Segunda-feira, 21 de Maio de 2018
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº987
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CÓDIGO ABERTO > Desativado

Jornalismo de alto risco em grande estilo

Por Luiz Weis em 22/11/2005 | comentários

São apenas 13 linhas distribuídas em duas notas, na abertura da seção ‘Painel’ da Folha de hoje. A se confirmarem pelo menos as oito iniciais, o jornalismo de alto risco, típico de colunas de bastidores como aquela, merecerá uma recompensa à altura.

Pois ali se lê que o ministro da Fazenda, Antonio Palocci, ‘está fora do governo’. Fonte? ‘Uma pessoa que esteve com Lula nas últimas 24 horas.’ A mesma pessoa ouviu do presidente que o senador Aloizio Mercadante ‘é o nome mais cotado para assumir’ o ministério.

[Aliás, se essa possibilidade se concretizar, significa que Lula já escolheu o seu candidato ao governo paulista em 2006. Candidato, não. Candidata: a ex-prefeita Marta Suplicy.]

Política é como uma núvem, etecetera e tal – e o doutor Palocci poderá, afinal, continuar no governo. Não se culpará a Folha se o presidente mudar de idéia. Mas, a julgar pela detalhada matéria ao lado das notas, assinada pelo repórter Kennedy Alencar, outro praticante do jornalismo de alto risco e que parece ser o mais ‘por dentro’ dos colegas que cobrem o Planalto, a situação de Palocci, ontem, estava mesmo para fim de jogo.

Alencar descreve, como se tivesse visto, um diálogo entre o presidente e o ministro, ontem à noite, na presença do presidente do Banco Central, Henrique Meirelles. Foi uma conversa tão encharcada de diferenças que fica difícil imaginar como Palocci seguiria ministro, sem perder a face, se não retomar, como praticamente exigiu, o controle das decisões sobre o que fazer com o excesso da poupança do governo (superávit primário).

Lula quer gastar o que foi além dos 4,25% do PIB e não voltar a poupar mais do que isso. O superávit atual está por volta dos 6% do PIB. A diferença, em números absolutos, dá qualquer coisa como R$ 17 bilhões. Maná do céu em ano eleitoral.

Palocci discorda. Ele teria dito, segundo o repórter, que ‘nunca faltou verba para bons projetos e que a maioria das reivindicações dos ministros [pela liberação dos recursos alocados aos seus setores no Orçamento da União deste ano] é desculpa para ineficiência’.

Ainda segundo a matéria, ‘a conversa seguiu nesse tom até Lula pedir que o ministro esfriasse a cabeça para que voltassem a conversar em alguns dias’.

Mas com que cara ficaria Lula diante do PT, dos seus ministros e dos políticos no Congresso, se capitulasse diante de quem a mídia, lembrando-se dos tempos de Delfim Netto, se apressaria a entronizar como o novo ‘czar da economia’?

Talvez seja isso que falte nas análises políticas da imprensa sobre o contencioso que só à primeira vista é técnico, envolvendo Lula e o último remanescente do trio de ferro com que assumiu – José Dirceu e Luiz Gushiken eram os outros dois.

Trata-se de mostrar ao leitor como se estreitou a margem de manobras tanto do presidente como do ministro da Fazenda, a partir do momento em que o primeiro tentou emplacar o que cada vez mais foi ficando parecido com a proverbial quadradura do círculo – Palocci sem o paloccismo.

Palocci foi nesses três anos o embaixador plenipotenciário do governo junto ao Capital – a que a imprensa se refere todo dia pelo eufemismo ‘mercados’. E, desde as denúncias de corrupção, foi a última e aparentemente intransponível barreira entre o desejo da oposição de fazer picadinho do presidente e o próprio.

Não é que sem Palocci virá o impeachment. Isso é sonho de noiva do pefelê. Mas sem ele Lula vai apanhar feito gente grande até o segundo turno da sucessão.

***

Serão desconsideradas as mensagens ofensivas, anônimas e aquelas cujos autores não possam ser contatados por terem fornecido e-mails falsos.

Todos os comentários

  1. Comentou em 23/11/2005 Joao Carlosp

    Jornalismo apressado, notícia ruim tem de vir depressa (ruim para o mercado), Kennedy Alencar ganhou mais um descrédito em sua carreira.
    Mesmo porque a figura do Ministro da Fazenda esta se igualando a figura presidencial, tratam-se apenas de figuras, exteriorizam e defendem a política e a economia adotada pelo governo, carregados de simbolismo maior que sua própria habilidade em gerenciar tais matérias, as quais são entregues a quem de fato conhece o assunto. No caso de Palocci, temos Joaquim Levi no caso de Lulla temos … a sua inabilidade.
    Bem não importa, Mercadante seria mais uma fachada para o Ministério da Fazenda caso mantida a política econômica. Acredito que ele não aceitaria, pois é acima de tudo um político compromissado com o que o povo quer ouvir e não com o que tem de ser feito para este país avançar. Este ônus Mercadante não quer carregar. Pouco importa quem venha substituir e quando venha substituir Palocci, desde que a política econômica mantenha-se a mesma, esta sim tem importância e esse assunto se torna relevante neste aspecto. É preciso manter a política econômica, manter o superávit primário, buscar DÉFICIT NOMINAL ZERO jusante a REDUÇÃO DOS JUROS jusante a REDUÇÃO TRIBUTÁRIA EM RELAÇÃO AO PIB.
    Gastar menos e de forma mais eficiente. Investir em EDUCAÇÃO e SAÚDE, promover o investimento em infra-estrutura pelo setor privado e reduzir a dívida mobiliá

  2. Comentou em 23/11/2005 Jorge Oliveira

    No mar de lama revoltoso da imprensa; ‘nada se cria tudo se cópia’, grandes icebergs(Globo,Estadão,Veja etc.) envoltos com todo tipo de sujeiras navegam por ele, capitaneados por criaturas agourentas, despreziveis, asquerosos, sistemáticos e costumeiros: vide Arnldo Jabor que quando fala até seus pares fogem devido o mau cheiro que exala da profundeza de sua garganta. ‘Os poderosos podem matar uma, duas ou até três rosas, mas jamais poderão deter a primavera’. Observtório da imprensa, Mino Carta… acoradouros seguros: marcos da imprensa, que antes desta crise eu os não conhecia,falta de cultura de minha parte.’Aquele que duvida e não investiga torna-se não só infeliz mas também injusto’.     

  3. Comentou em 22/11/2005 Leonardo Machado

    É realmente impressionante e lamentável a implacável execração pública perpetrada pela dita oposição (que aliás sempre foi situação ….desde do Brasil império)apoiada pela mídia de baixo clero sobre seu comando (sim, porque ela é a elite inconformada), contra a ex-santissíma trindade (José Dirceu, Gushiken e o firme Palocci)do governo Lula. Pois é, essa sempre toda arrrogante dita oposição que sempre estiveram se beneficiando do Estado, tentam sem pejo, desqualificar os principais articuladores do Governo, num processo de intenso fogo cruzado nunca visto antes na história do País. São especulações nitidamente manipuladas não com o intuíto de esclarecer a verdade dos fatos como se propôs incialmente as investigações das CPI!s em curso no Congresso nacional. NÂO!
    A intenção é destruir perante a opinão pública a imagem do Governo como também a imagem de um dos mais bem sucedidos políticos e homem público (Antônio Palocci)e provavelmente um natural candidato a presidência da República nas próximas eleições acaso o Presidente Lula desista de concorrer por algum motivo.Sinceramente! É de enojar ver o tom ofensivo e muitas vezes pejorativo utilizado por parte dos políticos de oposição (sim…. aqueles que fincaram raízes de longas datas de forma hereditária o cenário politico brasileiro e que sempre mamaram nas tetas do Estado, que agora já se econtra na terceira ou quarta geração da família), quando se refere não só ao Governo como também até a pessoa do Presidente Lula, como se eles fossem ou tivessem um passado limpo. Lavado como ômo, e cujas fortunas que ostentam ou as campahas politicas que os elegeram fosse fruto dos ganhos acumulados como Deputados, Snadores ou Gestores públicos. Sinceramente, é triste ver um politico se dirigir ao Presidente chamando-o de CÍNICO ou LÍDER DE QUADRILHA. Vocabulário cuja utilização não tenho conhecimento de ter sido dirigido a qualquer Presidente da história republicana brasileira, em mesmo ao ex-presidente Collor quando do seu afastamento. Por tudo isso me sinto um brasileiro verdadeiramente envergonhado.

    Saudações,
    Leonardo Machado

  4. Comentou em 22/11/2005 Roberto Oliveira Cardozo Cardozo

    Tenho grande admiração pelo Jornalismo sério do Observatório da Imprensa.
    Não acredito que o presidente Lula queira ‘fritar’o ministro Palocci e fazê-lo um mártir da política econômica. Ultimamente acompanhamos os noticiários e o papel da imprensa e agora chegamos a um estágio do desgaste desta em referência aos acontecimentos políticos; A imprensa em geral tomou partido de incinerar cada vez o PT, algumas emissoras de TV, abalroadas de dívidas astronômicas e um sem número de repórteres e jornalistas anisosos para aparecer a qualquer custo, alguns querendo ser ‘âncoras’ de telejornalismo e repórteres de Rádios fazendo perguntas e insinuações nas reportagens dando as respostas de modo negativo querendo fazer a cabeça de milhares de ouvintes. Existem hoje dois tipos de jornalistas; Os sérios calcados em experiências e ética e aqueles que gostam de recepções com docinhos e canapés, regados a um bom vinho. Eu não vejo nos últmos dias notícias que realmente tragam para o povo (os mortais) algo que indique um norte de esperança (a não ser as notícias sobre o trânsito que auxiliam a vida diária do trabalhador, a maioria das informações são fúteis e de nada ajudam a população cansada de opiniões pessoais de jornalistas, deputados e senadores que numa ‘achologia’ enchem a cabeça dos ouvintes, que não aguentando mais o massacre intelectual, colocam um CD e ouvem a música que gostam.
    Pobre imprensa! Está na hora de informar a desinformação.

  5. Comentou em 22/11/2005 Iolando Fagundes

    Antes eu fazia questão de ler todos os jornais e comparar as matérias. Hoje, já estou de saco cheio de ver o óbvio. Já virou lugar comum números que não batem, diálogos deturpados, palávras distorcidas, título de matéria que não batem com o conteúdo das matérias, e por ai vai. Nos meus 40 anos de vida nunca vi nada igual. No entanto, o que mais me avilta a alma é perceber que muitos jornalistas sérios se omitem, não debatem e ainda tentam defeder o que não cabe defesa. A imprensa praticada hoje no país, com raras e valiosas excessões, não está preucupada em esclarecer a verdade dos fatos e sim em perpetuar fuxicos, dignos de beatas provincianas,debruçadas sobre a janela, falando da vida alheia. Nunca pensei que veria Rio e São Paulo como províncias, tão pouco os grandes jornais como janelas, povoadas por Beatas travestidas de Jornalistas a destilar picuinhas ao vento. O que diferencia a província do eixo Rio/São Paulo e uma cidadezinha, é que quando as beatas da cidadezinha espalham fofocas, as consequências são mínimas, no entanto, quando as beatas das grandes provincias atuam, grandes interesses estão em jogo, tais como: inversão de poder e grandes somas de dinheiro, que são ganhas ou perdidas. Em outros países, fuxicos como os que são reverberados atualmente na mídia, são tratados pelo código penal como crime contra o sistema financeiro. Repito as palavras do Lula, ‘ querem especular, procurem a bolsa de São Paulo!’

  6. Comentou em 22/11/2005 Clever Mendes de Oliveira

    Caro Sr Luiz Weis,
    Talvez pelo jornal em que você escreve, eu tenha certa impaciência com você quando o vejo na Roda Viva da TV Cultura.
    Mas não posso deixá-lo de elogiar esse artigo sobre o jornalismo de alto risco.
    Não sei se esse tipo de jornalismo ou qualquer outro faz mal ao país, mas deve sempre que possível ser analisado e se for o caso ser desmistificado. Creio que isso era muito forte com a Veja no final de 70 e início de 80, quando eles reproduziam verdadeiros diálogos (quando não se tratava de monologo) ocorrido entre quatro paredes. O problema é que a maioria dos leitores não tem tempo para ir percebendo em cada artigo essas faltas de consistência ou excessos de criatividade. Já é curto o nosso tempo de vida, quanto mais o de leitor de notícias já ocorridas.
    Em São Paulo eu leio a Folha e não o Estadão e costumo contradizer aquele dístico propagandístico da Folha de que se trata de um jornal com o rabo preso com o leitor afirmando que nós, os leitores, é que temos o rabo preso com a Folha. Depois que se conhece cada jornalista, cada articulista não se pode passar para um jornal em que não se conhece ninguém.
    Ainda mais para um jornal que embora seja de centro-direita tem um perfil muito peessedebista.
    Espero que outros jornalistas se junte a voc~e nessa análise mais crítica desse tipo de jornalismo que você denomina com criatividade, precisão e estilo de alto-risco.
    Parabéns,
    Clever

  7. Comentou em 22/11/2005 Bruno Corrêa Leite

    Gostaria de avisar ao ‘comentarista Marcão’ de Mirante que aqui não é ‘Blog do Noblat’. Que coloque nome completo e profissão. O blog desse tal Noblat é baixaria pura.

  8. Comentou em 22/11/2005 acyr de arruda luna

    ficaria sumamente grato se me fosse dado o direito de poder receber seu email e su site para ler suas noticias.

  9. Comentou em 22/11/2005 Laerthe Abreu Junior

    Quanto à Folha de S.Paulo, o problema de falta de credibilidade cresce na medida em que se assemelha cada vez mais à ´Veja’. Os articulistas Kennedy Alencar, Eliane Cantanhêde e Josias de Souza escrevem para agradar o patrão, o Frias Filho. Se alguém se der ao trabalho de ler o que o Josias escreveu hoje à tarde sobre o depoimento do ministro Palocci, vai encontrar a peça de ficção abaixo reproduzida:
    ‘O deputado Fernando coruja (PPS-SC) acaba de perguntar diretamente a Antonio Palocci: “O sr vai ficar ou não no ministério. Os jornalistas estão dizendo que o sr. vai sair. Os sites informam que o senador Aloísio Mercadante vai para o seu lugar.”Ao responder, Palocci mediu as palavras. E não eliminou as dúvidas. Ao contrário, voltou a insinuar que pode deixar o governo caso Lula conclua que é preciso promover ajustes na economia.’

    Ouvi atentamente a fala de Palocci.Em momento nenhum o ministo ´voltou a insinuar que pode deixar o governo caso Lula conclua que é preciso promover ajustes na economia´!!!! Que desfaçatez desse jornalista. Jornalista? Peço desculpas aos verdadeiros jornalistas por tê-los ofendido.
    Noutro dia, chamei o Josias de ´ghost-writer´ do Frias Filho e ele não deve ter gostado, pois não publicou minha mensagem. Censura! E assim vai a grande imprensa. Quando um articulista se posiciona contra a ´verdade´ de seu dono, ele é demitido como foi o caso tanto de Alberto Dines quanto de Marilene Felinto na Folha.

  10. Comentou em 22/11/2005 marcão

    Engraçado os comentarios abaixo!
    O PT por muitos anos foi o rei do denuncismo, inventou e exagerou historias, usou a dita ‘imprensa denuncista’ de agora(leia-se Veja, Folha e outras) para os seus factóides, tinha um procurador (o L. Francisco) a tiracolo, e agora que é vidraça, fica todo melindroso se julgando perseguido.
    Quem trouxe as denuncias foi gente do proprio PT ou aliados, quem ‘frita’ o Palocci todo dia é o PT, a imprensa faz a parte dela, que é mostrar o que ocorre. Culpar a imprensa é culpar a janela pela paisagem.
    Faço minha as palavras da dep. Frossard:
    Ainda bem que o PT foi trapalhão, pois senão ja teriamos censura a imprensa (via CNJ) e ai seriamos como Cuba, China e Irã, onde até a Internet é censurada (só vale quando é a favor).

  11. Comentou em 22/11/2005 Jofre salgado

    Só um governo com forte apelo popular resite a um grande linchamento político sem precedente da história do Brasil. Os fatos que envolve a crise são reconhecidamente sérios, porém pensar e acreditar em tudo que saiu contra o PT é verdade,ai é a grande questão.Vejamos o que tem a CPI com a morte de Celso Daniel? e outros. Os jornalistas tem o dever de informar com parcialidade ouvindo as partes para que a notícia tenha credibilidade.

  12. Comentou em 22/11/2005 Andre Pintalves

    Alias, ultimamente o que mais ouvimos sao jornalistas fazendo mais previsoes do que jornalismo. Cada um tem o direito de interpretar como quiser, mas nao pode botar num texto que suas convicçoes sejam verdades absolutas. Dolar sobe e desce a merce das especulaçoes irrespnsaveis de pseudojornalistas, travestidos de cartomantes lendo o futuro nao do pais mas de seus blogs ridiculos carrida de aumentar o numero de visitas no site. Lamento que essa corja ajude a confundir mais ainda as verdades do que os corruptos parlamentares. Alias, nem sei quem sao piores, jornalistas de risco ou politico corrupto.

  13. Comentou em 22/11/2005 Carlos Antonio Guimarães

    ROBERTÃO aquele do dando é que se recebe ,o coordenador do CENTRÃO deve estar dando pulos dentro da tumba,quanta incopetencia desse governo medíocre sem criatividade^, éramos felizes.

  14. Comentou em 22/11/2005 reinaldo guimaraes

    Os comentários dos leitores anteriores a este meu comentário são muito estranho. A imprensa tem obrigação de mostrar e publicar tudo. Será que vocês esqueceram daquele procurador da republica, que tinha carteira do PT, que ficava em São Paulo e entrou com enes processos contra o Eduardo Jorge, a mando da direção petista. Pois é, o próprio José Genuino, reconheceu que tudo era mentira. Ele próprio reconheceu que o PT forjava notícias no jornal para que o procurador Francisco não sei do quê, mandasse apurar como se denúncia fosse. Acredito que no Brasil está faltando alguém ter vergonha na cara e entender que ser de esquerda não quer dizer ser honesto. Os exemplos estão todos aí. Não sobrou um na direção nacional do PT que não tivesse rolo. Todos provados como o LandRover, a casa do Delúblio comprada com dinheiro vivo. E hoje de que estes caras estão vivendo? Só pode ser de dinheiro da militância analfabeta e boba que sustenta o partido. Até hoje o Lula não fez nada mais do que o FHC. Só que naquela epoca o Lula falava que estava errado. Como agora ficou certo? Gente vamos acordar, não vamos votar em direita ou esquerda, vamos votar em projetos para o Brasil. Não é possivel que venham pessoas intimas dos petista falar um monte de erros, e todos são esquecidos. Como até hoje não explicaram os dolares na cueca, como até hoje o Genuino não explicou os emprestimos, como até hoje só o Delúbio assumiu tudo, e não está preso? Acho que a imprensa tem de desmascarar o Lula, conforme tentaram fazer com FHC e seus ministros. Todos quando foram acusados se afastaram foram julgados e nenhum até hoje foi condenado. Ao contrario o Eduardo Jorge já venceu todos os processos praticamente. Cadê o promotor petista? Porque a imprensa não fala nele mais? Porque os jornalistas que viviam entrevistando o mesmo, agora não o procuram mais?
    A imprensa não quer derrubar o governo, quer notícias. Então deveria procurar com mais seriedade, procurar mais a fundo e levar os casos até o fim. Nós brasileiros é devemos ser o quarto poder e não a imprensa. O clamor público derrubou o Collor, mas foi porque os deputados e senadores não estavam levando o deles. Como agora o Lula foi esperto e pagou aos deputados e alguns senadores também, a CPI acabou e a outra que ainda funciona está pegando somente gente estranha ao poder legislativo. Porque o poder judiciário não que dar delação premiada para o Marcos Valério, porque senão ele abre a boca e conta o nome de todos. Estão com a ajuda do Nelson Jobim atrasando todos os processos da unica CPI séria, porque tem o Osmar Serralho como relator, que por sinal nunca nem tinha ouvido falar dele.O Brasil só será sério, quando todos souberem que o voto em branco vai para quem está na frente e temos é que votar nulo, pois se os votos nulo forem proporcionalmente grande em relação aos válidos a eleição será cancelada. Vamos todos dar uma lição de moral nestes políticos que estão sujando os partidos.
    Abraços

  15. Comentou em 22/11/2005 Ariomar Moreira Sousa

    Prezados Jornalistas,

    Acho que o Brasil precisa com a maior urgencia de um jornalismo mais profissional, isento, informativo, analisando e ouvindo os dois lados das denuncias. O que está ocorrendo? A oposição está fazendo a sua parte e a imprensa está detonando o país. Isto é o que vocês chamam de liberdade de imprensa? Prá mim tem outro nome.
    JORNALISTAS, SEJAM MAIS RESPEITOSO COM O NOSSO PAÍS!

  16. Comentou em 22/11/2005 givaldo silva

    ÁS VEZES TENHO A IMPRESSÃO QUE SE ESTE PAÍS QUEBRAR, A IMPRESSA VAI SE SALVAR .

    ACORDA, COMO É QUE VAMOS COMPRAR OS SEUS JORNAIS, ASSISTIR SEUS CANAIS DE TV, SE VCS FAZEM DE TUDO PARA ESTE PAÍS PARAR DE VEZ, NINGUÉM ESTÁ PEDINDO QUE VCS ENCONDAM AS COISAS, MAS VAMOS DAR UM TEMPO.
    DE MOCINHO VCS TAMBÉM NÃO TEM NADA, VAMOS INCENTIVAR AS PESSOAS A VOTAR BEM, MOSTRAR OS DOIS LADOS DAS COISAS, UM LULA NÃO JUSTIFICA UM FHC, UM ERRO NÃO JUSTIFICA O OUTRO, CAIXA 2 DO PT É IGUAL A CAIXA DOIS DO PSDB E PRONTO.

    QUAL A DIFERENÇA DE UMA PESSOA QUE MATA A OUTRA A FACADA, E A QUE MATA A TIROS ?
    NENHUMA AS DUAS PERDERAM AS VIDAS.

  17. Comentou em 22/11/2005 Carlos Eduardo Ferrari Ferrari

    Boa tarde a todos os leitores desta coluna, não poderia de deixar de expressar aqui minha indginação com grande parte da imprenssa escrita e fala deste pais, pois oque vem ocorrenco e um linchamento sem precedentes contra um governo, gostaria que o senhores responsaveis pelas informações no minimo tenha o principio basico do jornalismo…ouvir as 2 partes interresadas antes de escreverem seus artigos…alem de ouvir relatar.( obrigao e tenhão bons trabalhos ).

  18. Comentou em 22/11/2005 Walter Freire Teles

    Tenho 38 anos de idade, mas nunca vi tanta apelacao para se derrubar um governo, este jornalismo esta BRINCANDO com o BRASIL, espero q vcs JORNALISTAS coloquem o travisseiro na cabeca para pensarem melhor, pois vcs tem filhos, netos que viverao o futuro.
    Vcs sao imparciais ( ou deveriam ser ) quanto o BRASIL ja perdeu por noticias mentirosas?
    Sera que o Brasil com tantos recordes de expotacao, empregos e outros esta pior?
    Pensem, o q vcs da imprensa estao fazendo e GOLPE, PENSEM!!! e tenhao RESPONSABILIDADE!!!

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