Segunda-feira, 24 de Setembro de 2018
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº1005
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EDIçãO BRASILEIRA DA COLUMBIA JOURNALISM REVIEW > Arqueologia da crítica

Memórias de uma autoanálise

Por Edição brasileira da Columbia Journalism Review em 18/12/2017 na edição 971
Um time de primeira relembra publicações lançadas para criticar a imprensa nacional e destaca o papel do ombudsman

No Brasil, já se fez muita crítica de mídia, mas nem todo exercício impetrado pela imprensa no afã de analisar a si mesma merece ser lembrado.

As páginas a seguir são dedicadas ao outro tipo: o profícuo, realizado com rigor e inteligência.

Alzira Alves de Abreu abre o bloco com uma reflexão sobre a publicação que inspirou inúmeros projetos na área numa espécie de linha sucessória, os Cadernos de Jornalismo e Comunicação do  Jornal do Brasil, criados por Alberto Dines na esteira da reforma do JB nos anos 1960.

O quadro sobre os Cadernos fica completo com o depoimento de Fernando Gabeira, seu editor.

Dines também é lembrado por outra iniciativa, que rende frutos até hoje, no texto de Carlos Vogt sobre o Observatório da Imprensa – raro exemplo de inovação e credibilidade que sobrevive à passagem do tempo.

Gaudêncio Torquato trata dos Cadernos de Comunicação Proal, que nos anos 1970 inauguraram o debate sério sobre comunicação organizacional, além de ajudar a pensar o papel da imprensa em tempos de ditadura.

Lúcia Costa revive o ano de intensa atividade na Crítica da Informação. A revista, que circulou por seis edições, entre os anos de 1983 e 1984, registrou um momento do país em que os cidadãos buscavam deixar para trás uma história de censura e repressão. Também colocou em pauta a necessidade premente de modernizar as redações e procurou aproximar o jornalismo da sociedade e suas necessidades.

Para encerrar o bloco e instigar a continuidade da discussão, o artigo de Paula Cesarino Costa aborda a história e a função atual do ombudsman.

Além disso, faz um levantamento  dos riscos que corre essa atividade, que está sendo eliminada de veículos em diversas partes do mundo sob justificativas no mínimo controversas – e explica por que essa decisão é um verdadeiro tiro no pé para o negócio de notícias.

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