Segunda-feira, 22 de Outubro de 2018
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº1009
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Objetividade e subjetividade na seleção e classificação

Por Hérica Lene em 02/09/2008 na edição 501




‘Jornalismo é separar o joio do trigo. E publicar o joio.’ (Mark Twain)


A edição é uma das etapas mais importantes no jornalismo (impresso, eletrônico e digital). É por meio dela que se prepara e se define a distribuição do material jornalístico pelas páginas, no caso dos jornais, e do que vai ser veiculado no rádio, na televisão e nos sites noticiosos.


Este artigo tem como objetivo discutir o processo de edição jornalística nos diferentes meios de comunicação. Quais são os limites da objetividade e da subjetividade no processo de edição? Como é feita a seleção e a classificação das notícias? Quais são as peculiaridades e complementaridades na edição de texto, de áudio e de imagens?


São estas questões que balizam esta reflexão, que tem como aportes estudos de autores que tratam da edição em suas publicações centradas no jornalismo, como Cremilda Medina (1988), Juarez Bahia (1990), Vera Íris Paternostro (1999), Heródoto Barbeiro e Paulo Rodolfo de Lima (2001) e Pollyana Ferrari (2003). Sobre teorias do jornalismo, recorremos a Mauro Wolf (1999) e Nelson Traquina (2004).


Angulação no texto


O Manual da Redação da Folha de S.Paulo (2000, p.33), o jornal com maior circulação no Brasil, define edição como um processo que é constituído pela ‘exposição hierárquica e contextualizada das notícias e distribuição espacial correta e interessante de reportagens, análises, artigos, críticas, fotos, desenhos e infográficos’.


O jornalista responsável pela edição é conhecido como editor. Dentre suas principais tarefas destacam-se: zelar pela publicação de versões e pontos de vista diferentes; assegurar a harmonia estética e o conteúdo das páginas; cumprir os cronogramas de fluxo; e garantir a informação mais completa e recente ao leitor.


No jornalismo impresso, todo veículo de comunicação deve ter um projeto editorial, que determina os assuntos e os ângulos a serem abordados em cada número. Ele engloba o projeto gráfico, que envolve os aspectos visuais e seu formato gráfico com as alternativas de diagramação, fontes tipológicas, posição, tamanhos dos títulos e o uso de cores e imagens. Cada uma das seções que compõem a redação de um veículo jornalístico recebe o nome de editoria (Geral, Cidades ou Dia-a-dia; Esportes; Política; Polícia; Cultural…).


A edição, no entanto, não é meramente técnica. Possui certa subjetividade, que expressa o enfoque editorial do veículo. E quais são os limites da objetividade e da subjetividade nesse processo?


Cremilda Medida, no livro Notícia – um produto à venda – jornalismo na sociedade urbana e industrial (1988), diz que a edição é o segundo componente estrutural da mensagem jornalística. O primeiro componente seria a angulação – elemento técnico da produção jornalística que consiste na ‘seleção e colocação de determinado componente no texto, de maneira a que a idéia apresentada seja a mais próxima do fato/acontecimento que se narra’.


Entre o lucro e a honra


Através de várias fontes, a informação chega em sua forma bruta à redação do jornal. Normalmente, cada setor produz uma quantidade considerável de pautas possíveis que terão de ser examinadas, ampliadas, resumidas, descartadas e receberão um lugar certo na página de jornal. E uma das primeiras funções do editor, de qualquer uma das editoriais, é a determinação dos assuntos a serem cobertos e a coordenação dos repórteres que trabalham em sua área.


Cremilda Medina destaca que o editor, por definição, ‘é o sujeito `bem informado´, sensível à demanda, que antevê a oportunidade de determinadas coberturas, que sabe selecionar as informações `essenciais´ que o repórter traz, que sugere pautas e, acima de tudo, que angula a matéria’.


Editoria e angulação mantêm uma relação estrutural indiscutível, conforme destaca a autora. Para isso, o editor tem de estar em perfeita sintonia com a angulação da empresa, com a angulação-massa (o público-alvo que o veículo espera atingir), ou seja, age como elemento regulador da oferta e da demanda de informação.


Ao editor, segundo Juarez Bahia, no livro Jornal, história e técnica: as técnicas do jornalismo (1990), cabe definir a edição e esta tarefa depende de seu poder de tomar decisões. ‘Este é o papel no alto escalão de um jornal, revista, rádio, televisão e onde quer que atue. Sua prioridade é o destinatário da notícia e por ela sustenta intermináveis conflitos com as partes interessadas, dentro e fora do veículo.’


A responsabilidade do editor é pelo produto final. O jornalismo é um sistema vivo, seus poderes de observação estão sujeitos a múltiplos erros. E o editor se move entre regras cujos extremos são o lucro e a honra. Pois o jornalismo é um negócio e uma profissão, conforme destaca Bahia. Os proprietários e executivos de uma empresa jornalística possuem muitos outros objetivos e valores, mas é a operação lucrativa que governa o grau e o tipo de atenção que um veículo pode dar em comparação com qualquer outra prioridade.


Critérios de seleção


Notícias sem importância não sensibilizam o mercado. Assim, o editor cumpre uma função de ser o intermediário entre a empresa e a sociedade. É nesse espaço que ele age, consciente do problema social do jornalismo segundo o qual a maioria de seus proprietários ou executivos está ocupada, habitualmente, em atividades lucrativas e pouco atenta às questões fundamentais da época em que vive. Por esse motivo, destaca Juarez Bahia, o jornalista encarna muito mais a instituição a que pertence do que um proprietário ou executivo. Porque é ao jornalista que cabe comprovar que aquele é o veículo mais responsavelmente editado.


Assim, a processo de edição é, simultaneamente, objetivo e subjetivo porque o editor decide o que é mais importante a partir de sua percepção do que é interessante para o público-alvo que o veículo de comunicação pretende atingir, tendo como parâmetros a linha editorial do jornal ou emissora e os valores-notícia considerados no universo da profissão de jornalista.


Como é feita a seleção e a classificação das notícias nos veículos de comunicação? Algumas teorias do jornalismo nos auxiliam a refletir sobre esta questão. A teoria da ação pessoal ou do gatekeeper, criada nos anos 1950 por David Manning White, é uma delas. Ela deu origem a uma das tradições mais persistentes na pesquisa sobre as notícias, segundo registra Nelson Traquina em Teorias do jornalismo – por que as notícias são como são (2004).


‘Ação pessoal’


O termo gatekeeper refere-se à pessoa que toma uma decisão em uma seqüência de decisões e foi introduzido pelo psicólogo social Kurt Lewin em um artigo, publicado em 1947, sobre as decisões domésticas relativas à aquisição de alimentos para casa, conforme registra Traquina.


Nesta teoria, o processo de produção da informação é concebido como uma série de escolhas onde o fluxo de notícias tem de passar por diversos gates, isto é, ‘portões’ que não são mais do que áreas de decisão em relação às quais o jornalista, isto é, o gatekeeper, tem de decidir se vai escolher essa notícia ou não.


Publicado em 1950, o já clássico estudo de White se baseou em uma pesquisa sobre a atividade de um jornalista de meia-idade em um jornal médio norte-americano, Mr. Gates, que anotou durante uma semana os motivos que o levaram a rejeitar as notícias que não usou. A conclusão de White é que o processo de seleção é subjetivo e arbitrário; as decisões do jornalista eram altamente subjetivas e dependentes de juízos de valor baseados no ‘conjunto de experiências, atitudes e expectativas do gatekeeper‘. Assim, em uma teoria que Michael Schudson (1989) designa de ‘ação pessoal’, as notícias são explicadas como um produto das pessoas e das suas intenções.


A definição de noticiabilidade


A crítica que se faz a essa teoria é que ela avança em uma concepção limitada do trabalho jornalístico, prioriza a seleção e acaba minimizando outras dimensões importantes do processo de produção das notícias.


A discussão sobre seleção de notícias e valores-notícia está inserida na teoria do newsmaking, que trata da sociologia dos emissores e o processo de produção da notícia e também faz uma análise do papel do jornalista ao selecionar as informações que vão virar notícia e, conseqüentemente, chegar até o receptor. É uma teoria de inspiração funcionalista.


A abordagem do newsmaking procura identificar o processo que reduz uma superabundância de acontecimentos em classificações elaboradas propositadamente para que se tornem notícias. Mauro Wolf, no livro Teorias da Comunicação (1999), diz que esta classificação deve cumprir três objetivos: tornar possível o reconhecimento de um fato desconhecido como acontecimento notável; relatar os acontecimentos sem ter a pretensão de dar um tratamento erudito; e organizar, no tempo e no espaço, os acontecimentos noticiáveis, para que possam ser trabalhados de forma planificada.


No que se refere à cultura profissional, a ideologia do jornalista se traduz em uma série de paradigmas e de práticas profissionais adaptadas como naturais. Na deontologia da profissão, há critérios que definem a noticiabilidade de um acontecimento. A definição de noticiabilidade, de acordo com a Wolf, é a resposta que o órgão de informação dá à questão que domina a atividade dos jornalistas: quais os fatos cotidianos que são importantes?


O processo de fechamento


A noticiabilidade é um conjunto de critérios, de valores/notícias, através dos quais o órgão informativo controla e gere a quantidade e o tipo de acontecimentos, possibilitando selecionar as notícias.


Wolf descreve cinco tipos de critérios: os substantivos, que são os relacionados ao conteúdo da notícia e procuram determinar a importância e o interesse da notícia; os relativos ao produto e à disponibilidade do material (que depende se o acontecimento pode ser facilmente coberto, se é acessível e tratável tecnicamente dentro da forma jornalística); os relativos aos meios de comunicação (que levam em conta a quantidade de tempo e de espaço que uma notícia ocupa); os relativos ao público (que se referem à imagem que os jornalistas têm do público) e à concorrência entre os meios de comunicação.


Transportando os conceitos propostos por essas teorias para esta reflexão, podemos dizer que o editor é um gatekeeper que vai atuar, como dissemos anteriormente, como o intermediário entre a empresa e a sociedade, visando também a selecionar as notícias de modo a que a edição seja vendável. Como jornalista, ele vai levar em consideração os critérios de noticiabilidade que vão conferir a um fato maior ou menor relevância, mas tendo em vista o aspecto de mercado.


Quais são as peculiaridades e complementaridades na edição de texto e de imagens? O conceito de edição de uma mensagem jornalística, em sua essência, é o mesmo para os veículos de comunicação, mas há diferenças não só na estrutura do texto noticioso em si, mas também no processo de fechamento de uma notícia no jornalismo impresso, eletrônico e digital.


O filtro do produto jornalístico


No jornalismo impresso, como dissemos, a hierarquização da notícia vai levar em consideração o projeto editorial do veículo e vai relacionar nas páginas os textos com fotografias, a partir do que for selecionado como o mais importante. Os fatos de maior impacto vão, naturalmente, ganhar mais destaque e espaço nas páginas e vão ter chamadas na capa. A primeira página de um jornal é a sua vitrine. Trata-se da apresentação e da amostra de seu conteúdo geral.


A capa requer uma estrutura própria: reserva maior espaço para elementos ilustrativos e os textos geralmente são resumos dos conteúdos internos (chamadas). Nela, trabalham-se especialmente os títulos para a ‘venda’ da matéria ao leitor. Nem sempre é fácil definir a matéria principal e alguns critérios importantes nessa definição são: ineditismo, caráter diferenciado e atualidade.


No radiojornalismo, a edição é a forma de se construir de maneira mais organizada uma reportagem ou uma seqüência de sonoras (entrevistas gravadas) capazes de relatar um fato jornalístico, conforme definem Heródoto Barbeiro e Paulo Rodolfo de Lima no livro Manual de Radiojornalismo – produção, ética e internet (2001).


As edições, no rádio, devem ser enxutas, ricas em conteúdo e didáticas, para que o ouvinte saiba do que se está falando. Cabe ao editor, que é o filtro do produto jornalístico e o responsável final pelas reportagens que são levadas ao ar, corrigir os erros detectados e avaliar o tempo da reportagem, considerando a qualidade e a importância do assunto. Ele pode vetar o uso da matéria se ela não for de interesse do público-alvo da emissora ou se os fatos não estiverem bem apurados.


Sonoras opinativas são contundentes


Barbeiro e Lima recomendam que a edição no rádio deve sempre refletir a verdadeira condição dos fatos, pois o editor jamais deve usar os recursos de informática para deturpar uma entrevista.


Considera-se razoável o tempo de 30 segundos para cada sonora, mas há exceções: um assunto importante, uma declaração polêmica, a necessidade de ouvir o outro lado e até a capacidade de síntese do entrevistado influem no tempo da edição.


No rádio, o editor pode construir uma matéria usando sonoras obtidas pelos repórteres, além de entrevistas dos âncoras no estúdio e de emissoras de TV autorizadas. Enquanto faz a seleção dos melhores trechos, ele também deve ‘limpar’ a sonora, eliminando os longos períodos de silêncio, tosses, titubeios e demais imperfeições. Ele faz também o trabalho de pós-produção da reportagem.


Segundo Barbeiro e Lima, os pontos ideais para cortes e emendas são descobertos pelo editor com a prática e a sensibilidade. A regra básica é dar sentido à fala. A sonora deve terminar com a entonação ‘para baixo’.


As sonoras devem ser as mais opinativas possíveis. O contexto e o enredo devem estar no texto redigido pelo editor, que não opina no texto, pois quem deve emitir opinião é o entrevistado. Sonoras opinativas são sempre mais contundentes e chamam mais a atenção do ouvinte. Na edição, não se deve repetir na sonora a informação do texto. Ela precisa ter o mínimo de qualidade técnica, senão não pode ir para o ar.


Decupagem é o princípio de tudo


Robert Mcleish, no seu livro Produção de Rádio – um guia abrangente de produção radiofônica (2001), destaca que, ao se fazer uma edição, há sempre duas considerações a fazer: a editorial e a técnica. No sentido editorial, é importante deixar intacta, por exemplo, a visão do entrevistado e as razões que a embasam. Tem de se buscar um equilíbrio entre o conteúdo jornalístico e a qualidade técnica da notícia.


Já no telejornalismo, são três os ingredientes básicos da edição necessários para se contar uma história no tempo certo: imagem, informação e emoção. Vera Íris Paternostro, em O texto na TV – Manual de Telejornalismo (1999), diz que o tempo certo de cada reportagem depende da força das imagens e da importância jornalística do assunto. O ritmo e o estilo de cada telejornal também são fatores que influenciam a ‘arte da edição’.


Editar, no telejornalismo, significa montar a matéria: selecionar imagem e som e lhes dar uma seqüência lógica, clara, objetiva, concisa e de fácil compreensão para o telespectador.


Vera Paternostro recomenda como primeiro passo para editar em televisão conhecer todo o material bruto que se tem. A decupagem é o princípio de tudo. A partir dela, o editor deve fazer um plano de edição para depois, de fato, editar o material.


O ‘empacotamento’ da notícia


A autora destaca que a edição de uma matéria é totalmente subjetiva. ‘Nunca haverá duas edições iguais do mesmo assunto feitas por editores diferentes. Prevalece o bom senso, ou o consenso geral. Um telejornal é um conjunto de várias reportagens; se todas estiverem editadas do mesmo jeito, a seqüência se torna monótona’, ressaltou.


E a edição no jornalismo online apresenta diferenças com relação aos veículos tradicionais? A resposta, obviamente, é positiva; não no que diz respeito à essência do conceito, mas no fato de se trabalhar com uma lógica não linear e no tempo em que o fechamento das informações vai sendo processado.


Na internet, trabalha-se com uma lógica hipermídia, ou seja, com métodos de transmissão de informações baseadas em computadores, incluindo texto, imagens, vídeo, animação e som. No jornalismo online, utiliza-se a técnica não-linear de edição de texto, que é montado em rede, de forma a que cada nó ou link permita a bifurcação da leitura. No hipertexto, os conceitos tradicionais de começo, meio e fim, definidores do texto, são superados.


Pollyana Ferrari, em seu livro Jornalismo digital (2003), registra que, no caso das redações online, trabalha-se comumente com o ‘empacotamento’ da notícia. Empacotar significa receber um material produzido, na maioria das vezes, por uma agência de notícias conveniada, e mudar o título, a abertura, transformar alguns parágrafos em outra matéria para ser usada como link correlato e adicionar foto ou vídeo.


Parecido com um show


As funções do editor se misturam com a de ‘empacotador’, que acaba tendo uma função de codificador, capaz de traduzir uma matéria para uma linguagem aceita na Web. É uma espécie de ressurgimento da função de copydesk nos jornais impressos, que tinham a tarefa de tornar mais claro e elegante o texto do repórter antes que chegar às mãos do editor.


Mas, o jornalismo digital, segundo destaca a autora, não pode ser definido apenas como o trabalho de produzir ou colocar reportagens na internet. É preciso pensar na enquete (pesquisa de opinião com o leitor); no tema do chat (bate-papo digital); nos vídeos e áudios; e reunir o maior número possível de assuntos e serviços correlatos à reportagem. E a edição ou fechamento no jornalismo digital nunca acaba: trata-se do chamado ‘fechamento contínuo’.


‘Contextualizar a informação e saber criar hierarquias de importância para a notícia – sempre da mais para a menos importante – são as peças fundamentais desse quebra-cabeça digital’, destaca a autora. Somam-se a isso ter a noção do conceito de instantaneidade e boa bagagem histórica.


Para os jornalistas que atuam no webjornalismo, ela ressalta que: é preciso ter familiaridade com o computador, com software de tratamento de imagem, instant messengers e ser um heavy-user (usuário assíduo ou freqüente de determinado site ou programa).


Nos portais, o formato do texto segue os padrões e estilos da mídia impressa e as ofertas de vídeos, áudios e animações vêm da linguagem televisiva, seja no oferecimento das notícias ao longo do dia, seja no formato, muito parecido com o show da TV.


Bibliografia


BAHIA, Juarez. Jornal, história e técnica: as técnicas do jornalismo. Volume 2. São Paulo: Editora Ática, 1990a.


BARBEIRO, Heródoto & LIMA, Paulo Rodolfo de. Manual de Radiojornalismo – produção, ética e internet. Rio de Janeiro: Campus, 2001.


FOLHA DE S.PAULO Manual da Redação. São Paulo: Publifolha, 5ª edição, 2002.


JORNAL IMPRESSO – da forma ao discurso (Laboratório). Coleção Pastoral da Comunicação: Teoria e Prática. Série Comunicação-Cultura. Paulinas.


FERRARI, Pollyana. Jornalismo digital. Editora Contexto: 2003.


MCLEISH, Robert. Produção de Rádio – um guia abrangente de produção radiofônica. São Paulo: Summus, 2001.


MEDINA, Cremilda. Notícia – um produto à venda – jornalismo na sociedade urbana e industrial. São Paulo: Editora Summus, 2. ed., 1988.


PATERNOSTRO, Vera Íris. O texto na TV – Manual de Telejornalismo. Rio de Janeiro: Campus, 1999.


TRAQUINA, Nélson. Teorias do jornalismo – porque as notícias são como são. Vol. 1. Florianópolis: Insular, 2004.


WOLF, Mauro. Teorias da Comunicação. Lisboa: Presença, 1999, 5ª edição.

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Jornalista, doutoranda em Comunicação e Cultura pela UFRJ, mestre em Comunicação pela UFF

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