Segunda-feira, 21 de Agosto de 2017
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº954

E-NOTíCIAS > JANE FONDA NA MÍDIA

Caryn James

15/03/2005 na edição 320

‘Na última vez em que Jane Fonda foi notícia, pouco mais de um ano atrás, ela estava ao lado de John Kerry em uma foto adulterada supostamente registrando um comício contra a Guerra do Vietnã, em 1970, do qual ela nem participou -um truque cujo objetivo era prejudicar a campanha presidencial de Kerry ao vincular sua imagem à da mulher cujo apelido era Hanói Jane. Mas apenas um mês mais tarde uma pesquisa do Annenberg Public Policy Center, organização apartidária, revelou resultados espantosos. Solicitados a identificar as pessoas mencionadas durante a campanha, 40% dos entrevistados viam Fonda como uma atriz. Apenas 20% a consideravam ativista contra a guerra. Ou seja, sua reputação como veneno político não se justifica.

E essa imagem mais suave não surgiu por acidente. Menos de duas semanas atrás, uma pesquisa de opinião pública medindo o grau de atração e reconhecimento das celebridades constatou que 62% das pessoas na verdade gostavam de Fonda, em graus variáveis, enquanto outros 38% desgostavam dela de alguma forma. A pesquisa, conduzida pela E-Poll Market Research, também constatou que muito mais gente reconhecia mais seu nome que sua imagem, resultado estranho para uma estrela de cinema. O que aconteceu com Jane Fonda?

As pessoas vão deixar de perguntar ‘onde está Jane?’ dentro de algumas semanas, quando sua autobiografia, ‘My Life So Far’ [minha vida até agora], chegará às livrarias com o tipo de campanha de mídia ferozmente controlada e cobrindo todas as frentes que só os políticos costumam receber. A editora de Fonda, Random House, não vai distribuir cópias antecipadas do livro a repórteres e resenhistas, e Fonda não concederá entrevistas antes de uma participação no programa ‘60 Minutos’, marcada para 3 de abril. O programa será exibido dois dias antes que o livro, de mais de 600 páginas, chegue às lojas. Na mesma semana, Fonda será entrevistada em ‘Good Morning America’ e ‘The Early Show’, visitará David Letterman e Larry King, provavelmente será tema de reportagem na revista ‘Time’ (negociações para a publicação seriada do texto estão em curso) e será praticamente impossível escapar à sua imagem. E em maio ela estará de volta às telas interpretando uma mulher que não quer que seu filho se case com o personagem de Jennifer Lopez na comédia ‘Até que a Sogra nos Separe’, com lançamento previsto para 3 de junho no Brasil.

Há 15 anos ela não fazia um filme (‘Stanley & Iris’ foi ruim o suficiente para assustar qualquer ator), mas essa é a menor das razões para sua relativa obscuridade. A fama de Fonda sempre esteve mais relacionada à sua vida do que às suas atuações, a despeito de alguns Oscar muito merecidos por ‘Klute – O Passado Condena’ e ‘O Amargo Regresso’. Mas hoje, uma geração que nem havia nascido durante a Guerra do Vietnã mal sabe quem é ela, muito menos a odeia -ou ama. E ela se manteve mais ou menos distante das telas que acompanham celebridades nos dez anos de seu improvável casamento com o empresário de mídia Ted Turner, que acabou em 2001.

No entanto, sua influência sobre a cultura popular foi tão imensa que seria tolo descartá-la como apenas mais uma atriz tentando retomar a carreira; afinal, ela trilhou caminhos que a sociedade norte-americana mais tarde viria a seguir. Seu ativismo político, incomum para uma estrela de cinema dos anos 70, tornou-se tão comum que ela parece ser o modelo da celebridade contemporânea. Sem ela, Sean Penn, Susan Sarandon e Arnold Schwarzenegger teriam tido carreiras muito diferentes. Hoje, só os mais tolos dos astros passam sem comentar os acontecimentos mundiais.

Nos anos 80, os vídeos de exercício ‘Jane Fonda Workout’ lançaram uma moda de ginástica que ganha ímpeto desde então. Ainda que Fonda tenha declarado recentemente que não tem mais tempo para se exercitar, nós provavelmente não assistiríamos a Oprah Winfrey em uma aula de pilates durante seu programa não fossem os vídeos de exercício popularizados por Fonda.

E muito antes de Madonna, Fonda foi a mãe da reinvenção. Aos 67 anos, ela carrega consigo seus eus passados, à medida que evolui, reformulando sua imagem à medida que avança. Escolheu por ver seu personagem em ‘Barbarella’ não como símbolo sexual, mas como uma mulher bem resolvida, uma exploradora do espaço. De maneira menos forçada, Fonda se desculpou muitas vezes por declarações e ações que podem ter prejudicado os soldados norte-americanos que serviam no Vietnã, especialmente durante sua visita no tempo de guerra a Hanói, mas ainda assim nunca abandonou sua posição como oponente da intervenção norte-americana no Vietnã.

Mas não foram muito bons para sua carreira ou imagem os anos em que pareceu sumir no mundo de Turner. Apenas os dois podem dizer se o casamento se baseava em amor verdadeiro, mas de fora parecia mais com uma crise de meia-idade da atriz. A antiga pioneira do feminismo se casou com um homem visto, em geral, como machista e grosseiro, uma estranha escolha mesmo que ele fosse o espantosamente rico criador da CNN. A integrante de uma das famílias reinantes de Hollywood se mudou para Atlanta (onde ainda vive) e se tornou filantropa, iniciando um programa de prevenção da gravidez na adolescência. Parecia estar a um passo de ser uma dama que almoça fora.

Se os entrevistados da pesquisa E-Poll tiveram problemas para reconhecê-la, não é surpresa. A foto recente que lhes foi exibida mostrava uma mulher bem vestida, de meia-idade, com cabelo curto e artificialmente loiro, e um rosto cuidadosamente maquiado -muito distante da aparência natural que a atriz cultivava no passado. A nova aparência de Fonda é tão pouco conhecida que a cópia da foto distribuída pela editora afirma, com mais esperança que precisão, que ‘ela é uma das mulheres mais reconhecíveis de nossa era’.

A descrição da editora informa que o livro discute sua vida ‘de forma que possa inspirar outras pessoas capazes de aprender com suas experiências’. Aparentemente, a mulher que no passado ajudou o país a tonificar os músculos agora quer conduzir o público em uma jornada introspectiva. Determinar se os norte-americanos a acompanharão -ou no mínimo terão interesse suficiente para comprar o livro- é o trabalho da campanha de mídia.

A jornada pessoal decerto parece mais importante do que o trabalho como atriz. ‘Até que a Sogra nos Separe’ é uma espécie de aposta calculada que deve ter soado como uma idéia melhor para sua carreira quando ela assinou o contrato do que soa agora. Na época, Lopez parecia ser uma co-estrela capaz de apresentar Fonda a uma audiência mais jovem. Mas a superexposição de Lopez nos últimos anos a transformou em piada de bilheteria. Mesmo que ‘Até que a Sogra nos Separe’ seja um sucesso, Fonda jamais fez um filme tão duradouro quanto os estrelados por seu pai, Henry Fonda. ‘Julia’ e ‘Klute – O Passado Condena’ são filmes excelentes, mas sua carreira não tem um ‘Vinhas da Ira’ a oferecer.

E talvez isso não a incomode. Ela obviamente tentou ter impacto social. A influência cultural de Fonda já foi absorvida de forma tão profunda que mal conseguimos percebê-la.

Tradução Paulo Migliacci’



LE MONDE
O Estado de S. Paulo

‘Le Monde aprova entrada de novos investidores’, copyright O Estado de S. Paulo, 10/03/05

‘Os funcionários do jornal francês Le Monde aprovaram ontem, em votação, o plano de venda de ações do periódico para levantar 65 milhões. O grupo Lagardère, que atua nos setores de defesa e de mídia, deve entrar com 25 milhões, ficando assim com 15% da Le Monde S/A, a empresa que edita o jornal. Outros 25 milhões devem vir do grupo espanhol Prisa, que edita o jornal El País. É o terceiro grande jornal francês que abre as portas para investidores, após o Le Figaro e o Libération.’



CASO GIULIANA SGREGNA
O Estado de S. Paulo

‘Berlusconi: ‘EUA devem assumir sua responsabilidade’’, copyright O Estado de S. Paulo, 10/03/05

‘CONTRADIÇÃO: O primeiro-ministro italiano, Silvio Berlusconi, disse ontem que o governo dos EUA tem de assumir a responsabilidade pela morte do agente de inteligência Nicola Calipari – num episódio que deixou feridos também a jornalista Giuliana Sgrena e outro cidadão italiano – para que o incidente possa ser superado.

Dirigindo-se ao Senado, Berlusconi expressou que se manifestava para contradizer versões americanas segundo as quais as forças italianas falharam ao não informar suficientemente as tropas que vigiavam a estrada para o aeroporto de Bagdá sobre a passagem do carro com Giuliana – recém-libertada por um grupo de rebeldes iraquianos que a tinha seqüestrado – e os demais italianos.

‘Só o reconhecimento franco e recíproco da responsabilidade é a condição para encerrar um caso que para nós, além de qualquer coisa, é tão irracional e nos tem causado tão profunda tristeza’, disse Berlusconi. ‘Nossa amizade com os EUA é forte e leal e temos o dever de exigir deles toda a verdade.’

O líder italiano também esclareceu que Calipari atuava no Iraque com pleno conhecimento dos militares americanos e negou as informações de que o governo pagou um resgate pela libertação de Giuliana. Segundo versões que circulam em Roma, o resgate pago aos seqüestradores seria de mais de US$ 8 milhões.’



ADEUS DE DAN RATHER
Folha de S. Paulo

‘Ícone do jornalismo dos EUA se despede’, copyright Folha de S. Paulo, 10/03/05

‘Dan Rather, 73, um dos mais conhecidos âncoras de televisão dos EUA, participaria ontem de seu último telejornal na rede CBS. Rather foi âncora do ‘CBS Evening News’ durante 24 anos, tornando-se o jornalista americano que mais tempo exerceu a função.

Rather deixa o cargo um ano antes do previsto (2006), em meio a suspeitas de ter praticado mau jornalismo. Em setembro último, o jornalista texano declaradamente democrata apresentou reportagem que trazia supostas provas do tratamento especial que o republicano George W. Bush teria recebido quando esteve no serviço militar, nos anos 70; os documentos se revelaram no mínimo dúbios. Ele foi muito criticado, mas escapou de uma ação disciplinar.

‘Cometi um erro. Não pesquisei o suficiente, tempo suficiente, e não fiz as perguntas corretas’, afirmou.

Rather passa a ser repórter especial do programa ‘60 Minutes’. Foi autor de diversos furos jornalísticos, como uma entrevista com o ex-ditador Saddam Hussein pouco antes da Guerra do Iraque, e outra com o ex-presidente Bill Clinton durante o escândalo Monica Lewinsky.

Ontem ele comemorava 24 anos desde o dia em que substituiu Walter Cronkite. A CBS pretendia exibir durante a noite uma homenagem com a retrospectiva da carreira do jornalista.

Ele também foi tema de tributos no diário ‘The Washington Post’ e debates no ‘New York Times’. A rede rival ABC homenageou Rather em um programa matutino.

O jornalista disse que tinha o melhor trabalho do mundo e que espera ser lembrado como alguém que ‘não se vendeu’.

Bob Schieffer deve substituir Rather temporariamente. O diretor da rede Leslie Moonves prometeu alterações no programa, provavelmente com diversos âncoras, mas não há indícios de um sucessor definitivo.’

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PRIMEIRAS EDIçõES > LIXO E LUXO NA TV

Caryn James

Por lgarcia em 07/08/2002 na edição 184

LIXO E LUXO NA TV

"TV nos EUA consagra luxo e lixo", copyright Jornal do Brasil / The New York Times, 2/8/02

"Sofisticada ou popular. A programação das emissoras de TV americanas pode levar os espectadores a despencar do mais sofisticado bom gosto ao mau gosto mais extremo sem que eles sequer precisem mudar de canal.

Na rede NBC, o politicamente sofisticado West Wing coexiste com jogos de baixo nível como o grotesco Fear Factor e o sucesso do verão Dog eat dog, que recentemente apresentou um jogo de futebol com strip-tease. (O competidor perdedor acabou pelado, com suas partes íntimas digitalmente obscurecidas.)

A antes desprezada rede Fox agora é alvo de elogios da crítica por seu drama sobre a CIA, 24, cuja audiência está entre uma das mais sofisticadas de toda a televisão; mas os novos seriados da emissora incluem 30 Seconds to fame, um concurso de talentos que apresenta contorcionistas, engolidores de fogo e um músico que equilibra bolas em um teclado.

Não importa a forma como você analise a audiência dos programas – pelo salário ou educação dos espectadores, como fazem os obcecados pelas estatísticas, ou pelo padrão de senso comum de bom gosto: cada vez mais as grandes redes estão misturando comédias e dramas sofisticados com rudes jogos e reality shows que são chamados de programas ?alternativos?, um eufemismo que significa um programa sem roteiro e barato de se produzir.

Os altos executivos das emissoras concordam que essa mistura agora representa uma mudança permanente na paisagem televisiva."

"Baixo nível veio para ficar", copyright Jornal do Brasil, 2/8/02

"Em recentes conversas, os altos executivos até concordaram sobre as razões que estão por trás dessa mudança. As emissoras estão se programando com base em uma geração educada por seriados como Na real, da MTV, o reality show, e Double dare, da Nickelodeon, um jogo para crianças no qual os jogadores são enlameados com uma gosma verde.

E, pressionadas pela TV a cabo, as redes estão agora oferecendo programas originais durante o ano todo; financeira-mente, isso significa que elas estão contra-balançando os milhões de dólares necessários para produzir seriados como West Wing ou Friends ao criarem programas mais baratos. (Cada uma das estrelas de Friends recebe US$ 1 milhão por episódio; as pessoas que comem insetos por dinheiro recebem bem menos). O que isso significa para os espectadores é que esses programas de mau gosto vieram para ficar, e não apenas para uma temporada de verão. Mas a NBC e a Fox oferecem os melhores modelos dessa mistura.

Gail Berman, presidente da divisão de entreteni-mento da Fox, disse sobre os reality shows: ?Os jovens esperam isso. Eles foram criados assistindo a The Real World, e até mesmo o programa Bug juice do Disney Channel, um reality show sobre adolescentes em um acampamento.

Então não há um grande salto do Bug juice para os comedores de insetos. Para essa audiência jovem, os reality shows não são um conceito alienígena; são apenas a velha e boa televisão."

"A televisão é um negócio diferente dos outros", copyright Jornal da Tarde, 3/8/02

"Disse que uma emissora de audiência elevada – e citei a Globo – tem de se preocupar com a qualidade. E que as emissoras que ficam abaixo de um índice ?x? de audiência não têm como pressuposto a qualidade. Acrescento: agem como um pequeno negócio, que tende a ser sempre pequeno, como uma fabriqueta que dá para o gasto. Ressalvei que a TV Cultura, por não ser um negócio, pode manter qualidade mesmo tendo pequena audiência.

Quer dizer que o negócio, em televisão, condena o produto? Ou que é ruim para a tevê como um todo? Não é, não era, mas ficou sendo, em parte.

Digo em parte porque alguns setores da programação são mais sensíveis à apelação aos sentimentos chamados baixos. E outros menos, como o jornalismo. Os produtos dessa área, jornalismo, são geralmente mais ?clean?, usam menos subterfúgios, menos disfarces (até as roupas são sóbrias), são mais voltados para o interesse público, mais críticos, procuram lidar com a parte mais ?objetiva? da consciência das pessoas, requerem um repertório mínimo de conhecimento e informação do espectador. E os jornalistas, por vezo profissional, quando encontram um bom concorrente, ficam motivados a fazer melhor que o outro. E melhor, para as equipes dos telejornais, não significa apelar.

É uma área tão diferenciada que até o governo a olha com mais atenção: as emissoras têm de informar ao Ministério das Comunicações o nome do seu diretor de jornalismo. Só o de jornalismo; não interessa o de telenovelas, o de shows ou o de programas infantis. Isso não prova nada, mas indica que o nível de responsabilidade atribuída é maior.

Voltemos ao aspecto negócio. A concorrência. Nos negócios em geral, que é que a concorrência provoca? Queda de preços, variedade de ofertas, busca de mais qualidade. Suponhamos uma rua de pizzas. Cada comerciante vai oferecer os melhores ingredientes, pizzas mais variadas e mais ricas, novidades, preço. Se o preço prejudicar a qualidade, a casa perde o freguês. A tevê tornou-se um negócio diferente, em que a concorrência provoca queda de qualidade. Apelações, barracos, sangue, baixarias. Parece concorrência de mulheres de esquina: quem mostra mais carne consegue mais fregueses.

A quem se dirige o discurso grosseiro da baixaria? A pessoas carentes que se tornaram dependentes ou aficionadas. Por que ele continua? Porque há pessoas carentes e dependentes que precisam ser atendidas e supridas. É democrático que ele esteja disponível. O que se pode questionar, e se questiona, é se a tevê aberta é o veículo adequado para esse discurso ou se os horários em que ele é apresentado são adequados.

A maneira democrática de posicioná-lo melhor seria a pressão popular. Aqui surge outra dificuldade: se é o público malformado de todas as classes sociais e principalmente os que não puderam estudar que assistem a esses programas, de onde poderia surgir a pressão? Quem os organizaria, quem os mobilizaria, quem se interessa? É mais fácil deixar o barco correr, ou pedir que o governo faça alguma coisa, já que é ele quem distribui as concessões para o negócio. Ora, o governo. Ou esperar que os anunciantes parem de manter coisas desagradáveis no ar. Ora, os anunciantes. Ou esperar que os consumidores boicotem os produtos que dão sustentação a programas que atentem contra a dignidade humana. Ora, os consumidores. Ou esperar que as emissoras se manquem e cumpram o compromisso que assumiram quando receberam a concessão. Ora, as emissoras.

Melhor explicando

Quando disse, na terça, que o negócio televisão ?abaixo de um nível ?x? de audiência não tem como pressuposto a qualidade?, complementei com a seguinte frase: ?Quer dizer: para aquela arraia miúda que come cachorro quente indigesto nas esquinas e assiste ao programa do João Kleber, qualquer caca serve, desde que os anunciantes mantenham o programa no ar?. Uma leitora entendeu que eu estava tripudiando sobre a gente pobre e sofrida. Longe de mim. Para evitar malentendido, ponho às claras o que deixei subentendido, acrescentando, no início da frase: ?o negócio televisão acredita que para aquela arraia miúda? etc etc.

Debate na Band

Amanhã, vamos ter a primeira confrontação dos candidatos a presidente da República, no debate da Band, às 21h30. O ?fantástico? show da política. Para o eleitor, o grande serviço do debate vai ser colocar na mesma pasta os discursos que estão dispersos pela mídia. Ele poderá organizar os confrontos, identificar quais são verdadeiros, quais são simples manobras, comparar os programas, conferir quem está mais bem preparado, quem é mais sincero. Sem maquiagem."

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