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Terça-feira, 21 de Agosto de 2018
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº1000
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E-NOTíCIAS > FIM DE SEMANA, 27 E 28/9

Folha de S. Paulo

30/09/2008 na edição 505

GRAMPOS
Editorial – Folha de S. Paulo

Confusão de papéis

‘A ESPIONAGEM contra ministros da mais alta corte brasileira era tratada como fato em conversas de corredor na capital federal. Na falta de comprovação pública da gravíssima suspeita, a grande maioria da população estava privada do direito a essa informação. Restrito aos gabinetes, o tema não ganhava o destaque que merecia na agenda das autoridades eleitas.

A divulgação, pela revista ‘Veja’, de uma conversa entre o presidente do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, e o senador Demóstenes Torres (DEM-GO) alterou radicalmente o quadro. Ressalte-se: apenas a publicação do teor de um diálogo gravado ilegalmente pôde libertar das sombras um assunto de notório interesse público.

O exemplo é bastante didático em relação ao papel que cabe à imprensa, numa sociedade livre, de quebrar pactos de silêncio e democratizar a informação sempre que estiver diante de um fato de interesse público. Nesses casos, o direito dos cidadãos à informação prevalece sobre outras garantias constitucionais ou legais. Se o teor de uma escuta telefônica ilegal é verídico e relevante, então deve ser publicado.

Sem essa garantia ao jornalismo -na Carta reforçada pela prerrogativa de não revelar a identidade da fonte da notícia-, o acesso coletivo à verdade estaria prejudicado no país. O controle público do poder e dos poderosos, que tendem a distorcer, dissimular e ocultar informações, ficaria comprometido.

Por isso é preciso repudiar a mais recente tentativa do governo federal de constranger o livre exercício do jornalismo. O ardil veio na forma de uma traficância no projeto de lei que busca, corretamente, aumentar o rigor legal contra a disseminação descontrolada das escutas telefônicas, legais e ilegais, no Brasil.

Mas o projeto sai do curso quando pretende criminalizar a utilização de grampos ‘para fins diversos dos previstos em lei’. A redação genérica é uma brecha óbvia para ameaçar veículos e profissionais de jornalismo.

Abusos cometidos pela imprensa já estão sujeitos a sanção no Código Penal. A tentativa de criar uma nova figura, específica para grampos, mal oculta as digitais de quem ainda não se habituou à vigilância democrática e deseja reinar sozinho.’

 

DITADURA
Lucas Ferraz

Governo anistia 13 perseguidos pela ditadura

‘Ministros, religiosos e militantes de direitos humanos pediram ontem a abertura dos arquivos da ditadura militar e afirmaram que a destruição desses documentos é uma prática típica de ‘criminosos’ que destroem as ‘provas e os rastros’ para tentar esconder os seus crimes.

As declarações foram feitas em ato realizado na sede da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), em Brasília, pela Comissão de Anistia, do Ministério da Justiça, que julgou processos de 13 pessoas sendo 12 religiosos perseguidos pelo regime militar.

A exceção foi o ex-ministro da Secretaria Nacional de Direitos Humanos, Nilmário Miranda, anistiado e indenizado com R$ 99,6 mil (equivalente a 240 salários mínimos).

Até a conclusão desta edição, dez processos haviam sido julgados, o que somavam indenizações de mais de R$ 1,7 milhão -sem contar a pensão mensal.

Paulo Vannuchi, da Secretaria Especial de Direitos Humanos, disse que a abertura dos arquivos está entre as prioridades do governo Lula. Vannuchi garante que ouviu do presidente frase assegurando que não passaria à história como o responsável por colocar uma pedra sobre ‘isso’, em referência à publicidade dos arquivos.

‘Ninguém está com ódio ou espírito revanchista, mas temos que conhecer a história’, comentou. Ao responder pergunta de que muitos militares (da reserva inclusive) teriam destruído documentos do período, ele diz que isso mostrava a ‘lógica’ de um criminoso.

‘Muitos criminosos que atuaram nos aparelhos de repressão estão queimando esses arquivos para acabar com as provas e os rastros’, disse.

O secretário-executivo do Ministério da Justiça, Luiz Paulo Barreto, que ocupa interinamente a pasta, também defendeu a abertura. Ele assegurou que em ‘breve’ o governo terá novidades sobre o assunto, que é coordenado pela ministra Dilma Roussef (Casa Civil).

O ato ontem ficou marcado ainda pela defesa dos presentes de que a Justiça brasileira responsabilize quem torturou ou matou durante o regime militar. A Igreja Católica se manifestou de forma contundente.

‘Perdão não é sinônimo de impunidade’, disse o presidente da CNBB, dom Geraldo Lyrio Rocha. ‘Os culpados [pela tortura], se identificados, devem ser punidos.’

Colaborou a FOLHA ONLINE’

 

***

Pastor diz que teve ‘sorte’ ao resistir à tortura

‘O reverendo norte-americano Frederick Birten Morris, 74, foi um dos anistiados presentes na sessão de ontem da Comissão de Anistia, na sede da CNBB (Confederação Nacional dos Bispos do Brasil). Conhecido como pastor Fred, foi preso em Recife em setembro de 1974, durante a ditadura militar.

Morris, que representava a Igreja Metodista no Brasil naquela época, afirmou que nunca integrou nenhuma organização, mas disse que ajudava jovens de vários grupos esquerdistas.

‘Fui seqüestrado, quando saía de casa, por 12 homens armados. Estou vivo por sorte’, falou o reverendo, indenizado com R$ 285 mil, mais o direito da pensão vitalícia no valor de R$ 2.000. Ele disse que foi torturado com pancadas e choques elétricos por quatro dias seguidos.

Após a prisão, que durou 17 dias, Morris foi expulso do Brasil por decreto do então presidente Ernesto Geisel, que só foi revogado em 1988.’

 

EQUADOR
Fabiano Maisonnave

Correa intervém em TVs e as transforma em aliadas em campanha do referendo

‘Famoso por sua duras críticas contra os meios de comunicação, o presidente do Equador, Rafael Correa, interveio em dois dos maiores canais privados de TV. Durante a campanha para o referendo constitucional, que será realizado amanhã, ambos deixaram de ter uma linha crítica com relação ao governo esquerdista, segundo monitoramento realizado pela ONG Fundamedios.

‘Os dois canais tentaram manter uma linha de equilíbrio na cobertura eleitoral, mas paulatinamente foram inclinando às teses do governo’, diz o jornalista César Ricaurte, diretor de Fundamedios. ‘Na última semana, foi muito mais evidente. Não eram abertamente governistas nem se transformaram em meios de propaganda, mas houve uma certa parcialidade editorial.’

Os dois canais abertos pertenciam ao grupo Isaías, um conglomerado industrial e financeiro que controlava o Filanbanco, que quebrou em meio à grave crise financeira entre 1988 e 1999.

Em junho, o governo Correa interveio em cerca de 200 empresas do grupo que ainda funcionavam no país como garantia aos prejuízos causados naquela época.

Além dos dois canais abertos, o governo também controla a EcuaTV, canal estatal criado no final do ano passado por Correa. Até então, o país não possuía um meio desse tipo.

O presidente equatoriano tem feito duras declarações contra os meios privados, acusados de tentar desestabilizar seu governo.

Segundo Ricaurte, a mídia equatoriana atravessa um momento de polarização, em que vários meios de comunicação fazem uma oposição a Correa, que em resposta abusa de cadeias obrigatórias de rádio e TV e de propaganda estatal.

Anteontem, o Centro Carter disse que há um ‘desequilíbrio’ em favor do ‘sim’ durante a campanha eleitoral encerrada anteontem, sobretudo pelo uso da máquina do Estado por meio da participação direta do próprio Correa e de funcionários do governo.

Pesquisas de opinião apontam que a nova Carta, apoiada por Correa, deve ser aprovada amanhã por cerca de 60% dos votos válidos. A proposta de Constituição prevê alterações na regulamentação dos meios de comunicação, com maior poder para o Estado.’

 

CELULAR
Marina Gazzoni

Consumidores formam fila para comprar iPhone no 1º dia de venda

‘O primeiro dia de venda do iPhone exigiu paciência dos consumidores. Na loja da Claro no shopping Pátio Higienópolis, em São Paulo, alguns clientes aguardaram cerca de quatro horas para comprar o celular da Apple. Nas lojas da Vivo, não havia fila. A operadora disse que agendou a compra do iPhone para clientes cadastrados.

O aparelho trouxe um aumento médio de 30% no volume de vendas da Vivo ontem. Já a Claro não divulgou o balanço.

O estudante de economia Cassius Crosara, 20, chegou à loja da Claro às 10h30 para pegar uma senha e garantir o seu iPhone. Após aguardar cerca de quatro horas, conseguiu comprar o aparelho. Ele conta que pediu à irmã, que vive nos Estados Unidos, que lhe comprasse o celular, mas o produto já havia se esgotado em muitas lojas por lá. Por isso, decidiu enfrentar a fila e comprar no primeiro dia de vendas, para garantir que teria o aparelho.

O empresário Rogério Rocha, 29, procurou o iPhone nas lojas da Claro e da Vivo de dois shoppings em São Paulo, sem sucesso. ‘Na Claro, disseram-me que já tinha acabado a cota de vendas para o dia. E, na Vivo, eles estão dando prioridade para as pessoas que já são clientes. Tive que entrar na lista de espera.’

Os irmãos Paula Cristina, 21, Paula Augusta, 23, e Paulo Marques, 19, também entraram na fila para comprar o iPhone. ‘Ficamos muito tempo esperando o lançamento no Brasil, por isso viemos no primeiro dia’, disse Paula Cristina.

Todos eles estão dispostos a pagar os preços cobrados pelas operadoras brasileiras por um iPhone. A Vivo cobra entre R$ 899 e R$ 2.199 pelo aparelho, enquanto o iPhone da Claro custa de R$ 1.000 a R$ 2.599. Em ambas, os preços superam os praticados nos Estados Unidos – a partir de US$ 199.

‘Custo-Brasil’

A Claro e a Vivo afirmam que a diferença de preços é resultado da carga tributária do país.

O presidente da consultoria Teleco, Eduardo Tude, reconhece que os impostos encarecem a venda do produto no Brasil, mas cita os subsídios menores nos EUA como outro fator para o diferencial de preços. ‘O iPhone é subsidiado em todo o mundo. Mas cada operadora calibra o valor do subsídio conforme quiser.’

Segundo ele, as operadoras dos EUA oferecem um subsídio maior porque os americanos têm um gasto médio com telefonia móvel mais alto -US$ 50 por mês, ante R$ 27 no Brasil, sem impostos.

Para Luiz Henrique Souza, do escritório de direito digital Patrícia Peck Pinheiro, os subsídios são menores no Brasil porque a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) limita os contratos de telefonia a 12 meses. ‘Você compra um celular barato nos EUA porque assina contratos de dois anos.’

Souza recomenda cuidado aos consumidores que comprarem o produto no exterior, para não arcar com custos de manutenção da conta. Segundo ele, o aparelho da Apple nos EUA sairia por cerca de US$ 600, sem o contrato de fidelidade de dois anos com a AT&T.

O advogado tributarista Anderson de Albuquerque alerta os consumidores para prestarem atenção nos custos de ligações dos planos oferecidos e não apenas no preço final do iPhone. Segundo ele, a variação de preços das ligações entre uma operadora e outra chega a até 40%.

‘As vezes o consumidor paga menos no celular, mas arca com custos maiores nos minutos que utiliza na comparação com a concorrência. No longo prazo, pode ficar mais caro.’

Além de impostos e subsídios, o modismo está inflando o preço do iPhone no Brasil. ‘O iPhone foi lançado agora. É natural que as operadores subsidiem menos o custo para pessoas que estão ansiosas e dispostas a pagar qualquer preço’, diz Tude. Por isso, preço mais baixo só para os consumidores pacientes, segundo ele.’

 

CINEMA
Folha de S. Paulo

Indústria do tabaco financiou atores de Hollywood, diz estudo

‘A indústria do tabaco foi uma das financiadoras do cinema de Hollywood entre as décadas de 20 e 50 e pagou a importantes nomes da época para promover o tabagismo, entre eles Clark Gable, Joan Crawford, John Wayne, Bette Davis e Henry Fonda. É o que apontou estudo publicado na última quarta na revista ‘Tobacco Control’.

Pesquisadores da Universidade de Nova York chegaram à ligação entre as celebridades e a indústria após analisar documentos disponíveis na Universidade da Califórnia e outros que se tornaram públicos após ações movidas por grupos antitabagistas contra a indústria.

Um desses documentos mostra que a American Tobacco, fabricante do cigarro Lucky Strike, pagou a 42 atores para promover essa marca entre 1937 e 1938. Clark Gable embolsou US$ 10 mil, o que segundo o estudo corresponderia a mais de US$ 140 mil hoje. A mesma quantia receberam Gary Cooper e Carole Lombard.

A pesquisa mostra que, no período após a Grande Depressão (1929), algumas fabricantes de cigarro passam por expansão, ao contrário do que ocorria no país.

A American Tobacco aumento em 53%, aproximadamente US$ 128 milhões atuais, o seu orçamento para anúncios impressos e no rádio. Artistas de cinema considerados ‘top A’ participavam das campanhas. Um dos estúdios mais beneficiados pelas campanhas foi a Warner Brothers.

O estudo traz ainda imagens de propagandas que datam do início do cinema falado. O ator Al Jolson aparece em uma delas defendendo que o Lucky Strike é uma alternativa a ‘doces engordantes’, que fez parte da campanha veiculada entre 1928 e 1929 intitulada ‘Pegue um Lucky em vez de um doce’.

Os autores do estudo dizem que os filmes clássicos com cenas contendo o cigarro, como ‘Casablanca’, impulsionaram o debate sobre a presença deste item nos filmes. Especialistas começaram a defender que esse tipo de imagem era uma influência para que os jovens fumassem, enquanto outros afirmavam que o cigarro nos filmes é algo presente em Hollywood desde o cinema mudo.’

 

ACIDENTE
Talis Mauricio

Funcionário da TV Globo é atropelado na zona sul, em SP

‘Um funcionário da TV Globo foi atropelado pelo motorista de um Ford Mondeo verde escuro, ontem de madrugada, durante a gravação de uma reportagem que estava sendo gravada na esquina da rua Sena Madureira com a rua Mairinque, na Vila Mariana (zona sul de SP).

Segundo a polícia, o veículo perdeu a direção e bateu em um carro da Polícia Militar, ferindo levemente um PM da 3º Companhia do 12º Batalhão, além de atingir uma Blazer da emissora. Os carros ficaram destruídos.

Com o impacto, o operador técnico Alexandre Cavalieri foi arremessado cerca de três metros e atingiu em cheio uma moto que estava parada no local.

Ele foi levado em estado grave ao Hospital das Clínicas, onde passou por cirurgia na bacia e permanece internado na UTI (Unidade de Terapia Intensiva).

Segundo a PM, Ricardo Campanini, 33 anos, motorista do Mondeo, aparentava estar embriagado e se recusou a fazer o teste do bafômetro. Ele foi hospitalizado com ferimentos leves no Hospital São Paulo (zona sul). No final da tarde de ontem, ele permanecia em observação.

O caso foi registrado no 16º DP (Vila Clementino) como lesão corporal. Quando o motorista do Mondeo sair do hospital, ainda segundo o delegado, ele terá de prestar depoimento na delegacia, mas não ficará preso.

Procurados, os familiares do motorista não quiseram falar com a reportagem. Por telefone, a assessoria de imprensa da TV Globo afirmou que está prestando todo o apoio necessário aos familiares do funcionário atingido.’

 

LITERATURA
Folha de S. Paulo

Prêmio via torpedo abre suas inscrições

‘O Prêmio Literatura pelo Celular, promovido pela Oi, abriu suas inscrições. Este ano o prêmio passa a fazer parte do calendário da Festa Literária Internacional de Porto de Galinhas (Fliporto), que acontece entre os dias 6 e 9 de novembro. Os interessados devem mandar um texto contendo até 160 caracteres, por meio de um aparelho Oi, para o número 48333. Mais informações e regulamento: www.fliporto.net.’

 

TROFÉU
Mônica Bergamo

Passando o chapéu

‘Ivo Herzog, filho de Valdimir Herzog, está pedindo contribuições para a confecção de troféus que serão entregues, em outubro, na premiação de jornalismo que leva o nome de seu pai. Os cinco jornalistas que mais se destacaram na área de direitos humanos nos últimos 30 anos receberão escultura de Vlado em bronze, avaliadas, no total, em R$ 6.250. A Secretaria de Direitos Humanos deveria dar R$ 3.700, que não foram liberados. O órgão diz que o dinheiro sai na próxima semana.’

 

CAMPANHA
Mônica Bergamo

Tucano apagado

‘A Record alterou a vinheta de sua cobertura eleitoral, que trazia, em destaque na urna eletrônica, os números ‘4’ e ‘5’. Na animação, eles eram iluminados ao serem tocados em seqüência no teclado, formando o ‘45’ do PSDB.

A emissora, que agora exibe as teclas sem nenhum número, diz que nenhum partido reclamou da vinheta, mas decidiu alterá-la para ‘não induzir nem confundir o eleitor’.’

 

TELEVISÃO
Folha de S. Paulo

Video Music Brasil será conduzido pelo público

‘Com a música perdendo espaço na programação, a MTV pretende conduzir a premiação Video Music Brasil (VMB) em torno do público -um dos preceitos principais das redes sociais da internet. Um dos prêmios de maior visibilidade da música brasileira, o VMB acontece na próxima quinta-feira, 2/10, no Credicard Hall, em São Paulo. O VJ da MTV Marcos Mion apresenta o VMB, com transmissão ao vivo pela MTV. O comediante Marcelo Adnet, do programa ‘15 Minutos’, fará esquetes humorísticos nos intervalos do especial. O roteiro da premiação será decidido na hora, pelo público. Em entrevista coletiva on-line, da qual participou a Folha, Cacá Marcondes, diretor da MTV, disse que ‘o público poderá escolher, pela internet, para qual direção seguirá a cerimônia’. Também os convidados que estiverem no local poderão interferir nos rumos do VMB, a partir de aparelhos de votação colocados em suas cadeiras. Os esquetes de Adnet serão decididos pelo público. ‘A cada bloco, ele fará um resumo musical improvisado do que aconteceu, homenageando alguns artistas. Isso será votado na hora’, afirma Marcondes.

Novos nomes

Nas categorias em disputa, um dos destaques é Mallu Magalhães, 16 anos, que concorre como artista do ano, artista revelação e show do ano. A premiação contará com shows de nomes internacionais, como a banda inglesa Bloc Party e o cantor norte-americano Ben Harper. Além disso, haverá parcerias como as de Chitãozinho e Xororó cantando com o grupo de rock Fresno, e Pitty com Cascadura. Junior Lima (ex-Sandy) também se apresentará ao vivo, com sua nova banda, Nove Mil Anjos. Para entregar os troféus, a MTV convocou gente como os atletas César Cielo (natação), Maureen Maggie (atletismo) e Fofão (vôlei), a banda NXZero e a atriz Alice Braga, entre outras personalidades.

VIDEO MUSIC BRASIL

Quando: na quinta (2/10), às 22h

Onde: na MTV

Classificação indicativa: não informada’

 

Priscila Pastre-Rossi

3ª temporada de ‘Psych’ é previsível

‘Nem toda sacada genial rende uma série genial. Essa é a impressão que fica em ‘Psych’ -e que se confirma no primeiro episódio da terceira temporada, que vai ao ar amanhã, às 18h, no Universal Channel. Em ‘Fantasmas’, o falso médium Shawn Spencer (James Roday) terá de descobrir o que há de errado com a casa supostamente assombrada do vice-presidente da empresa em que Gus (Dulé Hill), seu companheiro de aventuras na agência, trabalha. Ou a dupla resolve o mistério ou Gus será demitido, já que o chefe descobriu seu trabalho paralelo na agência. A sacada de ‘Psych’ é boa: conta a história do jovem detetive de percepção aguçada que se passa por vidente para não ser suspeito de um assassinato que desvendou assistindo à cobertura pela TV. Piadas e desfechos menos previsíveis seriam um começo para que os roteiros fossem tão bons quanto a idéia que originou o seriado. A novidade fica a cargo da chegada da mãe de Shawn, Madeleine (Cybill Shepherd). Hoje, aos 58 anos, Cybill ficou famosa nos anos 80 como a detetive de ‘A Gata e o Rato’. E destaque para a ótima participação de Timothy Omundson na pele do cético Carlton Lassiter.

PSYCH – 3ª TEMPORADA

Quando: amanhã, às 18h

Onde: no Universal Channel

Classificação indicativa: não informada’

 

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