Sábado, 25 de Novembro de 2017
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº967

CÓDIGO ABERTO > Desativado

O fio da faca

Por Luiz Weis em 02/09/2007 | comentários

Um artigo, com o título de primeira, ‘A imprensa no tribunal’, e uma enquete, ‘Atuação do STF e da mídia divide opiniões’, ambos na Folha de hoje, mantêm viva, para o bem do leitor, a questão da alegada influência dos meios de comunicação no resultado do julgamento preliminar sobre o mensalão, que transformou em réus todos os 40 indiciados pelo procurador-geral da República.


A questão, cuja importância é impossível subestimar, foi provocada pelos dizeres do ministro Ricardo Lewandowski, numa conversa ao celular, ouvida por uma repórter da Folha. Segundo ela, o ministro falou que o Supremo votou ‘com a faca no pescoço’. Depois, em entrevistas aos três jornais nacionais, o juiz disse que não foi bem isso – ele é que se sentiu com a faca no pescoço, mas, ainda assim, votou como achou que devia. Ou seja, a faca podia ter ponto, mas fio não tinha.


O repórter Frederico Vasconcelos procurou 32 ‘personalidades’ [por que não pessoas?] entre magistrados, procuradores e advogados. Para 11 deles, a imprensa influiu, sim, na decisão. Para outros 11, não. E 10 preferiram não se manifestar.


O texto não é propriamente a mais excitante das leituras: saiu uma colagem de opiniões, aspas atrás de aspas – mas o leitor interessado nelas encontrará material para ao menos saber como um certo número de operadores do direito encara o assunto – o que, à parte qualquer outra consideração, vem calhar, dadas as circunstâncias. De mais a mais, já que estamos no mundo do Judiciário, quid abundat non nocet.


A meu ver, a avaliação mais original foi a do juiz Marcos Salles, presidente da Associação dos Magistrados da Paraíba. Para ele, a cobertura maciça da mídia teve um efeito salutar. Nas suas palavras:


‘Os ministros passaram a ser acompanhados e, de certa forma, protegidos de assédio dos grupos políticos que desejavam influenciar o caso.’


Esse raciocínio vai ao encontro do princípio de que uma das funções da imprensa é funcionar como o sol. Quanto mais alto no horizonte, menor a zona de sombra para arreglos contra o interesse público em qualquer instância do Estado.


Já o artigo do título sagaz é do colunista Janio de Freitas, cuja íntegra está em http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc0209200711.htm .


O colunista trabalha em cima de declarações dos ministros Eros Grau e Gilmar Mendes que ele tem razão em dizer que a mídia se limitou a registrar, sem aprofundar. As do primeiro se referem aos e-mails publicados no Globo. As do segundo desdenham, ou assim parece, da ‘opinião dos senhores’ – os jornalistas.


O que leva o colunista a refletir, acertadamente, que ‘o poder, seja qual for a sua forma nas instituições, não é destinação do jornalismo, é objeto dele, é assunto. É para ser ouvido, fotografado, gravado, investigado, esmiuçado – e desvendado para que no conjunto social se formem a consciência de cidadania e suas manifestações’.


Freitas aborda também as palavras que o ministro Lewandowski disse que não disse. Para cobrar dele que esclareça ‘a pressão violentíssima da mídia’ a que o Supremo teria sido submetido e a sua variante ‘as pessoas estavam extraordinariamente submetidas à mídia’.


[Foi o que cobrei dos repórteres que entrevistaram o ministro na seqüência da história, no artigo ‘A mídia de novo no tronco’, em http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/blogs.asp?id=
{9452F304-50BE-4941-AFCE-2FF7424E98D8}&id_blog=3
]


Mais sobre juízes e jornalistas:


1. Duas entrevistas


Hoje, em duas alentadas entrevistas, ao Globo e ao Estado, o ministro Joaquim Barbosa, relator do pedido de pronuncia do procurador-geral contra os acusados de mensalismo, comenta, entre outras coisas, o seu próprio desempenho, afinal amplamente vitorioso.


Correndo o risco de ser o primeiro jornalista a achar que nem tudo o que a mídia quer deve lhe ser concedido, me pergunto se o ministro devia ter dado essas entrevistas, embora tenha motivos para se envaidecer de sua atuação. É bem verdade que algumas perguntas ele rejeitou, mas a questão de fundo é o sábio dito forense de que ‘juiz só fala nos autos’. No caso dos mensaleiros, tem juiz falando muito fora dos autos – e tenho a sensação de que isso não pode fazer mal à Justiça.


2. Duas insinuações


Um colunista pergunta por que o ministro Lewandowski ‘deixou a mesa do restaurante, onde estava com pessoas que conhecia, e foi falar ao celular em outro lugar, perto de desconhecidos?’


Um editorial observa que ele propiciou à mídia ‘a captação a distância de uma longa conversa de celular em meio a ruídos de badalado resturante brasiliense em noite de show’.


Como assim? Será que o ministro queria que desconhecidos – ou não tão desconhecidos assim – ouvissem o que dizia ao celular sobre ‘a faca no pescoço’? E será que a repórter que reproduziu o que ele teria dito não tinha, a rigor, condições de ouvir o que dizia?


Ou muito me engano, ou um dos dois (se não os dois) foram postos sob suspeita.


3. Uma ponderação


Ao final de uma entrevista a Eliane Catanhêde e Silvana de Freitas, da Folha, o novo ministro do Supremo, Carlos Alberto Direito, que toma posse quarta-feira, foi perguntado como via o papel da imprensa nos episódios da divulgações dos e-mails e da conversa ao celular. Deu uma resposta impecável:


‘Não posso responder sobre caso concreto, porque amanhã pode ser necessário que eu venha a julgá-lo. Em tese, a liberdade de imprensa como ação humana está subordinada à responsabilidade civil. Todo aquele que se sente lesado vai ao Judiciário, que vai examinar se houve ou não a lesão. Isso é o princípio da ponderação entre os direitos e garantias individuais e a liberdade de informação.’


***


Os comentários serão selecionados para publicação. Serão desconsideradas as mensagens ofensivas, anônimas, que contenham termos de baixo calão, incitem à violência e aquelas cujos autores não possam ser contatados por terem fornecido e-mails falsos.

Todos os comentários

  1. Comentou em 04/09/2007 Cid elias

    Sempre mordaz, sempre ético ‘choque de gestão’, sempre phd em ilações, sempre apartidário e, mais do que nunca, míope seletivo, além é claro, de sempre encarnar o papel de papagaio da rbs.

  2. Comentou em 04/09/2007 Paulo Bandarra

    silvia bandeira, adm. (porto alegre/RS), pensei que a senhora estava falando do Clube da Cidadania do PC Farias do Olívio Dutra? Que fim levou o Clube que a imprensa nunca mais falou? E dos valores trazidos em espécie trazidos de ônibus pelo tesoureiro do PT de Minas Gerais? Saiu barato esta coisa toda! Era para estar no meio dos 40 do Ali Baba, o home que não sabia de nada! E a CGTEE, toda a ptzada envolvida nos avais frios e falsificações de documentos! Será que os impostas da FORD chutada para fora não estão fazendo falta? Mas sempre tem uma chance de denunciar a governadora para o STF!

  3. Comentou em 03/09/2007 silvia bandeira

    SenhorPaulo Bandarra,
    o que me diz da imprensa gaúcha, liderada pela RBS, bastou a Policia Federal chegar aos Pampas que a cortina da ética, moral e honradez tão propalada dos políticos da terrinha simplesmente caiu. Vários casos de corrupção, e dos grandes, mas tudo nas entrelinhas, os partidos responsáveis, os deputados e senadores envolvidos nenhuma cvapa de jornal ou chamada nos programas de rádio e tv, o que será que acontece, (im) parcialidade ou má fé mesmo. Claro, nenhum membro do PT. Ah, esqueci, a Assessora da governadora Yeda – PSDB – totalmente envolvida mas o silencio reina. Isso é o que o senhor chama de LIBERDADE DE EXPRESSÃO que os petistas querem impedir, chega de hipocresia, o estado literalmente falido, a governadora cometento erros e mais erros, nem o funcionalismo consegue pagar – ela sabia antes de lançar sua campanha portanto não tem desculpa – a doação de órgãos públicos aos amigos começou cedo – 5 meses de desgoverno – base aliada querendo sair fora, mas a mídia amiga a cobre de Louros.

  4. Comentou em 03/09/2007 Octavio Hollemberg

    ‘O repórter Frederico Vasconcelos procurou 32 ‘personalidades’ [por que não pessoas?] entre magistrados, procuradores e advogados. Para 11 deles, a imprensa influiu, sim, na decisão. Para outros 11, não. E 10 preferiram não se manifestar.´’ – Não preciso ouvir 22 pessoas para chegar a conclusão de que ouve, inequivocamente, violação de direitos. Bastam-me os melhores: Celso Antonio Bandeira de Melo, Fabio Comparato e e Dalmo de Abreu Dalari – http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos.asp?cod=448ASP015

  5. Comentou em 03/09/2007 Lau Mendes

    Sr.Weis como acreditar que esta faca é cega se nesta mesma edição matéria de Jacques Mick nos mostra esta mesma faca cortando e muito fundo;não respeita nem os “seus”. A imprensa-empresa não é e não será parte do verdadeiro jornalismo enquanto houver o monopólio da informação (matérias no OI). Dirigida e maquiada para alguns, crua para outros.

  6. Comentou em 03/09/2007 Paulo Bandarra

    Como no caso de Renan Calheiros, sem a imprensa por perto, falaria mais alto o conchavo de iguais personagens nada republicanos se fartando as custas do povo! No escuro, absolveriam facilmente um “igual” ipsis literis, que apenas fez o que fazem, cuidarem do próprio enriquecimento pessoal as custas das maracutaias. No Supremo, o “toma lá dá cá” com o governo que tem a chave do cofre prevaleceria! Com a faca no pescoço, as tratativas nada republicanas nos bastidores forma meladas! A faca estava no pescoço e foi preciso agir como se não fossem seus convivas iguais de festas nos bailes do império dadas com o dinheiro do povo! o ministro Lewandowski, que diz que votou com independência, aceitou que Marcos Valério e Delúbio formaram quadrilha, mas que José Genuíno e José Dirceu, que deram sustentação e força a mesma, não formaram quadrilha! É isto que podemos esperar deste poder? Mídia neles!

  7. Comentou em 03/09/2007 Paulo Bandarra

    Como no caso de Renan Calheiros, sem a imprensa por perto, falaria mais alto o conchavo de iguais personagens nada republicanos se fartando as custas do povo! No escuro, absolveriam facilmente um “igual” ipsis literis, que apenas fez o que fazem, cuidarem do próprio enriquecimento pessoal as custas das maracutaias. No Supremo, o “toma lá dá cá” com o governo que tem a chave do cofre prevaleceria! Com a faca no pescoço, as tratativas nada republicanas nos bastidores forma meladas! A faca estava no pescoço e foi preciso agir como se não fossem seus convivas iguais de festas nos bailes do império dadas com o dinheiro do povo! o ministro Lewandowski, que diz que votou com independência, aceitou que Marcos Valério e Delúbio formaram quadrilha, mas que José Genuíno e José Dirceu, que deram sustentação e força a mesma, não formaram quadrilha! É isto que podemos esperar deste poder? Mídia neles!

  8. Comentou em 03/09/2007 Marco Antônio Leite

    Os Juizes do STF ficaram na mira de uma faca de dois legumes, um ficou na mão dos políticos nada sérios, o outro na mão da opinião pública. Portanto, o STF não teve saída, de um lado poderia ser cortado pelo legume dos políticos e do outro do legume do povão, como a Justiça não anda bem das pernas junto a massa, resolveu lavar a faca e fazer a opção contrária aos mandos e desmandos da politicaiada lá das bandas de Brasília. Haja sacolão e bolsa família para tantos legumes assim?

  9. Comentou em 02/09/2007 Jose Paulo Badaro

    Continuo achando que a intenção do Lewandowiski foi a de demonstrar que os outros 3 ministros (Celso de Mello, Gilmar e Eros) se afinaram ao verem um diálogo entre ele e a ministra Carmem publicado no O Globo, ao mesmo tempo em que se deixaram levar pela vaidade, ao verem o resto da imprensa bajulando, verdadeiramente endeusando o relator.

    Houve pressão, sim! Corda no pescoço, sim! E está na cara que teve ministro que mudou de opinião na última hora a fim de não ficar mal na fita. Ou será que alguém teria a coragem de negar que a mídia em peso, tal qual uma Salomé, depois de enfeitiçar o relator e demais ministros com a dança dos sete véus, praticamente ordenou, exigiu as 40 cabeças na bandeja ???

  10. Comentou em 02/09/2007 alfredo sternheim

    A faca no pescoço, a mídia no tronco são títulos que nos remetem a época da escravidão. E de certa maneira, a mídia se deixa escravizar por certos temas (ou, deliberadamente, se deixa levar) e esquece outros. Houve, sim, marcação da imprensa sobre o julgamento do mensalão. Nada contra. Mas essa mesma imprensa ‘ esqueceu’ de cobrar providências quanto ao envovimento de Marcos Valério com a campanha do senador Azeredo, do PSDB. Claro que os corruptos do mensalão têm de ser julgados. Todos. Porem, não pré-julgados como estão sendo. E os corruptores, quando serão apontados? Enquanto a mídia joga suas luzes no julgamento do STF, no caos aéreo, a população brasileira pobre vê vários de seus dramas desprezados, esquecidos. Como o caos no transporte urbano em SP e outras grands cidades, as 20 chacinas que mataram mais de 80 pessoas em SP só em 2007. Dois pesos, duas medidas… E a falta de decoro do senador Jereissati chamando o colega de boneca? Na dança da deputada Angela, do PT, o tratamento da mídia foi outro. Mas o senador é tucano.Weis, o que irrita na grande imprensa é essa marcação sistemática e rude em fatos que respigam em Lula (vejam o Estado dehoje)e a AUSÊNCIA de destaque em assuntos que respingam em outras autoridades. Caso da mencionada e desprezada chacina (que atinge Serra), do esbanjamento de dinheiro público no Congresso, na câmara de Vereadores de SP, etc…

  11. Comentou em 02/09/2007 Rogério Ferraz Alencar

    A meu ver, a avaliação mais original foi a do juiz Marcos Salles, presidente da Associação dos Magistrados da Paraíba. Para ele, a cobertura maciça da mídia teve um efeito salutar. Nas suas palavras:

    ‘Os ministros passaram a ser acompanhados e, de certa forma, protegidos de assédio dos grupos políticos que desejavam influenciar o caso.’

    O juiz Marcos Salles está afinado com a imprensa. ‘Protegidos’, e com a faca no pescoço, os ministros só puderam ser influenciados pela mídia.

  12. Comentou em 02/09/2007 Ivan Moraes

    ‘faca podia ter ponto, mas fio não tinha’: suponho que pedir uma corda da proxima vez eh pedir demais. Brasileiro ta suposto a ficar preocupadissimo e de cabelo branco agora com os farrapos emocionais de seus juizes supremos tambem? Ja nao basta ter zero acesso ao historico extrema-direita de decisoes do proximo supremo, e do proximo, e do proximo, e do proximo? O golpe da imprensa aqui nao eh ‘denuncismo’ de maneira alguma. Eh o de clamar a influencia na tomada de decisoes que sempre negou ao Brasil porque os juizes lhes tirariam o couro se fossem atraz de direita e os donos lhes despediriam se o tentassem. Agora a media quer estar ‘em cima da onda’ pelo credito –que ja esta decidido por condenacoes aos mais pobres e nao-poderosos da turma, em caso que os que moram na Lua ainda nao notaram. Ate a existencia do ‘casos juridicos’ com suas pre-determinadas condenacoes eh conspiracao branca no Brasil, mas dessa vez nao ha como negar sua existencia. Eh impossivel. E mesmo assim o dinheiro do PAC jamais vai construir qualquer coisa.

  13. Comentou em 02/09/2007 Ivanilson Alves

    Resumo da òpera Luiz Weis: A MÍDIA FAZ POLÍTICA! É quase um braço políticos Tucano-Demoní……. Os Ministros do STF podiam até não está com a ‘Faca no pescoço’ mas que a imprensa tentou colocá-la, Ahh se tentou!!

  14. Comentou em 02/09/2007 Fábio de Oliveira Ribeiro

    A polêmica é interessante e deve ser mantida. E você está de parabens em mantê-la. É do interesse dos cidadãos QUE PAGAM OS SALÁRIOS DOS JUIZES saber o que eles andam fazendo. E me parece que alguns deles andam abusando e muito. A sociedade, que enche os estomados dos juizes, precisa urgentemente perceber que suas excelencias não podem fazer tudo. Na verdade eles só podem proferir decisões em processos e as mesmas devem estar em conformidade com a legislação em vigor. O problema é que desde que a Ditadura acabou alguns magistrados passaram a querer ocupar o lugar dos militares. Chegou a hora de cortar as asinhas dos mesmos, inclusive restringindo seus privilégios e dignidades na CF e na legislação infra-constitucional. Não é o Judiciário que organiza a sociedade. É a sociedade que organiza e custeia o Judiciário. Nesse sentido, os juizes que nãos e adequam às necessidades da sociedade devem perder cargos, salários e aposentadorias.

  15. Comentou em 02/09/2007 Carlos N Mendes

    Qual Bela Adormercida, ao STF dormiu por 100 anos, até ser despertada pela presença do sapo barbudo. Ou é só impressão?

  16. Comentou em 02/09/2007 helio dias horvath

    A comparação de Jânio de Freitas sobre o esclarecimento de uma cena qualquer conforme a altura do sol, tanto maior aquele quanto ascenda este, ficaria melhor ajustada num texto de natureza literária. Em uma matéria jornalística, revela apenas escassez de argumentos. É pena, pois seus trabalhoes chegam a ser interessantes quando malha o cravo somente. O tom festivo, auto-comemorativo até, da mídia nestes dias pós-julgamento da admissibilidade das acusações no caso notabilizado como Mensalão, mal esconde o sentimento de precariedade que ronda as certezas das redações. De fato, resta o principal, provar a culpabilidade dos acusados. É por isso que doravante a mídia vai se esmerar nas mais variadas formas de pressão sobre os membros do Supremo no afã de arrancar de todos eles condenações antecipadas dos acusados. É claro que não deixarão de justificar seu duvidoso zelo com frases altissonantes sobre a liberdade de expressão e coisas pelo estilo. Enfim, matéria lida, relida e treslida.

  17. Comentou em 02/09/2007 Marco Antônio da Costa

    Essa faca no pescoço esta relacionada com a falta de Justiça que há própria Justiça tem patrocinado nesses anos a fio. Essa expressão tem muito a ver com a impunidade que prolifera em todos os Estados e cidades deste grandalhão dorminhoco. Na realidade, esses Juizes foram obrigados a tomar essa atitude pôr vergonha na cara, bem como dar uma satisfação ao povo brasileiro que não é só o pobre que se torna réu no Brasil. Comportamento puramente de vergonha na cara?

  18. Comentou em 02/09/2007 rigoberto borges

    Eu me pergunto se não se trata de uma manobra política para desestabilizar o governo. Tentaram fazê-lo de todas as formas:através da imprensa, no legislativo, e agora no judiciário. Será que não é desespero de causa dado as eleições municipais que se aproximam?

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