Segunda-feira, 22 de Abril de 2019
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº1033
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ENTRE ASPAS >

Carlos Chaparro

28/09/2004 na edição 296

‘Em dois casos a seguir relatados, temos demonstrações lamentáveis de renúncia à mais importante tarefa do jornalismo, no mundo de hoje: Olhar e relatar os fatos da atualidade não apenas pelo que são, na sua materialidade, mas, principalmente, pelo que valem – ou seja, contextualizando-os e atribuindo-lhes significação, à luz de valores e saberes civilizatórios.

1. Desemprego como espetáculo

FATO 1 – O América de Minas Gerais, que já viveu momentos de glória entre os melhores times do futebol brasileiro, vive este ano a pior crise de sua história. Rebaixado na segunda divisão nacional, e na rabeira da classificação, o clube luta desesperadamente para escapar de novo rebaixamento. Abandonada pelos torcedores, a equipe do América mineiro tem jogado para arquibancadas vazias, em sua própria casa. Na média, o público presente mal tem passado de mil torcedores por jogo.

Domingo, 12 de setembro, em seu estádio, o América teria um jogo de vida ou morte com o CRB, de Alagoas. Uma derrota deixaria o clube à beira do precipício, rumo à ‘terceirona’. Para evitar a desgraça, a direção do clube imaginou que uma ‘casa cheia’ ajudaria a afastar o fantasma do rebaixamento. E para encher as arquibancadas, vejam só o repugnante lance de marketing inventado pela pobre mente desses senhores: promoveram um sorteio de 10 vagas de emprego para quem fosse ao jogo. Calcula-se que cerca de vinte mil desempregados aceitaram submeter-se à humilhação – e quase encheram o estádio.

* Sem qualquer manifestação de protesto ou indignação, em jeito de show, o Jornal Nacional encerrou a sua edição de 15 de setembro com a reportagem sobre a insólita exploração de desempregados, em Minas Gerais. Face tão estranho comportamento jornalístico, faço minhas as palavras de uma telespectadora, que me enviou o seguinte e-mail: ‘Fiquei chocada, indignada, de certa forma enojada, triste. Foi uma mistura de emoções: o direito ao trabalho virou quase prêmio de loteria; o uso comercial de uma situação desesperadora, que é o desemprego, para promover um clube, uma marca; a incompetência e a insensibilidade do governo em relação à gravidade de fatos como este. Mas o que me deixou ainda mais indignada foi a matéria. Os ganhadores, obviamente, fizeram a festa. Daí, a imagem volta para o ‘casal vinte’ do Jornal Nacional, que termina o programa gargalhando, feliz, comemorando junto com os ganhadores. Cadê a capacidade de indignação dos jornalistas? Como alguém pode achar divertido – e de certa forma aplaudir, com sua reação – uma situação deste tipo? Esperava, no mínimo, a cara de indignação dos dois jornalistas.’

Como acréscimo, lembro que, nas últimas semanas, a propósito dos 35 anos do Jornal Nacional, tive oportunidade de ouvir alguns depoimentos públicos dos responsáveis pelo programa, todos de auto-exaltação ao jornalismo socialmente responsável do JN. Logo, das duas, uma: ou a hipocrisia dita os discursos públicos dessa gente, ou eles não têm o controle consciente do que fazem. Dada a inquestionável competência técnica da produção jornalística da Rede Globo, sou obrigado a ficar com a primeira hipótese.

2. Punição à pobreza

FATO 2 – Dias atrás, a polícia prendeu, em Guarulhos, uma quadrillha de aproveitadores que, de forma organizada, ‘empresarial’, ocupava e vendia lugares privilegiados em filas do INSS. Quem tivesse dinheiro para pagar a ‘taxa’, conseguia ser atendido à frente dos ‘sem-dinheiro’, que ali estavam há horas, muitos dos quais obrigados a voltar no dia seguinte, por terem sido deslocados da ordem de chegada pelos fura-filas endinheirados.

* No programa Gente, da Rádio Bandeirantes, ao comentarem o desmantelamento da quadrilha de Guarulhos, José Paulo de Andrade e Maria Lídia criticaram a repressão policial àquilo que consideraram ‘uma venda de serviços’ equivalente à dos cambistas, em shows e campos de futebol. José Paulo chegou a sustentar a sua argumentação, a favor da venda de lugares em filas do INSS, com uma analogia absurda: ‘E se um filho fosse para a fila de madrugada para, mais tarde, ceder o lugar ao pai idoso, seria crime? Pois trata-se de situação equivalente’. Maria Lídia (para enorme surpresa minha) foi na mesma linha de análise, classificando como legítimo o ‘trabalho’ desses exploradores da desgraça alheia.

Pergunto eu:

Como é possível, num programa que se propõe a olhar os fatos da atualidade pela perspectiva dos valores morais e éticos da sociedade, não se perceber que a venda de lugares em filas do INSS é uma forma de agravar a punição à pobreza e a humilhação dos mais pobres? Como é possível que comunicadores com a responsabilidade de José Paulo de Andrade e Maria Lídia, que deliberadamente assumem o papel de formadores de opinião, defendam a tolerância a procedimentos fraudulentos que privilegiam os que têm dinheiro, em prejuízo direto dos que não podem pagar, no acesso a um serviço público essencial? Como é possível que profissionais desse naipe aceitem o ‘ter dinheiro’ como razão de norma prática reguladora, no atendimento a direitos básicos da cidadania?

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Tanto no caso do tratamento de show dado ao sorteio de empregos em jogo de futebol, por parte do Jornal Nacional, quanto na enviesado ajuizamento que o programa Gente fez da venda de lugares em filas do INSS, temos demonstrações lamentáveis de renúncia à mais importante tarefa do jornalismo, no mundo de hoje, e da qual não pode abrir mão: – Olhar e relatar os fatos da atualidade não apenas pelo que são, na sua materialidade, mas, principalmente, pelo que valem – ou seja, contextualizando-os e atribuindo-lhes significação, à luz de valores e saberes civilizatórios.’



JORNAL DA IMPRENÇA
Moacir Japiassu

‘Rádio Nacional’, copyright Comunique-se (www.comuniquese.com.br), 23/09/04

‘Nosso mais novo e considerado colaborador, Camilo Viana, escreve de Belo Horizonte:

‘No sítio da Agência Brasil – Radiobrás, entre os especiais da Rádio Nacional, a ‘emissora que faz história’ indica velhos e inesquecíveis programas, entre os quais o Correspondente Nacional, O Rei Magro (do humorístico PRK-30) e o Programa Luiz Badalo!!!’

Camilo, que ainda criancinha acompanhava o Programa Luís Vassalo, quedou-se perplexo:

‘Quiseram badalar e deu nisso; aliás, badalações são coisas de vassalos.’

Aos domingos, quando era menino, Janistraquis também escutava Francisco Alves, o ‘Rei da Voz’, no Programa Luís Vassalo. Havia badaladas, sim, mas somente porque os ponteiros do carrilhão se encontravam ‘no meio do dia’, a nos lembrar que era preciso deixar o jogo de botões lá na calçada e correr para casa, pois estava na hora do almoço.

(Roga-se ao presidente da Radiobrás, Eugênio Bucci, que dê uma olhada no site e distribua alguns puxões de orelhas, não somente por causa do ‘badalo’ mas também pela péssima qualidade do áudio. É uma tortura escutar os programas, as aberturas, as campanhas, os comerciais. E há revoltantes erros no texto: Phimatosan virou Imatosan, Cafiaspirina se transformou em Catupirina!!! Segundo Janistraquis, é o caso de Bucci submeter a equipe a tratamento radical com as Pílulas de Vida do Doutor Ross – pequeninas, mas resolvem…)

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Coisa fina…e útil

A coluna recomenda aos leitores a assinatura do Montbläat, ‘jornal pessoal’ que Fritz Utzeri oferece duas vezes por semana e por apenas R$10,00 mensais. Cada número, que nos chega recheado de inteligência e informação, custa somente R$ 1,25, preço de um minipacote de biscoito de polvilho na feira de São Cristóvão. Entre tantas verdades indispensáveis o autor narra, na sexta edição, distribuída nesta terça, a história da derrocada do Jornal do Brasil, talvez a mais trágica experiência de sua vida profissional.

Fritz conta que resolveu criar Montbläat depois de perder os empregos no JB, no Panorama e no falecido Pasquim, como sabem os usuários do Comunique-se. Achou que não iria dar certo mas o número de assinantes já chegou a 650! Neste momento particularmente doloroso para a nação, quando a burrice nada a largas braçadas num verdadeiro mar de intolerância, é refrigério d’alma receber sabedoria via Internet num jornal que ainda tem o colunista Jorge Pontual a escrever diretamente de Nova York.

A presença de Pontual, estrela do jornalismo da Globo, garante ao Montbläat aquele realce que Janistraquis, em homenagem ao ministro da Educação, Tarso Genro, chama de ‘plus a mais’. Entre em contato com o Fritz e conheça o ‘jornal pessoal’: flordolavradio@uol.com.br.

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Dedada…

O considerado e tímido leitor J.M. envia, sem emitir qualquer comentário, notinha que leu na coluna Lêda Maria, do Diário do Nordeste, de Fortaleza:

Guerra

Dizem que a disputa eleitoral no município de Brejo Santo está mais para guerra, sendo a arma o pau das bandeiras e já substituído pelo dedo (pois a pancada seria menos dolorosa). Os irmãos, pelo menos de sangue, Arônio Salviano Lucena (PPS) e Afrânio Salviano Lucena (PSDB), estão dispostos a tudo para suceder o atual prefeito Wider Landim. Resta saber, a poucos dias da eleição, como terminará essa briga familiar.

Janistraquis, velho sertanejo e testemunha doutras e inesquecíveis brigas politicas entre cabras pra lá de machos, considerou a substituição das armas uma brilhante inovação do período pré-eleitoral: ‘Considerado, não preciso nem dizer que prefiro o pau que dói ao dedo que desmoraliza…’

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Estrangeirismos

O considerado Roldão Simas Filho, diretor da sucursal desta coluna no Planalto, de cujo janelão sempre escancarado pôde-se ver a festa das agências de publicidade a cortar o bolo do governo, Roldão, repetimos, leu no Correio Braziliense a notícia do naufrágio do Princesa Laura no Rio Negro. Segundo o texto, tratava-se de um barco com ‘três andares: porão, deck e camarotes’.

Aí, Roldão viu mais uma vez o quanto anda difícil afogar as mágoas diante das impropriedades e estrangeirismos que assolam o idioma:

Na nossa língua, barcos têm o convés principal que é a tradução para o inglês deck, termo que, infelizmente, está se incorporando à linguagem cotidiana. Qualquer tablado de madeira em volta de uma piscina agora é deck. E é bom lembrar que um barco não tem ‘andares’ mas sim conveses. E nessa área ainda vemos o emprego de píer em vez de cais ou molhe.

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Endereço errado

Misterioso leitor que se assina Anohcib Acoul envia notícia extraída de um site cujo nome de guerra é G Online e avisa ao colunista: ‘Isso é pra você ver o que acontece com quem não gosta de homossexuais!’

Técnico da seleção do Uruguai deve ser processado por declarações homofóbicas

Após afirmar, em entrevista ao jornal El País desta última terça-feira, dia 14 de setembro, que ‘nunca convocaria um jogador homossexual’ , o técnico da seleção de futebol do Uruguai, Jorge Fossati, deverá responder criminalmente pelas suas declarações.

Pedi a Janistraquis que examinasse o despacho e, após longa pesquisa e reflexão, recebi a seguinte resposta: ‘Considerado, o aviso do Anohcib tem endereço errado, porque, como todos sabem, nós adoramos os veados; agora, essa do Jorge Fossati é um tremendo absurdo; afinal, a Seleção Uruguaia já é um tremendo cocô; se der as costas pras bichonas, aí é que não sobra mais nada!!!’.

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Sem acarajé

Nosso considerado Giulio Sanmartini, de quem a coluna acaba de receber o excelente livro Casa de Bragança – Casa de Habsburgo: Origem da Família Imperial Brasileira, aproveitou o envelope e despachou de Belluno, onde vive, esta notinha pescada na coluna da Marcia Peltier, no Jornal do Brasil:

Murilo Mendes, dono da Mendes Junior – que já foi um dos três maiores grupos nacionais e construiu a hidrelétrica de Itaipu e a ponte Rio-Niterói -, lança mês que vem, em BH, o livro Quebra de contrato. O empresário vai contar como conseguiu a maior condenação já imposta aos cofres públicos no Brasil, em fase de execução na 12ª Vara Federal de Pernambuco. São R$ 82 bilhões cobrados da estatal Chesf, por atrasos nos pagamentos pela construção da usina de Itaparica, que fica entre PE e MG.

Sanmartini, o mais brasileiro dos italianos, estranhou:

‘Pelo que conheço de geografia, entre Pernambuco e Minas Gerais ficam ‘somente’ os 570 mil km² da Bahia, território que compreende uma Itália e meia!…’

É tanto chão que Janistraquis reforçou esta certeza: quando algum jornal esquece a existência da Bahia, está na cara que Gilberto Gil e Antônio Carlos Magalhães estão a dividir a mesma taça de fel.

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O homem certo

Daqui do meio do mato este sertanejo degredado envia um abraço ao amigo e conterrâneo Abelardo Jurema Filho, colunista do Correio da Paraíba, que nesta terça-feira, conforme noticiou Comunique-se, tomou posse como presidente da Abrajet-PB, a seção paraibana da Associação Brasileira dos Jornalistas de Turismo. É, como se diz, o homem certo no lugar certo, pois ninguém entende mais do assunto do que ele. Abelardo, filho do saudoso ministro da Justiça de João Goulart, Abelardo Jurema, exilado para escapar aos golpistas de 1964, herdou do pai a inteligência e a alegria de viver. Visite o site dele: http://www.abelardo.com.br/.

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Nota dez

O melhor texto da semana (na verdade, mais um capítulo do certame com Fernando de Barros e Silva), nasceu na ‘zona miasmática situada entre o fígado e a alma’ do mestre Mino Carta, em artigo na Carta Capital que o Observatório da Imprensa transcreve:

‘Pergunto aos meus pacientes botões: quem é Fernando Barros e Silva? Em silêncio, encaram-me entre atônitos e perplexos. Aprendi que um Fernando Barros e Silva existe ao ler, na página 3 da Folha de S.Paulo, artigo da lavra do próprio a respeito do acima assinado. Sexta-feira 10 de setembro.

O texto em questão compara-me a Odorico Paraguaçu, malandrinho da política provinciana, imortalizado no horário nobre das novelas da Globo. Corrupto do arrabalde, matreiro, sorrateiro, velhaco, hipócrita. Não é comparação edificante (…).

A íntegra está aqui.

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Errei, sim!

‘A IDADE CERTA – O jornalista Sérgio Dávila, de Playboy, pede auxílio a Janistraquis: ‘Aí no teu arquivo tem a idade certa da falecida Lucille Ball?’, perguntou o colega, e enviou estas três notícias, publicadas no mesmo dia: Lucille Ball morre aos 77 de parada cardíaca (Folha de S. Paulo); Lucille Ball morre aos 78 anos (Jornal da Tarde); A comediante Lucille Ball morre aos 79 anos (Caderno 2 do Estadão). Agoniado, Janistraquis se dirigiu a mim: ‘Considerado, o raio dessa mulher morreu mesmo?!?!’ (junho de 1989).’



LÍNGUA PORTUGUESA
Deonísio da Silva

‘Elite e Tropa De Elite’, copyright Jornal do Brasil, 27/09/04

‘Tarso Genro, ministro da Educação, declarou que a universidade gratuita atende ‘a uma elite que estuda unicamente para ficar mais rica’. A declaração recebeu diversas críticas.

Intelectuais da tropa de elite – expressão sobre a qual paira outra controvérsia, pois se é tropa não é elite –, defensores de antigos conceitos, enganaram-se na interpretação da fala ministerial, embora tenham dado a contribuição da controvérsia, ingrediente sempre indispensável nas questões relevantes.

As críticas à declaração desconsideraram o providencial artigo indefinido ‘uma’, que o ministro utilizou, e que tem a função de deixar imprecisa a entidade que designou.

O ministro aludiu a um estamento, digamos assim, categoria utilizada, entre outros, por Max Weber e Raimundo Faoro, como o principal beneficiário entre os estudantes da universidade pública.

Não apenas os livros podem ajudar na interpretação da fala ministerial. Também uma visita às universidades públicas pode esclarecer os juízos. Ali estudam universitários que não têm onde morar, acomodados em alojamentos precários. São colegas de outros, que moram com os pais ou em residências confortáveis, chegam em carros novos e podem comprar quaisquer livros que o professor indicar, quase sempre em falta nas bibliotecas freqüentadas por aqueles que vivem nos campi.

Mas uma elite esperta, embora certamente minoritária nas universidades públicas, estuda unicamente para ficar mais rica. Este é, aliás, não apenas o projeto dos filhos, mas também o dos pais que ensejaram as condições para que os rebentos ali chegassem.

De resto, Pierre Bourdieu e Jean-Claude Passeron, entre outros, esclareceram os conceitos de reprodução social, de cujas estratégias a universidade participa, ao mesmo tempo em que discerniram ‘condição de classe’ de ‘posição de classe’.

A declaração do ministro é de uma obviedade desconcertante. Não podemos redimir o sistema e utilizar como operador a ‘edificante norma da exceção’ como exemplo de que as coisas não são como são. Sim, há pobres que venceram na universidade, aqueles que a semântica oficial denomina estudantes que trabalham, quando sabemos que são ‘trabalhadores que estudam’. E estes são exceções!

Se persistirem os sintomas das interpretações controversas, é melhor recorrer também às botânicas e às jardinagens da língua portuguesa. Com efeito, bem antes de os sociólogos tomarem estamento como categoria, a palavra já existia na língua portuguesa, designando cada uma das instâncias que concorriam às Cortes, como os clérigos, os nobres, os cavaleiros, os procuradores e os universitários! O catalão ‘estament’, na Idade Média, e o espanhol ‘estamento’, no século XVII, precederam o português na adoção do vocábulo com este sentido.

Já a palavra ‘elite’ veio do latim ‘electum’, escolhido, mas fez escala no francês ‘élite’. Originalmente, foi particípio passado do verbo ‘exlegere’, no latim vulgar, e ‘eligere’, no latim culto, ambos com o significado de escolher. O dito evangélico — ‘muitos são os chamados, poucos os escolhidos’ – foi refinado nas elites universitárias: poucos são os chamados e ainda menos os escolhidos, isto é, os que se formam.

Se você nasce numa casa que tem biblioteca, por mais que os poderes, públicos ou privados, lhe assegurem acesso ao livro, a sua está em casa! É claro que todos os universitários são iguais perante a lei, mas estão em evidente desvantagem aqueles que estudam em universidades sem livros e não os têm em casa.

O tema da educação veio para as primeiras páginas. E assim, na semana que passou, vimos mais do que conchavos políticos e juros, tratados por outras tropas de elite. Ou por tropas de outras elites.’

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