Terça-feira, 26 de Setembro de 2017
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº959

CÓDIGO ABERTO > Desativado

Resposta a uma desonestidade

Por Luiz Weis em 23/07/2007 | comentários

No seu blog Conversa Afiada, Paulo Henrique Amorim publicou ontem, sob o título ‘Serra lidera o golpe mediático’, o texto que segue:


‘O jornalista Fernando Rodrigues publicou em seu site no Uol a íntegra de um parecer do IPT feito depois da obra na pista principal de Congonhas.


. O laudo é claríssimo: a pista principal de Congonhas é de excelente qualidade.


. A Folha de S. Paulo, que é dona do Uol e emprega Fernando, escondeu a notícia.


. O Conversa Afiada contou essa história.


. E previu que o laudo publicado por Fernando poderia ser “revisado” pelo presidente eleito José Serra, que manda no IPT.


. Agora, a manchete do Último Segundo do iG contém informação do Observatório da Imprensa, de autoria do jornalista Luis Weiss, editorialista do Estadão (clique aqui).


. Ele apresenta um outro relatório do IPT.

. Que não libera a pista.


. O que Fernando tinha publicado não era uma “liberação” da pista.


. Mas, o parecer de um órgão supostamente sério e ilibado, que falava da excelência da pista de Congonhas.


. O laudo de Weiss, quatro dias depois, é outro.


. O que leva à conclusão de que o presidente eleito José Serra tem a pretensão de utilizar o IPT como carta de manobra num jogo político que está na cara de todo mundo: um golpe de Estado, liderado pela mídia golpista, de que ele será o maior beneficiário.


. Obter pelo golpe o que não conseguiu nas urnas.


. E usar a mídia como a tropa de infantaria.’


Eis a resposta que lhe enviei:


‘No que me diz respeito, a nota ‘Serra lidera o golpe mediático’ é desonesta:


1) Tenta estabelecer uma relação (espúria) entre o que escrevo no meu blog e o fato de ser editorialista do Estadão. Equivale a induzir juízo sobre o Conversa Afiada pelo fato de seu editor trabalhar na emissora do notório bispo Edir Macedo;


2) Não existe ‘laudo do Weiss’. Existe um e-mail que o presidente do IPT me enviou – e eu publiquei, de resto, sem comentários – porque na véspera eu havia escrito uma nota, afirmando, com base no que o jornalista Fernando Rodrigues divulgou, que o ‘laudo do IPT muda visão da tragédia’;


3) Não sou ‘tropa de infantaria’ de ninguém. Se, por hipótese, a nota de Fernando Rodrigues sobre o laudo sustentasse que o IPT considerou a pista imprópria para uso e eu a tivesse citado no meu blog, e, se no dia seguinte, o presidente do órgão me enviasse um e-mail contestando a interpretação do jornalista, eu também o publicaria – acompanhado da íntegra do texto de Fernando Rodrigues, como fiz, por sinal, na situação concreta.


Por fim, um detalhe: meu nome não se escreve Luis Weiss, mas Luiz Weis, como se lê no Verbo Solto.


***


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Todos os comentários

  1. Comentou em 01/08/2007 Caetano Greco Junior

    É professor roelf roelf, de araçatuba. O triste é ver que alguns brasileiros médios escrevem seus nomes e de suas cidades com letras iniciais minúsculas. E ainda escrevem frases sem o menor sentido. E, pior, ensinam!!!

  2. Comentou em 30/07/2007 roelf roelf

    Acabo de dar uma lida nos comentários deste artigo. Deve dar desgosto aos jornalistas sérios (independente de ideologia) ao ver o nível dos leitores tupiniquins. Quanto ainda falta para ter uma opinião pública minimamente informada! Só agora percebo que o PHA é levado a sério pela maioria dos leitores deste OI! Isso que esta é uma seleta amostra do brasileiro médio. Tá doido!

  3. Comentou em 30/07/2007 Roelf Cruz justino

    Eu só não entendo por que tanta gente boa, de esquerda e direita, leva a sério o que diz Paulo Henrique Amorim. Qualquer respeito a sua atitude profissional não resiste trinta segundos de passeio pelo seu blog . Esse sim mereceria um artigo crítico deste OI (se este não fosse atrelado ao IG, claro).

  4. Comentou em 26/07/2007 Caetano Greco Junior

    Jornalista Ivan Berger: para alguns Arquitetos, que é a minha formação, serem chamados de Engenheiro é uma desonestidade. É como chamar um jornalista de ‘Editoralista do Estadão’, mas eu não ligo. No entanto, mostra que você não presta muita atenção no que lê: eu não dei opinião nenhuma no meu comentário, somente expressei o que percebi: você deu a receita de como praticar um joguinho sujo e cumpriu-a à risca. Não adianta dissimular. Ficaram as marcas, e o fedor.

  5. Comentou em 26/07/2007 Paulo Abreu

    Quando tinha a gigantesca estrutura da Globo por trás e estava cercado por uma produção competente, PHA conseguiu ao menos proteger sua imagem de si mesmo. Hoje sua incompetência até para redigir suas teorias conspiratórias de grêmio escolar é vexatória, pois, incapaz de articular as palavras, se limita a publicar uma linha em baixo da outra, como quem tenta fazer apenas uma relação de idéias, que nem sempre aparecem devidamente concatenadas, por sinal. Que figura patética do jornalismo (se é que se pode chamar isso de ‘jornalismo’) chapa-branca!

  6. Comentou em 26/07/2007 Ivan Berger

    Larissa,nada do que eu disse do PC Amorim é segredo no meio jornalístico. Opiniões de leigos como a do tal engenheiro a gente ignora,já pensou se tivesse que responder a todas patacoadas que palpiteiros como ele aqui desovam ?

  7. Comentou em 25/07/2007 Bela Prin

    ‘De resto, editoriais exprimem ‘as posições da casa’, como se diz nas redações, mas não necessariamente as dos que os redigem.’ Ai, deve ser duro escrever um editorial para expressar as ‘posições da casa’, especialmente quando os editoriais do Estadão são os mais preconceituosos, virulentos, rancorosos e golpistas… O editorialista é um ‘ghost writer’ do patrão? É isso? Haja divã de psicanalista – não o Daudt – para acalmar a consciência…

  8. Comentou em 25/07/2007 Larissa Carneiro

    Não vi desonestidade alguma por parte do PHA, muito pelo contrário, vi a pura verdade, tanto assim que não foi possível desmentir a informação que eras editorialista do Estadão. Adorei o arquitetado enquadramento imposto ao jornalista ivan berger! Lindo! Ivan, onde está você? Depois dessa é melhor dar um tempo.

  9. Comentou em 24/07/2007 Caetano Greco Junior

    O Jornalista Ivan Berger comenta que PHA está encarregado ‘do chamado joguinho sujo, como atacar colegas, vilipendiar a profissão’ e outros que tais. E, ato contínuo, chama-o, literalmente, de: ‘grande cara de pau’; ‘sabujo’; ‘dublê de jornalista’; que ‘escreve mal e porcamente’; ‘canastrão’; ‘sem verve’; ‘animador de auditório’ e que ‘bodeja (?) charlatanices’. Contam-se oito ataques do comentarista ao jornalista, chegando a vilipendiar outros profissionais e profissões. Aí me lembrei de um ditado: ‘Quem usa cuida’. Pois é, fazer o trabalhinho sujo fede e deixa marcas.

  10. Comentou em 24/07/2007 alfredo sternheim

    Não sabia que Weis é editorialista do jornal O Estado. O fato não o diminui, mas lança suspeita sobre sua isenção, afinal O Estado é anti-Lula, é ostensiva e abertamente tucano. Agora compreendo tanta indignação tanto em Weis como em Dines (ligado a OSESP e cujo programa OI é re-transmitido pela Fundação Padre Anchieta) com atitudes e atos do governo Lula (o gesto em privado do assessor Garcia) e nenhuma manifestação de indignação quanto a ausência de notícias e comentários sobre as várias chacinas ainda impunes acontecidas em São Paulo (sumiram da mídia) que mataram dezenas de jovens pobres. Agora compreendo o pedido de Dines para não se politizar a tragédia do Metrô, Mas politizaram a do avião da TAM, Nenhuma indignação com o alto salário pago pela OSESP ao regente titular, nenhuma crítica a omisssão das autoridades estaduais e municipais de SP quanto a Congonhas nos últimos 20 anos, apesar dos alertas dados pelas associações moradores de Moema e adjacências. Weis fez até um pré-julgamento que recebeu aqui muitas ressalvas, muitas condenações. Uma coisa é certa:o IPT considerou a pista de boa qualidade e várias dezenas de aviões pousaram sem problemas. Já a TAM omitiu muita coisa. E hojeo Estado traz reportagem sobre desastre similar com Airbus ocorrido nas Filipinas. A culpa vai continuar sendo do governo Lula?
    E o prédio construído na rota de Congonhas? Ninguém viu?

  11. Comentou em 24/07/2007 Fernando Trindade Trindade

    Caro Weis, acho que o Paulo Henrique errou ao tentar desqualificá-lo como ‘editorialista do Estadão’. Admiro o PH pela ´combatividade´ que tem demonstrado contra a grande mídia elitista e golpista (sempre foi assim, é só ver a história da República, de Canudos a 64, o senhor sabe). Mas quem acompanha os seus textos, caro Weis,neste Observatório, sabe que o Sr. tem criticado excessos anti-governo dessa mesma grande mídia e o fato de ser também editorialista do Estadão ( e eventualmente ligado aos tucanos serristas) só dignifica suas críticas à grande mídia .A sua resposta ao PH está equilibrada, com uma ressalva.Me incomodou muito a sua referência ao ‘notório bispo Edir Macedo’. Não sou da Igreja Universal, nem de outra qualquer (sou agnóstico), nem procurador do Bispo. Não se trata de religião. O fato é que o Senhor (e o OI) deveriam reconhecer que depois que passou a ser controlada pelo Bispo a Record voltou a ser referência, a ponto de estar assustando a quase monopolista Globo,como bem registrou o Wall Street Journal em ampla matéria recentemente.Se a Record efetivamente se consolidar, trazendo algumpluralismo para o setor de TVno Brasil, o BispoMacedo merece todos os nossos parabéns, de modo que sua referência preconceituosa ao Bispo é inaceitável. Se é controversa a biografia do Bispo, controversa é também a biografia da família Mesquita.Atenciosamente, Fernando Trindade

  12. Comentou em 24/07/2007 Humberto Pereira

    Caro Sr. Luiz Weis – Achei importante a informacao de que o sr. e editorialista da Estadao, pois sou seu leitor e nao sabia disto; mas acho que sr. se apressou um pouco em vestir a carapuca. Mas devo confessar que nao entendi a distincao que o sr. faz quando diz, *De resto, editoriais exprimem ‘as posições da casa’, como se diz nas redações, mas não necessariamente as dos que os redigem.* Como e que se faz isto ? O sr. escreve editoriais, sob medida, refletindo ´posicoes da casa´ – mas nao as suas – ou o sr. escreve editoriais refletindo suas posicoes mas eles alteram-no para refletir as posicoes deles ? Complicado, nao ? O sr. tem um biografia politica honrosa na historia do pais, tem um nome profissional a ser preservado, e faz esse tipo de trabalho por opcao politica ou imperativo profissional ? Acho estranho, mesmo, o sr. compactuar com a virulenta campanha que a midia vem desfechando contra o presidente eleito (isto e aparente em suas analises de midia) e depois dizer que tal posicao nao tem qualquer relacao com a suas funcoes de editorialista do Estado. O Paulo Henrique Amorim pode nao ser a fina flor do jornalismo tupiniquim, mas ele nao tem a pretensao de ser imparcial, e por isto que eu acho que ele esta fazendo um trabalho importante em furar o bloqueio da unanimidade golpista da grande imprensa (so no tamanho) brasileira.

  13. Comentou em 24/07/2007 Stewart Little

    Resposta a uma desonestidade: se é editorialista do Estado, por que não diz isso na sua descrição??? Parece que está se escondendo no anonimato! ‘Escreve no Estado de S.P.’ é assaz genérico. Quem é o desonesto aqui? Isso só pode acontecer por um motivo: o Sr. reconhece que os editoriais do Estado (ou a ‘posição da casa’) são por demais nauseabundos, dignos de vergonha. Observar a imprensa que é bom, nada… e olha que o festival de absurdos ‘jornalísticos’ atual dá um prato cheio pra qualquer observador.

  14. Comentou em 24/07/2007 Paulo Eduardo Araujo Antonechen

    Lendo os artigos publicados no OI, percebi que menos se fala em imprensa e mais no governo, menos sobre o papel da imprensa e mais sobre o papel do governo. menos sobre a imprensa e seu ‘modus operandi’, ou seja, menos crítica sobre o que deveria ser uma imprensa livre em um país democrático, aquela que não é pautada por interesses estranhos, mas sim informar, sem ilações, sem falsidades, sem deturpações. Bom isso havia sumido do OI.
    Mas eis que me surpreendo com o texto do Luis (ops: LUIZ) Weiss criticando a postura de P.H.A., dissecando a má intenção deste (P.H.A.) em vincular Weiss como editoralista do Estadão, coisa que ele é de fato – mas que parece não querer revelar, pois isso o relaciona com o ‘Coro'(*ver link abaixo), ou simplesmente prefere que não digam! – e a polêmica entre as versões do laudo do IPT, e como são trabalhadas as noticias. Então, vemos que ainda há uma pessoa neste OI com vontade de discutir o papel da imprensa (da mídia), da má fé, mesmo que isso seja em interesse pessoal, mesmo que seja para dizer ‘não sou da tropa de ninguém’. Buáá, sou sim, mas não falem, Buáá.
    *Deve ser o ‘receio’ de estar trabalhando para (ou ser do) o ‘CORO’ reacionário que nos fala Luis Fernando Verríssimo no seu “Antes de entrar num coro, olhe em volta” (link no blog do Nassif: http://z001.ig.com.br/ig/04/39/946471/blig/luisnassif/2007_07.html#post_18906827).

  15. Comentou em 24/07/2007 Ivan Moraes

    ‘O Paulo Henrique ensandeceu. Só pode ser isso. Ele encasquetou que existe um complô para defenestrar o nosso presidente. Como se isso fosse possível. Por mais besteira que esse governo faça, por mais que a imprensa exponha as víceras de um sistema podre e corrompido, a ‘instituição’ sempre é preservada’: ele foi simplista na exposicao. Existe um complot pra destruir todas as esquerdas mundiais sim, mas defenesetrar ‘presidentes’ eh a ultima coisa que ele pretende. Eh o *pensamento* o alvo desse complot. Por sinal, se eu tivesse um terco de chance eu tambem defenestraria a **presidencia**. Mas nao sem antes defenestrar o congresso e tirar a veiarada toda de la. CONGRESSO VIRTUAL AGORA E JA! Da pra economizar muitissimos bilioes se deputado e senador fossem virtuais –nao que nao sejam presentemente, certamente. Ele foi muito infeliz na exposicao sim. (Eu tou tentando ser educado e nao ta funcionando porque direita eh obeso por problema de tiroide e pobre eh balofo por esganamento fominhal, e ele foi fominhalmente esganado.) Falando em balofo, alguem sabe quando os documentos do Maluf chegam dos EUA?

  16. Comentou em 24/07/2007 Paulo Eduardo Araujo Antonechen

    Interessante! Lendo os artigos plubicados no OI, percebi que menos se fala em imprensa e mais no governo, menos sobre o papel da imprensa e mais sobre o papel do governo. menos sobre a imprensa e seu ‘modus operandi’, ou seja, menos crítica sobre o que deveria ser uma imprensa livre em um país democrático, aquela que não é pautada por interesses estranhos, mas sim informar, sem ilações, sem falsidades, sem deturpações. Bom isso havia sumido do OI.
    Mas eis que me surpreendo com o texto do Luis (ops: LUIZ) Weis criticando a postura de P.H.A., dissecando a má intenção deste (P.H.A.) em vincular Weis como editoralista do Estadão, coisa que ele é de fato – mas que parece não querer revelar, pois isso o relaciona com o ‘Coro'(*ver link abaixo), ou simplismente prefere que não digam! – e a polêmica entre as versões do laudo do IPT, e como são trabalhadas as noticias. Então, vemos que ainda há uma pessoa neste OI com vontade de discutir o papel da imprensa (da mídia), da má fé, mesmo que isso seja em interesse pessoal, mesmo que seja para dizer ‘não sou da tropa de ninguém’. Buáá, sou sim, mas não falem, Buáá.
    *Deve ser o ‘receio’ de estar trabalhando para (ou ser do) ‘O CORO’ reacionário que nos fala Luis Fernando Verríssimo no seu “Antes de entrar num coro, olhe em volta” (link no blog do Nassif: http://z001.ig.com.br/ig/04/39/946471/blig/luisnassif/2007_07.html#post_18906827)

  17. Comentou em 24/07/2007 Carlos N Mendes

    Bem, pode não haver complô, mas muitos jornalistas escreveram que o ‘top-top’ do ministro foi escárnio contra as vítimas do acidente da TAM – capitalizando através da torção da realidade um gesto que muito claramente foi dirigido ao presidente da TAM, que escondeu um defeito grave (e bota grave nisso – você aceitaria descer a Imigrantes com meio freio?) tempo suficiente para as crianças que brincam no playground da ambiguidade fazerem seu jogo – e que está longe de terminar. No mais, não há nada de errado em se ser editorialista do Estadão – mesmo porque ser democrata no OI purga muitos pecados, graças a Deus.

  18. Comentou em 24/07/2007 Gustavo Fernandes

    Sr. Luiz Weis, já faz algum tempo que leio seus artigos no OI e fiquei estupefato em perceber que o Sr. ficou ofendido com comentário publicado pelo jornalista Paulo Henrique Amorim; cá entre nós, o fato de ser editorialista do Estadão não macula sua capacidade como profissional da imprensa, apenas nos lança dúvidas quanto à sua imparcialidade e grau de isenção na abordagem de certos assuntos; lamentáveis essas picuinhas; não é proibido falar mal do governo legitimamente constituído, mas é lamentável a crítica pela crítica; a propósito: a linha 4 do metrô deixou de render boa venda de exemplares do periódico no qual o Sr. trabalha, ou seria perigoso tratar do assunto, paralelamente ao acidente aéreo?
    Por favor, sejam profissionais isentos e imparciais

  19. Comentou em 24/07/2007 Leonildo Junior

    Mais engraçado de tudo isso são os comentários no blog do PHA.
    Pessoal lá parece que tá torcendo por time de futebol. É rir pra não chorar certas manifestações no blog CA por parte de alguns usuários.
    Recomendo ao jornalista Luiz Weis ver. (fica super escondido lá embaixo o campo de comentários e não tem nenhum feedback do autor, ao contrário daqui).

  20. Comentou em 23/07/2007 Jose Manuel Silva

    Sinceramente, nao to entendendo. So porque te apresentaram como editorialista do Estadao vc ficou indignado? Com tantas versoes, julgamentos, acusacoes, verdades e mentiras que existem nessa historia do acidente, a unica coisa que acredito, eh que vc trabalha para o Estadao. Ou isso é mentira?

  21. Comentou em 23/07/2007 André Ponte

    O Paulo Henrique ensandeceu. Só pode ser isso. Ele encasquetou que existe um complô para defenestrar o nosso presidente. Como se isso fosse possível. Por mais besteira que esse governo faça, por mais que a imprensa exponha as víceras de um sistema podre e corrompido, a ‘instituição’ sempre é preservada. Ninguém vai derrubar o presidente. Por mais inapto que seja, o mandato dele está garantido.
    Poderia, quem sabe, lançar mão da pose de vítima e assumir as responsabilidades. Afinal ele foi eleito pra governar. Não pra ficar escondido numa sala rezando para que as crises que ele não soube debelar desapareçam assim, do nada.

  22. Comentou em 23/07/2007 Di Sá

    Sr. Luis Weis não sei porque o Sr. ainda se deu ao trabalho de responder , certas pessoas só merecem nossa indiferença
    Parabéns por seu trabalho

  23. Comentou em 23/07/2007 Cesar Gunter Gunter

    REVOLTA E LAMENTOS! é O QUE SINTO, … lamento por toda esta tragédia que se abateu e pela dor de nosso compatriotas… REVOLTA E NOJO pela cobertura partidarizada e nojenta da mídia, explorando politicamente a dor de seres humanos.

  24. Comentou em 23/07/2007 Marnei Fernando

    Eu te avisei Weis… eu te avisei… agora você qu tinha tudo pra ser um contrapeso neste observatório cego e golpista, se nivelou com o dines e o malin… Vai fundo Weis… bem pro fundo.

  25. Comentou em 23/07/2007 Rondinelli Suave

    Essa pegou mal, hein?! Que feio ficar desqualificando crítica com subterfugios. Poderia usar sua influência no Estadão para checar se o IPT de Fernando Rodrigues é o mesmo que lhe envoiu o furo. Vamos checar, gente, vamos apurar, os mestres vivem dizendo isso…

  26. Comentou em 23/07/2007 Everson Henning

    Concordo com o PHA. Os comentários do Luiz Weis estao carregados de ranço contra o presidente Lula. Beira a esquizofrenia um ‘observador’ de mídia reproduzir o que fazem de pior os
    articulistas, colunistas e comentaristas da ‘grande imprensa’. Nao dá pra engolir essa tentativa desesperada de tentar, a todo custo, colar a tragédia no governo Lula.

  27. Comentou em 23/07/2007 Teo Ponciano

    Parece que trabalhar para o estadão esta ganhando conotações quase pejorativas, tendo que o editorialista sair em defesa do que escreve no Oi apesar do cargo que ocupa no jornal citado! isto sim que é decadência da imprensa.

  28. Comentou em 23/07/2007 Ivan Berger

    Dos 3 mosqueteiros de Lula, Paco Amorim é o menos dotado,por isso geralmente se encarrega do chamado trabalhinho sujo, como atacar colegas,vilipendiar a profissão,deturpar fatos para forjar tolas teorias conspiratórias.É cima de tudo,um grande cara de pau.Mesmo com toda sua conhecida sabujice,perdeu espaço na Globo e depois de peregrinar aqui e ali,acabou se convertendo ao jornalismo camaleônico do bispo Macedo. Dublê de jornalista e apresentador,não faz bem nem uma coisa e nem outra,pois escreve mal e porcamente e suas aparições na tevê só chamam a atenção pela semelhança com outro impagável canastrão,Mr.Been. É um Milton Neves sem verve, cuja platéia se resume a ala mais radical de nossa errática esquerda,que se contenta com qualquer animador de auditório que ainda se disponha a bodejar as charlatanices do governo Lula. Nem esquenta,Weis.

  29. Comentou em 23/07/2007 Marcelo Rosseti

    Conte para todos aqui, você bem que puxa a sardinha para a sua brasa.. Essa de imparcial, não cola! A mídia está sim, claramente, comprometida. Há uma verdadeira politização do acidente e o pior, querendo colocar isso no colo do presidente Lula. Você sabe melhor do que eu quem governou o País desde a chegada de Cabral. Colocar todos os erros na administração do Lula é um absurdo. Problemas de infraestrutura estão presentes no Brasil há séculos. Por que somente agora é de responsabilidade de um presidente? Não assistimos a mesma coisa acontecendo com o FHC, Itamar e outros. Essa mídia que está ai é mesma que esconde o filho de FHC e estampa o problema do Renan e do Lula. Ou será que estamos malucos?
    PS: não votei no Lula.

  30. Comentou em 23/07/2007 Renato Silva

    Luiz, na verdade o equivalente seria dizer que PHA trabalha na Rede Record. Se ele dissesse que você trabalha no jornal dos Mesquitas, aí sim o equivalente seria dizer que ele trabalha na emissora do Bispo.

  31. Comentou em 23/07/2007 jorge cordeiro

    Ué, censuraram meu comentário? Pois eu repito: Se o fato do senhor Weis ser editorialista do Estadão não ser nada demais, por que não está registrado no currículo que fica abaixo de sua foto, ali no canto superior direito? ´Escrever para o Estado de S. Paulo’ é bem diferente de ser editorialista do Estadão. E o senhor poderia indicar quais editoriais é de sua lavra? O tão comentado e criticado Uma Verdade Inconveniente’ seria um deles? O que o senhor escreve aqui no blog é diferente do que escreve nos editoriais do Estadão? Ora ora ora, PHA apenas esclareceu um dado que muitos nao sabiam. Qual o problema? (www.escriba.org)

  32. Comentou em 23/07/2007 Zilda de Araujo Rodrigues Araujo

    Luiz Weis, você deu uma de gato: deu o tapa e escondeu a mão. Não fez comentário mas o e-mail dispensa comentário. Assim como sua atitude. Nós é que estamos fartos de desonestidade intelectual, jornalistica, seja lá de que for. Desde que seja desonestidade.

  33. Comentou em 23/07/2007 Ivan Moraes

    ‘Isso por si só já não caracteriza uma irresponsabilidade por parte da Infraero?’: tem aparencia de estar no lugar certo fazendo a coisa errada sobrando pra todo mundo. Uma coisa que ninguem notou ate agora eh a mais peculiar de todas: o aviao, que tinha o mechanismo de reverso da asa direita quebrado, virou para a esquerda. Ta dificil descobrir que uma turbina abaixou a velocidade e a outra nao baixou… porque razao mesmo? Isso depende da pista estar molhada ou nao? No minimo uma das testemunhas tambem ouviu **a turbina** do aviao **depois** do acidente… a esquerda ou a direita? Ninguem perguntou! Ou turbina nao pode ser culpada semente desde que seja de direita? Tem aparencia de culpa pra dar e vender, pra todo o sistema governamental, construtor, gerencial, aereo. O sistema esta podre.

  34. Comentou em 23/07/2007 jorge cordeiro

    O senhor poderia nos dizer quais editoriais escreveu nos últimos dias? O texto ‘Uma verdade inconveniente’ é de sua lavra? E se o fato de ser editorialista do Estadão não o envergonha, porque não está listado em seu currículo aí do lado? Sim, porque ali aparece apenas ‘escreve no O Estado de S. Paulo’. Huum… PHA tocou na ferida, heim? (www.escriba.org)

  35. Comentou em 23/07/2007 Valdomiro Vidal Vidal

    Ilustre Jornalista Luiz Weis (e não Luis Weiss).
    Com esta sua explicação (justificativa…), já começo a acreditar em sua santidade.

    Miro Vidal

  36. Comentou em 23/07/2007 Marcio Batista Martins

    Sem ler a íntegra do texto de Luiz Weis, e tendo lido o de PHA, no Conversa Afiada, pretendo fazer meu comentário.
    Concordei com PHA e não percebi, talvez por ingenuidade, uma possível ofensa na relação entre o colunista e o editorialista do Estadão, informação que eu desconhecia e me surpreendeu.
    Me surpreendeu porque sou um anti-estadão que nutro o maior prazer em ler os comentários de Weis no Observatório da Imprensa.

    Digamos que, na briga entre vocês, prefiro não me meter. E espero que consigam esclarecer os fatos porque são ambos profissionais de respeito.

    Bom, agora, volto para a leitura do OI.

  37. Comentou em 23/07/2007 José de Souza Castro

    São dois grandes profissionais, mas neste caso específico, em que se confrontam, parece-me que a razão está com Luiz Weis (e não Luis Weiss, um erro imperdoável, pois não se deve nunca errar a grafia do nome de uma fonte). Weis divulgou, como devia, uma nova informação importante, depois de ter feito um comentário numa informação que estava sendo agora contestada. E que, por sinal, contrariava o que afirmara Paulo Henrique Amorim em defesa da liberação da pista do aeroporto, com base na informação anterior. Ao publicar o e-mail do dirigente do IPT, Weis poderia ter feito o que PHA faz, comentando o texto. Ou seja, reforçando as críticas – se as tem – à liberação da pista. Não o fez, provavelmente porque não era essa a sua intenção, mas simplesmente oferecer aos leitores mais elementos para que eles próprios tirem suas conclusões, no momento oportuno. A ligação entre Weis, o blogueiro, e Weis, o editorialista, no caso, teve uma função – a de desqualificá-lo perante quem não gosta da ‘imprensa golpista’, como PHA vem chamando a TV Globo, o Estadão, a Folha e outros. PHA era chefe da Redação do JB no começo da década de 80, quando pautou o jornal para fazer um caderno especial sobre a TV Globo. Nascimento Brito não gostou e demitiu-o. E PHA foi contratado por Roberto Marinho e enviado aos EUA para ser correspondente da Globo. E não se deve fazer ilações a respeito, é claro…

  38. Comentou em 23/07/2007 Cesar A. Dutra da Rosa

    Caro Luiz Weis, não tem mais sentido ler seus cometários no OI, pois não sabia que era editor do Estado de São Paulo, um dos jornais mais terriveis para a democracia no Brasil, manipulador e elitista deste país. Vejo que agora que cada artigo seu não é digno de confiança. Pararei de ler o seu material, mas continarei lendo a OI, espero voltar quando o Sr. demitir se deste jornaleco ou for mandado embora por abrir os olhos. Até um dia.

  39. Comentou em 23/07/2007 Marco Costa

    Senhor Luiz Weis não se aborreça, toda unanimidade é burra. Seu trabalho como jornalista é muito confiavel e digno. O que os outros falam não interessa, à não ser para aqueles que brincam de fazer comunicação. Parabéns!

  40. Comentou em 23/07/2007 Orestes Ianuzzi

    Meu comentário é simples e direto: o Paulo Henrique Amorim é um conversa ‘Fiada’ da mídia eletronica, não merece a atenção de pessoas sérias, cultas e comprometidas com o interesse público. Publiquem se quiserem, mas é essa a minha opinião.

  41. Comentou em 23/07/2007 Cid elias

    Senhores, vejam o dito pelo Fernando Rodrigues:’O IPT recua sobre Congonhas – o IPT divulgou um parecer parcial no qual não apresenta óbices a respeito da pista de Congonhas (atenção: não estou escrevendo que liberou a pista, mas que não apresentou óbices). Clique para ler o parecer e o post a respeito. O IPT mandou uma carta CURIOSA para o site “Observatório da Imprensa” dizendo agora que não é bem assim. Como? Sim, o parecer do IPT não apresenta óbices à pista, mas não a liberou. Ah, bom. Comentário do blog: essa turma é da pesada. A guerra política para faturar com a morte de 200 inocentes não pára nem tem limites.’ E então, quem é o desonesto?

  42. Comentou em 23/07/2007 José Carlos

    Eu só queria entender uma coisa. O laudo parcial é datado do dia 19/07 e foi solicitado pela Infraero ao IPT em 18/07. Ora, o acidente foi em 17/07. O que isso quer dizer? Que a Infraero liberou a pista sem o necessário respaldo técnico? Julgou que estava tudo ok e o laudo era uma mera formalidade? Isso por si só já não caracteriza uma irresponsabilidade por parte da Infraero?

  43. Comentou em 23/07/2007 João Marcos Rocha

    Eu concordo em parte com o Senhor Luiz Weis, mas algumas coisas não saem da minha cabeça sobre o OI.

    1°) Apoio da Ford Foundation. Como é de conhecimento até dos invertebrados, os EUA e suas empresas não tem amigos nem inimigos, somente interesses. E não é segredo nenhum que eles não querem uma mídia com livre expressão e sem a coleira na edição. O que entra em check esse espaço.

    2°) Não se fala no OI sobre a cobertura de jornalistas que de uma semana para outra se formaram em especialistas da aviação, e o número de comentários e opiniões de pessoas leigas no assunto sem responsabilidade alguma com a população.

    3°) Não se fala de como são tratados as partes responsáveis. Dois pesos e duas medidas, que cada dia fica mais clara nos noticiários.

  44. Comentou em 23/07/2007 Sidnei Brito

    Sr. Weis, eu entendi mal ou o senhor parece aceitar a idéia de que ser editorialista do Estadão não é lá uma coisa muito boa? Fiquei assustado, pois acho que ser editorialista do vetusto diário paulistano é uma função bastante honrosa. Ademais, entendi que a maneira como colocado por PHA, o dado só foi passado a titulo de informação, não sendo algo tão importante em relação ao fato de o senhor estar abrindo um espaço – justo, diga-se, às ‘trapalhadas’ do IPT. Gostaria de aproveitar e reafirmar aqui minha admiração tanto ao seu trabalho quanto ao de Paulo Henrique Amorim.

  45. Comentou em 23/07/2007 Marcos Oliveira

    Editoralisata do Estadão???
    Não é nada, não é nada… sei não…

    Dá para ser imparcial?? eu duvido.

  46. Comentou em 23/07/2007 cid elias

    Entre Weis e PHA, fico com o segundo, sem piscar. Basta ver os artigos de um e de outro. Sr. Weis, o senhor que apenas repassou uma informação dada pelo Fernando Rodrigues enriquecida com o detalhe quase imperceptível ‘…não inocenta a Infraero’, poderia por gentileza me esclarecer qual sua intenção ao escrever isso? A Infraero foi julgada CULPADA por quem? Pelo meretíssimo Luis Weis e pela imprensa que defendes? Mas o que tem de mais interessante neste caso é a escolha do Sr Weis-OI como destinatário do ‘não-fizemos-laudo algum E o Serra mandou que isto fosse veiculado imediatamente-ipt saudações’. Por que não enviaram diretamente ao Fernando Rodrigues, o responsável pela informação? Se o Weis somente reproduziu, o tal chefe do ipt deveria pedir ao Fernando que veuiculasse esta nota serrística que desdiz o que o próprio instituto afirmou, ou será que seria pedir demais? Desculpe Weis, mas o senhor, o Dines, o Mauro, o Brickmann, o Ivo e o Rolf, na minha modesta opinião, fazem parte da trpo de infantaria já faz um bom tempo.

  47. Comentou em 23/07/2007 José Ayres Lopes

    O nível está cada vez mais baixo! E não só o da mídia, o do governador também. Tivesse autonomia, o próprio IPT teria tomado as providências.

  48. Comentou em 23/07/2007 Fábio José de Mello

    Seria em questão o editorial ‘Uma verdade incoveniente’, de 21 de julho? Porque se for esse, ele agora repousa na página do PSDB. Trecho interessante: ‘Além disso, a estatal espalhou a patranha de que a pista foi reaberta com base em um laudo favorável do Instituto de Pesquisas Tecnológicas da USP. Mas esse antro de incompetência, politicagem e corrupção não existe num vácuo. É um elo da caótica cadeia de órgãos federais responsáveis pelo colapso do controle da aviação civil no País, sob o (des) governo de um presidente da República cujo despreparo e inapetência para o trabalho duro se afiguram insanáveis – quando não fatais. Daí a incapacidade do governo de ‘eliminar a presença, no sistema de transporte aéreo brasileiro, de fatores estruturais, que geram riscos enormes, inclusive de queda de aeronaves’, como reivindica o governador paulista José Serra em circunstanciado documento enviado a Lula. E daí a impossibilidade de considerar a tragédia do Airbus uma fatalidade imprevisível: era, sim, um desastre à espera de acontecer.’ Posso estar errado, mas me parece que, nas entrelinhas, o editorialista diz que Lula é incompetente para resolver a crise aérea (que é mundial) e que José Serra é a solução.

  49. Comentou em 23/07/2007 Felipe Faria

    é prova que está cada vez mais difícil defender o atual governo…é desespero de causa.

  50. Comentou em 23/07/2007 Wagner Moraes

    É,

    o mesmo dilema de outras categorias, advogado julgando advogado, médico jilgando médico, engenheiro julgando engenheiro, etc…. os conselhos profissionias.

    Somente a imprensa inova: empregando fazendo julgamento de patrão………..

    é só no brasil mesmo…..

    você perdeu credibilidade LUIZ WEIS

    saudações

    Wagner Moraes

  51. Comentou em 23/07/2007 João Paulo Weis

    o senhor é ,sim, tropa de infantaria.Não apenas o senhor, mas o jornalzinho para o qual o senhor escreve.O Estadão distila ódio pessoal contra o governo.Por que não se fala do medíocre governo Serra( PCC, estradas em péssimo estado, pedágios sempre aumentando, enfim…)?aliás, estou pronto pra cancelar minha assinatura do jornal incólume durante os anos de ditadura(receitinhas de bolo pra mostrar…-mostrar o quê?).Não sou petista nem lulista, sou a classe média ridícula e estúpida que não se conforma em ter um presidente nordestino, analfabeto e pobre.É muita perseguição pessoal.Hoje, pra mim tudo está fácil para julgar.Acontece um fato. Leio o Estadão. Conhecendo a opinião sua e dos de sua laia, já sei que devo ir em sentido contrário.Negue isso, é linha editorial(bonito, né?), dar nome de ‘linha editorial’a uma atávica perseguição pessoal.E os gestos obscenos dos assessores do Presidente?Uai, querem me foder, sifuderam…He he he.Olha aí, a inundação no Rio.Culpa do Lula.Você e os seus amigos do Estadão são a mais clara demonstração do que há de pior neste país de mídia parcial e indecente.Bom você ter avisado da ortografia correta do seu nome.Fazia tempo que eu nem dormia pra tentar descobrir a grafia correta.De qualquer forma, entre Weiss e Weis, não faz a menor diferença.É VENDIDO mesmo!

  52. Comentou em 23/07/2007 Jose de Almeida Bispo

    A que ponto chegamos. Dois dos principais jornalistas do país engalfinhados pela fuga deliberada (ou forçada pelos contratos firmados?) ao aspecto meramente factual da matéria jornalística. Tá na cara que ambos defendem posições opostas, conflitantes, por ideologia de classe ou circunstaciada, e não por mera visão dos fatos. Quando é que a ‘Elite branca’ vai aceitar que temos uma democracia? E que neste tipo de governo é possível, sim, não somente a eleição de um partido de pés-raspados como a ascensão social desses pés-raspados? Já passamos por isso quando esse maldito comportamento foi confundido com ‘resistência à Ditadura’, resistência feita pelos mesmos que foram para a avenida na Marcha com Deus pela Liberdade. No fundo, no fundo era porque milhões de pobres se beneficiavam ali do boom do ‘milagre’; e não porque inocentes úteis estavam morrendo nas celas dos DOI-CODIs da vida. Tanto que enquanto sobreviveu a idéia que, a exemplo de 1889 os militares entregaria o poder ao baronato paulista ninguém deu um pio ‘contra a Ditadura’. Só começaram as resistências quando essa esperança foi perdida. Que coisa!

  53. Comentou em 23/07/2007 Ana Penteado

    Nem sei o que dizer. Dizem que a minha profissão é a da retórica, mas isto já é demais. Não faço juízo de nada mais. Só da tristeza.

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