Sexta-feira, 22 de Setembro de 2017
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº958

CADERNO DO LEITOR > AUTORES & LIVROS

Da legião de anônimos

03/02/2004 na edição 262

Caríssimo Deonísio, seu oportuno artigo chegou-me ao aos olhos através do Balaio de Notícias de Aracaju , cidade por onde circula meu feixe de ossos. Também faço parte da legião de anônimos que, pelo conto, busca um lugar ao sol. Recentemente, depois de 10 anos na estrada (Dentro da casca, 1993) obtive a primeira resenha além-fronteira para o meu segundo rebento (A ossatura, 2002), feita por Vivaldo Lima Trindade no , reproduzida no , no qual também existe texto de Ronaldo Cagiano que, antes de analisar a obra de Paulo Sandrini, pontua a situação atual do conto no Brasil.

Você ilumina esse debate trazendo observações tão lúcidas sobre as conquistas e os desafios dos que se embrenham na arte da narrativa curta. 2004 abraços,

Jeova Silva Santana

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A hora e a vez dos novíssimos – Deonísio da Silva

 

JORNALISTA ASSASSINADO
A imprensa não deu. Por quê?

A nota abaixo, transcrita da Tribuna da Imprensa, dá conta de que o jornalista Francisco Alexandria, autor de um livro contendo denúncias escabrosas sobre Antonio Carlos Magalhães, foi assassinado. Qual a reação da imprensa? Quem foi o mandante?

Rio de janeiro, segunda-feira, 5 de janeiro de 2004

Silêncio

Vejo com estranheza o silêncio da TRIBUNA ao não noticiar a suspeita morte do bravo jornalista Francisco Alexandria, homem generoso e de rara coragem pessoal demonstrada na luta que sustentava, aqui na Bahia, sozinho e pobre. O jornalista desaparecido fez-se admirado pela consciência crítica independente do povo baiano.

Hugo Gomes de Almeid – Salvador (BA)

Resposta de Helio Fernandes – Noticiamos tudo o que sabíamos. Alexandria foi sempre nosso amigo e colaborador da Tribuna. Enfrentou de peito aberto forças assassinas, que tentaram destruí-lo em vida. Não conseguiram, tramaram sua morte. Ninguém vai descobrir os assassinos, embora as suspeitas estejam cada vez mais evidentes.

Cicero Magalhães, Aracaju

 

SÃO PAULO 450 ANOS
Soberba ou má-fé?

Como leitor deste Observatório da Imprensa e da Folha de S.Paulo, não posso deixar de comentar a resposta do editor do caderno Cotidiano da Folha, Nilson de Oliveira, em sua entrevista a Leticia Nunes, como parte da matéria ‘Cobertura de Cidade – volta ao mundo em um dia’.

A bem da verdade, não sei se é para rir ou chorar (ou ambos) com a resposta que o digno editor deu à questão sobre quais assuntos o caderno Cotidiano engloba, já que não está preocupado em veicular notícias sobre a cidade-base do jornal. Eis a inacreditável resposta (repito a pergunta, para facilitar a contextualização:)

A Folha é um jornal de São Paulo, mas não tem um caderno específico para São Paulo. O que o caderno Cotidiano engloba?

Nilson de Oliveira – Há uma engano na premissa da pergunta. A Folha não se define como um jornal de São Paulo. É um meio de informação de caráter nacional, desprovido, portanto, de qualquer espírito provincial.

Soberba seria a palavra ideal? Ou má-fé aliada à pretensão burra de achar que somos todos uns idiotas?

Regis Ávila, jornalista

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