Sábado, 18 de Novembro de 2017
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº966

CÓDIGO ABERTO > Desativado

O público na observação da mídia / El público en la observación de medios

Por Carlos Volkmer Castilho em 02/10/2008 | comentários

Esta é uma das preocupações centrais do livro Observatórios de Mídia que reúne colaborações de 17 autores, todos eles acadêmicos e jornalistas, envolvidos com a leitura crítica dos meios de comunicação no Brasil.


 


O livro está dividido em três grandes capítulos: Porquê Observar, Como Observar e Visão Histórica da Crítica da Mídia no Brasil.  Na primeira área, os autores mostram a importância assumida pela critica da mídia como elemento essencial no processo de absorção de informações pelo público.


 


No segundo capítulo, a temática central é a discussão sobre os métodos de observação da mídia com base em análises empíricas e em experiências práticas. No terceiro e último capítulo, o livro procura reconstituir uma breve história da observação da mídia no Brasil, com destaque para a experiência do Observatório da Imprensa, cujo diretor Alberto Dines, é também o autor do prefácio.


 


Os autores Rogério Christofoletti e Luiz Gonzaga Motta são dois jornalistas e acadêmicos com larga experiência na observação da mídia e no seu livro eles destacam o papel do público, como principal personagem da obra. São os leitores, ouvintes, espectadores e agora também os navegadores na internet que são hoje os críticos mais exigentes em matéria de qualidade da informação na´imprensa brasileira.


 


Observatórios de Mídia : Olhares da Cidadania.


Rogério Christofoletti e Luiz Gonzaga Motta – Organizadores

Editora Paulus – São Paulo – Brasil – www.paulus.com.br

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  1. Comentou em 15/11/2008 j batista

    LiberdadexLimites-O homem evoluiu por ser cultural e desenvolver objetivos sadios, superando as intemperies e chegando a outros planetas, o diferenciando de outras espécies. A evolução deve obedecer aos valores e espectativas sadias. Um exemplo de falta de limites ocorreu com o jornal“.O Estadão, no domingo(02.11.08), na mesma pagina :A27, lamentavelmente, misturou o sagrado com o libertino, “Um pronunciamento do papa” e o “ato lascivo na USP”, uma afronta aos valores cristãos do povo brasileiro. O Estadão não precisava chegar a esse ponto tão degradante, criando uma polemica por demais desmoralizante e desnecessária. É uma afronta aos cristãos, a mídia continuar a divulgar que são homofóbicos (doentes mentais) aqueles que não compartilham com certos ideários. Para a harmonia social, esta não pode ser afrontada e existem limites que implicam em não se ignorar o respeito aos valores morais da maioria, sem que isto restrinja o direito as privacidades individuais ou de grupos.

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