Sexta-feira, 17 de Novembro de 2017
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº966

ENTRE ASPAS > QUARTA-FEIRA, 25/01

Deputados entram no debate
do modelo para a TV Digital

Por Luiz Antonio Magalhães em 25/01/2006 na edição 365

Reportagens na Folha e no Estado de S. Paulo informam que os deputados federais criaram uma Comissão e promoverão seminários para estudar a questão da definição do padrão de TV Digital que será adotado no Brasil. O governo federal, no entanto, não anunciou nenhuma mudança no seu cronograma e a decisão sobre o tema está prevista para ser divulgada no dia 10 de fevereiro. As matérias revelam, porém, que os parlamentares já contam com algum atraso na divulgação da decisão do Executivo.


Outro destaque desta quarta-feira é o artigo de Zuenir Ventura sobre a falsa denúncia envolvendo uma suposta falsificação de obras de arte brasileiras que foram expostas no Museu do Louvre, em Paris. A denúncia se provou mentirosa – as obras foram periciadas e são autênticas – e Zuenir comenta o caso, recomendando cautela à mídia nos casos de denúncias vazias.


Leia abaixo os textos desta quarta-feira selecionados para a seção Entre Aspas.


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Folha de S. Paulo


Quarta-feira, 25 de janeiro de 2006


TV DIGITAL
Folha de S. Paulo


Seminário na Câmara estudará TV digital


‘A Câmara dos Deputados ouvirá especialistas para obter mais informações para a discussão da escolha do sistema de TV digital a ser implantado no país. Uma Comissão Geral tratará do tema no próximo dia 8 e um seminário de três dias de duração deve acontecer no final de fevereiro. Ontem, o presidente da casa, Aldo Rebelo (PC do B-SP), disse que a intenção não é atrapalhar o cronograma do governo, que prevê a escolha até meados de fevereiro.


‘A Câmara deseja apenas que as decisões do governo e do setor privado sejam as melhores para o Brasil e para a população’, disse.


Com a participação da Câmara e os debates a realizar, os deputados crêem que a decisão do governo não sairá antes de 15 de fevereiro. ‘O dia 10 era o prazo para conclusão das pesquisas, e não para a definição do modelo’, disse Jandira Feghali (PC do B-RJ).’


 


DISNEY & PIXAR
Folha de S. Paulo


Disney compra Pixar por US$ 7,4 bi, do New York Times


‘A Walt Disney anunciou ontem a aquisição da Pixar Animation Studios por US$ 7,4 bilhões em ações, em um negócio que pode restaurar a importância da Disney no segmento de animação infantil e levar Steve Jobs, presidente da Pixar e da Apple, a uma posição de destaque na Disney.


O conselho da Disney autorizou em votação que seu executivo-chefe, Robert Iger, oferecesse a Jobs cerca de US$ 59 por ação da companhia. O preço é um pequeno prêmio em relação ao fechamento de segunda-feira, de US$ 58,27, o que deu à Pixar valor de mercado de US$ 6,93 bilhões.


O negócio combina a Pixar à unidade de animação da Disney e dá a Jobs um lugar no conselho da empresa, além de torná-lo o maior acionista da Disney.


Dois anos atrás, a Disney e a Pixar começaram a renegociar um acordo que teria dado à Disney o direito de distribuir os filmes da Pixar depois do lançamento de ‘Cars’. As duas empresas produzem os filmes da Pixar, mas a Disney detém os direitos. O acordo terminaria depois de ‘Cars’.


Naquela época, assim como nestas negociações, o preço foi um problema. Em 2004, Jobs queria que a Disney dividisse os direitos dos filmes que a Pixar ainda faria, incluindo ‘Os Incríveis’, que foi lançado em 2005, assim como ‘Cars’. Mas a Disney, que possuía todos os direitos desses filmes, não quis cedê-los.


A Pixar cresceu para centenas de funcionários, dos cerca de 44 que tinha em 1986, dois anos depois que Jobs a adquiriu do diretor George Lucas por US$ 10 milhões. A Pixar e a DreamWorks Animation são líderes em animação computadorizada.


A divisão de animação da Disney está atrasada em relação a seus pares. A animação é essencial para o sucesso da Disney porque fornece os personagens que movimentam os parques temáticos, produtos de consumo e programas de TV a cabo. Nos últimos anos, a Pixar tornou-se um fornecedor desses personagens. Tradução de Luiz Roberto Mendes Gonçalves’


 


TELEVISÃO
Daniel Castro


Globo cogitou terremoto em ‘Bang Bang’


‘Na tentativa de salvar a novela das sete, ‘Bang Bang’, que vai mal no Ibope, a Globo chegou a discutir até a possibilidade de levar ao ar um terremoto, que acabaria com todos os personagens.


Após o terremoto, a novela seguiria com parte do elenco (grande parte seria descartada) interpretando os descendentes dos personagens originais, no final do século 20. Não sobrariam vestígios de faroeste, e as pessoas não teriam mais nomes em inglês. Assim, todos os elementos de rejeição à trama seriam soterrados.


A idéia foi proposta por Carlos Lombardi, que deve voltar a supervisionar o texto de ‘Bang Bang’. Mas foi recusada pela cúpula da Globo, para a qual mudanças seriam um retrocesso.


Lombardi se inspirou em Janete Clair, que em 1967 foi contratada pela Globo para salvar ‘Anastácia, a Mulher Sem Destino’. Ela criou um terremoto para eliminar quase todos os personagens.


O autor foi convocado em dezembro para supervisionar ‘Bang Bang’. Seu trabalho foi até o último dia 13. Mas Mário Lúcio Vaz (diretor-geral artístico) o chamou de volta na semana passada. Para aceitar a missão, Lombardi só depende de confirmação, pela Globo, de que sua próxima novela, ‘Pé na Jaca’ (prevista para estrear em fevereiro de 2007), será adiada em pelo menos um mês. Com Lombardi, ‘Bang Bang’ ficou um pouco melhor e o ibope subiu (anteontem, deu 30 pontos).


OUTRO CANAL


Pauta 1 William Bonner e Fátima Bernardes voltaram anteontem a apresentar o ‘Jornal Nacional’ com entonações mais vibrantes (ao lerem notícias) e mais agressivas (ao fazerem uma entrevista). A audiência subiu para 32 pontos. O telejornal manteve a estratégia de esticar o primeiro bloco até o final de ‘Prova de Amor’ (Record).


Efeito Os efeitos de ‘Prova de Amor’ têm sido mais devastadores sobre o ‘SBT Brasil’ do que sobre o ‘JN’. A audiência do SBT cai de 11 pontos (com ‘Rebelde’) para seis no minuto em que o telejornal entra no ar. O público migra para a Record, vice-líder no horário.


Grave É feia a situação do SBT. Anteontem, a emissora de Silvio Santos ficou em quarto lugar no Ibope durante a exibição do primeiro capítulo da segunda temporada de ‘Floribella’. A novelinha da Band marcou 4,9 pontos, contra 4,7 do SBT.


Investimento O SBT vai construir uma igreja cenográfica para as gravações de ‘Cristal’, sua próxima novela. A igreja (católica) poderá ser usada por futuras produções. E terá um interior fixo, que servirá para gravações como se fosse em estúdio. Só a Globo tem isso, mas a igreja do SBT será maior: terá 600 m2 de área interna.


Alta Novela das seis da Globo, ‘Alma Gêmea’ voltou a bater recorde anteontem. Deu 46 pontos, mesma audiência de ‘Belíssima’. Só perdeu para ‘BBB 6’ (49).’


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O Globo


Quarta-feira, 25 de janeiro de 2006


MÍDIA & DENUNCISMO
Zuenir Ventura


Denúncia vazia, um perigo


‘‘Fala-se muito das denúncias comprovadas que ficam impunes, mas nem sempre das acusações que acabam se mostrando falsas quando o mal já foi feito à reputação de pessoas inocentes, às vezes de maneira irreparável. A Polícia, a imprensa e o Ministério Público, em conjunto ou isoladamente, já têm uma considerável coleção desses erros, ocorridos sobretudo nos últimos tempos. A onda contra a corrupção, que fez tantas revelações importantes, criou também como efeito colateral o denuncismo, a chamada denúncia vazia.


Há pouco assistiu-se pela TV a um pequeno exemplo. No dia 10, apareciam no Jornal Nacional e no Jornal da Globo imagens da Polícia Federal apreendendo no aeroporto internacional do Rio obras raras de arte tidas como falsificadas. Elas acabavam de ser expostas no Museu do Louvre em Paris. Atribuía-se a denúncia ao Ministério da Cultura e ao Iphan. Como antes algumas das peças estavam guardadas na Biblioteca Nacional, o seu antigo diretor e curador da mostra, Pedro Correa do Lago, seria chamado a depor.


O delegado de Patrimônio Histórico Deuller Rocha, que comandava a espalhafatosa operação, com carros de escolta, helicóptero, agentes armados e, claro, cobertura da mídia, parecia não ter muitas dúvidas. Anunciava trabalhar sobre duas hipóteses: ou as obras já saíram daqui falsificadas ou o foram lá.


Se confirmado, o escândalo fatalmente teria repercussão nos meios artísticos europeus. Como explicar que os responsáveis por um famoso e respeitado museu como o Louvre permitissem que a fraude fosse exposta e visitada por cerca de 500 mil pessoas? De férias em Paris, compareci à inauguração da mostra, que atraiu um grande público, e pude observar a reação de admiração de especialistas estrangeiros diante das 18 gravuras e dos dois óleos (de colecionadores particulares) pintados no século XVII pelo holandês Franz Post, que aqui esteve na comitiva de Maurício de Nassau. O valor das obras foi calculado em U$ 18 milhões.


No dia 20, os dois jornais televisivos desfizeram o erro. Com base em demorada perícia realizada por museólogos da Escola de Belas Artes e do Iphan, o Minc negava que tivesse ocorrido qualquer irregularidade no caso. Não havia quadros falsos. Falsa era a denúncia. No final, após permanecer esse tempo todo na condição de suspeito, Correa do Lago desabafou: ‘E agora que está tudo esclarecido fica a pergunta: quem acusou em falso vai responder por isso?’ Uma boa pergunta a que se segue outra, também para a PF: não teria sido mais correto investigar antes?’


 


CASO CHATÔ
O Globo


Caso ‘Chatô’ se arrasta até a semana que vem


‘Até a semana que vem, a Agência Nacional de Cinema (Ancine) deverá se pronunciar sobre o caso ‘Chatô’, que chegou ontem a um estágio crítico. Na segunda-feira, o último dia útil do prazo dado pela agência para que o ator entregasse seu filme devidamente finalizado, não apenas isso não foi feito como o advogado de Fontes, Alberto Daudt, enviou uma carta questionando o valor de R$ 35 milhões que seu cliente teria de devolver aos cofres públicos (a soma corresponde à atualização do valor captado) e, em função disso, pedindo o cancelamento da cobrança.


– Se ele não tivesse se pronunciado, a Ancine poderia anunciar já hoje as medidas cabíveis. Mas, como o advogado enviou a carta, temos que esperar que a procuradoria da Ancine se manifeste – informou a assessoria de imprensa da agência.


Última etapa das filmagens ocorreu em 2002


Como o caso ‘Chatô’ se arrasta há anos e toda a comunidade cinematográfica nacional espera ansiosamente pelo seu fim, a tendência é que a procuradoria não demore a se manifestar.


– Isso deve ocorrer em mais ou menos uma semana – informou a assessoria.


De acordo com as contas da Ancine, o orçamento total de ‘Chatô’ seria de R$ 12 milhões, sendo que quase três quartos teriam sido captados via leis de incentivo. O filme, que teve sua última etapa de filmagens no fim de 2002, já se encontraria todo rodado e editado, faltando apenas os arremates de finalização (música, efeitos de som, trucagens).


São os dados de que a agência dispõe: ‘Chatô’ jamais teve uma seqüência sequer exibida oficialmente, e só amigos de Fontes chegaram a ver projeções particulares do filme. O corte que existia em agosto de 2003 não fazia muito sentido, segundo relatos de amigos dele, que o teriam aconselhado a contratar um diretor para organizar o material (o que talvez pudesse ser feito por intermédio de narração ou letreiros, dispensando novas filmagens). Isso nunca foi feito.


– Qualquer autor que esteja procurando criar luta mesmo pela prerrogativa de fazer seu trabalho com independência – dizia ele, na ocasião, justificando-se por querer terminar o filme sozinho. – Eu sou obsessivo. Se o filme não tiver minha mão como artesão, não é minha obra, é obra coletiva. Quem assistir certamente vai ver a minha visão.


Embora a carta do advogado de Fontes tenha forçado a direção da Ancine a esperar o pronunciamento oficial de sua procuradoria, o que a agência pretende é simplesmente solicitar ao Tribunal de Contas da União que execute a cobrança. Em 2001, o TCU inocentara Fontes da acusação de malversação da verba captada, de que o Ministério da Cultura o acusara dois anos antes. O Tribunal determinou então que o processo de captação de recursos fosse reaberto.


Esta decisão é o foco da discórdia entre Fontes e a Ancine, que na época não renovou o prazo para a captação. O ator, que se diz perseguido pela agência, alega que as condições básicas de terminar o filme nunca lhe foram dadas, em função de a busca por novos recursos continuar proibida. A carta enviada na segunda-feira à agência também solicita que o processo seja reaberto. No ano passado, Daudt tentara conseguir isso por meio de um mandado de segurança.’


 


TELEVISÃO / EUA
O Globo


Fusão dá origem a novo canal de TV e amplia concorrência nos EUA


‘NOVA YORK. A CBS e a Warner Bros Entertainment informaram ontem que fizeram uma aliança estratégica para criar o CW, o quinto maior canal de televisão dos Estados Unidos. Cada uma das duas empresas terá 50% da propriedade do novo canal, que deverá entrar em operação no segundo semestre de 2006.


O negócio inclui ainda um acordo para garantir uma ampla distribuição da programação do CW nos principais mercados. A companhia Tribune Broadcasting e as estações de TV ligadas à UPN, filial da CBS, concordaram em assinar um compromisso que tornará o novo canal afiliado do grupo por dez anos.


Novo canal já possui ampla rede de distribuição nos EUA


CBS e Warner anunciaram em outro comunicado que no segundo semestre encerrarão as operações de seus respectivos canais UPN e WB. A sinergia entre as 16 estações que a Tribune possui nos principais mercados dos Estados Unidos e as 12 afiliadas da UPN facilitará uma presença instantânea do novo canal em 48% do país. Além disso, estima-se que, através de outros acordos de distribuição, esse percentual suba para 95%.


Dawn Ostroff, atual presidente da UPN, será o presidente de Entretenimento no CW e John Maatta, diretor-executivo de Operações do WB, vai ocupar um cargo similar no novo canal. A UPN e WB vinham enfrentando dificuldades diante da concorrência com rivais maiores, como Walt Disney, ABC, Fox e NBC.’


 


DISNEY & PIXAR
O Globo


Disney, enfim, compra Pixar


‘LOS ANGELES. Após muita negociação, a Walt Disney confirmou ontem à noite que acertou a compra da Pixar Animation Studios – empresa responsável por desenhos animados de sucesso, como ‘Toy Story’ e ‘Os incríveis’ – por US$ 7,4 bilhões em troca de ações. O negócio, que já vinha sendo esperado pelo mercado, deverá ser concluído nas próximas semanas.


O presidente-executivo da Pixar, Steve Jobs, vai se juntar ao Conselho da Disney. O acordo prevê ainda que 2,3 ações da Disney serão emitidas para cada papel da Pixar.


Já o presidente da Pixar, Ed Catmull, vai comandar os estúdios de animação da Pixar e da Disney, ao passo que o vice-presidente executivo da Pixar, John Lasseter, passará a ser o chefe de criação do novo grupo.’


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O Estado de S. Paulo


Quarta-feira, 25 de janeiro de 2006


TV DIGITAL
Gerusa Marques


Câmara quer entrar na discussão sobre TV digital


‘A Câmara dos Deputados também quer ter ingerência na definição da escolha do padrão de TV digital a ser implantado no Brasil, discussão que, até agora, estava restrita à esfera do Executivo. O presidente da Câmara, deputado Aldo Rebelo (PC do B-SP), informou que, no dia 8 de fevereiro, os deputados colocarão o tema em debate durante reunião, no plenário, de todos os interessados no tema. A Câmara também pretende realizar, no fim de fevereiro, um seminário de três dias para debater tanto as questões técnicas quanto o que deve ser importante para o Brasil, nos aspectos comercial, cultural, industrial, político e econômico.


Os parlamentares estão preocupados em garantir a universalização na definição do modelo de TV digital e querem se certificar de que o ministro das Comunicações, Hélio Costa, também está atento à questão. A ampliação do debate para o plenário da Câmara certamente provocará um atraso no cronograma definido por Hélio Costa. O ministro tem afirmado que no dia 10 de fevereiro o País já teria conhecimento do modelo escolhido. As recentes reuniões no Palácio do Planalto indicaram a possibilidade de exclusão do modelo americano. Costa, no entanto, afirma que todos os modelos estão na disputa, ou seja, o americano, o japonês e o europeu. Qualquer que seja a opção, será necessário promover adaptações ao sistema brasileiro para que as Tvs possam operar com imagem digital.


A forma como os deputados participarão da discussão do modelo de TV digital foi definida ontem em reunião de Aldo Rebelo com os parlamentares de diversos partidos que atuam na Comissão de Ciência e Tecnologia. Os deputados pretendem, ainda, convidar técnicos para fazerem uma exposição dos três padrões que estão em estudo. ‘É fundamental que a escolha do padrão corresponda às necessidades e às particularidades do Brasil’, afirmou o presidente da Câmara. Segundo ele, não pode desprezar o fato de que 93% da população brasileira só tem em casa o sinal da TV aberta, e apenas 7% têm acesso à TV a cabo.


O deputado Walter Pinheiro (PT-BA) disse que o modelo de TV digital deve atender a todo o território brasileiro, possibilitando o maior número de canais. Isso, segundo ele, deve ser tomado como prioridade antes de se pensar em qualidade de imagem. Segundo Pinheiro, a televisão, hoje, chega a qualquer lugar do País, e não adianta priorizar a alta definição de imagem sem pensar na universalização.


Concluídos os debates, a Câmara apresentará ao governo uma proposta com as principais sugestões sobre as etapas de comercialização, modelo de negócios, transferência de tecnologia, exploração regulatória e produção de conteúdo.’


 


TV PAGA
Flávia Guerra


Avassaladoras estréia hoje na Fox


‘Elas são quatro mulheres solteiras, charmosas, inteligentes, independentes que estão chegando ou já estão na casa dos 30. Elas sabem o que querem da vida. Ou quase. Mas não deixam de sonhar com o homem ideal. Não. Não se trata da nova temporada de Sex&City. Mas de Avassaladoras – A Série, que estréia hoje na Fox, às 21horas; e na sexta na Record, às 22h15.


Aliás, qualquer semelhança é mera coincidência, que fique bem claro. Sim, porque Mara Mourão, diretora ao lado de José Carlos Pieri, e criadora da série, inspirada no filme homônimo, que ela também dirigiu, escreveu o primeiro roteiro de Avassaladoras em 1996 , muito antes de Sex&City estrear. ‘Além disso, em Sex&City, a relação delas com a cidade é muito forte. Avassaladoras, muito menos picantes, poderia se passar em qualquer lugar. Mas é elogio quando surge a comparação’, diz Mara.


A série tem produção independente e faz parte dos 5% de programação exibida pela Record que não é produzida na própria emissora. Além disso, é a primeira série nacional exibida pela Record e mais uma de suas estratégias para superar a Globo. Avassaladoras terá 22 episódios nesta primeira fase. Cada um ao custo de R$ 200mil e com 40 minutos de duração. À frente da história, estão as avassaladoras Silvinha (Giselle Itié), Betty (Débora Lamm), Laura (Vanessa Loés) e Teresa (Virgínia Cavendish). Para apimentar o roteiro, entram em cena Caíque (Márcio Garcia), Giba (Gustavo Mello) e Danilo (Eduardo Galvão).


Fruto da junção de forças da Record, Fox e da Total Filmes, a série será vendida no exterior pela Fox, que investiu na produção por meio do Artigo Terceiro (que permite a empresas estrangeiras investir em produções nacionais parte do que pagariam de imposto)e também lança em breve, sob seu selo, o DVD desta primeira temporada.’


 


ATENTADO EM MARÍLIA
O Estado de S. Paulo


Juiz condena 3 por atentado a jornal


‘O juiz José Roberto Nogueira Nascimento, da 1ª Vara Criminal de Marília, condenou ontem a 12 anos de prisão Amauri Delábio Campoy, Bruno Gaudêncio Coércio e Amarildo Barbosa pelo atentado contra o prédio do jornal O Diário. Os três foram condenados por incêndio criminoso e roubo qualificado. O crime ocorreu na madrugada de 8 de setembro. O jornal foi invadido por um grupo que queimou equipamentos, salas e documentos.’


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