Sexta-feira, 19 de Outubro de 2018
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº1009
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Agência Carta Maior

09/09/2008 na edição 502


ENTREVISTA / LUIS NASSIF
IHU – Instituto Humanitas Unisinos


Uma operação para livrar Daniel Dantas do inquérito e do processo,
7/9


‘Para o jornalista, a revista Veja perdeu todos os limites ao publicar uma
matéria em que não pode provar nada do que denuncia. Para ele, trata-se de uma
operação para livrar Daniel Dantas da ação movida pela Polícia Federal e pelo
Ministério Público Federal. ‘É um momento triste na história da República: ele
mostra que Dantas conseguiu uma ampla influência no Judiciário, em três partidos
políticos e em grande parte da mídia’, diz Nassif.


A revista Veja da semana passada denunciou um esquema de grampos que
vigiariam o Supremo Tribunal Federal e integrantes do governo federal. O que
levou, no dia seguinte, o presidente Lula e o ministro Gilmar Mendes a
reunirem-se e, finalmente, à suspensão da direção da Agência Brasileira de
Inteligência (Abin). Na terça-feira da semana passada, em entrevista à imprensa,
Lula declarou:


‘Se algum de vocês (referindo-se aos jornalistas presentes) souber algo –
porque a fonte conversou com os jornalistas e não comigo –, e quiserem facilitar
a investigação, podemos resolver logo o problema. Do contrário, vamos ter de
investigar com muita profundidade’.


Isso porque a Veja declarou que as gravações não existem mais e utiliza a lei
para não revelar o nome da fonte da reportagem. A IHU On-Line conversou por
telefone com Luis Nassif sobre essa crise gerada por um veículo de comunicação
tão importante no país, mas, segundo ele, em decadência.


Nassif, que lançou uma série chamada Dossiê Veja, em que chama de
antijornalismo o trabalho da revista, fala sobre a relação dessa denúncia dos
grampos no STF com o caso Daniel Dantas, sobre um possível conflito entre o
ministro do STF e Tarso Genro e, ainda, sobre a posição da Polícia Federal
diante desse grande problema deflagrado no país.


Luis Nassif é jornalista e diretor Superintendente da Agência Dinheiro Vivo.
Além disso, desempenha as funções de comentarista econômico da TV Cultura,
membro do Conselho do Instituto de Estudos Avançados da USP e do Conselho de
Economia da FIESP. Possui um dos blogs mais acessados e respeitados do país.


Confira a entrevista.


IHU On-Line – Nesse caso dos grampos, foi a reportagem da Veja que motivou a
reunião de ontem entre Lula e Gilmar Mendes e, por fim, o afastamento da direção
da Abin. Como o senhor relaciona esse caso com o caso Daniel Dantas?


Luis Nassif – É, escancaradamente, uma operação para livrar o Daniel Dantas
desse inquérito e desse processo. A Veja perdeu todos os limites. O que espanta
é ver um presidente do Supremo Tribunal Federal, baseado nos elementos que a
revista coloca, sair acusando a Abin e o Paulo Lacerda, justamente os alvos do
Daniel Dantas. É um momento triste na história da República: ele mostra que
Dantas conseguiu uma ampla influência no Judiciário, em três partidos políticos
e em grande parte da mídia. Eu acho que, para o jornalismo, o preço do
descrédito é muito grande. A opinião pública inteira está percebendo o tipo de
jogada feito pela Veja. E o que ela faz desmoraliza o jornalismo. Sabemos que
este já foi usado para outros propósitos, mas o que existia antes era um pouco a
história de troca de favores entre empresas e instituições e alguns veículos de
mídia. Era um negócio antiético, mas mais light. Agora, quando temos essa
contaminação da cobertura da imprensa por essas pessoas que estão claramente
acusadas por formação de quadrilha e afins, entramos num terreno muito
complicado e desmoralizante para um dos poderes fundamentais da sociedade, que é
a imprensa de opinião.


A Veja tem uma grande tiragem e passou a praticar um jornalismo falso, como
tenho mostrado na minha série de reportagens. No entanto, há, concomitantemente,
uma cumplicidade com isso por parte dos jornais. Essa matéria sobre os grampos
publicada por ela não passaria num curso básico de jornalismo. Então, vem o
presidente do STF, avaliza a matéria e faz com que ela se transforme em
institucional. Há poucos jornalistas com coragem para questionar essa falta de
consistência da matéria. Há outro aspecto que precisa ser levado em conta: a
Operação Satiagraha foi muito abrangente. Ela entrou no seio da corrupção
brasileira e pegou magistrados, políticos e empresas jornalísticas. Com isso,
temos esquemas pesados montados por advogados, por políticos e por jornalistas.
A Veja gosta muita de comparar o Brasil aos Estados Unidos e dizer que nosso
país é atrasado e que os estadunidenses são o suprassumo da modernidade. São
mesmo. Só que nós estamos entrando hoje num ponto muito similar ao dos anos 1930
nos Estados Unidos, quando existiu uma luta nacional contra o crime organizado e
a imprensa aderiu ao crime. É complicado isso, pois o maior fator de atraso que
temos é a revista Veja, inserida dentro de um tipo de jornalismo manipulador.
Com a internet, as coisas até melhoraram, porque há alternativas à falta de
competência jornalística. A Veja está fazendo uma operação de alto risco para
poder fazer essas jogadas todas de forma profissional. Dentro da Abril, eles são
chamados de ‘aloprados’ da Veja. Isso causa perplexidade, indignação, e o preço
é a desmoralização da imprensa. Pelo menos, a internet não deixa a grande
imprensa falar sozinha.


IHU On-Line – E deve partir de quem exigir uma mudança de paradigma da
influência que a Veja possui?


Luis Nassif – Deve partir da Justiça. Na semana passada, a condenação do
Diogo Mainardi a três meses de prisão foi um passo muito importante do
Judiciário. A Veja passou a usar a calúnia e a difamação com a ajuda de dois
pistoleiros – o Mainardi e o Reinaldo Azevedo – para atacar a honra de todo
mundo e entrou num jogo muito pesado. Essa estratégia é desproporcional, porque
a Abril partiu para uma avaliação custo x benefício, ou seja, começou a se
perguntar: o que ganhamos se começarmos a difamar ou caluniar o fulano? Ganha
porque desacredita o ‘fulano’ e continua com liberdade para manipular isso. O
que isso custa? Cem mil, 150 mil reais por processo. É um preço que eles pagam.
Essa avaliação é horrorosa, faz o jornalismo cair na barbárie. Quando condenam
um deles, como no caso do Paulo Henrique, esse jogo acaba. No Rio Grande do Sul,
fizeram isso com o Jorge Furtado. Ele foi alvo de assassinato de reputação
também. A ação contra esse tipo de publicação às vezes demora meses ou anos para
ser resolvida. Como é que fica a sua reputação nesse período? Como fica a sua
família e seus filhos nessa história? O que a Veja está fazendo é coisa de
quadrilha. Eu nunca vi algo parecido.


IHU On-Line – Essa suspensão da direção da Abin foi uma atitude correta por
parte do presidente?


Luis Nassif – O presidente é gato escaldado. Já sabe que enfrentar o STF e a
imprensa juntos pode significar um risco e adotou essa medida. Ele aproveitou
que a escuta pegou o pessoal da sua base e assim pode reagir contra a Operação
Satiagraha. Agora, ele está numa ação de alto risco, porque validar a Veja – que
é uma revista que está caindo em descrédito – é um risco. Se você dá à Veja o
direito publicar um factóide como esse – porque ainda não temos uma prova real
sobre esse grampo – e o poder de afastar a direção da Abin, sabendo que toda a
estratégia jurídica do Dantas consistia em tentar comprovar que o Paulo Lacerda
tinha interferido na Operação Satiagraha para poder anular o inquérito, há outro
risco alto. O Lula mandou investigar afastando a direção da Abin para não ter
contaminação nos resultados. Ou seja, deu tudo o que o pessoal do STF pediu. Se
houver uma investigação séria agora, quem fez paga. A Veja vai ter de mostrar
suas provas. O desafio é existir uma investigação séria. Claro que não podemos
botar a mão no fogo pela Abin, mas é preciso ficar claro que quem acusa tem que
ter a comprovação. Aquela maluquice que a Veja fez não é prova. Nenhum país
civilizado, com poder Judiciário efetivo, deixa aquilo ser considerado uma
matéria. Vamos ver o resultado das investigações. A partir delas, saberemos se o
Lula é um enxadrista ou uma pessoa temerosa.


IHU On-Line – Em que sentido a reunião de Gilmar Mendes com Lula interfere no
trabalho do ministro Tarso Genro?


Luis Nassif – Eu conversei com o ministro hoje (referindo-se ao dia 02 de
setembro de 2008), que me disse que esse período faz parte de um jogo
complicado. Veja bem, essa questão dos direitos individuais precisa ser
preservada e você não pode dar plenos direitos para o pessoal sair grampeando a
torto e direito. Vivemos hoje dentro de uma democracia clássica, ou seja, numa
sociedade onde a imprensa é o fator para conter excesso de poder do Executivo.
No entanto, como há um alto grau de manipulação por parte da imprensa, se criou
uma ameaça grande ao direito individual. Esse poder diz respeito a fazer
qualquer ataque e não dar bola para o resto. Qual é o maior desafio que temos em
relação à defesa dos direitos individuais? É saber se defender de esquemas como
os que a Veja monta. Aqui no Brasil, em nome da liberdade de imprensa, você pode
assassinar reputações, fazer uma matéria fajuta e dizer que a Constituição
garante sigilo de fonte… Onde nós vamos parar? Podemos dizer que o ministro
Gilmar Mendes assumiu de uma forma obcecada a defesa do Dantas e deixou o
Supremo Tribunal Federal numa má situação, mas os outros ministros estão
deixando a história correr para não comprometer ainda mais a imagem da
instituição.


IHU On-Line – Casos como esses estão gerando desconfortos dentro da Polícia
Federal. Em sua opinião, que perigos giram em torno dessa demonização da PF?


Luis Nassif – Falar da Polícia Federal é um negócio complicado. É uma
organização muito envolvida em muitos problemas e foi feita uma mudança
fundamental em sua estrutura pelo Paulo Lacerda, há tempos. Daí surge uma
geração nova aí, não viciada ainda, que não quer entrar no esquema e quer
realizar um trabalho sério de investigação. Esse pessoal é o típico funcionário
que está seguindo o manual, que é a lei, a Constituição. Se esse pessoal for
desestimulado, a única força que se insurgiu de forma profissional contra esses
abusos e esquemas de corrupção vai ser jogada fora. É um momento complicado, é
uma guerra da civilização contra a barbárie. A barbárie, nesse caso, está sendo
representada, infelizmente, por órgãos de imprensa. Esse é o problema.


IHU On-Line – E como esse problema pode ser resolvido?


Luis Nassif – É importante deixar claro que toda essa operação visa
beneficiar o Dantas. Isso cria um constrangimento para o Lula que não é fácil.
Essa investigação tem a garantia do acompanhamento do Ministério Público. A
Polícia Federal tem dentro da sua corporação grupos se digladiando. Se for
provado que houve manipulação, a Veja e o Gilmar Mendes entram numa situação
complicada. Se confirmar que foi uma ordem da Abin, quem se complica é o
governo. O que eu acho mais provável é que não vai se confirmar que foi da Abin
e que não vai se chegar ao grampeador, porque a Veja é uma revista sem-vergonha
e não tem provas do que diz. Eu acho que vai ficar como um negócio não
esclarecido, o que fortalece a posição do Dantas. Também vai depender muito da
sinalização que o Ministro da Justiça e o Lula fizeram para a Polícia Federal
para continuar investigando essa Operação Satiagraha.


IHU On-Line – A quem interessa livrar o Dantas dessa investigação?


Luís Nassif – Todos os que foram subornados por ele, ou seja, três partidos
políticos e jornalistas que foram pagos por ele. Interessa às publicações que
fizeram acordos obscuros com ele, a juízes que se venderam para ele. É muita
gente. Ele está no centro da corrupção brasileira; é uma coisa imensa.


IHU On-Line – Podemos dizer que o STF e o ministério da Justiça estão em
crise?


Luis Nassif – Não sei se estão em crise. O ministro Gilmar Mendes quis
provocar uma crise, mas o governo não passou recibo. A condução do Tarso Genro
em relação a esses episódios foi infeliz. Nesse sentido, há uma certa ligação
entre ele e o Gilmar, mas este último extrapolou. O segundo habeas corpus foi
incompreensível.


IHU On-Line – No mês passado, durante a Rodada Doha, percebeu-se que a
intenção do Brasil estava dentro da questão da remessa de lucros maior do que os
investimentos internos e assim atrairia capital de curto prazo. Quem sairia
privilegiado se as negociações tivessem ido de acordo com as intenções do
governo brasileiro?


Luis Nassif – O Brasil perderia claramente. Eu não entendi a posição do Lula
de querer uma coisa a qualquer preço, porque o que se oferecia da parte agrícola
lá não é suficiente para o país. Se a intenção do governo brasileiro fosse
aprovada, seriam abertas as tarifas de pontuação de um conjunto importante de
produtos em troca de ganhos não substanciais na área de subsídios num momento em
que o câmbio brasileiro é um diferencial negativo muito grande. Se saísse do
jeito que se queria, nós teríamos problemas sérios. A sorte é que a China e a
Índia tiveram mais clareza sobre seus interesses.


IHU On-Line – Dentro dessa questão ainda, que perspectivas você tem para o
próximo encontro em Doha?


Luis Nassif – Eu continuo acreditando naquilo que escrevi no livro Os
cabeças-de-planilha (São Paulo: Ediouro, 2007), ou seja, o mundo está no final
de um processo de liberação financeira que tende a refluir. A tendência, se for
bater com que ocorreu em outros períodos da história, será a de um nacionalismo
mais exacerbado, uma defesa maior dos interesses nacionais, assim como aconteceu
com a China, com a Índia e a Rússia. Estes sistemas de livre comércio são,
geralmente, adotados por quem já atingiu um certo grau de desenvolvimento mais
elevado. Quando o país atinge esse grau de desenvolvimento, pode entrar nas
regras internacionais de livre comércio que, obviamente, beneficia os países
mais competitivos em detrimento dos menos competitivos. Os países emergentes que
seguem essas regras não conseguem se desenvolver, porque já são mais fracos,
menos competitivos. Na medida em que a China quer se tornar uma potência, ela
vai se insurgir contra isso.’


 


 


FUTEBOL
Gilson Caroni Filho


Um goleiro muito melindrado, 5/9


‘Inconformado com as críticas do presidente da República à seleção
brasileira, o goleiro Júlio César resolveu chamar para si os holofotes da mídia
nativa. Irritado com os elogios de Lula à disposição demonstrada pelos
argentinos nos jogos olímpicos, o atleta sugeriu que ele deveria renunciar,
mudar para o país vizinho, alegando que ‘talvez o Brasil melhore em alguma
coisa’. Não deu outra, o ‘desabafo’ calculado já está nos principais portais
jornalísticos de 5 de setembro e, com certeza, será destaque na grande imprensa,
nas edições de final de semana.


O sociólogo Gilberto Freyre, um dos mais renomados estudiosos da cultura
brasileira já afirmava, em artigo escrito em 1945, ‘que o futebol brasileiro é,
na sua essência,’ uma dança cheia de surpresas irracionais e variações
dionisíacas. O futebol, que Júlio César não conheceu, ficou famoso no mundo
inteiro por seu estilo criativo e espontâneo de jogar, pelos dribles que venciam
o mais rígido esquema tático, pelo lúdico que foi chamado de futebol-arte. Nada
disso é familiar ao goleiro, garoto de classe média, que também desempenha o
papel de marido de celebridade global.


Como destaca o antropólogo Marcos Alves de Souza em sua dissertação de
Mestrado (‘A nação em chuteiras: Raça e Masculinidade no Futebol Brasileiro’),
‘o jogador, pela identificação, funciona como alter ego de quem está torcendo,
devendo, teoricamente, manter o seu autocontrole. O torcedor desfruta, desta
forma, da agressividade e volta ao controle sem perder o risco’. O problema de
Júlio César é a ilusão de que, com suas palavras, está sendo porta-voz de uma
‘pátria de chuteiras’ que clamava por desagravo. E que, ao fazê-lo, compartilha
sentimentos de quem compensa privações cotidianas pela torcida por triunfos
esportivos.


A vida em Milão fez o ex-goleiro do Flamengo perder qualquer senso de medida.
É compreensível: como a escala de valores é dada pelo estamento dominante com o
qual nos identificamos, os modelos éticos de Júlio César devem atender por
Massimo Morati e Berlusconi. O último, então, deve encarnar o tipo ideal de
‘estadista’.


O interessante é quando o goleiro recomenda sensatez ao presidente. ‘Aprendi
uma coisa quando era pequeno. É preciso pensar duas vezes antes de falar’. Há
três anos, Júlio César prestava depoimento na sede da Polinter, no Rio. Foi
explicar o suposto envolvimento com o então chefão das drogas na Rocinha, o
traficante Erismar Rodrigues Moreira. Convencida da inexistência de vínculos
entre o atleta e o tráfico, a inspetora Marina Maggessi, disse que o jogador foi
ingênuo. ‘Ele não percebeu que o traficante usava celebridades para atrair
consumidores á favela’. Naquela época, já não mais ‘pequeno’, ele não pensava
duas vezes antes de escolher ‘com quem falar’.


Tivesse juízo, teria aprendido com a polêmica, criada pela imprensa, entre o
presidente e o atacante Ronaldo, às vésperas da Copa do Mundo de 2006. Não é só
o tráfico que usa celebridades para atingir seus fins. Há diversas ribaltas à
disposição. Basta procurar o repórter certo e deixar o resto para os bons
editores da praça.


Quem melhor definiu a situação foi o jornalista esportivo Lédio Carmona:
‘qual foi o exagero do Presidente Lula? Ele gosta de futebol, tem um clube de
coração, perde horas à frente da televisão observando, discutindo e torcendo.
Lula é um torcedor. E tem todo direito de ser. Então, ele não fez nada demais ao
comentar o que acha da entediante na atual Seleção Brasileira(…).’ A falta de
fair-play de alguns integrantes da seleção brasileira com o discurso de Lula só
mostra o quanto são mimados e melindrados alguns jogadores. O piti de Julio
César, dizendo que o presidente deveria se mudar para a Argentina, é coisa de
profissional imaturo e que só sabe conviver com elogios’.


É fato. Melhor seria manter a mesma postura serena de quando atuava no
Brasil. Para ter atuações equilibradas, um goleiro deve ignorar coros que vêm
das arquibancadas.


Gilson Caroni Filho é professor de Sociologia das Faculdades Integradas Hélio
Alonso (Facha), no Rio de Janeiro, colunista da Carta Maior e colaborador do
Observatório da Imprensa.’


 


 


 


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