Sexta-feira, 15 de Novembro de 2019
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº1063
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20/10/2009 na edição 560

PALESTRA
Izabela Vasconcelos

Estrategista de Obama conta por que investiu em redes sociais

‘O estrategista da campanha presidencial de Barack Obama, Scott Goodstein, sócio-fundador da Catalyst Campaigns e Revolution Messaging, explicou os recursos usados para eleger o democrata, como redes sociais e celular. A palestra ‘O Efeito Obama’ foi realizada em São Paulo, nesta sexta-feira (16/10)

Goodstein apostou no crescimento das redes sociais para impulsionar a campanha de Obama. ‘A TV sofre queda de audiência, os jornais nos Estados Unidos estão se deteriorando a cada dia. Por isso investimos nas redes sociais’.

A campanha investiu na comunicação em mais de 15 redes sociais diferentes, tanto as conhecidas como as menores, focadas em jovens, latinos, entre outros.

‘Quando nós entramos no Twitter, disseram que isso era ridículo, mas a mesma coisa aconteceu com o Facebook e outras redes. Elas não são mais coisas de jovens. Hoje nós temos informações oficiais ali’, afirmou o estrategista.

Uso do celular

Durante o período de campanha, o Iphone não era muito popular nos Estados Unidos, como é hoje. Além disso, o uso de mensagens no país é diferente de como acontece no Brasil. ‘Nos Estados Unidos custa para quem envia e para quem recebe. Então nós tínhamos o desafio de fazer com que aquilo valesse mesmo, para que eles não apagassem essa mensagem’.

A campanha também tinha outro desafio, o de engajar a população americana, já que, como o voto não é obrigatório, apenas 50% da população vota.

Marcelo Castelo, presidente da F/Biz, participou do debate e enfatizou que no Brasil o celular é uma grande vantagem, pelo grande número de usuários – são 164 milhões de usuários de celular, 20 milhões deles que acessam a internet pelo aparelho, contra 68 milhões de internautas. Além de que hoje as pessoas compram muito mais aparelhos celulares do que TV ou computadores.

‘O celular tem as mesmas vantagens da internet e está 24 horas com as pessoas. É extremamente interessante para ser usado em campanhas’. Castelo afirmou que hoje são mais de 50 milhões de usuários opt-in, ou seja, que deram autorização para que a operadora envie mensagens de terceiros. Com isso, a comunicação nas campanhas eleitorais pode ganhar mais espaço.

Apesar do Iphone ter a tecnologia mais avançada, Castelo ressaltou que as empresas devem pensar em aplicativos diferenciados. ‘Existem apenas 500 mil Iphones no Brasil, então o aplicativo deve ser feito para todos os celulares’.

O executivo ainda alertou para um fato: ‘Hoje 94% das grandes empresas brasileiras ainda não possuem versão de site móvel’, concluiu.’

 

DIREITOS HUMANOS
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Conheça os vencedores da 31ª edição do Prêmio Vladimir Herzog

‘Os vencedores da 31ª edição do Prêmio Jornalístico Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos foram anunciados nesta quinta-feira (15/10). conheça cada um deles:

Livro Reportagem

‘Olho por Olho- Os Livros Secretos da Ditadura’ (Editora Record), de autoria de Lucas Figueiredo.

Menção honrosa a:

* ‘O Olho da Rua’ (Editora Globo), de Eliane Brum ;

* ‘Operação Condor: O Sequestro dos Uruguaios- Uma Reportagem dos Tempos da Ditadura’ (L&PM Editores), de Luiz Cláudio Cunha.

Categoria Rádio

‘Preconceito: A intolerância no Futebol’ – de Leandro Mota Lima dos Santos, da Rádio CBN

Menção honrosa a

‘Escravos da esperança: a saga dos bolivianos em São Paulo’, produzida por George Rodrigues Cardim e Celso Cavalcanti de Melo Junior, veiculada pela Rádio Senado

‘Crack: vidas interrompidas’ de Paulo Henrique Souza e Priscila de Souza, veiculada pela Rádio CBN.

TV Reportagem

‘Moradores de Rua’, de Sandra Aparecida Granzotti e equipe, da TV Globo – EPTV Campinas

Menção Honrosa a

‘Anistia 30 anos’, de Rosana Janco Mamani e equipe, veiculada na TV Record (Jornal da Record)

‘Crack – nem pensar’, de Giovana Perine Jacques, veiculada na RBS TV – Florianópolis

Fotografia

Advogada é morta por ladrão, na Ponta da Praia, de Alexander Ferraz, publicada na Tribuna de Santos

Menção Honrosa a

‘A Flor da Pele’, de Alexandre Severo, publicada no Jornal do Commerco, de Recife

‘O destino do trágico das crianças’, de Francisco Chagas Porto, publicada no Jornal do Commercio, de Recife

Analfabetismo Cultural

‘Analfabetismo: a exclusão pelas letras’, de Amanda Machado Cieglinski, publicada na Agência Brasil (EBC)

Menção Honrosa a

‘Educação – série’, de Fábio Ferreira Menezes, veiculada na TV Brasil

‘Radiografia da Educação Mineira’, de Daniela Arbex, publicada no jornal O Tempo, de Belo Horizonte

Revista

‘Porque a Justiça não pune os ricos’, de autoria de Tatiana Merlino, Revista Caros Amigos.

Menção honrosa a

‘Tolerância se aprende na escola, de Ana Lima S. Aranha, da Revista Época

‘Castelo dos Sonhos’, de Marques Edilberth Casara e Tatiana Cardeal, Revista Na Mão Certa.’

 

AVISO AOS INTERNAUTAS
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Pelo Twitter, William Bonner avisa que não vai apresentar JN

‘O jornalista William Bonner, que tem se mostrado um grande twitteiro, usou a ferramenta de microblog para avisar que não apresentará o Jornal Nacional desta sexta-feira (16/10).

‘Hoje a Fátima vai ter a companhia do Márcio Gomes. Só daria pra chegar a tempo do JN com helicóptero. Mas estou completamente sem condições’, escreveu em seu perfil no Twitter.

Bonner estava em Recife, onde apresentou uma palestra sobre o livro ‘Jornal Nacional: Modo de Fazer’. ‘Foram 3 horas e 15 minutos de palestra depois de umas 4 horas e meia de sono. O cansaço acumulado, diria o presidente, é ‘extraordinário’…’, afirmou.’

 

TELEVISÃO
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Campanha contra a baixaria na TV elege o melhor programa brasileiro

‘No próximo domingo, dia 18/10, a campanha ‘Quem financia a baixaria é contra a cidadania’ vai divulgar o resultado de votação que escolheu o melhor programa em exibição na TV brasileira. Cinco programas selecionados por um grupo de especialistas estão na disputa. São eles: CQC da (Rede Bandeirantes), Altas Horas (Rede Globo), Observatório da Imprensa (TV Brasil), Roda Viva (TV Cultura) e Castelo Rá Tim Bum (TV Cultura).

A escolha foi feita por meio de enquete no site da campanha e por 300 pesquisados, que votaram nos seus programas preferidos entre os cinco. O anúncio será feito no Ver TV Especial, que vai ao ar pelas TVs Brasil e Câmara, a partir das 17h. Os telespectadores poderão participar ao vivo pelo telefone 0800-619-619.

A ação faz parte do Dia Nacional contra a Baixaria na TV deste ano. A campanha é uma iniciativa da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados, em parceria com entidades da sociedade civil.’

 

LIBERDADE DE IMPRENSA
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Para ministro da Justiça, Estadão sofre ‘censura discriminatória’

‘O ministro da Justiça, Tarso Genro, classificou de ‘censura discriminatória e unilateral’ a manutenção da proibição de O Estado de S. Paulo publicar informações sobre a Operação Boi Barrica. Na época da decisão, o ministro se manifestou contrário ao uso do termo ‘censura’.

‘Passados alguns dias desde minha declaração, tenho, agora, dois convencimentos: primeiro, que naquele momento – com as circunstâncias de fato e de direito ali emergentes – não se tratava, efetivamente, de ‘censura’; e, segundo, que tendo em vista todas as informações já divulgadas sobre aqueles episódios é possível dizer, agora, que o ato já se configura como uma censura discriminatória e unilateral contra o Estadão’, afirmou, em artigo publicado nesta sexta-feira (16/10), no próprio Estadão.

Genro entende que a decisão foi tomada para ‘defender o patrimônio subjetivo de um cidadão, defesa que não é destinada somente ao sr. Fernando Sarney, mas a qualquer indivíduo de qualquer classe, situação civil ou penal’. Entretanto, a sua manutenção por tanto tempo configura a censura.

‘Até por que diversos outros órgãos já veicularam diversas informações a respeito do caso, sem que houvesse qualquer obstrução por parte do Poder Judiciário. A situação inclinou-se para um tratamento desigual e, portanto, não abrigado pelo ordenamento constitucional do País’, afirmou.

O ministro considerou ‘legítima a posição do jornal O Estado de S. Paulo, que visa tão somente a restabelecer, neste caso, o fundamento constitucional da igualdade perante a lei. Trata-se, sem sombra de dúvida, de uma questão do interesse de toda a sociedade brasileira’.’

 

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O Estado de S. Paulo

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