Quarta-feira, 20 de Junho de 2018
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº992
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Religião e sucessão

Por Mauro Malin em 18/01/2006 | comentários

Não há como ignorar que a reportagem sobre a Opus Dei publicada pela revista Época favorece, na disputa pela candidatura do PSDB à sucessão do presidente Lula, o prefeito José Serra, porque mostra o governador Geraldo Alckmin ligado a uma prelazia católica conservadora com ares de seita misteriosa. A revista não entrou deliberadamente na disputa política, apenas publicou uma boa reportagem que ficou pronta. Mas produziu efeitos na luta sucessória.



Todos os comentários

  1. Comentou em 23/01/2006 Lara dos Reis

    E qual é o problema com a OPUS DEI?!!! Parece mais com opinião extremista de petistas para quem o PT não é partido político mas religião.Querem patrulhamento contra Alckmin,é?

  2. Comentou em 18/01/2006 Marcelo Monteiro

    A Opus Dei está perdendo na Espanha, onde nasceu. Hoje, a despeito da Bíblia e da Torá classificarem claramente os homossexuais como ‘abomináveis’, os gays e lésbicas espanhóis ganharam sua lei áurea e já têm os mesmos direitos dos heterossexuais espanhois. Em pleno país da Opus Dei! O mundo em breve estará divido entre dois lados, os religiosos, de todas as denominações, reforçando-se mútuamente em sua neurose obsessiva compulsiva religiosa, e os laicos, exercitando a razão. Quem vencerá ? A ciência laica ou as religiões neuróticas?

  3. Comentou em 18/01/2006 Tiago de Jesus

    … e ninguém vê. Alckmin é uma nova Roseana Sarney. Eu é que não vou avisar o PSDB: o pré-candidato mais querido é um neoliberal (ver resumo das propostas do ‘choque de capitalismo’ de Alckmin) membro de uma seita religiosa.

  4. Comentou em 18/01/2006 wagner nogueira

    Se a notícia tem influência na campanha é porque, diferentemente do que você postou ontem, não existe avanço da laicidade no Estado brasileiro, mas um retrocesso, e é natural que as pessoas reajam a isso. Eu, por exemplo, se tinha alguma simpatia por Alkmin, passo a querer distância dele no poder, é só o que faltava termos um presidente fundamentalista, lambendo a mão do Papa. Chega, xô!!!

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