Sexta-feira, 24 de Novembro de 2017
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº967

CÓDIGO ABERTO > Desativado

‘Sexo’, ‘dinheiro’, ‘padre’: haja apelação

Por Luiz Weis em 28/10/2007 | comentários

É um escândalo a forma como a Folha noticia hoje os mais recentes desdobramentos do caso do padre Júlio Lancelotti – comentado aqui no artigo “Para não repetir a tragédia da Escola Base” [http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/blogs.asp?id=
{8F0B3C73-BC0E-46EE-93EB-B124439B3501}&id_blog=3
].


 


O retrospecto, em poucas palavras: depois que a polícia informou ter preso em flagrante um dos membros do grupo acusado pelo padre de chantageá-lo para não divulgar atos de pedofilia que teria praticado, uma mulher, que não quis se identificar, disse à TV Record e em seguida à polícia que certa vez viu o padre beijando um adolescente. 


 


Ontem, a polícia informou a prisão de  três outros acusados de extorsão. O principal envolvido, Anderson Batista – lê-se na chamada de primeira página do Estado – “disse que o padre lhe dava dinheiro espontaneamente e que mantinham relações sexuais”.


 


Título da chamada: “Polícia vai pedir quebra de sigilo de padre Júlio”.


 


Agora, o título da chamada da Folha: “Ex-interno diz que fazia sexo por dinheiro com padre”.


 


É bem verdade que, no segundo parágrafo da nota, o advogado de Lancelotti, Luiz Eduardo Greenhalg, diz que ‘o padre é vítima, foi ele quem chamou a polícia e fez a denúncia de extorsão”.


 


Mas o que fica para o leitor, e disso não pode haver a menor dúvida, é a expressão sensacionalista “sexo por dinheiro com padre”.


 


Com isso, a Folha se equiparou aos mais repulsivos tablóides ingleses, dos quais se diz que fazem “jornalismo de esgoto”.


 


A apelação continua dentro, dessa vez no título “Igreja blinda padre e se protege” de um artigo assinado pelo repórter Leandro Beguoci. O título é uma versão engravatada daquele da primeira página.


 


O texto começa informando que, para a arquidiocese de São Paulo, “o padre Júlio Lancelotti se tornou alvo de um linchamento público que visa atingir a Igreja Católica e seu trabalho social”.


 


A análise flui aceitavelmente até derrapar na passagem “A igreja apela para a inocência de Lancelotti no momento em que perde fiéis e influência pública.” Tradução: não é que a igreja creia necessariamente na inocência do padre; fecha com ele para se defender a si própria.


 


Embora, na página seguinte, o advogado de Lancelotti, o ex-deputado Luiz Eduardo Greenhalgh, tenha tido amplo espaço para fazer a defesa do seu cliente, que “nega tudo”, sabe-se que o leitor não costuma se fiar na palavra de advogados. Afinal, a função deles é essa mesma.


 


Pesa muito mais o que está na primeira das cinco matérias do Estado a respeito – e em nenhuma das três da Folha: a palavra do delegado que trata do caso, André Pimentel.


 


Ao informar que o padre continuará a ser tratado como vítima de extorsão, ele disse ao jornal:


 


“Todas as informações fornecidas pelos acusados serão checadas, mas, por enquanto, elas são apenas matéria de defesa. Seria leviano dizer que o conteúdo dos depoimentos é verdadeiro.”


 


Pelo visto, o policial tem uma coisa ou duas a ensinar sobre os riscos da leviandade ao trêfego pessoal da Folha.

Todos os comentários

  1. Comentou em 30/10/2007 Fernando Soares Campos

    Antes de comentar o excelente artigo de Luiz Weis (um entre muitos de igual qualidade que ele já escreveu), dei uma passada nos comentários abaixo e isso me poupou o trabalho de digitar. Pego o comentário do Eduardo Guimarães, copio e colo o trecho inicial aqui e recomendo a leitura do restante aí, ó, logo abaixo: ‘Contem quantas vezes ligam o padre Julio ao PT e descobrirão o que está por trás de tudo isso. É política. Suja, sórdida, mesquinha, imoral e covarde.’

  2. Comentou em 30/10/2007 Luiz Luchini

    Caro Weis,

    O comportamento da ‘folha’ não me surprende mais, pois cancelei assinatura de mais de 20 anos a algum tempo atrás. Porém, o que me choca é ler manifestações preconceituosas e reacionárias de muitos estudantes (jovens portanto) neste espaço.
    Saudações,

    Luiz

  3. Comentou em 30/10/2007 Fabiano Mendes

    Não estou me lembrando bem, mas no Rio houve um caso mais grave ainda poucos anos atrás quando um casal, se não me engano de nacionalidade italiana, que através de uma Ong ajudava menores carentes, foi assassinado por um deles que se tornara maior. Motivo? Roubo. Acreditar em advogado que defende menores marginais? Lembram quando bandidos infernizaram a vida dos paulistanos com ataques a delegacias, incendiaram ônibus, etc? Lembram que muitos advogados faziam parte da quadrilha? Acreditar nas palavras desses advogados que fazem de tudo para desqualificar a vítima e inventam porque sabem que não vão ser punidos pelas declarações levianas é muito temerário.
    Por outro lado á até bom acontecer casos assim porque abrem os olhos dos teóricos que acomodados em salas com todo conforto, ficam teorizando .
    Pau que nasce torto não tem jeito, morre torto.

  4. Comentou em 30/10/2007 Eugênio Simões

    É impressionante como a companheirada, no seu esforço de ‘blindar’ (termo muito corretamente utilizado por um comentarista) o padre suspeito de pedofilia, utiliza-se do caso da ‘Escola Base’ para fazer demagogias e sensacionalismo ideológico. Esse caso tornou-se lugar-comum simplório de nossos ‘observadores’ em seu esforço para mostrar como vivemos em um mundo dividido em bons e maus (os bons, claro, são eles. Os maus são a imprensa ou qualquer um que ameaçar seu projeto de controle político). Convenientemente esquecem-se do caso Eduardo Jorge. Muito utilizado pelo partidão em seu projeto de poder (queriam eles ‘atingir o presidente’, a mesma coisa que acusam a oposição de hoje de tentar fazer). Esquecem-se tb do caso Ibsen Pinheiro, salutar às bravatas de políticos petistas, que vendiam a imagem de guardiões da ‘ética na política’ (quem te viu e quem te vê, hein?).

  5. Comentou em 30/10/2007 Mauro Mendes

    O mínimo que se espera de um padre é que fale a verdade, os valores referentes a extorsão iniciaram em R$ 50.000,00, passaram a 80.000,00 e agora já se fala em 150.000,00. Qual dos comentaristas aqui possui esse dinheiro para emprestar, dar ou gastar, por isso a imprensa tem que publicar as falas das duas partes e a policia tem que investigar e a Justiça punir o culpado seja quem for.

  6. Comentou em 29/10/2007 gustavo bruno

    mas que a igreja está se protegendo, ah, isso está.

  7. Comentou em 29/10/2007 Marcos Cesar

    Quem acredita ser normal pagar R$80.000,00 ou R$150.000,00 a um extorsionário para ‘tocar-lhe o coração’ ou é muito inocente ou é muito malicioso.

  8. Comentou em 29/10/2007 Wilson Oda

    O caso só ganhou repercussão na mídia, porque o Pe. Júlio Lancelotti é um ativista dos direitos humanos. Fosse um determinado ex-presidente, por exemplo, a sua vida privada seria respeitada.

  9. Comentou em 29/10/2007 Délsio Ventura

    Ricardo Feltrim como jornalista é um ótimo sacerdote.
    Impressionante o viés petralha da figura!

    :o)

  10. Comentou em 29/10/2007 Délsio Ventura

    Bem, estava na hora da imprensa abrir os olhos para a flagrante fraude que é o Pe. Júlio Lancelotti! Até hoje ele já mudou a versão 3 vezes!

    Parabéns a Folha de São Paulo por noticiar com destemor!

    Abs.

  11. Comentou em 29/10/2007 Cyro Gonçalves

    A postura do Jornal Folha de São Paulo perante o ‘Caso Lancelotti’ retrata bem o comportamento usual dos editores de jornais, sempre pressionados por executivos engravatados que querem vender jornal a qualquer custo. Hoje a reflexão é uma afronta ao dead line e a apuração minuciosa de fatos é prática irrelevante e dispensável, lamentavelmente. Sobre ética e dignidade então não precisamos nem comentar.

    É uma pena, porque até então eu acreditava que o jornal impresso era de certa forma uma resguarda contra o papel imbecilizante massivo que a televisão exerce com seu jornalismo mais passível de ser chamado de entretenimento (salvo nas TV Educativas). Os títulos referidos, deixando de lado o aspecto ética e verdade, não passam de imbecis. Não têm conscistência para serem chamados de levianos. Não sou defensor da igreja Católica e muito menos desse padre. Apenas prezo a justiça.

    Sem mais, um abraço aos navegantes do Observatório da Imprensa, um verdadeiro estandarte da ética, conceito relativo mas necessário.

  12. Comentou em 29/10/2007 Priscila Emerich Lopes

    Parábens a Luis Weis pela análise ética que faz das notícias referentes ao Pe Júlio. Leviandade é palavra apropriada para o que temos visto na mídia nesses dias. Pena que no caso dos ‘Bispos da Renascer’ nenhum jornalista tenha até o momento usado esta palavra. Porque?
    Entendo que o OI não é veículo noticioso, porém como fórum onde se discute a cidadania e o comportamento da mídia, seria mais democrático se não se quisesse repetir a tragédia da Escola Base com quem quer que seja.

  13. Comentou em 29/10/2007 Eduardo Guimarães

    Contem quantas vezes ligam o padre Julio ao PT e descobrirão o que está por trás de tudo isso. É política. Suja, sórdida, mesquinha, imoral e covarde. Conheci o padre Julio num momento muito difícil de minha vida, há 17 anos. Eu tinha sofrido um grave acidente de carro. Como trabalhava por conta própria, fiquei sem trabalhar e sem ganhar. Começou a faltar o básico para mim, para minha mulher e meus três filhos pequenos. O padre Julio nos deu dinheiro e nunca aceitou de volta. Nos mandava cestas básicas. Eu morava a um quarteirão de sua igrejinha, na rua Taquari, e ele vinha nos ver todos os dias até que eu me recuperasse. Batizou meu filho caçula e catequizou minha primogênita. É um homem de bem, justo, piedoso. Os que o estão condenando sem saberem o que ele passou, responderão a Deus. Quantos sabem que antes do pagamento do carro ao meliante, ele e sua mãe foram espancados dentro de casa? Liguei para a ONG do padre e falei com uma assistente. Pedi para ele dar uma entrevista para o meu blog. Ele prometeu dar, mas daqui a alguns dias, quando estiver emocionalmente refeito. Por enquanto, seu advogado me fez revelações que a mídia não publicou porque não quis. É tudo política. Se houvesse uma acusação de pedofilia contra um José Serra, por exemplo, jornal nenhum publicaria manchete Serra fez sexo com adolescente. É nojento. Imoral. Que gente indigna, meu Deus!

  14. Comentou em 29/10/2007 Marco Antônio Leite

    Quando um criminoso comete um delito qualquer, ele tem plena consciência do que esta fazendo, não venham os entendidos de plantão dizer que trata-se de psicopatia ou de um momento de fraqueza humana. Nessa história cavernosa que envolve um sacerdote de renome internacional e um marginal, que num período difícil de sua existência foi plenamente ajudado pelo padre. Como retribuição de tudo que ele recebeu de bom, ele esta devolvendo com traição, logicamente que esse teatro do horror tem que ser muito bem investigado para se chegar a verdadeira verdade, principalmente de onde foi tirado tanto dinheiro assim, bem como porque o padre não denunciou esses marginas logo que às chantagens começaram.

  15. Comentou em 29/10/2007 Marco Antônio Leite

    Esse fato que envolve o padre como vítima serve de BASE para que não venhamos a condenar um inocente, esse filme já foi ao ar diversas vezes e, ninguém se preocupou em arquivá-lo nos porões dos festivos bailes das intrigas da direita, a qual adora ver o anfiteatro dos sofismas pegar fogo. Acusar sem provas é um perigo, pois quem acusa tem que ser fiel aquilo que esta afirmando, quando e quem praticou tal ato e de onde ele tirou esse dinheiro para dar para marginais chantagistas. Tenho minhas duvidas quanto ao que vem ocorrendo, será que não esta havendo um guerra religiosa, essa história arrepia até cabelo de acomia.

  16. Comentou em 29/10/2007 emanuel lima

    Entre este caso e o da escola base há diferenças que não permitem sejam comparados.

    Na escola base a denuncia partiu de uma Mãe neurotica, foi acolhida por um delegado megalomaniaco e repercutida por uma imprensa sensacionalista. A unica coisa que os donos da escola puderam fazer foi FUGIR. ( no que fizeram bem, dadas as circuntancias).

    Agora, o imbroglio foi iniciado por uma denuncia apresentada pelo padre. Sim!!! Não não esqueçamos que foi o padre que denunciou o ex-interno da febem ( já ‘condenado’ pelo Greenhalhg como BANDIDO) como autor de extorsão. Nessa denuncia o padre fez questão de dizer que o dinheiro dado ( 50.000) era seu. Logo em seguida reconheceu que poderia ter sido 80.000 e teria usado emprestimos. Agora a defesa aceita ter sido pago até 150.000.

    Outra diferença fundamental entre um caso e outro.
    A escola base não era nada!
    O padfre Julio, Há muito tempo é o padre julio…

  17. Comentou em 29/10/2007 luiz felipe lopes

    Não dá para entender que um padre defensor de menores delinquentes tenha relacionamento homosseual com eles, e muito menos que dê presentes como uma pajero com dinheiro que sabe-se lá de onde saiu. Nenhuma obra de caridade justifica.

  18. Comentou em 29/10/2007 Euclides Rodrigues de Moraes

    Não sou paulista, não sou católico, mas ‘Eu acuso’ os que sob a desculpa do Pe. Júlio, ser petista, o execram e condenam, sem um mínimo de prova, apenas por uma questão de opção política. Quem dos senhores, inclusive eu, já apoiou um desprezado da vida que não tem nem onde morar, sentou-se ao seu lado, limpou suas feridas de aidético, defendeu, com unhas e dentes, aqueles que não tem defensores pois já deliquiram na vida? Pessoas desapiedadas, sem um mínimo de caráter humanista, movendo-se apenas pelo instinto de vingança, contra aquele que se apresenta como porta-voz dos desvalidos deles disse o Senhor: Porque tive fome, e não me destes de comer; tive sede, e não me destes de beber; Sendo estrangeiro, não me recolhestes; estando nu, não me vestistes; e enfermo, e na prisão, não me visitastes. Então eles também lhe responderão, dizendo: Senhor, quando te vimos com fome, ou com sede, ou estrangeiro, ou nu, ou enfermo, ou na prisão, e não te servimos? Então lhes responderá, dizendo: Em verdade vos digo que, quando a um destes pequeninos o não fizestes, não o fizestes a mim. E irão estes para o tormento eterno, mas os justos para a vida eterna. Mat. 25:42-46. Acusam Grenhalg, de defender. com mentiras, só porque é do PT, mas desconhecem que ele já defendeu pessoas presas e torturadas nos porões da Ditadura, portanto a situação de injustiça não é novidade. O PE. É QUE A VÍTIMA.

  19. Comentou em 29/10/2007 Antonio Collor 2010

    Uai, estou lendo esta noticia e acho que ha alguma coisa errada, o padre denunciou ok, a quem?
    O rapaz recebeu quase 700mil reias, o a padre foi obrigado a lhe entregar este dinheiro?
    Acho que a noticia seria melhor colada assim: E altamente fora de proposito, um padre que se diz defensor dos valores morais, trabalhava com pessoas de rua e portadores de Aids, praticar a pedofilia junto a a estas almas desamparadas, usando o clero para disvirtuar a atitude da igreja, que deve espulsar tal elemento da igreja, é não vs defenderem o indefensavel, realmente uma vergonha.

  20. Comentou em 29/10/2007 ricardo feltrin costa

    os indignados contra ‘a ideologia’ dos ‘aliados do governo federal’ ou dos defensores dos direitos humanos neste fórum parecem regojizar-se com a desgraça de padre Julio. e, de fato, a história parece mal contada. por que alguém inocente cederia à extorsão de um criminoso? ocorre que é preciso lembrar que, se por suposição, padre Julio tiver por exemplo vivido uma relação homossexual com o ex-interno da Febem (que era, como ele, maior de idade) não há crime e ninguém tem nada a ver com isso. não é motivo para ser linchado em praça pública em um Estado democrático de direito laico como o nosso. ser acusado de pedofilia é muito mais grave e monstruoso. atenção, moralistas e machistas de plantão. o caso Escola de Base pode estar se repetindo agora, debaixo de vossos narizes. e qualquer dia desses o difamado pode ser vc mesmo.

  21. Comentou em 29/10/2007 Andre souza

    Ah, e só para lembrar: segundo o site bondiariopreto, Maria Aparecida shimada(do caso escola de base) foi sepultada no último dia 5, sem nenhuma idenização por parte do governo e dos jornais

  22. Comentou em 29/10/2007 cesar cesar

    Me explica como pode não ser noticia um padre que além de pedófilo é ladrão?

  23. Comentou em 29/10/2007 Eris de Jesus

    A verdade é que estão querendo blindar o padre, como o fazem com todos os ´cumpanheiros´… não é à toa que o advogado é o Greenhalg.

  24. Comentou em 29/10/2007 andre souza

    Inocente até que se prove o contrário, certo? Para a imprensa não.

    Ainda me lembro do caso da Escola de Base, que foram tratados da

    memsma maneira pela imprensa, eram inocentes e tiveram suas vidas destruídas.

  25. Comentou em 29/10/2007 Fabiana Tambellini

    Acho que está havendo um baita equívoco. O PT não tem nada a ver com essa história, o questionamento deve ser direcionado a igreja católica, ô chefe de Lancelotti é Bento 16 e não Lula. E aí católicos? Como é que fica?

  26. Comentou em 29/10/2007 Tenorio Antenor

    A Folha está sendo até generosa com esse militante petista homossexual , travestido de padre da igreja católica. O fato dele ser homossexual não quer dizer nada. Dele ser padre acho grave. Esconde sua homossexualidade na trincheira da atuação pastoral.
    É inaceitável que ele, com a finalidade de desviar a atençaõ de todos de seu problema amoroso particular, politize a questão acusando o Governo Alckmin de negligência e a polícia de São Paulo de omissa.
    Mas o que deve ser investigado mesmo é o seguinte: de onde veio o dinheiro que deu ‘de presente’ para seu amante…se for dinheiro dele…azar o dele e o problema é dele….se for dinheiro público…azar o nosso…e então ele deve ser punido.

  27. Comentou em 29/10/2007 Danilo Rocha

    Luiz Weis, como voce reagiria se o padre fosse da Opus Dei? Seja sincero.

  28. Comentou em 29/10/2007 Eugênio Simões

    Lendo o texto do Sr. weiz e alguns comentários neste fórum, fico pensando: que imprensa terrível, sórdida e malvada nós temos!! Vejam só, a Folha de São Paulo chegou ao cúmulo de inventar que um famoso padre e prosélito ligado ao partido do poder, estava sendo extorquido por um meliante, chegando a pagar um automóvel (com dinheiro de procedência duvidosa, que, diz a mídia burguesa, pode ser público) pelo silêncio do ‘correria’. Não contentes, os tubarões da mídia ainda inventaram que o delinqüente acobertava relações sodomitas do religioso com menores. Que horror ter uma imprensa assim!! Por isso devemos defender a ‘democratização da comunicação’. Em uma imprensa ‘democratizada’ uma notícia dessas jamais apareceria.

  29. Comentou em 29/10/2007 Luciana Bauer

    Leviano é pouco. Beira á ocorrencia de tipo penal a tal matéria. Lamento que um dos jornais que se auto intitula o maior do brasil fique somente na quantidade e não na qualidade.

  30. Comentou em 29/10/2007 Luiz araújo

    As desencontradíssimas informações da imprensa acerca da extorsão de que o padre Lancelotti se diz vítima deixam o mais crédulo leitor com a pulga atrás da orelha. Quanto ele ganhava afinal? Mil reais por mês como publicou a Folha de São Paulo no dia 16/10? Dois mil, três, um pouco mais? Quanto pagou aos chantagistas? Cinqüenta mil, cem, trezentos? Foi extorsão mesmo ou só uma pensãozinha tipo Renan Calheiros? Sei lá. Diziam que os comunistas comiam criancinha. Da queda do muro de Berlim para cá, um sem-fim de denúncias, processos e condenações mostrou que tal preferência grassava mesmo era no clero católico. Duro de engolir é a reiterada atitude da Santa Madre em tais situações: proteger e acobertar seja o padre quer for, até onde der. Levando em conta a multidão de sacerdotes condenados por pedofilia, em todo o mundo — à parte as bispas estelionatárias e os rabinos amigos do alheio –, eu pergunto ao ilustre advogado Greenhalgh se há mesmo diferença entre dar guarida à palavra de um bandido e à palavra de um padre.

  31. Comentou em 29/10/2007 alfredo sternheim

    Não é um escândalo a forma como a Folha e outros jornais estão noticiando o drama envolvendo o padre Lancelloti. Primeiro, o caso veio a tona porque o próprio padre fez uma acusação de extorsão. Ai surgiram os suspeitos de extorsão que apresentaram suas defesas, seus argumentos e estes merecem o mesmo destaque na mídia que teve a acusação de extorsão. E se algém pode falar em escândalo na mídia, esse alguém é o jovem que buscava o dinheiro, exposto com as mãos amarradas, como um bandido. Mas para ele, nenhuma palavra de protesto ou indignação por parte de Weis e outros. O padre Júlio merece todo o respeito por causa de sua obra generosa, mas, por ser uma figura pública, por ser representante de uma igreja que impõe a castidade (imposição essa da qual discordo), o caso precisa ser esclarecido. A opinião pública está confusa sobre certos aspectos , como o alto valor do dinheiro dado, ademora do padre para reagir , a sua presença na compra do carro importado (está na Folha de hoje). Como alguém já disse aqui, a presunção da inocência vale para todos. Se é leviano dizer que os depoimentos dos acusados é verdadeiro, o mesmo se aplica ao padre. Portanto, Weis, menos… Aliás, é o segundo artigo a respeito. um repeteco , ao mesmo tempo que você e outros não cobram da imprensa maior espaço para as 22 chacinas que mataram mais de 100 pessoas na grande SP em 2007.

  32. Comentou em 29/10/2007 jani glutzem

    isso é bom pra ver que não são só os padres americanos que rezam diferente….

  33. Comentou em 29/10/2007 EuGênio Simões

    O Sr. Weiz insiste na defesa fanática de seu companheiro de ideologia. Vamos combinar assim, Sr. weiz: a pedofilia é uma prática criminosa e condenável. Não importa se quem a pratica é um padre ou se é ligado ao partido a,b ou c, isto não afasta a desumanidade da conduta. Vou aguardar seus posicionamentos assim que as investigações forem concluídas. Será que terá coragem de defender um pedófilo só pq ele é petista?

  34. Comentou em 29/10/2007 ubirajara sousa

    Aceitando-se a hipótese de que o padre tenha tido relações sexuais com o ex-interno, ou tenha até mesmo sido seu amante; que lhe tenha dado o dinheiro, de livre e espontânea vontade, como informa o ex-interno, qual o crime do padre? O ex-interno é menor de idade? O dinheiro é público? O que há comprovado? Haja paciência para agüentar tantas peripécias mentais de alguns comentaristas de plantão.

  35. Comentou em 29/10/2007 Luiz Carlos Bernardo

    Até agora o Pe. Júlio Lancelotti é vítima e não indiciado ou acusado. Seria deveras leviano ou uma grotesca temeridade acusá-lo de pedofilia ou qualquer outro delito. É sabido, nesse país, que os acusados no afã de se defenderem, passam a acusar a vítima, por sugestão de seus advogados, com o intuito de tirar o foco da investigação e enlamear a vida da vítima; apostando-se, com efeito, na impunidade. Não raras vezes tais procedimentos semeam a discórdia e confundem o poder judiciário. A realidade, é que é muito cedo para tirar conclusões precipitadas, seja em que direção for. Vamos deixar a polícia fazer o trabalho dela. Quanto à pretensa defesa da Igreja Católica – no que tange à perda de fiéis -, embora respeite a livre opinião do articulista, não vejo desta forma o tema, pois a eventual debandada dos cristãos-católicos para o lado evangélico, na verdade, trata-se de uma seleção natural para aquelas pessoas que fazem da religião um mero comércio, sob os auspícios da teologia da prosperidade. Isso é público e notório. Com tal seleção, quem ganha em qualidade é a própria Igreja Católica já que os fujões não buscam Deus, mas sim a prosperidade material. Ledo engano! A preocupação da Igreja, isto sim pode fazer sentido, é com a ética e a moral de seus sacerdotes, a fim de se evitar um contra-testemunho da verdade e da luz emanadas do Evangelho.

  36. Comentou em 29/10/2007 Sandro Ptliuk

    Me expliquem por favor: o tal do Anderson comeu o Lancelotti? foi isso?

  37. Comentou em 29/10/2007 emanuel lima

    Da mesma forma que uma parte da imprensa aproveita pra fazer sensacionalismo com o imbroglio no qual se envolveu o Padre, outra parte ( como no caso desse articulista) usa seu espaço para fazer uma defesa – embora, disfarçada, envergonhada – do Padre.
    Chama a atenção o fato de ninguem ter tido a preocupação de defender o acusado pela extorsão, chamado de ‘bandido’ pelo Advogado do Padre.
    Presunção de inocencia só vale pro padre? O ‘Ex-interno da Febem’ já carrega essa mácula em seu curriculo. A despeito de responder outros processos, inclusive um por homicidio, parece-me não ter sido condenado ainda em nenhum.
    Mas já é um Bandido para o Greenhalhg!!!

    Por outro lado, curiosa a simpatia demonstrada pelo padre e seu serviço de assistencia social. Como sempre achei no minimo equivocada sua politica para moradores de rua, não consigo compreender tanto apoio a quem pretende ‘…tornar mais digna a vida de moradores de rua…’ (como disse Bruno amereno e seu comentario).
    Não há condições, pelo menos até onde eu possa alcançar, de compatibilizar dignidade humana com ‘morar’ na rua. O morar aí vai entre aspas, porque até mesmo isso acho impossivel de ocorrer: ‘morar na Rua’. Ora, ninguem mora na Rua. Aqueles que ali estão, por absoluto desamparo, devem ter a chance de obter uma moradia, individual ou coletiva, numa casa, abrigo, albergue, seja o que for. Menos na Rua!

  38. Comentou em 29/10/2007 CLAUDIO OLIVEIRA

    As condutas sexuais de um padre dizem respeito somente à Igreja Católica. Agora, quando há suspeitas de abuso contra menor e desvio de dinheiro público por parte de um representante de ONG o Estado deve interferir e investigar qualquer denúncia.
    Se há verdade nesse caso escabroso, o padre, desde o começo, age com rara ‘ingenuidade’, para não dizer outra coisa. Afinal, a sua experiência em lidar com pessoas envolvidas em crimes lhe dá (ou deveria lher dar) bagagem para enfrentar tudo isso.
    Quanto à imprensa, que deveria se ater às lacunas desse caso, se presta primeiro a vender o seu jornalzinho de forma selvagem como o mercado pede, aliás, manda.

  39. Comentou em 29/10/2007 Felipe Faria

    Dar dinheiro para um suposto amante não é crime nenhum. A menos que este dinheiro seja desviado de algum lugar, mas aí é um crime não relacionado ao amante. O problema do padrevai muito além disso, ele é responsável por um bom número de crianças que podem ou não ter sido assediadas por ele. Como existe uma cortina de fumaça da imprensa ao redor dele, isto vai sendo empurrado para segundo plano.

  40. Comentou em 29/10/2007 Marco Antônio Leite

    Senhor Soares, do padre ser amigo do PT isto não significa absolutamente nada. Ele poderia ter vinculo com membros do PSDB, ou de qualquer outra agremiação partidária. No entanto, o que esta em jogo é se ele teve ou não alguma relação amorosa com aquele marginal pé de chinelo, bem como qual foi a fonte que derramou tanto dinheiro assim. Já o advogado do acusado, tem que ser apurado quais às razões que ele possivelmente tenha com a seita do Edir Macedo, isto esta cheirando perseguição religiosa. Portanto senhor, incriminar o padre sem provas, esta atitude pode ser tipificada como crime também, aja vista que quando se acusa alguém se faz necessário exercer o gravame da prova.

  41. Comentou em 29/10/2007 Marco Antônio Leite

    Estamos assistindo um espetáculo deprimente pôr parte dos advogados dos envolvidos nesse episódio grotesco, no qual estão misturados amor, dinheiro e chantagem emocional. Sabemos que o profissional conhecedor do conjuntos relativos a ciência do direito, a principio costumam jogar areia no ventilador alheio. Nesse imbróglio tétrico, não esta sendo diferente entre os advogados, estão exacerbando no falatório, pois a preocupação maior é com às cameras de TV que estão focando às estrelas do momento. Quanto ao fato do padre, o correto é a polícia não aceitar pressão da igreja Católico, sabemos trata-se de um instituição religiosa poderosa, bem como a IURD esta pôr trás disso, a fim de tirar proveito no que tange a ganhar fieis para o seu rebanho. Palavra de bandido não deve ser levada em consideração, isto porque essa máfia sempre procura um álibi para se safar de situações que lhes são desfavoráveis, quanto a situação do padre, a polícia tem que fazer um investigação profunda para saber de onde ele tirou tanto dinheiro assim, para manter vagabundos numa vida de mordomias e conforto.

  42. Comentou em 29/10/2007 Fábio de Oliveira Ribeiro

    Esta história envolvendo o Padre está cada vez mais suspeitosa. A posição tomada pela Folha é curiosa e lembra até os princípios gerais de Direito criados pelo Procurador Vichinsky (o preferido de Stalin). O Padre está sendo tratado como criminoso até que prove em contrário. Assim não dá… A polícia já está a executar pobres suspeitos como se a ‘pena de morte’ tivesse sido instituída. O Judiciário, com toda a solenidade que lhe é peculiar, ‘dorme em berço esplêndido’ quando julga casos graves envolvem juizes e promotores são lhe submetidos. A incriminação do Padre ‘por suspeita’ me parece uma prova a mais que o Estado de Direito mais proximo é Chile (lá pelo menos os torturadores militares estão sendo punidos, o que não tem ocorrido por aqui).

  43. Comentou em 29/10/2007 Marcelo P. Pereira

    Então… Agora o dr. Greenhalgh já admite cerca de R$ 150 mil. A coisa está ficando maior… Por isso mesmo é que a imprensa não-submissa deve continuar investigando! Está igual ao caso do mensalão. A imprensa avançava nas denúncias, a polícia tinha que correr atrás, e o PT admitia mais um ‘tantinho’. Esta estratégia do dr. Bastos, de esconder o crime maior, até salvou o mandato do Lula, mas não impediu a queda da máscara do partido. É isso mesmo! A boa imprensa não deve se prestar a preservar os mitos fraudulentos dos ‘bacaninhas’ de plantão! Quem não deve não teme, sr. Lancelotti! Sendo inocente quanto à origem do dinheiro, é só demonstrar quanto foi, e de onde saiu… Aí restará apenas a denúncia de pedofilia, devidamente registrada em depoimento oficial…

  44. Comentou em 29/10/2007 sylvia moretzsohn

    Classificar de escândalo pra mim é pouco. É revoltante, é um nojo, uma vergonha.
    Assim que olhei as páginas internas (na 8, a ‘denúncia’ do ex-interno, na 9, a defesa do advogado), pensei: e ainda vão ter a coragem, o desplante, o descaramento, a desfaçatez de dizer que estão sendo ‘imparciais’.
    Para cúmulo da ironia, a ‘denúncia’ está publicada ao lado da coluna do ombudsman.
    Pra mim foi o limite. Como leitora, fiz o que estava ao meu alcance: rompi o tal ‘contrato’, cancelei a assinatura.
    Como professora, espero poder fazer algo mais. Mas sempre será muito pouco, infelizmente.

  45. Comentou em 29/10/2007 Antônio Carlos Oliveira

    Ora!, que veículo de comunicação seria louco de não explorar um escândalo sexual de um padre com seu pupilo? Homossexualismo e corrupção são as matérias que mais vendem jornais hoje no Brasil. E um pouco de sensacionalismo barato é bom e ainda incrementa as vendas. Periódicos são produtos como quaisquer outros, e duas questões quentíssimas como: se o Lancelote viu [ ] do garoto e de onde ele tirou tanto dinheiro para presentea-lo, há sim que ser divulgado, afinal, envolve dinheiro público e um caso escandaloso de pedofilia, se ficarem constatados. Além do mais, reconheço que há um certo desconforto em relação a este padre, por ser ele um dos santarrões do hagiológio esquerdista. Contudo, um escândalo como esse pode ser ilustrativo para o público, revelando o caráter duvidoso de muitos que se intitulam porta-vozes do amor ‘incondicional aos pobres’, incluindo aí até o sexual.

  46. Comentou em 29/10/2007 Braulio Signorelli Amereno Amereno

    O Padre Júlio Lancelotti já está condenado!, mesmo que seja inocente, não terá o mesmo espaço nesse pasquim que se tornou a Folha de São Paulo. Não sou religioso, mas o pouco do que sei do Padre Júlio Lancelotti é o de tentar tornar mais digna a vida de moradores de rua em São Paulo, como defende grupos de excluídos os chefões do jornaleco vem como uma enorme oportunidade denegrir a imagem de quem não pensem como eles, defender excluídos é oposto do que eles acreditam como ‘eficiência’, ou seja moradores de rua é a ‘sujeira que deve ir para debaixo do tapete’.
    Para mim não é nenhuma surpresa a postura da Folha, faz bastante tempo que mais desinforma do que informa.

  47. Comentou em 28/10/2007 Valeria Martins

    Gostaria que não fosse verdade, mas as provas sõa contundentes. Que Deus se apiede de sua alma.

  48. Comentou em 28/10/2007 antonio carvalho

    Queria saber o que o Sr Luis Weis diria se o acusado de pedofilia e uso de dinheiro de ong para satisfação sexual fosse um senador ou filho de senador do DEM ou PSDB.
    Todos são inocentes até prova em contrário. Para alguns, no entanto, a presunção de inocência só vale para os protegidos da ‘esquerda’.

  49. Comentou em 28/10/2007 iza souza

    Provada a inocência do Padre Júlio Lancelotti como é que fica?
    Talvez um tiro na cabeça do padre resolvesse mais rápido o problema dos conservadores de São Paulo.
    Todos sabem o que está escondido atrás dessas “manchetes”.
    A Veja também já fez uma matéria assim.
    Os fascistas sabem como destruir pessoas.
    Não há surpresa alguma! A Folha pratica o jornalismo de esgoto já faz um bom tempo.
    A Liberdade de imprensa no Brasil desmoralizou-se, está a serviço dos conservadores, do que querem impedir mudanças, solidariedade, amor ao próximo.
    De nada adianta a história de vida de Júlio Lancelotti.
    Tenho nojo dessas pessoas.

  50. Comentou em 28/10/2007 ubirajara sousa

    Aleluia! Hosana! Afinal, um texto sem partidarização política. Típico de um OI. Em nenhuma linha; em nenhuma letra sequer, eu percebi qualquer alusão a que o problema teria como causa o governo federal. Parabéns Luiz Weis. Welcome, Luiz Weis. Ufa, até que enfim!

  51. Comentou em 28/10/2007 Miriam Peixoto de Freitas

    São contra qualquer julgamento mesmo depois dos fatos serem apurados. Cada um dará conta de si à sociedade e a Deus. Sim, cada um dará conta de si mesmo a Deus. Mas fico aqui, pensando com meus pobres botões, e se fosse um pastor que estivesse lugar do padre? Geralmente quando um dito ‘evangélico’ comete algum delito imediatamente sua religião é divulgada em notícias como: Evangélico mata, evangélico rouba, evangélico etc e etc. É a imprensa brasileira.

  52. Comentou em 28/10/2007 Marco Vitis

    Parabéns, Luiz Weis. Fico impressionado com a facilidade como certos jornalistas transformam em lixo os mais básicos Direitos do ser humano. Impunemente. Será apenas para vender jornal ou existem razões inconfessáveis mais profundas ? A Folha, o Globo e a Veja são veículos de perversão, de depravação do nosso frágil Estado Democrático de Direito.

  53. Comentou em 28/10/2007 Marco Antônio Leite

    Estamos assistindo um espetáculo deprimente pôr parte dos advogados dos envolvidos nesse episódio grotesco, no qual estão misturados amor, dinheiro e chantagem emocional. Sabemos que o profissional conhecedor do conjuntos relativos a ciência do direito, a principio costumam jogar areia no ventilador alheio. Nesse imbróglio tétrico, não esta sendo diferente entre os advogados, estão exacerbando no falatório, pois a preocupação maior é com às cameras de TV que estão focando às estrelas do momento. Quanto ao fato do padre, o correto é a polícia não aceitar pressão da igreja Católico, sabemos trata-se de um instituição religiosa poderosa, bem como a IURD esta pôr trás disso, a fim de tirar proveito no que tange a ganhar fieis para o seu rebanho. Palavra de bandido não deve ser levada em consideração, isto porque essa máfia sempre procura um álibi para se safar de situações que lhes são desfavoráveis, quanto a situação do padre, a polícia tem que fazer um investigação profunda para saber de onde ele tirou tanto dinheiro assim, para manter vagabundos numa vida de mordomias e conforto.

  54. Comentou em 28/10/2007 Marcos Soares

    Meu Deus do Céu! Aprenda a ler e se informar. O Padre realmente fazia sexo com o deliqüente. Quem está com um mínimo de conhecimento do assunto sabe disso. Mas como o Padre é amigo do PT, ele não pode ser atacado.
    Faça-me o favor. O lugar do Padre é na cadeia junto com seu amado marginal, que ele saia da igreja e vá para cadeia fazer amor lá com o seu excluído que o incluí do coração.

  55. Comentou em 28/10/2007 Max Suel

    Realmente, é chocante a chamada da primeira página da Folha SP.
    Torço para que o padre Julio seja realmente só vítima neste caso; é triste e lamentável toda esta celeuma.
    Sob qualquer ângulo que se analise, vemos que todos perdem neste caso.
    Como eu disse no post de outro artigo deste jornalista, temos que ter toda prudência e cautela. Vamos aguardar a evolução das investigações pelas autoridades competentes.
    Este caso não deve ser politizado, embora seja notória a ligação do padre com o petismo, haja vista o seu advogado ser o ex-deputado Greenhalg.
    Como bem observado, o padre fez a denúncia e é, até prova cabal em contrário, a vítima.
    Agora, com a detenção dos acusados, e com as investigações que serão feitas, a verdade, qualquer que seja ela, aparecerá, doa a quem doer.
    De todo modo, é profundamente lamentável toda esta ocorrência.

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