Terça-feira, 17 de Setembro de 2019
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº1054
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DIRETóRIO ACADêMICO >

Da comunicação para outros campos

Por Marcilene Forechi em 14/04/2015 na edição 846

“Da minha aldeia vejo quanto da terra se pode ver do universo…/ Por isso a minha aldeia é grande como outra qualquer/ Porque eu sou do tamanho do que vejo/ E não do tamanho da minha altura…/ Nas cidades a vida é mais pequena/ Que aqui na minha casa no cimo deste outeiro./ Na cidade as grandes casas fecham a vista a chave,/ Escondem o horizonte, empurram nosso olhar para longe de todo o céu,/ Tornam-nos pequenos porque nos tiram o que nossos olhos nos podem dar,/ E tornam-nos pobres porque a única riqueza é ver” (Alberto Caeiro, em O guardador de rebanhos)

Quando deixei a redação e o trabalho jornalístico para me dedicar à atividade docente, ouvi de alguns colegas jornalistas, em tom de brincadeira, a máxima de que iria me afastar da comunicação e seguir pelo caminho dos que “não sabendo fazer, decidem ensinar”. Já tinha ouvido essa máxima do professor Bernardo Kucinski, durante uma palestra, em que ele defendia sua posição contrária à exigência do diploma de jornalismo para exercício da profissão. Posteriormente, a decisão pelo mestrado em Educação se deu pela percepção de que os dois campos – Educação e Comunicação –, e também o Jornalismo, se inter-relacionam e se interpenetram.

Hoje, passados quase 15 anos da mudança e de dedicação a atividades no campo da Educação, percebo que nunca estive tão próxima da Comunicação e do Jornalismo. Percebo também que mudou o meu estatuto de autopercepção, uma vez que me vejo mais como educadora do que como jornalista. Esta mudança de foco é um elemento que surgiu em sintonia com a natureza da atividade exercida dentro da sala de aula e de um novo posicionamento subjetivo que me levou ao caminho da reflexão, da crítica e do questionamento.

Posso dizer que foi este reposicionamento o responsável por todas as inquietações e questionamentos que têm sido feitos por mim ao longo, principalmente, dos três últimos anos. Essas inquietações antes de se constituírem em algo concreto e centralizado se espalham por diversas áreas e estão ligadas muito intimamente à percepção sobre a forma como a sociedade tem se relacionado com a tecnologia móvel, com a internet e, mais especificamente, com as redes sociais, que optei por chamar de redes sociodigitais.

Histórias que não possuem os valores-notícia

Neste percurso profissional – entre o mestrado e a decisão de fazer o doutorado também em Educação – houve mudanças significativas não no tema central do meu interesse, que continua sendo a Educação e sua relação com os processos comunicacionais, mas no olhar sobre ele. Durante o mestrado, minha investigação recaiu sobre a relação entre a Educação e o Jornalismo, pois era neste campo (Jornalismo) que se concentrava a maior parte da minha experiência profissional. A Educação foi trabalhada na perspectiva da não-formalidade e o Jornalismo, como um campo formador e um dos principais mediadores da realidade.

Minha proposta foi refletir sobre a formação de jovens das classes populares inseridos em contextos de violência. Havia trabalhado como assessora de imprensa da Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejuc-ES), que era responsável pelo sistema prisional e pelas instituições de ressocialização de crianças e adolescentes em conflito com a lei e tive a oportunidade de manter contato com alguns dos internos, envolvidos em episódios de violência, como vítimas ou autores. Em seguida, no jornal A Tribuna, onde fui redatora da Editoria de Polícia, o tema violência surgia novamente e, desta vez, minha atenção foi voltada pela forma como jornalistas olhavam para os jovens que se envolviam em crimes. Sentia uma distância daquelas narrativas – que eu, de certa maneira, produzia – e as narrativas dos jovens com quem tive oportunidade de estabelecer algum diálogo.

Foi nesta época, de atuação no jornal, que surgiu o interesse em compreender as percepções dos jovens a partir da mediação [utilizo a definição de Severino (SEVERINO, Antonio Joaquim. Educação, sujeito e história. São Paulo: Olho d’Água, 2001, p.44) para o termo mediação. Segundo o autor, o significado básico do termo é ser a instância que relaciona objetos, processos ou situações entre si; a partir daí, o conceito designará um elemento que viabiliza a realização de outro e que, embora seja distinto dele, garante sua efetivação, dando-lhe concretude. Assim, para o autor, o ensino, embora não sendo a educação (formal), possibilita a prática real desta, que, sem o elemento mediador, seria uma entidade abstrata] do jornalismo, que age como legitimador, com seus discursos, do estereótipo da periculosidade de jovens pobres moradores das periferias das grandes cidades e cujas realidades estão imbricadas com a violência física e simbólica. Antes de decidir pelo mestrado passei por experiências como professora na Faesa (instituição privada de ensino superior) e pela Ufes (como professora-substituta, por duas vezes), sem, no entanto, me envolver com a pesquisa, decisão tomada um pouco mais tarde.

Entre outras coisas, o estudo desenvolvido no mestrado me levou a perceber que há muitos elementos por trás da realidade vivida por aqueles jovens, como se houvessem mundos paralelos a se sobrepor e a orientar subjetividades, sentidos e verdades. Foi a porta de entrada para um mundo inteiramente novo, que é o da pesquisa como um elemento indissociável do processo educativo. Foi a partir desse período que comecei a perceber que a vida cotidiana é também responsável pela construção de histórias, individuais e coletivas, que não possuem os de valores-notícia, permanecendo anônimas aos olhos da imprensa e, portanto, aos olhos da sociedade.

Reflexão sobre verdade e realidade

Na dissertação há, inclusive, um capítulo dedicado a estas histórias, aparentemente sem importância, mas que foram fundamentais para a reflexão e as considerações ao final do trabalho. Com o título “Histórias de sábado à tarde”, relato três episódios vivenciados durante o período em que me encontrei com um grupo de adolescentes, em um bairro considerado perigoso e com alto índice de homicídios, nas tardes de sábado.

A vivência me permitiu compreender questões antes conhecidas por meio de “leituras sobre”. Vem desta vivência, a percepção de que não há uma única realidade a orientar os fenômenos na sociedade e que esses fenômenos – a violência, por exemplo – não existem desconectados das circunstâncias materiais e subjetivas que os produzem. Episódios, aparentemente sem importância durante o período de trabalho de campo, como a reação surpresa deles ao saber que eu tinha 38 anos e dois filhos com idades de três e cinco anos, ou ainda a banalidade com que trataram uma lista de jurados de morte espalhada pelo bairro, me levaram a mudar o roteiro do encontro. Perguntei a idade de suas mães e – confesso que fiquei surpresa – elas tinham sido mães entre os 14 e os 16 anos.

Pensei em que sentido poderia fazer para aqueles adolescentes (meninos e meninas) ser mãe mais tarde, falar em prevenção de gravidez, de planejar o futuro, se o “natural” no ambiente onde viviam era justamente o contrário? Natural foi a reação deles. Afinal, na minha idade suas mães já são avós. Ao associar este episódio com a pesquisa que realizava, percebi que não havia planos para o futuro, considerado incerto diante da proximidade com a morte, e que era preciso fazer tudo antes que ficassem velhos ou que fossem vítima da violência. Ficar grávida aos 15 e não conhecer o pai do filho era outro dado natural. Entre eles, a maioria vivia apenas com a mãe e pelo menos três relataram nunca ter conhecido o pai ou contaram que o pai tinha sido preso. O que para mim soava estranho, fazia parte do modo como eles percebiam o mundo e se inseriam nele.

Ao final, a pesquisa apontou para as possibilidades do jornalismo como conhecimento – produtor e reprodutor – e para a necessidade de reflexão sobre verdade e realidade, conceitos ambíguos quando confrontados com visões distintas de grupos diferentes para quem a violência tinha um significado muito particular. Outra reflexão que surgiu ao final pesquisa foi a relação entre jornalismo e currículo, a partir de suas especificidades e semelhanças. Nos dois casos, é possível perceber a intencionalidade, a parcialidade e a pluralidade, o que nos leva, necessariamente, às questões de poder dentro da sociedade.

Consultoria e trabalhos autônomos

Tanto o jornalismo quanto o currículo recortam a realidade e a apresentam como aquela que deve ser tomada como verdadeira naquele momento. Nos dois casos, há descontextualização, uma vez que a sociedade não pode ser tomada como um corpo homogêneo, passível de ser enquadrado em grades curriculares ou em páginas de jornais. Foi possível pensar, com o trabalho, a quantas realidades nos submetemos e que valores atribuímos a cada uma delas. O estereótipo de jovem pobre, negro e potencialmente perigoso, presente no discurso jornalístico, interfere na percepção de jovem que a sociedade constrói.

Entre as principais pistas deixadas por este trabalho, duas foram consideradas fundamentais: a primeira é a que passa a ver o jornalismo como produto e produtor de conhecimentos sobre a realidade; a segunda é a que aponta para a impossibilidade de ignorarmos os meios de comunicação como produtores de mundos, de verdades e de significados dentro da sociedade. Não há palavras inocentes e o olhar do jornalismo sobre a sociedade não é neutro ou imparcial.

A pesquisa desenvolvida no mestrado me rendeu o convite para ser consultora do tema “Juventudes” no desenvolvimento da Agenda 21 do município da Serra (ES). O trabalho durou um ano e produzi um relatório-diagnóstico sobre a situação da juventude no município, além de apontar os desafios e potencialidades para a Prefeitura no sentido de implementar programas para aquela categoria social.

O tempo que transcorreu entre o término do mestrado, em 2006, e a decisão de fazer o doutorado em Educação, foi de algumas incertezas e muito trabalho. Enveredei, com relativo sucesso, pelo caminho da consultoria e dos trabalhos autônomos nas áreas da Comunicação e da Educação. Foi um tempo em que, talvez pelas condições impostas pelo mercado no qual estava inserida e por uma contingência familiar e pessoal – com dois filhos pequenos, precisava de mais flexibilidade nos horários – coloquei meu conhecimento e minha capacidade de mediar conhecimentos a serviço do mercado. Daí a aposta em cursos de aperfeiçoamento para empresas e de educação continuada para o governo.

O caráter vital da comunicação

Ministrei cursos de atualização profissional, tais como Comunicação Organizacional, Relacionamentos Interpessoais, Gestão de Pessoas e Novas Tecnologias, dentro de empresas privadas e para servidores públicos do estado do Espírito Santo, dentro da Escola de Serviço Público (Esesp). O objetivo das instituições parecia convergir sempre para o mesmo desafio: proporcionar mais conhecimento a seus colaboradores de forma que eles pudessem atuar de forma mais eficaz dentro de suas áreas de competência.

Uma das percepções ao desenvolver este trabalho foi a de que há uma urgência em instrumentalizar as pessoas para que se adaptem ao mundo moderno e à dinâmica do trabalho. A comunicação é vista como importante nas organizações, mas dentro da perspectiva que a toma como instrumental e não como processo. Nestes cursos pude perceber como os profissionais se sentiam ansiosos diante das novas tecnologias e das possibilidades oferecidas por elas. E percebi também o quanto elas estão distantes de conceber os espaços em que se inserem – o do trabalho, da família, dos relacionamentos – como espaços potencialmente educativos.

Também neste período de tempo, coordenei um projeto inovador no estado, de divulgação científica, que consistia na produção de um programa de televisão veiculado na TVE, com o nome de TV é Ciência. Desenvolvido em parceria com a Fundação de Apoio à Pesquisa do Espírito Santo (Fapes), o projeto durou um ano. Além disso, atuei como professora em cursos de pós-graduação e fiz uma conferência sobre o resultado na minha pesquisa no 4º Seminário Nacional o Professor e a Leitura do Jornal, na Unicamp, em Campinas (SP).

Em 2011, comecei a atuar como professora da Universidade Vila Velha, no curso de Jornalismo, e esse caráter instrumental da comunicação passou a ser evidenciado depois de perceber como, apesar de inserida dentro da área, a comunicação parecia ser um elemento vago, etéreo a flutuar à espera que encontrássemos uma utilidade para ela. Não há, de modo geral, uma reflexão que levasse à associação entre o Jornalismo, a Comunicação e a Educação. Também parecia emergir daquele contexto a perspectiva de indissociabilidade entre os campos e do caráter vital da comunicação.

Dúvidas, diálogo e experimentação

Inserida em uma universidade privada, com muitas horas em sala de aula e nenhum estímulo ao desenvolvimento de pesquisas, passei a me concentrar no meu desempenho como professora. Até que uma experiência realizada em setembro de 2011 com alunos do curso de Jornalismo da UVV despertou para a necessidade de refletir sobre os processos comunicacionais proporcionados pelas redes sociodigitais, mais especificamente pelo, Facebook, e sobre qual seria sua capacidade de contribuir para a aproximação das pessoas e para a formação de comunidades.

A experiência – a que demos o nome de “A vida sem rede” – nos apontou para a impossibilidade de reduzirmos essa discussão a um simples exercício de prós e contras e nos levou ao reconhecimento da inevitabilidade da interferência das redes sociodigitais na formação dos jovens, uma vez que elas (as redes e as comunidades virtuais) fazem parte da sua estratégia de pertencimento aos grupos nos quais estão inseridos.

Da experiência com jovens alunos pude perceber o quanto a escola – no caso específico daquela atividade, a universidade – encontra-se distante dessa realidade de curtidas, cutucadas e compartilhamentos. O mundo virtual (poderíamos falar em cultura virtual?), tão rico em possibilidades, pareceu – e ainda me parece – distante do discurso educacional. Mesmo no curso de Comunicação, a discussão parece confinada às disciplinas específicas ou ao uso da tecnologia como instrumento, como recurso ou como possibilidade de comunicação via comunidade ou grupo de discussão.

Passei, então, a questionar como esta nova realidade de relacionamentos virtuais, de estar presente o tempo todo, de não haver barreiras para a comunicação e a difusão de informações está presente (ou não) na formação dos professores dos mais diversos níveis. Uma breve vasculhada em currículos de cursos de Pedagogia permite constatar que, salvo algumas iniciativas isoladas, as novas tecnologias e as possibilidades de produção de conhecimentos por meio da internet não são contempladas.

Durante esse período como professora na UVV, alimentei a possibilidade de fazer um doutorado na área da Comunicação ou da Educação. Por motivos diversos, os planos foram sendo adiados. No final do ano passado, com o desligamento da universidade, pude concretizar um plano ainda mais antigo, de morar no Rio Grande do Sul, terá natal do meu companheiro e destino certo de nossas viagens pelo menos uma vez por ano. Uma vez aqui, e buscando informações sobre os programas de pós-graduação, me identifiquei com a linha de Estudos Culturais e Educação do Programa de Pós-Graduação em Educação da UFRGS.

Apear de não haver, até então, cogitado trabalhar nesta perspectiva teórica, percebi a afinidade deste campo de saber com as inquietações que antes haviam me motivado e as motivações que tenho atualmente. Pensei que, no Doutorado em Educação, poderia explorar mais possibilidades relacionadas ao meu tema de interesse: as redes sociodigitais e suas relações com o processo educativo.

Assim como a oportunidade para voltar a dar aulas surgiu em 2011, acredito terem surgido, em 2013, com a saída involuntária da UVV, as condições adequadas para voltar a produzir academicamente. Acredito que o período em que fiquei distante do trabalho acadêmico foi apenas físico, uma vez que a reflexão, a dúvida, a urgência em estudar sempre me acompanharam. Ainda que os Estudos Culturais não tenham feito parte da minha pesquisa no Mestrado, eles fazem parte do universo da pesquisa na comunicação.

Como integrante da Geração X, a tecnologia e a internet invadiram a minha vida já a partir do final do curso de graduação, obrigando-me a um processo de adaptação e de avaliação de posições e conceitos. Quando falo para meus alunos – na faixa dos 20 anos e integrantes da chamada Geração Y – que não existiam computadores, internet ou telefones celulares no curso de Comunicação que eu fiz há 20 anos, me deparo com expressões de espanto, horrorizadas. É difícil para essa geração (e acredito que o será cada vez mais) conceber e compreender o mundo sem os meios de comunicação, sem internet, sem telefone celular, sem GPS, sem MSN, Orkut.

A pergunta que me fazem é sempre a mesma: mas como você fazia pesquisa, encontrava as pessoas para entrevistar, conversava com seus amigos? Confesso que, 20 anos depois de concluído o curso, tenho dificuldades para responder, pois, hoje, não consigo conceber a vida sem o suporte das novas tecnologias. Como pesquisar, entrevistar, falar com as pessoas sem internet e sem celular? A ficha de telefone e sua evolução para o cartão telefônico não fazem parte da cultura deles, como fizeram da minha junto com os bloquinhos de anotação e as máquinas de escrever.

Atualmente, com dois filhos adolescentes, tenho neles fonte de observação e de questionamentos constantes. Como ocorreu no ano passado, quando o mais novo chegou empolgado em casa, dizendo que o professor de Geografia havia pedido que fosse feito um blog sobre um assunto de interesse dos alunos. Achei a ideia muito boa e o estimulei a falar sobre os lugares que tínhamos visitado nas últimas férias. Havia muitas fotos, historias boas para contar, dicas de lugares interessantes. Junto com um colega, o blog foi feito e o nome escolhido – “lugares divertidos para conhecer nas férias” – tinha forte relação com a disposição deles – o colega também havia viajado nas férias – e com a ingenuidade própria da idade (12 anos). Trabalho feito e, no dia da entrega, um ar de decepção o acompanhava na volta para casa. Havia tirado 7, porque o professor achou a página muito “poluída visualmente” e o nome era muito grande. Perguntei: qual era mesmo o objetivo do trabalho?

Solidarizei-me com sua frustração e o episódio me rendeu mais motivos para refletir e para considerar a coerência de uma pesquisa envolvendo essa nova forma de cultura – mediada pelo computador e pela internet – e a relação com as práticas pedagógicas. Tenho consciência de que o papel do pesquisador não é interferir na realidade ou apontar soluções para torná-la melhor. Mas, acredito que a própria reflexão que se faz sobre a realidade e, mais importante, com a realidade, nos leva necessariamente a mudanças de atitudes.

Considero que pensar a/sobre a Educação a partir das percepções dos professores ou a partir de suas narrativas e construções cotidianas possa ser um importante passo para que se promova algum tipo de mudança. E se o pesquisador não irá promover essas mudanças de forma direta, penso que ele tem o compromisso de lançar dúvidas, de estimular o diálogo e a experimentação, de colocar em suspensão conceitos consolidados, de apontar desafios. Acredito também que não há mais espaço na sociedade contemporânea para muitas certezas, sendo necessário, assim, um olhar persistente, ousado e desafiador para o que está posto como natural e necessário ao mundo em que vivemos.

***

Marcilene Forechi é doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Educação da UFRGS, com apoio do CNPq, e jornalista

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