Sexta-feira, 19 de Outubro de 2018
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº1009
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Facebook mudará o botão curtir (like)

Por Carlos Castilho em 27/01/2016 na edição 887

O maior ícone da rede social Facebook, acionado seis bilhões de vezes diariamente , será alterado em um prazo ainda não conhecido porque os executivos da empresa querem manter sigilo total sobre o projeto que alguns especialistas  batizaram de Reações (Reactions) .

A mudança no conceito de curtidas foi comparada pelo site Bloomberg Business a alterar a fórmula da Coca Cola, tal a importância que o botão tem dentro do modelo de negócios da rede Facebook. Os estudos sobre o projeto Reações começou há um ano. Houve uma experiência fracassada com a introdução do botão Dislike (descurtir) mas a ideia não foi abandonada porque os chefões da Facebook acham que está na hora de mudar antes que seja tarde demais.

Os executivos da maior rede social da internet parece que chegaram a conclusão de que o ato de curtir é pouco representativo do estado de ânimo do usuário e pretendem produzir um novo sistema pelo qual seja possível avaliar com mais detalhes o que está passando pela cabeça de quem acabou de visitar uma página, ver um vídeo ou ouvir um podcast publicados pelo Facebook. É óbvio que todas estas informações adicionais serão usadas pelo marketing da rede social visando aumentar o seu faturamento.

Reproduzimos trechos (em inglês) na reportagem do Bloomberg Business:

…Chris Cox isn’t a founder, doesn’t serve on the boards of other companies, and hasn’t written any best-selling books. He’s not a billionaire, just a centi-millionaire. He joined Facebook in 2005, too late to be depicted in The Social Network, David Fincher’s movie about the company’s early days. While Zuckerberg manages an expanding portfolio of side businesses and projects—Instagram, WhatsApp, the Oculus Rift virtual-reality headset, a planned fleet of 737-size, carbon-fiber, Internet-beaming drones—Cox runs “the big blue app.” That’s Facebook’s term for the social network that we all compulsively check a few dozen times a day. He’s also the keeper of the company’s cultural flame, the guy who gives a rousing welcome speech to new recruits every Monday morning at 9 a.m. It’s a safe bet that all 12,000 Facebook employees know his name.

He’s probably the closest thing Internet users have to an editor-in-chief of their digital life. Cox’s team manages the News Feed, that endless scroll of Facebook updates. Invisible formulas govern what stories users see as they scroll, weighing baby pictures against political outrage. “Chris is the voice for the user,” says Bret Taylor, Facebook’s former chief technology officer. “He’s the guy in the room with Zuckerberg explaining how people might react to a change.”

Leia a íntegra da reportagem “Inside Facebook’s Decision to Blow Up the Like Button

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