Sábado, 16 de Dezembro de 2017
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº970

DIRETóRIO ACADêMICO > PROFISSÃO PERIGO

Cinegrafista francês seqüestrado na Somália

18/12/2007 na edição 464

Autoridades da Somália deram início às negociações pela soltura do cinegrafista francês Gwen Le Gouil, seqüestrado no domingo (16/12) na região de Puntland. ‘O comitê de segurança e os líderes tribais estão empenhados em dialogar com os captores, e estamos muito otimistas que o jornalista francês seja libertado o mais rápido possível’, afirmou à imprensa o vice-governador da região de Bari, Yusuf Mumin Bidde.

A identidade do grupo que seqüestrou Le Gouil não foi revelada. Segundo Jean Laurent, colega do cinegrafista na pequena produtora de TV Cargocult, em Nairóbi, não se sabe exatamente quanto os captores teriam pedido como resgate. Há boatos que levam os valores de US$ 35 mil a US$ 70 mil. De acordo com artigo da Reuters, seqüestradores somalis têm fama de tratar bem seus reféns – que, na maioria dos casos, são vistos como um investimento. Laurent afirmou que Le Gouil estava na Somália trabalhando em uma matéria para a emissora franco-alemã Arte Television.

A organização Repórteres Sem Fronteiras e o Sindicato Nacional dos Jornalistas Somalis condenaram publicamente o seqüestro. O país é tido como um dos mais perigosos do mundo para a prática jornalística. Apenas em 2007, oito jornalistas locais foram mortos em território somali. Informações de Abdiqani Hassan [Reuters, 17/12/07].

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