou em 22/02/2006 Odracir Silva

    Acho que sim. Acho q tanto o titular do blog, como o editor da ilustrada estao no direito e estao ambos corretos. Nao me surpreende como as duas criticas sao parecidas, tentando minimizar o criticado. Quero dizer, em ambas as criticas (contra o Bono e contra o editor da folha) tem o texto agressivo/engracadinho. Nao sei se o o titular do blog faz isso por cacoete ou intencional… mas soo perpetua o metodo, nao? Qto ao Bono, ele ee um artista, e acho q devemos ser lenientes com todos os artistas, atee com o Gil (enquanto artista, como ministro ee outra coisa). Veja a porra-louquice do Ze Celso Martinez, ee refrescante neste mundo enquadrado pelo P.C. (que alias concordo c/ cerne da critica do Marcos Goncalves).

  20. Comentou em 22/02/2006 AFONSO CELSO CASTRO DE OLIVEIRA

    Realmente quando os assuntos se escaceiam ou não são bem garimpados, acabamos neste tipo de reportagem: insossa e sem consistência. Qual a real importância das atitudes adotadas por Bono em favor das causas, que, aliás, já se tornaram recorrentes em falta de ações concretas, contra as grandes injustiças e abismos existentes no mundo ? O que representa o termo ‘politicamente correto’ ? Pergunto ao sr. repórter : estará ele sendo ‘politicamente correto’ ou politiqueiro com tal reportagem ? Escrever bobagens pueris e descompromissadas sobre o cotidiano é fácil. Difícil, me parece, ser adotar compromissos e posturas dignas contra situações caóticas que, garanto, não passam na ‘cabecinha do arguto e preocupado repórter’. Futriqueiro, nunca !!!! Finalizando, e após insignificante reportagem, teria sido o sr. repórter ‘politicamente correto’ em seu ofício ???

  21. Comentou em 22/02/2006 celio mendes

    Esse cara, que sinceramente não conhecia, deve ter se entusiasmado com aquele artigo que trata dos ‘novos colunistas sem medo de ser de direita’ acreditou no que leu e deve ter dito para si mesmo ‘chegou a minha hora’ ai sentou na frente do micro e deu descarga neste subproduto de seu cerebro atrofiado, depois de tomar conhecimento da ultima do data folha como ja comentou o Luiz Seixas deve estar agora em um bar qualquer afogando as magoas e mal dizendo a patuleia inculta que insiste em apoiar o Lula.

  22. Comentou em 22/02/2006 Luiz Seixas

    Não é, verdadeiramente, uma grande alegria saber que hoje, ao acordar, milhares de indivíduos que pensam como esse um aí contorceram-se em cólicas ao deparar com a pesquisa datafolha?

  23. Comentou em 22/02/2006 Eduardo Guimarães

    A mídia pirou

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