Domingo, 18 de Novembro de 2018
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº1013
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Crime organizado matou 141 jornalistas em dez anos

25/02/2011 na edição 630


Folha de S. Paulo, 25/2


Crime organizado já matou 141 jornalistas em dez anos, diz ONG


Relatório divulgado ontem pela ONG Repórteres Sem Fronteiras informa que 141 jornalistas foram assassinados durante o decênio 2000 por terem denunciado o poder dos grupos criminosos.


Segundo a ONG, no mundo posterior à Guerra Fria, as principais ameaças à imprensa são as máfias, os cartéis de drogas e os grupos paramilitares dedicados ao contrabando.


Essa ameaça não provém apenas de máfias como a Cosa Nostra, mas das novas organizações que lavam dinheiro nos circuitos internacionais.


O relatório destaca o avanço do tráfico de drogas no Brasil e na Argentina e as dificuldades para investigar as organizações criminosas na região da chamada tríplice fronteira. O informe lembra ainda a ameaça das guerrilhas que atuam na Colômbia, Peru e Paraguai.


Na avaliação da ONG, a imprensa está desunida para enfrentar o crime organizado: seus correspondentes trabalham de forma isolada e a capacidade de cada um de fazer investigações aprofundadas está se reduzindo pela pressão em cobrir o noticiário diário.

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