Sábado, 18 de Novembro de 2017
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº966

ENTRE ASPAS > ESCRAVA ISAURA

Bia Abramo

28/12/2004 na edição 309

‘Por que ‘Escrava Isaura’ continua encantando? O remake, que estreou em outubro, conquistou rapidamente o segundo lugar do horário, abalou a fraca ‘Começar de Novo’ e já está sendo exportada para Portugal. Como é que o melodrama malcosturado de Bernardo Guimarães -sim, o romance do qual se originam ambas versões é um livreco de segunda categoria- conseguiu gerar duas adaptações tão bem-sucedidas?

Claro, há que guardar as proporções. A de 1976, adaptada por Gilberto Braga e dirigida por Herval Rossano, foi um fenômeno televisivo, o primeiro e maior da TV brasileira: foi exibida em mais de cem países, vista por milhões de espectadores etc. A de 2004 vem fazendo um sucesso bem mais modesto, em comparação, mas ainda assim integra o reduzido time das poucas novelas capazes de fazer frente ao monopólio da Globo: na verdade, a única neste ano.

Embora o mesmo diretor esteja nos dois projetos, quase 30 anos separam as duas novelas -e um abismo entre os dois brasis que estavam no ar nessas datas. Mas é curioso que uma certa sensibilidade em relação ao passado escravocrata se mantenha nesses dois momentos.

Nos anos 70, a injustiça do destino de Isaura -perseguida pelo senhor autoritário, subtraída daquilo que tinha por ‘direito’ (de ser branca e criada dentro da casa, apesar de escrava), vítima da arbitrariedade- de alguma forma reverberava na sensação de opressão que se vivia sob o regime militar. O sofrimento de Isaura assemelhava-se ao de todos e, portanto, a escravidão servia como metáfora.

Em 2004, as injustiças e as arbitrariedades estão todas mais difusas, embora a sensação de vitimização permaneça. A falta de inimigos claros ou a profusão de coisas e pessoas perseguidoras traz uma nostalgia de um adversário único, mau até a raiz dos cabelos, que se possa odiar com intensidade e combater com paixão. Novamente, a escravidão serve como metáfora de sentimentos difusos.

Em qualquer dos casos, a enormidade da questão racial se oculta na metaforização da opressão. Penalizar-se por uma escrava branca -e por uma sensacional ironia, a protagonista da versão 2004 chama-se justamente Bianca-, atormentada por um senhor que a deseja e que não respeita a virtude da moça é uma maneira cômoda e sentimental de revoltar-se com o absurdo da escravidão (desde que personificada por uma moça boa e branca), mantendo todos os preconceitos de pé.

Isso sem falar na qualidade quase que apressada do texto original -cheio de passagens abruptas, mal-explicadas e de personagens bidimensionais- que o tornam um prato cheio para as liberdades que, necessariamente, uma adaptação tem de tomar. Embora o disfarce já venha lá do século 19, a trama rarefeita do texto permite que, a cada momento, assuma os contornos mais apropriados.’



TV RECORD
Daniel Castro

‘Record fará remake de sucesso de 1968’, copyright Folha de S. Paulo, 25/12/04

‘A produção que abrirá o segundo horário de novelas da Record, em junho, deverá ser o remake de um sucesso da extinta TV Excelsior: ‘A Pequena Órfã’, de 1968.

A emissora negocia com herdeiros do autor do texto, Teixeira Filho (1922-1984), a compra dos direitos da novela, que será adaptada para os dias de hoje, abordando questões como crianças de rua. ‘A Pequena Órfã’ já serviu de inspiração para uma novela da Globo, ‘Sonho Meu’ (1993/94).

O enredo é clássico: uma menina órfã que é adotada por um homem muito mais velho, sofre nas mãos de uma megera e mais tarde, mas ainda na infância, descobre ser filha de pais ricos.

A Record quer exibir o remake por volta das 20h30, após o ‘Jornal da Record’, que será precedido por outra novela _a do primeiro horário, às 19h, aberto em 2004 por ‘A Escrava Isaura’.

Devido ao sucesso de ‘A Escrava Isaura’, original da Globo em 1976, a Record decidiu apostar em outro remake, porém contemporâneo, para estrear o segundo horário de novelas. Em abril, ‘Isaura’ será substituída por outra trama de época, parcialmente baseada em ‘Senhora’, que a Globo mostrou em 1975.

‘A Pequena Órfã’ foi um grande sucesso da Excelsior. Segundo reportagem da revista ‘Veja’ publicada em setembro de 1968, a novela tinha mais de um milhão de espectadores (38% da audiência da Grande São Paulo).

OUTRO CANAL

Milhagem 1 Autor de ‘Senhora do Destino’, Aguinaldo Silva é tão organizado que consegue tirar pequenas férias mesmo com a novela no ar. Vai passar o Réveillon em Paris, fumando charutos Cohiba e tomando champanhe Veuve-Clicquot.

Milhagem 2 Ele pretendia viajar já no Natal, mas, pela primeira vez em 28 anos de Globo, ‘atrasou’ a entrega de capítulos, porque teve que reescrever 86 cenas devido ao afastamento de Raul Cortez. Atraso é preciosismo. No retorno de Paris, Silva só terá que escrever os últimos 40 capítulos da trama, que termina em março.

Areia 1 A Record vai transmitir em 2005 o Circuito Banco do Brasil de Vôlei de Praia, o ‘campeonato brasileiro’ do esporte, que vem rendendo medalhas ao país. Ancoradas por Luciano do Valle, as exibições, ao vivo, começam em fevereiro.

Areia 2 Serão ao todo 16 etapas, disputadas em 16 cidades do país. A Record mostrará a final de cada etapa, nas manhãs de domingo. O Banco do Brasil será o principal patrocinador das transmissões, que devem render mais de R$ 5 milhões à emissora.

Pelota A Sky vendeu 170 mil pacotes de ‘pay-per-view’ do Campeonato Brasileiro de 2004, um crescimento de 18% sobre 2003. Mas a Net cresceu mais, embora vendendo menos. A operadora de cabo fecha 2004 com 130 mil pacotes. Em 2003, não chegou a 100 mil.’



ENTREVISTA / JÔ SOARES
Leila Reis

‘‘Até em velório me pedem para participar do programa’’, copyright O Estado de S. Paulo, 22/12/04

‘Antes de sair de férias, Jô Soares colocou o ponto final no terceiro romance (o qual mantém sob sigilo) a ser lançado em março. Jô tem muitos planos para 2005, o ano em que vai atinge a marca de 10 mil entrevistados na TV, entre eles, um giro pelo País com show de humor e exposição de suas telas no Rio. Nesta entrevista, o humorista conta que o assédio para participar de seu programa acontece até em velório. Jô diz que o humor nunca esteve afastado da TV e que até nos programas mais vulgares existem personagens brilhantes.

Você tem consciência do tamanho do prestígio do seu talk-show?

Graças a Deus não, porque eu seria uma pessoa insuportável. Sei que minha responsabilidade é grande, por isso tento ser isento e cético em relação a assuntos como política, medicina, esoterismo.

Como é o assédio para participar do programa?

É imenso, uma bola de neve que cresce há 16 anos. Quando comecei o programa, Ziraldo me disse que não daria certo porque eu não encontraria três pessoas interessantes para conversar todos os dias. Ele estava errado, tem muita gente interessante. Sempre tem gente indicando um amigo, um vizinho. Há assédio das assessorias de imprensa de espetáculos, produções artísticas. Até em velório me pedem para participar do programa. O sujeito chegou com um envelope: ‘sei que esse não é o momento, mas por favor olhe o que eu trouxe’.

Quantas sugestões de entrevista você descarta por semana?

Recebemos 2.500 e-mails por dia. Toda semana avaliamos 100 pautas, das quais tiramos os 18 participantes. Nestes 16 anos, já entrevistei mais de 9.500 pessoas.

Em que papel você se sente mais confortável: escritor, showman ou entrevistador?

Eu me sinto confortável com o que estou fazendo no momento. A minha ferramenta principal é o humor, portanto o programa de TV é o mais completo porque me permite fazer humor, interpretar, fazer música diante de uma platéia.

A crítica ao seu trabalho fere?

Não acredito em artistas que não se incomodam com a crítica. Todo artista é muito auto-centrado. Quando sai alguma coisa idiota qualquer a seu respeito, ele tem certeza de que todo mundo que está passando no Viaduto do Chá está comentando. No Brasil, a crítica só importa para quem a recebe. Ninguém deixa de comprar livro porque alguém escreveu que não é bom. Se fosse assim, Paulo Coelho não seria o fenômeno que é.

Qual foi o maior fora que você deu no programa?

Nunca dei nenhum fora homérico. Já confundi uma moça que entrevistei. Achei que era filha de um amigo, mas acabei descobrindo depois que era de outro amigo.

Quais foram seus entrevistados mais ilustres?

Os presidentes da República, Antônio Bulhões, Luís Carlos Prestes, o doutor Albert Sabin, Luc Montagnier (que, junto Robert Gallo, isolou o vírus da Aids). Mas eu não faço distinção, a democracia do programa faz com que eu trate por você do prêmio Nobel ao camelô. Se eu tratar alguns por senhor e outros por você estabeleço a diferença social. Quando tratei Prestes por você, ele ficou um pouco chocado, mas depois acabou fazendo revelações pessoais que nunca havia feito.

Como você analisa o humor na TV?

Tenho 46 anos de profissão e nunca avaliei o trabalho de colegas. Não fico à vontade. O brasileiro tem mania de opinar sobre tudo, de excremento à bomba atômica. O humor nunca esteve afastado da TV. Os programas que estão no ar abrem um leque de possibilidades. O importante é que o conteúdo se renove, porque a forma é a mesma desde os tempos do rádio. O Pânico faz um humor em cima do Casseta & Planeta e, apesar de não ter visto ainda, sei que é bom e irreverente. Mesmo os programas absolutamente vulgares têm alguns personagens brilhantes. O importante é não confundir popular com vulgar. São duas coisas bem diferentes.’



TV GLOBO
Daniel Castro

‘Globo vai estocar novos seriados em teste’, copyright Folha de S. Paulo, 24/12/04

‘Não há vagas para os quatro programas que a Globo está testando neste final de ano na programação que estréia em abril, que já está definida.

Mesmo que registrem boas audiências, como foi o caso de ‘Quem Vai Ficar com Mário?’ e ‘Correndo Atrás’, exibidos anteontem, as quatro sitcom (há ainda ‘Histórias de Cama & Mesa’, de ontem, e ‘Programa Novo’, próxima terça) passarão ainda por uma série de pesquisas com grupos de telespectadores e avaliações da cúpula da emissora.

Segundo um alto executivo da Globo, os novos programas que forem aprovados pelo público ficarão ‘estocados’, para evitar improvisos quando as atuais atrações se esgotarem.

As quatro comédias só têm chances, e ainda remotas, no segundo semestre. Para abril, estão confirmadas novas temporadas de ‘A Diarista’, ‘Sob Nova Direção’ e ‘Carga Pesada’ (que também volta às sextas em setembro). Desses, o mais frágil é ‘Sob Nova Direção’, aos domingos.

A audiência (impulsionada por ‘Senhora do Destino’) de ‘Quem Vai Ficar com Mário?’ (42 pontos) e ‘Correndo Atrás’ (31) foi surpreendente. Deram mais do que ‘Casseta’ e ‘A Diarista’ na terça. Com uma linguagem de câmeras de ‘reality show’, ‘Correndo Atrás’, sobre o universo do jovem em busca do primeiro (bom) emprego, demonstrou ter fôlego para virar série nacional.

OUTRO CANAL

Novela A noiva de 2005, Daniella Cicarelli, ainda não assinou contrato com a MTV para apresentar dois programas, no ar a partir de abril. Ela se reuniu com a emissora na última quarta. Oficialmente, só falta acertar quais os dias de qual semana de cada mês ela terá espaço em sua agitada agenda para pisar no Brasil e gravar. A canetada agora é esperada para 10 de janeiro.

Vestibular A Band apresenta hoje à tarde, no ‘Brasil Urgente’, o primeiro selecionado, entre 5.000 que fizeram testes dias 11 e 12, para integrar o elenco da versão da novela argentina ‘Floricienta’ que fará em 2005.

Picadeiro 1 Marcos Mion terá dois programas na MTV a partir de abril de 2005. Um será um seriado de ficção, com temática jovem (gravidez, adolescência). ‘Será meio palhaçada, com dramatizações irônicas’, diz Zico Goes, diretor de programação.

Picadeiro 2 A outra atração do VJ promete reviver o ‘Piores Clipes do Mundo’: uma competição de bandas cover (como as de Legião Urbana, U2, Queen) em programa de auditório.

Oxigênio Está fechado: a segunda edição do ‘reality show’ ‘O Aprendiz’ será exibida em maio e junho. A Record tem opção de uma terceira temporada, mas avalia que o programa não agüenta.’

***

‘Globo começa a testar seus pilotos de sitcom para 2005’, copyright Folha de S. Paulo, 22/12/04

‘Do mesmo modo como fez em dezembro do ano passado com ‘A Diarista’ e ‘Sob Nova Direção’, a TV Globo começa a testar hoje novos pilotos de sitcom (comédia de situação). A partir das 22h, a emissora exibe ‘Quem Vai Ficar com Mário?’ e ‘Correndo Atrás’. Amanhã é a vez de ‘Histórias de Cama e Mesa’, às 22h45. Os três programas tem perfil humorístico e formato de sitcom.

Protagonizado por Thiago Lacerda, ‘Quem Vai Ficar com Mário?’ conta a história de um crítico gastronômico bonitão que já se envolveu com todas as mulheres que conhece, menos a editora-chefe da revista onde trabalha, Diana (Camila Pitanga).

O episódio acontece no dia do aniversário do protagonista, quando Diana vai visitá-lo com uma garrafa de vinho. A visita, no entanto, não tem como objetivo comemorar nada, mas demitir. A partir daí, os dois vivem uma história de amor e ódio.

Completam a turma de personagens o irmão de Mário, Sal (Marcelo Faria), sua cunhada e melhor amiga, Manuela (Renata Castro), seu amigo gay Beto (Aloísio de Abreu) e sua mãe, Ana (Ítala Nandi), que, abandonada pelo marido, foi parar em um hospital para doentes mentais.

Jorge Fernando, diretor da série, diz que, apesar de sempre ter sido ‘uma pessoa muito contra esse tipo de sitcom porque as pessoas eram viciadas nas novelas e em vários núcleos’, está feliz com o resultado do programa. ‘No ‘Mário’, mesmo com um só núcleo, os outros participantes abriram a história, não ficamos fechados em um só cenário; consegui fazer tudo em externa. É um sitcom com cara brasileira’, completa.

Logo após ‘Mário’, a Globo exibe ‘Correndo Atrás’, que, no estilo do longa americano ‘Caindo na Real’ (1994), com Winona Ryder, mostra um grupo de amigos recém-formados e desempregados. Para sair do vermelho, eles resolvem montar uma empresa que oferece qualquer tipo de serviço, batizada de ‘Trampo’.

O elenco, dirigido por José Lavigne, é formado por Luana Piovani, Danton Mello, Tais Araújo, Miguel Thiré, Fernando Caruso, Debora Lamm, Rocco Pitanga e Pedro Neschling. Tarcísio Meira, que faz uma participação especial, vale o episódio -ele fará um produtor gay de filmes pornôs, veste roupa de couro, tem bigodinho que lembra Freddie Mercury e usa chicote ‘sadomasô’.

Para fechar a programação, a Globo volta ao tema de homens x mulheres com ‘Histórias de Cama e Mesa’, que vai ao ar amanhã, logo após ‘A Grande Família’. O episódio foi escrito por Euclydes Marinho, tem direção de núcleo de Dennis Carvalho e direção-geral de Maurício Farias.

Na trama, Marcos Palmeira é Bob, divorciado com espírito de ‘solteirão’ eterno que se apaixona por Paula (Patrícia Pillar), que, depois de alguns casos mal resolvidos, resolveu não se envolver mais com ninguém. Completam o elenco Mariana Ximenes, Bete Coelho, Daniel Dantas e Antelo Antônio, todos vestindo personagens comuns aos sitcoms sobre os encontros e desencontros dos relacionamentos amorosos. (ISABELLE MOREIRA LIMA)

QUEM VAI FICAR COM MÁRIO. Quando: hoje, às 22h, na Globo.

CORRENDO ATRÁS. Quando: hoje, às 22h40, na Globo.

HISTÓRIAS DE CAMA E MESA. Quando: amanhã, às 22h45, na Globo.’



CARANDIRU NA TV
Daniel Castro

‘Sobreviventes narram ‘Carandiru’ na TV’, copyright Folha de S. Paulo, 22/12/04

‘A Globo dará tratamento de ‘minissérie de meio de ano’ ao seriado ‘Carandiru’, inspirado no filme homônimo e no livro ‘Estação Carandiru’, de Drauzio Varella. A série, com dez episódios de 25 minutos cada um, estréia em julho ou agosto. Entrará às sextas e será precedida pela exibição do longa em ‘Tela Quente’.

Segundo Hector Babenco, que dirigiu o filme e dirigirá a série, a versão televisiva de ‘Carandiru’ terá personagens que não aparecem mortos no final do longa, que retrata o massacre ocorrido no presídio em outubro de 1992, quando morreram 111 presos.

Cada episódio, segundo o cineasta, retratará um personagem. Ele afirma que o massacre não será abordado nem será ponto de partida para a narrativa, atemporal e fictícia. Assim, personagens pouco explorados pelo filme terão suas vidas pregressas mostradas.

‘A base é a idiossincrasia de cada personagem’, afirma Babenco, que faz mistério sobre quais deles entrarão no seriado. Confirma apenas Majestade (Aílton Graça) e Seu Chico (Milton Gonçalves). ‘A gente vai mostrar por que Seu Chico não fala com ninguém.’

Três histórias serão de personagens que não aparecem no filme. A equipe é praticamente a mesma, inclusive o elenco. Mas estão fora da série Rodrigo Santoro (Lady Di) e Gero Camilo (Sem Chance): ‘Não tinha mais história para eles’, diz Babenco. As filmagens começam em 22 de janeiro.

OUTRO CANAL

Alternativa Mesmo sem Botafogo-RJ e Atlético-MG, que escaparam do rebaixamento, a Globo estuda transmitir em 2005 a Série B do Campeonato Brasileiro, que terá o Grêmio. As exibições serão aos sábados e devem ficar restritas às regiões de maior torcida dos clubes, como Porto Alegre, Campinas (Guarani), Bahia (Vitória e Bahia) e Pernambuco (Náutico e Sport).

Enlouqueceu A novela das sete da Globo, ‘Começar de Novo’, marcava 1,5 ponto no Ibope por volta das 19h30 de anteontem. Não, a produção não está dando quase traço. Houve uma falha no sistema de transmissão de dados em tempo real do Ibope para as TVs.

Em breve O SBT apenas adiou a exibição de ‘O Senhor dos Anéis -A Sociedade do Anel’, que poderia ter feito neste final de ano. A emissora já pediu a classificação indicativa do filme. Queria que fosse livre, mas o Ministério da Justiça só o liberou para as 20h. Diz que a obra, quase infantil, é violenta, por conter assassinato.

Multimídia O ator Thiago Lacerda, que mostra hoje na Globo seu lado cômico no especial ‘Quem Vai Ficar com Mário?’, também está atacando de compositor. Com o cantor Zé Ricardo, ele assina a autoria de ‘O Amor Anoitece’, tema do programa.

Tarde ‘A Usurpadora’ será a substituta no SBT, a partir do dia 3, de ‘Maria do Bairro’, que vem batendo ‘Deus nos Acuda’, da Globo.’

Todos os comentários

x

Indique a um amigo

Este é um espaço para você indicar conteúdo do site aos seus amigos.

O Campos com * são obrigatórios.

Seus dados

Dados do amigo (1)

Dados do amigo (2)

Mensagem