Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2017
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº969

CÓDIGO ABERTO > Desativado

Morales tira o gás da política externa de Lula

Por Luiz Weis em 02/05/2006 | comentários
Fernández Calvo, Rafael(1995): 'El Web y las estrategias empresariales' en revista WEB, Ed. MUNDO REVISTAS, S. A., Barcelona.

Reguera, Francisco Javier(2000):'UOC: tecnología al servicio de la enseñanza' en revista NET CONEXION, Ed. ZINCO MULTIMEDIA, Barcelona.

Saldaña, José (2000): 'La televisión interactiva' en revista Net Conexion, Ed. Zinco Multimedia, Barcelona.

A bombástica decisão do presidente da Bolívia, Evo Morales, de estatizar o setor de hidrocarbonetos – enquanto, para esfregar sal na ferida, tropas bolivianas ocupavam uma das duas refinarias da Petrobras no país – tira o gás dos que acusavam a mídia de criticar por motivos espúrios a política externa do governo Lula.

O presidente brasileiro apoiou abertamente a candidatura Morales. Eleito, o líder indígena o esnobou. Escolheu como seus interlocutores na América do Sul o venezuelano Hugo Chávez e o cubano Fidel Castro, nesta ordem.

Em busca de um assento permanente no Conselho de Segurança da ONU e da liderança de uma confederação sul-americana, Lula se entregou a um tal protagonismo, como dizem os argentinos, que só realimentou entre os vizinhos arraigados temores sobre as aspirações brasileiras à hegemonia regional.

Deu no que deu. Como escreve hoje o jornalista Igor Gielow, da Folha em Brasília, o Brasil acabou criando corvos na América do Sul. “Crie corvos que eles te arrancarão os olhos”, adverte um ditado espanhol.

O artigo de Gielow é um dos quatro que analisam a crise na página 6 do caderno de economia do jornal. “A Petrobras e a Bolívia”, de Luís Nassif, “É o primeiro ato de esquerda desde a queda do Muro de Berlim”, de Clóvis Rossi, e “Alinhado com Chávez, Morales se afasta de Lula”, assinado FM, completam um conjunto de textos que, sem esgotar o assunto, não podem deixar de ser lidos.

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Todos os comentários

  1. Comentou em 09/05/2006 João Pinheiro

    Soaria estranho, muito estranho, se tivesse lido elogios e apologias as ações de governos nacionalistas e anti-neoliberais na imprensa que saudou o ‘novo’ em Collor e e a ‘justeza’ das reformas entreguistas, até então em curso, na América Latina para atender o ‘Consenso de Washington’. Isso é só mais uma demonstração do ‘pensamento único’vigente. É a não aceitação, pela autoproclamada imprensa ‘livre’, da existência de idéias que não se curvam ao monopólio do ‘livre mercado’. A diplomacia brasileira, há muito tempo, não agia de forma soberana como age no governo democrático e legítimo do metalúrgico Lula. Ela está a serviço dos interesses do Brasil, não das vontades imperialistas.

  2. Comentou em 05/05/2006 douglas puodzius

    Recomendo o texto do qual reproduzo a parte final. De certa forma, Luiz Pinguelli coloca as coisas em seus devidos lugares.
    Como eu disse, ao contrário das manchetes Fogo de Palha, a questão central é o preço. Pelo menos concorda o Dr. Luiz.
    Creio que mais umas duas semanas e esse caso tambem irá para as prateleiras como muitas outras crises a inventadas ou avolumadas pela midia.

    Os dois lados da questão da Bolívia – Folha Opinião de 05/05/2006

    ‘Para a Bolívia, a exportação de gás também é essencial, pois três quartos da sua produção vêm para cá, 15% vão para a Argentina, e apenas 10% são para o seu mercado interno. Portanto, não há como interromper a exportação -seria uma perda enorme, da ordem de 18% do PIB boliviano. O nó da questão é o preço garantido por contrato, no qual são previstos reajustes. Aí se concentrarão as negociações, pois o problema do preço do gás natural no mundo todo tenderá a ser puxado pela alta do preço do petróleo’.
    ——————————————–
    Luiz Pinguelli Rosa, 64, físico, é coordenador do Programa de Pós-Graduação em Planejamento Energético da Coppe/UFRJ (Coordenação dos Programas de Pós-Graduação em Engenharia). Foi presidente da Eletrobrás (2003-04).

  3. Comentou em 05/05/2006 douglas Puodzius

    Caro Weis,
    Não vou polemizar porque acho que não é para isso que estamos aqui.
    Na minha visão, e me dou o direito de interpretar erradamente certa coisas, acredito que quando recomendamos uma leitura é porque concordamos com ela, em caso contrário, fazemos nossas ressalvas. Assim entendi sua recomendação: – Faço minhas as palavras destes textos.
    Clovis Rossi, acha que tudo não passa de esquerdismo baratao e não há uma referencia sequer ao que isso representa ao povo Boliviano. Ou seja, o fato de bolivianos morrerem de fome sobre uma mina de ouro, pouco lhe importou. Nenhum reparo a Luis nassif que alias deve ser modelo e deveria escrever mais nesse espaço. mas, quando Gielow, aceita que agimos como imperialistas na negociação com a bolivia e depois pede energia do Itamaraty para agir contra quem lhe come os olhos, eu sinceramente, vejo a exaltação a lei do talião. Aliás, quer aplica-la de forma unilateral, porque no meu entendimento, quem age como imperialista, está a comer olhos alheios e corre o risco de que a lei seja aplicada contra si.Dito isto, confesso que fico um pouco confuso porque o Sr. recomenda textos
    que criticam a petrobras, fazem troça de Evo Morales, Lula e Chaves. Pedem ações imperialistas e depois diz: Eu não tenho nada com isso.
    Sinceramente. Minha desculpas por não entender os textos corretamente ou por não entender sua proposta ao recomenda-los.

  4. Comentou em 04/05/2006 janice tomanini

    Caro Renato, seria melhor ficar calado. Não aceita debate de idéias, então é melhor calar-se. Diogo Mainardi denuncia há muito tempo as maracutaias petistas, e vocês, cegos, acobertam o assalto lulista, por um só motivo: quem intitula-se de esquerda pode roubar, pode tudo. Para mim não. Prefiro o Diogo a esse discursinho rasteiro e sem argumentos. No Brasil não existe direita ou esquerda. Existe o poder. Essa é uma frase verdadeiramente mainardiana. Satisfeito? Agora, venha. Xingue, esculache. É o único argumento que vocês possuem. Um argumento sempre inócuo.

  5. Comentou em 04/05/2006 armando duarte

    Nada melhor para instruir os ‘incautos jornalista’ do que o artigo do Alceu Nader deste OI em 03/05/2005. Apesar de estar na Espanha, madrid, retrata comn enorme objetividade como é vista a política externa do Presidente LULA do ponto de vista europeu. O jornalismo lá é visto com maior rigor em termos de verdade. Aconselho todos os leitores deste BLOG,. do contra e a favor a prestarem atenção sem suas afirmações. Após esta leitura poderão jogar na latrina todas as ‘abalisadas ‘ opiniões dos demais.

  6. Comentou em 04/05/2006 Eduardo Rodrigues

    Governo Lula: chuta que é macumba!!!

  7. Comentou em 04/05/2006 Claudia Rodrigues

    Petistas reclamando dos argumentos alheios é a coisa mais nonsense que existe, já que eles não conseguem formular uma única idéia coerente. Tire deles os bordões, os chavões, e nada sobra. A crença dos petistas se alimenta de um repertório de preconceitos sem os quais seu castelo de sonhos desmorona. Sem a crença de que todos os críticos do PT são fãs de Diogo Mainardi, são alinhados aos americanos, são neoliberais empedernidos, os petistas caem no imenso vazio de suas próprias idéias… Patético!

  8. Comentou em 04/05/2006 Renato Calado

    Caro Luiz, voce está muito mal mesmo. Não acerta uma. Por que você não assume de vez que gosta de falar mal do Lula, que gosta quando surge qualquer oportunidade para tal. O problema é que seus argumentos não se sustentam nem um pouco e só agradam àqueles que gostam do idiota Mainardi. Devo reconhecer que são muitos por aí que são afeitos aos raciocínios frouxos e aos grupos de pagode. Mas você, que não chega a ser um Mainardi da vida, bem que poderia abrir mão do recurso da argumentação e ir logo no popular: fora Lula! Mas o povo diz: mais Lula! E agora, José? (ou melhor, Luiz).

  9. Comentou em 03/05/2006 Claudia Rodrigues

    Faço minhas as palavras do leitor Jorge Washignton: ‘Criticar é fácil; é preciso bom senso até para criticar’. Justamente! É por isso que a crítica ao ‘imperialismo’ pautada por uma visão estreita só podia culminar em atos truculentos e radicais, como a invasão da Petrobras boliviana por tropas militares. O discurso anti-imperialismo de figuras com o preparo de um Evo Moralez representa uma ameaça, sim. E não só aos ‘direitos da Petrobras’ que, diga-se, foram estabelecidos em contrato, em negociações anteriormente já firmadas entre os dois países. Representa o resultado de políticas mal-sucedidas em meio a um rescaldo cultural que, infelizmente, nos conduziu a pior alternativa entre as possíveis, culminando neste trágico e espetacular retrocesso político que estamos assistindo.

  10. Comentou em 03/05/2006 Jorge Washington Astigarraga

    Gostaria de saber,qual deveria ser a posição do governo,segundo sua opinião.Será que deveríamos fechar as válvulas do gasoduto?Ou invadir o território boliviano?Ou ainda,prender o sr. Evo Morales,sequestrando o mesmo, durante um jantar,no qual ele seria o convidado de honra,forçando assim à revisão do decreto que,prejudicou fortemente nossa economia?Criticar é fácil.Até eu sei fazer.Se o governo do Brasil,apoiou a eleição do sr. Evo Morales,não fêz nada além do que seguir sua política de não intervenção,apoio à auto-determinação e,não ingerência nos assuntos internos bolivianos.Isto, não impede que os direitos da Petrobrás, não sejam respeitados.É preciso bom senso, até para criticar.

  11. Comentou em 03/05/2006 Katia Almeida

    É uma grande pena e desesperança que a resistência e contestação ao ‘imperialismo norte-americano’ na América Latina tenha se associado a figuras tão caricatas, semi-analfabetos megalômanos e ególatras como Fidel Castro, Hugo Chávez e, de certa maneira, o índio Evo Moralez, que em minha modesta opinião não tomou essa atitude antes de receber total apoio e respaldo dessa dupla de alucinados anti-democratas. E no Brasil temos Lula, fazendo sua política externa ‘esportiva’, como Elio Gaspari hoje bem observou. Estamos feitos! Pobre América-Latina e pobres de nós, latino-americanos.

  12. Comentou em 03/05/2006 douglas puodzius

    Flávia Mesquita que se define: Jornalista(Bem feito,quem mandou não estudar), critica a pauta que teoricamente proponho. Como é comum na imprensa sua critica se baseia em nada. Simplesmente ela não gostou. Elogia Dines e vai embora. Não embasa nada. Não rebate nada. É tipico do nivel de jornalistas que temos atualmente. Não tem argumentos, só espaço. O fato é que se temos um problema, que é o Gaz da Bolivia, eu apenas quero saber se mesmo com as condições impostas por Evo Morales, vamos continuar o pagando um preço de banana pelo produto. No final é o que interessa. Afinal, estão dizendo que os preços vão subir e o povo sofrerá e etc… Existe uma coisa, quando a gente fala de aumento de preços,flavia… É, aumento com relação a uma base… Nesse caso, precisamos saber se comparativamente ao mercado o gaz boliviano ficara acima, abaixo ou no mesmo nivel. Isso determinara a negociação. Vi um ‘especialista’ dizendo que deviamos trazer o gáz por navios para não ficarmos dependentes da bolivia. Só quero saber se teremos que pagar o dobro para satisfazer essa dita independencia. Para a Flávia isso pouco importa. Ela cre que, independente do preço que paguemos, devemos sair por aí gastando o dinheiro publico. No fundo, a pauta dela é a mesma de sempre: Mete o pau. Pouco importa o resultado. Flávia. Estuda que Deus ajuda.

  13. Comentou em 03/05/2006 Arnaldo Mansur

    Se Evo Morales escolheu como seus interlocutores na América do Sul os Srs. Hugo Chávez e Fidel Castro é porque são homens dignos,patriotas e têm um currículo de coragem frente ao imperialismo.
    A Petrobrás como empresa nacional detentora de nossos recursos petrolíferos, antes de se colocar como a mídia já anda ensaiando, em confronto com o governo boliviano; deve avaliar que o que se pretende por lá é o que nos falta por aqui, que é determinação e coragem para alcançar soberania.
    Agirmos na Bolívia como as multinacionais agem por aqui, é vedar os olhos aos nossos próprios problemas, exportando um modelo de exploração que ainda não erradicamos no Brasil.

  14. Comentou em 03/05/2006 Paulo Sérgio de Lima

    O Presidente da Bolivia agiu corretamente e de acordo com os interesses do seu povo. Não vale nada a riqueza de um País, se não for distribuida para seu povo. O Brasil deveria seguir o exemplo e rever as privatizações, principalmente a da Vale do Rio Doce. Uma Deputada do PT entrou ha alguns anos com uma ação judicial, para serem revistos alguns aspectos da privatização da Vale e obteve um primeiro ganho na justiça, mas a grande imprensa não publica nada a respeito. Não seria porque a vale está calando a todos em troca de publicidade. Outro dia a Vale do Rio Doce ganhou até prêmio de investidor do ano em publicidade, ofertado pelo maior grupo de comunicação do Brasil. São muitas coincidencias não?

  15. Comentou em 03/05/2006 Donaldo de Andrade Silva

    Em primeiro lugar, o Lula não é o Brasil, em segundo lugar, me parece que jornalista não tem pátria, só tem ego, em terceiro lugar,o ato do presidente Evo Morales,foi contra a política externa do Brasil, da Espanha e de quem explora os hirocarbonetos daquele país, portanto este não é um problema do Lula e sim dos brasileiros, pelo que eu sei o Lula não é movido a gas, mas, grande parte de nossa indústria e nossa frota de veículos sim, então é hora de todos nós brasileiros torcermos pelo exito do presidente Lula nas negociações com a Bolívia ao ivéz de ficarmos querendo a caveira do Lula, chega de marronices, a Imprensa brasileira tem que amadurecer.

  16. Comentou em 03/05/2006 janice tomanini

    Caro José Ayres, o senhor´como sociólogo, sabe bem mais que eu, uma mera engenheira, que trabalha como operadora de mercado. O senhor, mais do que ninguém, conhece a natureza humana. O senhor deve conhecer Marilena Chauí, claro. Inteligentíssima socióloga, que culpa os mercados pelo assalto lulista. É tudo culpa dos direitistas. É persiguição destes porcos capitalistas. Não houve assalto aos cofres públicos. Foi tudo ilusionismo. Tudo inventado. Mas, não há problema nenhum, senhor sociólogo, afinal o candidato dos uspianos será reeleito. Só não aceito o senhor chamar-me de tucanopefelista. Não tenho partido como o senhor. Acho que temos que amolar todos os políticos, sem exceção. Nenhum vale o que come.

  17. Comentou em 03/05/2006 Luiz Seixas

    Não restrinja as análises recomendadas aos reacionários que espreitam há anos, inutilmente, uma oportunidade de criticar a política externa do governo Lula. Recomendo a leitura de Flavio Aguiar, na Agência Carta Maior, para tirar o pó dos neurônios:
    http://agenciacartamaior.uol.com.br/templates/colunaMostrar.cfm?coluna_id=3054

  18. Comentou em 03/05/2006 Maria Izabel Ladeira Silva Silva

    Caro Luiz
    A ‘bombástica decisão’ do presidente da Bolívia, NÃO tira o ‘gás dos que acusavam a mídia de criticar, por motivos espurios,a politica externa do governo Lula’. Tira o gás dos brasileiros, mas repõe a disposição dos que acusam a mídia, pois os motivos continuam espúrios. Mire-se no seu exemplo. Gostaria que os incansáveis criticos do governo Lula nos brindassem com uma análise criteriosa desta decisão do presidente boliviano que, neste momento, parece caminhar na contra mão da história. Seriam legítimos os interesses do povo boliviano? Como defender os interesses do Brasil sem cair no ‘bushismo’? Onde estão os golpistas de plantão que, certamente, pedirão a cabeça do presidente boliviano? Ou não é conveniente? Tenho certeza que você vai pensar melhor no assunto.

  19. Comentou em 03/05/2006 Líbero Badaró

    O titular deste blog é míope, mal-intencionado ou os dois. A leitura de que pode fazer dos gatafunhos é a seguinte: a Bolívia estatiza o que lhe é de direito e a culpa é de Lula. Isso é ridículo, meu caro! Soa como um insulto essa sua ‘visão crítica’.

  20. Comentou em 03/05/2006 maria santos

    O jornalista deveria se envergonhar de fazer uma análise tão injusta. Desmerece a grande capacidade do Governo Brasileiro de resolver quetões internacionais. Cria um foco que não é verdadeiro pois todos já observaram o respeito e deferência com que os governantes dos Países sul-americanos tratam o Nosso Presidente.

  21. Comentou em 02/05/2006 sergio D

    Caríssimo,
    A critica à politica externa de Lula virou a bola da vez. Se antes (inicio do governo) eram só loas à essa politica, agora é pau. Sabe o jornalista e faz de conta que esqueceu, que os contratos do gaz com a Bolivia foram feitos pelo principe fh. Sabe tb. que a Bolivia tem todo o direito a dispor dos seus proprios recursos, e negocia-los conforme seus interesses (não é essse o principio da auto-determinação dos povos?) . Daí, fica dificil entender a critica à Lula. Será que seo Luiz acha que devemos mandar tropas à Bolivia. Ou fazer beicinho para o indio metido? Parece mesmo é que vcs estão cansados destes pobrinhos metidos a besta. Fh que o diga….

  22. Comentou em 02/05/2006 Flavia Mesq

    É com esse ‘entendimento’ do que é uma pauta jornalística que pessoas como o internauta douglas Puodzius julgam-se em condições de criticar a imprensa. O pior é saber que tem muito ‘jornalista’ por aí com esse mesmo nível de ‘entendimento’. Parabéns dobrados ao Luiz Weis, por abrilhantar o Observatório e por ter de aturar tanto opinionismo ‘nonsense’ e sem conhecimento de causa algum.

  23. Comentou em 02/05/2006 Paulo Fessel

    Que pilantragem essa, a dos Bolivianos! Tomarem de volta o gás deles que FHC conseguiu comprar deles a preço de banana. E que néscio, esse Lula! Apoiando a auto-determinação dos povos! Afinal de contas, desde a Guerra do Iraque todos nós sabemos que esse tipo de questão se resolve na bala e não na diplomacia, mesmo que se tenha de inventar mentiras para justificar quaisquer atos cometidos contra um governo soberano, não é?

    Por outro lado – e isso é algo que você nem se deu ao trabalho de comentar – é que essa crise pode ser a origem de um mundo de oportunidades. Oportunidade de mostrar ao resto do mundo que a diplomacia – e não o poder das armas ou de embargos econômicos, que só prejudicam a pooulação como um todo – é a solução para conflitos como este. Oportunidade de fazer a Petrobrás levantar o traseiro e ir atrás da auto-suficiência em gás. Mas nada que possa trazer oportunidades de elogios ao atual governo o comove, né Weis?

  24. Comentou em 02/05/2006 Claudia Rodrigues

  25. Comentou em 02/05/2006 Iorgeon Haenkel

  26. Comentou em 02/05/2006 Mario Cesar Monteiro de Oliveira

  27. Comentou em 02/05/2006 João Humberto Venturini

  28. Comentou em 02/05/2006 douglas Puodzius

    Vamos tentar entender: Weis critica a petrobras quando mais outras vinte petroliferas de diversos paises do mundo continuam lá, igualzinho a nossa Petrobras.Não há uma palavra sobre a dita ‘miopia’ das elogiadas diplomacias destas outras terras.
    Criticam lula por procurar acordo de buscar alternativa junto a venezuela para diminuir a dependencia do gaz boliviano, coisa que fhc, criou e, quando criou não houve palavra que condenasse tal atitude.
    Weis ataca Evo Morales porque, sentado sobre uma mina de ouro, procura restabelecer o valor deste como tal, já que o articulista vinha se beneficiando da miséria alheia durante todos esses anos. Basta para fazer contra prova, apresentar qual é o preço que se paga no mundo para obter os hidrocarburetos e qual o preço vai se pagar pelo produto Boliviano. Este é o ponto central. Será que essa medida elevará os preços a um patamar absurdo, ou simplesmente os colocará numa média de mercado? Weis, nunca responderá a essa pergunta. Ele quer bolivianos morrendo de fome para acender seu gáz. Isso sim é o certo. Por fim, a soberania sobre as riquezas é um direito reconhecido internacionalmente o que está sendo feito é restabelecer essa condição. É ridiculo o assombro sobre a ‘estatização da Natureza’é fogo de Palha. O contrário, como ocorria na Bolivia, é que é absurdo, a Privatização das riquezas de um povo. Agora estamos Ok.

  29. Comentou em 02/05/2006 Cristiano Fagundes

    Até parece que a irresponsabilidade do presidente boliviano – que esconde de seu povo que a estatização é inviável, e que com estes atos está praticamente jogando o petróleo de seu país no lixo, sem mercado ou meios para extrair – tem alguma coisa a ver com a competência da politica externa e da diplomacia brasileira.

  30. Comentou em 02/05/2006 Célio Mendes

    Culpar o Lula por buscar um papel de ‘liderança de uma confederação sul-americana’ e uma cadeira permanente no CS é chover no molhado qual presidente brasileiro não buscou a mesma posição ? a obsessiva busca por uma cadeira permanente no CS tem mobilizado a diplomacia brasileira a mais de duas décadas e a posição de interlocutor do cone sul é cantada em verso e prosa desde o tempo dos militares, agora de que adiantaria não ter apoiado a eleição de Morales , deveria o pais ter apoiado uma posição antipática a preferencia do eleitorado boliviano ? ou deveria ter se partido para uma intervenção armada no nosso vizinho ? argentinos reclamando do Brasil fala sério isso é uma tradição tão antiga quanto brasileiro falar mal da Argentina, o momento exige maturidade e não o comportamento de torcedor de rinha de galo.

  31. Comentou em 02/05/2006 José Ayres Lopes

    Luiz Weis está feliz da vida! Vai mandar construir uma estátua para o Evo Morales.
    O Brasil vai viver uma crise sem precedentes e o Lula não será reeleito. Daí tudo voltará ao normal: um mundo só de Bushs, tucanospeefelistas e operadores de mercado… Ah sim, e jornalistas de verbo solto.

  32. Comentou em 02/05/2006 Vera Borda

    O jornalista certamente terá se esquecido, no afã de comentar o fato, que a criação da Petrobrás Bolívia e o acordo correspondente datam de 1995, portanto, no governo anterior.

  33. Comentou em 02/05/2006 janice tomanini

    Eu sabia. Todos sabiam. Só Lula não sabia. Aliás, ele nunca sabe de nada. Evo Morales sempre sinalizou com essa possibilidade. Vamos dormir com esse barulho. Preparem os bolsos. Teremos que pagar mais impostos para financiar mais um perfeito idiota latino-americano.

  34. Comentou em 02/05/2006 Marco Antônio Leite da Costa Leite

    O senhor Lulla esta pagando caro sua aproximação com o governo Boliviano. Pois, esta aproximação visava pura e simplismente um assento no Conselho de Segurança da ONU. Portanto, a macumba virou contra o macumbeiro. Marco

  35. Comentou em 02/05/2006 José Carlos dos Santos

  36. Comentou em 02/05/2006 Giovanni Carvalho

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