Sexta-feira, 19 de Julho de 2019
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº1046
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DIRETóRIO ACADêMICO >

Opinião, verdade e universidade

Por Alexander Goulart em 08/08/2006 na edição 393

Talvez estejamos vivendo um período muito fértil para a Ciência da Comunicação. As teorias comunicacionais, a filosofia e a sociologia da comunicação têm, hoje, grande contribuição a dar para a compreensão da sociedade contemporânea. Uma de suas disciplinas – Opinião Pública – pode também auxiliar na reflexão acerca dos desafios da universidade e do ensino neste tempo pós-moderno. Uma questão fundamental se coloca: podemos distinguir o conhecimento verdadeiro da opinião? Para o clássico pensador Thomas Hobbes, sim. Hobbes permanece atual, basta lembrarmos de uma de suas leis naturais: o fundamental é buscar a paz quando for possível alcançá-la; quando não for possível, preparar os meios auxiliares da guerra.

Thomas Hobbes (1588-1679) foi um teórico que defendeu o Estado Absolutista. Viveu num contexto em que o absolutismo inglês estava em crise, o que influenciou de forma decisiva sua vida e obra. Também foi influenciado pelo racionalismo lógico e dedutivo. Aplicou o método dedutivo matemático cartesiano, ou seja, formulou um modelo universal e aplicou tal modelo em casos particulares na análise da realidade. Hobbes procurou compreender a origem e função do Estado, a Natureza Humana e o comportamento político. A sua obra mais conhecida e difundida é O Leviatã, em que teoriza o Estado Absoluto moderno, elaborando de forma mais madura alguns preceitos que já constavam na obra De Cive (1642).

As idéias centrais do De Cive giram acerca da filosofia (fundamentação sobre moral e direito); a natureza humana (o que retém os homens nas suas relações entre si é o medo recíproco, estado artificial); as leis da natureza (o estado de natureza onde todos são violentos e se destroem); o Estado (criado pelos homens tendo em vista sua conservação, para evitar a morte violenta); o significado do direito (capacidade de todo homem dispor do meios necessários à manutenção da vida); critica à democracia (incita discursos demagógicos e não verdadeiros, segue as paixões e não a razão); conceito de Deus (onipotente, punitivo).

As leis se calam

No prefácio, Hobbes explica que o livro descreve os deveres dos homens – como homens, como cidadãos e cristãos. Na primeira seção da obra – Liberdade – mostra que, fora da sociedade civil, no Estado de Natureza, existe uma guerra de todos contra todos. Na segunda seção – Poder – mostra o que é a Cidade e quais suas espécies, a natureza da lei, do pecado e aponta os deveres de quem administra o poder supremo. Na última parte – Religião – demonstra a relação entre o direito dos governantes supremos sobre os cidadãos e a Sagrada Escritura. Quanto ao objetivo da obra, afirma: ‘Na esperança de que, através do conhecimento e apreciação da doutrina por mim oferecida, viríeis a suportar com resignação algumas dificuldades da vida particular, já que não há coisas humanas sem contratempo, ao invés de vir sofrer graves transtornos a vida pública do país’.

Hobbes critica o axioma aristotélico ‘o homem é um ser social’. Defende que a sociedade é forjada pelo amor a si e não ao outro, sua origem está baseada no medo recíproco, pois, no estado natural do homem, a vontade de causar dano é inerente a todos. Seria um estado de guerra permanente em que os homens são governados pelo desejo, pela paixão, pelo direito a todas as coisas. Diante disso, torna-se necessário buscar a paz, seguir os ditames da reta razão sobre as coisas a fazer para garantir a preservação da vida. Assim, a lei da natureza primeira e fundamental é buscar a paz quando for possível alcançá-la; quando não for possível, preparar os meios auxiliares da guerra. As leis da natureza são imutáveis e eternas; apelam para a consciência; ordenam os bons costumes e a prática das virtudes. ‘São certas conclusões, que a razão conhece, sobre o que se deve fazer ou deixar de fazer’.

Ocorre que as leis naturais não são suficientes para a preservação da paz e, em estado de natureza, as leis se calam. Mesmo que haja consenso entre os indivíduos, sempre haverá um pensamento discordante que trará a tona um direito natural. Assim, o consenso, ou sociedade instituída, precisa de alguma forma de poder através do qual cada indivíduo seja governado por medo à punição. Para tanto, exige-se a presença de uma só vontade. Cada indivíduo da Cidade transfere seus direitos a um único homem ou conselho que agirá através das leis civis. Essa soberania é suprema, absoluta. Mas, se por consenso, a autoridade suprema é instituída, também, por consenso, pode ser destituída? Não, exceto com o consentimento do soberano, pois, uma vez transferido o direito, o homem não tem mais força.

Preocupação com o ensino

Existe uma só vontade. Em nome da paz e da segurança, as opiniões individuais devem ser sufocadas, pois não se consegue firmar a vontade de uma multidão de homens cujos gênios e desejos diferem. Hobbes tem uma visão negativa da opinião. Considera que os homens manifestam suas opiniões por um ouvir-dizer habitual e não pela própria reflexão, motivados pelo ódio, pela paixão, amor, medo, enfim, pela paixão da alma e não pela razão. As opiniões podem contrariar a reta razão, isto é, alguma verdade, gerando ações injustas. A reta razão – deduzida de princípios verdadeiros pelo correto raciocínio -, designa o que é legitimo ou não. Assim, é a reta razão que determina a lei natural, definindo as coisas a fazer ou omitir para que a vida seja preservada.

A opinião está contra a reta razão, parte de princípios falsos e se presta à persuasão e à eloqüência à medida que se acomoda de acordo com as paixões. A opinião é a crença que se baseia sobre dados sensíveis e perceptivos; verdade é a convicção baseada numa argumentação racional. No campo político, a opinião é subversiva, representa um perigo à paz, podendo provocar a dissolução da cidade, pois gera divisões. A verdade pertence ao soberano, a ele compete a ciência do bem e do mal. O poder foi a ele transferido e dele não pode ser tirado. Eis o preço da paz.

Hobbes demonstra preocupação com o ensino que os jovens recebem nas academias públicas. Salienta que, se alguém quiser introduzir na cidade alguma doutrina sadia, deve começar pelas academias, pois ali devem ser lançados os fundamentos verdadeiros: ‘Se as pessoas, hoje em dia, em força de costume de tudo ouvir, aceitam certas opiniões, até falsas, ou que não são mais inteligíveis do que se fossem vocábulos que alguém extraísse de uma urna ao acaso, e assim os ajuntasse, não absorveriam elas, mais ainda, pela mesma razão de tudo ouvir, as doutrinas verdadeiras que são conformes com sua inteligência e com a natureza das coisas?’

A nova moeda

Transpondo o conceito de Hobbes, sobre a opinião e o ensino, para os dias de hoje, detectamos certo alinhamento com o pensamento de que o verdadeiro conhecimento está nas academias. Ao mesmo tempo, esse pensamento está em crise, pois a condição pós-moderna não nos permite fugir ao relativismo. A experiência individual se acentua como único critério real de verdade. Não existem leis eternas e verdades objetivas, somente opiniões. A ciência do bem e do mal, hoje, está em função dos tempos, dos lugares e das opiniões. O ensino das academias, aqui, devido ao nosso contexto, entendido como ensino universitário, enfrenta uma série de dilemas e busca um caminho em meio à crise do saber.

O tempo atual se caracteriza por uma crise de natureza filosófica: é a crise metafísica. O princípio primeiro de onde tudo procede e a busca pelo fundamento das coisas entraram em crise desde que Nietzsche dissolveu o conceito de verdade. Quando o fundamento deixa de existir, a metafísica se corrói. É a partir desse momento que, segundo Evilázio Teixeira, autor do livro Aventura Pós-Moderna (Paulus, 2005) se dá o nascimento da pós-modernidade em filosofia, com a ressalva de que a metafísica continua a existir, permanecendo como que uma seqüela de alguma doença.

O pensador francês Lyotard nos diz que o discurso do saber científico sofre uma grande mudança a partir do domínio da informática, o que afeta a transmissão dos conhecimentos científicos e a pesquisa. A informação é a nova moeda e a ciência virou mercadoria, pois não se investe mais na formação do espírito e da pessoa humana, mas no saber e na ciência como tecnologia intelectual. Surgem critérios que não têm por base a verdade, mas o desempenho, afinal, o que interessa é a eficácia, a relação input/output. Com a badalada morte do saber universal, nasce o saber aplicado e eficaz. O conhecimento se traduz em quantidade de informação e o saber passa a ser produzido para ser vendido ou trocado. Na luta pelo domínio da informação, o saber se torna peça fundamental na competição mundial pelo poder.

A marca do individualismo

Na era dos especialistas, quem decide sobre o que é verdadeiro? Ou como se faz uma verdade? Talvez seja essa a questão chave da pós-modernidade. Ainda, não será a pós-modernidade um discurso mais metafísico do que se imagina? Dizer que não há fundamento não seria propor o princípio da falta de fundamento? São questões pertinentes que mereceriam maior atenção.

Na era tecnológica, o critério de bom desempenho, aliado à eficácia e à performance, conduz a universidade na busca de um saber prático, passível de aplicação mercadológica. A universidade passa a formar competências indispensáveis ao sistema social. Melhorando as performances, a universidade se torna uma espécie de escola técnica. A pergunta fundamental não é mais se ‘isto é verdadeiro’, mas ‘para que serve isto?’.

A descrença na felicidade coletiva também caracteriza o nosso tempo e indica um outro caminho: buscar a realização individual. Isso não quer dizer o fim da fraternidade, mas indica um outro tipo de envolvimento social em que existe uma vontade coletiva, mas que se realiza individualmente, sem maiores compromissos ideológicos grupais. O crescimento do voluntariado e o aumento dos seguidores das religiões orientais demonstram essa tendência. As pessoas querem se envolver, mas cada uma fazendo sua própria aventura, salvando a si mesma. A marca do individualismo, enraizada na cultura, na política e na economia, também se manifesta no modelo universitário vigente. Num mundo em que já se fala até mesmo em pós-humano, por que não pensar na pós-universidade? A crise educacional, que não está restrita ao ensino superior, é um retrato de nosso tempo de incertezas, subjetivismos, novas descobertas, tecnologia e informação.

A universidade no tempo

A instituição universitária tem quase mil anos. As primeiras universidades nasceram de forma espontânea, reunindo os textos e os saberes disponíveis. É o caso de universidades como Bolonha, Paris e Oxford. O nome ‘universidade’ vem do latim universitas, que significa elementos que convergem à unidade, ou seja, a reunião dos estudiosos, intelectuais do saber. A função era especulativa e investigativa. No século XV, a universidade se transforma em centro de formação profissional a serviço do Estado, passando também a ensinar. Numa era em que a religião dominava todas as esferas, a universidade nasce no seio da Igreja.

No decorrer dos séculos surgiram vários modelos de universidade. Pela influência que exerceram, podemos destacar alguns desses modelos. Primeiro o Napoleônico, que formava apenas para o serviço exclusivo do Estado. A reinvenção da universidade se dará em Berlim, com o lema ‘liberdade para ensinar, liberdade para aprender’. O modelo alemão buscava relacionar a pesquisa científica à erudição em tom humanístico. Já o modelo inglês privilegiava a formação moral, do caráter – formava os Lords. O modelo norte-americano uniu características de Berlim e ‘Oxbridge’, articulando ensino e pesquisa sob a batuta do capitalismo. É o modelo com maior diversidade de propósitos.

Hoje, no Brasil, as universidades estão procurando se adaptar às condições objetivas e subjetivas que cercam nosso tempo pós-moderno. A velocidade dos avanços tecnológicos, os encargos funcionais e a inércia dos órgãos públicos encarecem a sustentação financeira das universidades. Nas particulares, a crise é ampliada pelas altas mensalidades, inadimplência e concorrência com os centros universitários ou escolas superiores que se proliferam sem nenhum compromisso com a pesquisa e a extensão. Quanto aos estudantes, cada vez mais o nível de formação dos egressos do ensino médio não é compatível com as expectativas do ensino superior, o que dificulta o processo educativo, pois parece que sempre é tempo de recomeçar. A crise econômica e a necessidade de sobrevivência fazem com que especialmente os alunos das instituições privadas tenham que trabalhar para sustentar seu curso, o que impede uma dedicação exclusiva à universidade. O problema da dedicação também é pertinente aos professores.

A educação integral

Também a falta de um plano pedagógico claro e elaborado em conjunto dificulta a nitidez metodológica que todos deveriam vislumbrar. A questão pedagógica é uma das mais graves e sempre deixada de lado em detrimento de outros aspectos, como o econômico. Parece que a universidade se tornou uma espécie de mercado, onde o professor é um prestador de serviço e o aluno um cliente. Assim, a universidade passa a ser uma fornecedora de diplomas balizados por provas e trabalhos que em nada avaliam o conhecimento, mas o quanto é possível decorar. Os universitários entram cheios de expectativas e saem frustrados. Hoje são estudantes e pensam na formatura; amanhã estarão no mercado e provavelmente desempregados. Um período que deveria ser de aprendizado e novas descobertas se transformou em um tempo angústia.

As universidades, de olho na sustentabilidade,ampliam as vagas em cursos já saturados e não prestam muita atenção no que se passa ao redor do umbigo. A universidade-empresa é a marca da atualidade. Contudo, como ser universidade e abandonar a empresa? Impossível. É justamente por isso que o tempo é de adequação, revisão de objetivos, planejamento estratégico, empreendedorismo e busca de identidade.

A universidade busca, por princípio, a educação integral da pessoa, ou seja, educar levando em consideração as dimensões física, afetiva, cognitiva, comunitária, ético-valorativa e transcendental. Sob essa perspectiva, temos uma universidade voltada para a educação do espírito, para uma reflexão sobre o sujeito, o ser humano aberto à realidade e interpelado pela alteridade. Falamos de um saber engajado. Os pressupostos de uma educação integral estão alicerçados na existência de verdades universais. Sendo assim, entram em confronto direto com o modelo de educação voltado para o desempenho e eficácia. Como contemplar num mesmo currículo, num curto espaço de tempo, conteúdos de uma formação humanística e uma avalanche de informações técnicas?

Mais educadores, mais educandos

A pós-modernidade, como condição da cultura, é movediça, inconstante. Eis a dificuldade: não conseguimos normatizar o tempo em que vivemos e somos diariamente defrontados com situações desconhecidas que se proliferam em meio a um panorama de incertezas. Ainda assim, nossa necessidade de catalogar as coisas permite alguns apontamentos que podem ajudar a compreender a situação que vive a universidade hoje. Primeiramente, a mercantilização tornou a educação um produto, de tal forma que a universidade se tornou empresa, os administradores comerciantes, os educadores prestadores de serviço e os estudantes consumidores – clientes. Gerada a crise de identidade, a universidade procura uma saída.

Enquanto os administradores fazem balanços e escolhem por onde pisar no terreno minado, os professores tentam segurar as pontas em salas de aula ora lotadas, ora vazias, currículos pesados, relações humanas em estado grave, correndo atrás de titulação, atendendo aos apelos dos organismos fomentadores de pesquisa através de publicações por vezes inconsistentes. Os professores não sabem como lidar com os alunos, não sabem se devem tratá-los como adultos ou adolescentes. Por parte dos estudantes, de modo geral, não sabem o que diferencia uma universidade de uma escola profissionalizante. Acreditam que as únicas coisas importantes para suas vidas são os conteúdos práticos. Depois de anos chegando atrasados e saindo mais cedo, querem o diploma. Com o canudo na mão, muitos ficam perdidos. Passam anos preciosos de suas vidas na universidade e não percebem a oportunidade que têm. Preferem a cópia ao esforço da leitura e da escrita; ficam restritos à sala de aula; sofrem de um vazio existencial.

Por outro lado, na universidade, todos os envolvidos percebem, em maior ou menor intensidade, que algo não está indo bem. Embora não consigam detectar exatamente qual é o problema, muitos procuram dinamizar o processo educativo de formas diversas, com destaque às ações voltadas para a solidariedade. Os professores precisariam ser mais educadores e os estudantes mais educandos. À administração universitária caberia ouvir mais e outorgar menos, priorizando a elaboração pedagógica, dando um norte comum a toda universidade, respeitando a autonomia das faculdades. Não basta investir em tecnologia, pois, por si só, a tecnologia não faz nada. Ela deve estar a serviço de alguém ou de alguma coisa. Da mesma forma, a profissão deveria ser entendida como serviço. A pesquisa precisaria de melhor acompanhamento. Pesquisar o quê, para quê e em nome de quem? Pesquisas para fazer volume e constar nos anais das agências fomentadoras não contribuem, apenas ampliam a biblioteca de mediocridades em nome do desempenho numérico.

Uma solução dialética

A contraposição entre verdade e opinião é um tema clássico do pensamento ocidental. Talvez, a melhor saída seja o contraste livre das opiniões, ou seja, a dialética. Mesmo que consideremos a não existência de uma verdade, a tarefa educativa da universidade, bem como do ensino de modo geral, é permitir a livre associação de idéias, a manifestação das opiniões, incentivar a busca não de uma verdade impossível, mas predispor o educando a aprimorar o seu juízo. Permanece válido o pensamento sofista de que devemos distinguir entre opiniões melhores e piores, mais ou menos úteis ao indivíduo e à sociedade. Aliás, as teses dos sofistas nos fazem perceber que a característica pós-moderna da experiência sensível, como critério real de verdade, é muito antiga.

Numa perspectiva dialética, nenhuma proposição pode ser afirmativa sem que também não possamos encontrar provas das proposições contrárias. A tensão dialética caracteriza o nosso tempo justamente porque existe uma livre circulação de opiniões. Esse panorama está muito distante daquele idealizado por Hobbes. Ao mesmo tempo, existem realidades não democráticas espalhadas pelo mundo em que, a forma de poder e a concepção de Estado, muito se assemelham ao modelo criado no De Cive. Ainda assim, no ocidente, predomina um outro tipo de Estado e entendimento sobre a liberdade de opinião, embora o conflito seja permanente. Pois é a existência do conflito que move a sociedade e a transforma constantemente. A quebra da paz e da fraternidade existe desde as primeiras narrativas bíblicas e do Estado de Natureza. Como possibilidade continuará a existir, assim como a busca pela manutenção da paz e da segurança.

O tempo pode ser pós-moderno, a metafísica pode estar em crise, mas, como dissemos anteriormente, ela ainda permanece como seqüela de uma doença. Enquanto não encontramos um remédio definitivo, temos na dialética uma solução oposta ao pensamento de Hobbes, porém adequada à condição pós-moderna em que o saber se reduziu a um opinável ponto de vista. É nesse contexto que, como centro de produção de conhecimento, reflexão dialética e administração de conflitos, a universidade tem muito a contribuir. E na compreensão da universidade, da cultura e da sociedade, tem a comunicação um campo fértil.

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Jornalista, mestre em Comunicação, Porto Alegre

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