Quarta-feira, 17 de Julho de 2019
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº1046
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Folha de S. Paulo

21/07/2009 na edição 547


CENSURA
Editorial


Piada perigosa


‘EM DESPACHO que poderia facilmente figurar na categoria ‘piada pronta’, não
fossem graves as suas implicações, o juiz João Paulo Capanema de Souza, do 24º
Juizado Especial Cível do Rio, proibiu o colunista José Simão, desta Folha, de
mencionar a atriz Juliana Paes, ‘confundindo-a com sua personagem Maya, quando
motivado por assunto afeto ao papel vivido na ficção’.


Trata-se de decisão clamorosamente inconstitucional. A Carta Magna, embora
alguns a prefiram ignorar, veda qualquer tipo de censura, como a decretada pelo
juiz.


Não é demais lembrar que a atriz havia ajuizado anteriormente ação apenas
contra a Folha, na 4ª Vara Cível do Rio, mas seu pedido de liminar foi
indeferido pelo magistrado Carlos Alfredo Flores da Cunha.


A decisão prestigia a ideia -estabelecida em inúmeros precedentes- de que é
mais restrita a esfera de privacidade de indivíduos que se expõem
voluntariamente ao público, caso das chamadas celebridades. Da mesma forma, já
se consolidou o entendimento de que obras ou textos humorísticos exigem do
magistrado ampla tolerância na análise de pleitos desse tipo.


Diante da negativa, a atriz foi ao Juizado Especial, desta vez contra o
colunista. Incrivelmente, a estratégia tortuosa foi contemplada pelo lamentável
despacho do magistrado fluminense. Tem-se, assim, um quadro insólito: uma
liminar contra a Folha é rejeitada e, logo a seguir, outro juiz decide pela
censura ao colunista do jornal.


Decerto todos podem se sentir feridos em sua honra e têm o direito de
defender sua privacidade. Para isso, a Justiça oferece caminhos adequados. O que
não é aceitável é a tentativa de ressuscitar, pela via judicial, o famigerado
instituto da censura prévia, só admitido nas ditaduras.’


 


Painel Do Leitor


José Simão


‘‘A Abap (Associação Brasileira de Agências de Publicidade) repele qualquer
forma de restrição à liberdade de expressão. Observamos com temor a crescente
onda de restrição à livre manifestação do pensamento e da criação, no jornalismo
e na propaganda, dois setores que não podem conviver com nenhum tipo de censura.
Minha solidariedade ao José Simão e à Folha.’


LUIZ LARA, presidente nacional da Abap (São Paulo, SP)


‘A atriz Juliana Paes protagoniza comercial de cerveja de evidente duplo
sentido no qual surge como ‘A Boa’. Como pode se dizer ofendida com a
brincadeira do colunista da Folha? E, pior, como pode a Justiça concordar com
esta tese e censurar o jornal? Minha solidariedade ao querido Macaco Simão e à
Folha.’


MARCELO PARADA, jornalista (São Paulo, SP)


‘Estou indignado com a atitude de Juliana Paes. Gente que não tem senso de
humor não merece perdão. A partir de agora, farei campanha para boicotar os
produtos anunciados por ela.’


OTACÍLIO ASSUNÇÃO (Rio de Janeiro, RJ)’


 


SENADO
Folha de S. Paulo


Sarney se diz injustiçado e culpa imprensa pela crise


‘Ao fazer ontem um balanço do último semestre, o presidente do Senado, José
Sarney (PMDB-AP), admitiu ter feito avaliações erradas, culpou a imprensa e
afirmou que a crise administrativa da Casa ficou personalizada nele. Deixou
claro que vai permanecer no cargo e combater ‘injustiças com o silêncio, a
paciência e o tempo’.


Sarney discursou da cadeira da presidência para um plenário com 5 dos 81
senadores. Falou por 22 minutos sem interrupção. Leu quase todo o discurso, que
incluiu a lista de 40 medidas para combater a crise. ‘Assumi a presidência com o
duplo desafio de renovar a sua estrutura administrativa e restaurar a sua
atividade política.


Infelizmente, avaliei mal. As circunstâncias tornaram a reforma
administrativa numa pretensa crise de desmoralização do Senado e inviabilizaram
a discussão dos grandes temas’, afirmou o senador.


Ao dizer que tomou medidas de modernização e saneadoras, Sarney admitiu a
existência de ‘graves problemas de natureza ética e legal que foram revelados
quando começamos a examinar as condições prevalecentes de funcionamento’.


Ele assumiu a presidência em 2 de fevereiro deste ano, após derrotar Tião
Viana (PT-AC). No dia 3 de março, ele teve de exonerar o então diretor-geral do
Senado, Agaciel da Silva Maia, depois de a Folha revelar que o funcionário
escondeu da Justiça uma casa avaliada em R$ 5 milhões. Sete dias depois, surge
uma nova denúncia: o Senado havia pago, no período de férias, horas extras para
3.883 servidores.


Atos


Mais recentemente, a revelação feita pelo jornal ‘O Estado de S. Paulo’ de
que foram editados no Senado 663 atos secretos levou Sarney para o centro da
crise. Os atos foram publicados quando Agaciel esteve na Direção Geral. Homem de
confiança de Sarney, Agaciel ganhou o cargo há 14 anos por indicação do senador.


Sarney culpou a imprensa pelo agravamento da crise. ‘O Estado de S. Paulo’
iniciou uma campanha pessoal contra mim, obrigando os outros jornais e a
televisão a repercuti-la.’


No discurso, usou o termo ato secreto para referir-se ao que chamava, até
então, de medidas administrativas sem publicação. Em nenhum momento, porém, ele
reconheceu que teve parentes (duas sobrinhas e um neto) citados em atos secretos
e fez questão de ressaltar que não teve nenhum desvio ético ou moral..


‘Meu trabalho exige a sedimentação de uma profunda consciência moral de
minhas responsabilidades, a obstinada decisão de não cometer erros e jamais
aceitar qualquer arranhão nos procedimentos éticos que devem nortear minha
conduta. Não são palavras. São 50 anos de assim proceder.’


Sarney lamentou ter perdido o apoio do DEM, que o apoiou na eleição para
presidente. ‘Disputas políticas se confundiram com a administração.’ O DEM foi o
primeiro partido a pedir formalmente o seu afastamento da presidência. Isso
ocorreu logo depois de a divulgação de que um neto de Sarney operou no
milionário mercado de crédito consignado do Senado.


Em seguida, o PSDB, o PDT e, num primeiro momento, o PT também pediram para
ele se licenciar. Depois, o PT recuou e adotou um discurso dúbio. No fim do
discurso, Sarney citou o filósofo e escritor romano Lúcio Aneu Sêneca (morto em
65 d.C.): ‘As grandes injustiças só podem ser combatidas com três coisas: o
silêncio, a paciência e o tempo’. Geraldo Mesquita Jr.


(PMDB-AC), Cristovam Buarque (PDT-DF), Alvaro Dias (PSDB-PR) e Roberto
Calvacanti (PRB-PB) assistiram à maior parte da fala. João Pedro (PT-AM) chegou
quando os colegas faziam comentários. Alvaro Dias afirmou que há ‘uma
convergência’ da crise do Senado em cima de Sarney. ‘Isso é indiscutível, até
pela sua história, pela sua importância política, pelo seu prestígio.’’


 


MEMÓRIA
Sérgio Dávila


Morre aos 92 Walter Cronkite, mítico âncora da TV dos EUA


‘Walter Cronkite, o âncora televisivo com voz de barítono, rosto sério e
bigode ralo que narrou os principais eventos mundiais dos anos 60 e 70 para a
classe média americana e moldou o cargo jornalístico que seria depois adotado
por emissoras no mundo inteiro, morreu ontem em decorrência de problemas
cerebrovasculares. Tinha 92 anos.


Conhecido pelo epíteto ‘o homem mais confiável da América’ e por terminar as
transmissões com a frase ‘That’s the way it is’ (é assim que as coisas são, em
tradução livre), apresentou o principal telejornal da CBS de 1962 a 1981. Fez
isso numa época, pré-Internet e com TV paga ainda incipiente, em que seu
programa e os dos concorrentes, nas emissoras ABC e NBC, tinham mais de 80% da
audiência total.


Sua relevância como o rosto noticioso por excelência dos televisores do país
era tamanha que, em 1995, quase 15 anos após sua aposentadoria, ‘Tio Walter’, o
apelido carinhoso pelo qual ele ficou conhecido, ainda era apontado numa
pesquisa de opinião feita pelo ‘TV Guide’ como o principal nome no noticiário de
TV em 13 de 14 categorias, entre elas ‘o mais confiável’.


‘Walter foi sempre mais do que somente um âncora. Ele era alguém em quem nós
podíamos confiar para nos guiar em meio aos assuntos mais importantes do dia,
uma voz de certeza num mundo incerto’, disse o presidente Barack Obama, em
declaração oficial. ‘Ele era parte da família.’


Foi principalmente pela voz dele que milhões ouviram quatro momentos seminais
da história recente norte-americana: a morte do presidente John Fitzgerald
Kennedy, em 22 de novembro de 1963, o começo da virada da opinião pública a
respeito da Guerra do Vietnã, após a Ofensiva do Tet, em 1968, a chegada do
homem à Lua, em 20 de julho de 1969, e o processo que levou à renúncia de
Richard Nixon, em 1974.


No primeiro evento, Cronkite diz, enquanto tira os óculos para olhar o
relógio na parede do estúdio da emissora: ‘De Dallas, um boletim, aparentemente
oficial: o presidente Kennedy morreu às 13h, hora central, 14h do Leste, cerca
de 38 minutos atrás’. Faz então uma pausa, verte lágrimas discretas e recoloca
os óculos. Anos depois, diria em entrevista que se arrependeu de ter mostrado
emoção no ar.


No segundo, ele decide fazer um editorial após visitar o front -até então,
evitava expressar opiniões em suas transmissões, diferentemente de seu
antecessor, o mítico Edward R. Murrow (1908-1965), que o levou à CBS em 1960.
Considerado um moderado politicamente, Cronkite apoiara a entrada dos EUA no
conflito do Sudeste Asiático.


Mudou de opinião ao voltar do Vietnã após a campanha militar empreendida pelo
lado comunista que deixou milhares de mortos e feridos entre os soldados
americanos, sagrou a percepção de que os EUA estavam perdendo uma guerra que não
era sua e abriu uma crise no governo do presidente Lyndon B. Johnson
(1963-1969).


‘Agora, parece mais certo do que nunca que a experiência sangrenta no Vietnã
é um beco sem saída’, leu o âncora, após as reportagens. Depois da transmissão,
Johnson diria a famosa frase: ‘Se eu perdi Cronkite, eu perdi o americano
médio’. O presidente democrata acertou duplamente.


Walter Leland Cronkite Junior nasceu em 4 de novembro de 1916 na cidade de
St. Joseph, Estado do Missouri. Já como repórter da agência de notícias UPI,
cobriu a Segunda Guerra Mundial em Londres. No dia do desembarque das tropas
aliadas na Normandia, ele foi acordado por militares, que disseram se ele tinha
interesse em cobrir um acontecimento do qual não podiam dar detalhes.


Horas depois, estava num avião bombardeiro B17 sobrevoando a praia de Omaha
enquanto jovens soldados desembarcavam lá embaixo, no que ficaria conhecido como
Dia D e selaria o destino do conflito.’


 


INTERNET
Bloomberg


Yahoo! negocia parceria com Microsoft


‘A Microsoft e o Yahoo! podem fechar parceria para colaborar em tecnologia de
busca e publicidade na internet, em tentativa de rivalizar com o Google, segundo
pessoas familiarizadas com o assunto.


As duas empresas, que negociam há vários meses, poderão chegar a um acordo na
semana que vem.


Microsoft e Yahoo! procuram formas de concorrer com o Google, que controla
65% do mercado de buscas na rede nos EUA. O Yahoo! tem 19,6% do mercado, e a
Microsoft, 8,4%.


No ano passado, a Microsoft desistiu de uma oferta de aquisição do Yahoo! por
US$ 47,5 bilhões.’


 


BIOGRAFIA
Silas Martí


Caio entre amigos


‘Caio Fernando Abreu era demolidor, impassível, sarcástico, irônico,
ciumento, triste, alto, magro, longo, intenso, um bon vivant, um príncipe, um
romântico, um ‘free spirit’, blasé, amargo, sofrido, urbano, devasso, satírico,
macrobiótico, suicida, atormentado, um ‘lone ranger’, o rei da dor de cotovelo,
sombrio, grave, lânguido, andrógino, pansexual, solar.


E a lista segue ao som de Cazuza, Rita Lee, Billie Holiday. São as palavras
mais frequentes nas lembranças de amigos do autor de ‘Morangos Mofados’. Morto
de Aids há 13 anos, Caio escorreu hoje das margens para o mainstream e virou uma
das vozes literárias mais fortes do Brasil pós-ditadura e pré-HIV..


Numa espécie de surto, mais de 40 teses sobre sua obra saem de universidades
do país. Editoras também lançam obras ligadas a ele -primeiro seu ‘Teatro
Completo’, que saiu pela Agir, agora uma biografia, ‘Para Sempre Teu, Caio F.’,
da Record, que deve relançar neste ano sua obra poética.


‘Fico impressionada com esses jovens que amam o Caio pelo que ele escreveu,
que nem conheceram ele’, diz Paula Dip, autora da mais nova biografia do autor.
‘Talvez porque ele era um romântico, morreu de Aids como os poetas morriam de
tuberculose no fin-de-siècle.’


Ela conheceu o escritor na editora Abril, onde Caio era redator da extinta
revista ‘Pop’. Na época, ele escrevia os contos de ‘Morangos Mofados’, seu livro
mais célebre, numa Olivetti Lettera 22, a mesma máquina em que bateu suas cartas
aos amigos mais próximos.


Juntas em ‘Para Sempre Teu, Caio F.’, com depoimentos dos destinatários,
ajudam a traçar um painel dos anos 80.


Era a pista de dança do Madame Satã, as noites do Studio 54 e Fire Island, em
Nova York, os drinques no Ritz, o sexo fácil. Tudo interrompido pela guilhotina
da Aids, que Caio chamou de voragem, ‘um labirinto vivo, arrastando pensamentos
e ações em círculos velozes, concêntricos, elípticos’.


Recaídas


Da mesma forma que as vozes se misturam neste novo livro. ‘Dividimos a mesma
casa, a mesma mesa, a mesma cama’, lembra Celso Curi, jornalista que trabalhou
com Caio. ‘Tudo sempre com muito suor e também com alguma dor.’


Eco real da prosa do autor. ‘Deitei de costas. Fechei os olhos. Ardiam, como
se tivesse acordado de manhã cedo. Então um corpo pesado caiu sobre o meu’,
escreveu a certa altura do conto ‘Sargento Garcia’.


Mas Caio teve outros lados. ‘Não era um homossexual com ‘recaídas’, afirma
seu editor Pedro Paulo de Sena Madureira. ‘Ele se apaixonava pelas pessoas: se
fosse mulher, mulher, se fosse homem, homem.’


Mas eram sempre paixões telegráficas -a mesma brevidade talvez que condenou
quase toda sua prosa ao espaço sintético dos contos. ‘Ele adorava dançar,
adorava beber, mas queria sempre mais, alguma coisa que não estava lá’, lembra
Paula.


Cerejas, jamais azeitonas


Em pele de mulher, Caio resume a questão. ‘Sou uma loura coquete que adora
coquetéis, onde costumo degustar dulcíssimos martinis com cerejas, jamais com
azeitonas, detesto o amargo’, confessa um alter ego seu no conto
‘Fotografias’.


E ele rodou o mundo fugindo desse amargo. ‘Caio dizia que o Rio era uma
favela, Paris era insuportável, Londres era uma chatice’, lembra Paula. Mas
Caio, que era gaúcho e confessava uma ‘vontade filha da puta de sair do país’,
acabou pertencendo a São Paulo, cidade onde viveu por mais de 20 anos.


Seus personagens se prendem nos néons, na chuva e nos congestionamentos da
cidade. ‘Faz pouco, eu estava escrencado no meio de um diálogo entre dois
personagens. Eles e eu, bloqueados numa noite de sábado, no meio da chuva, no
interior de um carro’, escreveu.


Foi num sábado que Caio telefonou para amigos para dizer que tinha Aids. Numa
série de crônicas, disse primeiro que sofria de ‘uma coisa estranha’ e terminou
falando em HIV, ‘esse vírus de science fiction’.


Num lampejo de otimismo, chegou a dizer que o que importa é a vida.
‘Precisamos suportar. E beijá-la na boca. A vida grita, a luta continua.’ Ele
morreu dois anos depois, cuidando de rosas que plantou.’


 


TELEVISÃO
Thiago Stivaletti


‘Amor Imenso’ cativa com exotismo religioso


‘Se Tony Soprano não está mais entre nós para lembrar que vida de família
mafiosa não é diferente de qualquer outra, Bill Henrickson, cidadão mórmon de
Utah, ainda pode provar que é um sujeito comum, apesar de polígamo.


Bill só tem mais dor de cabeça do que os homens normais para conseguir
conciliar três mulheres e muitos filhos. Em ‘Amor Imenso’, que entra em sua
terceira temporada hoje na HBO brasileira (com um atraso de seis meses em
relação à americana), Bill (Bill Paxton) ainda encontra tempo para uma amante,
Ana.


Como a religião não permite ter sexo fora do casamento, a única solução é
fazer dela a quarta esposa. Mas Bill não é o mais empolgado com a ideia.
Enquanto ele tenta desistir, as mulheres Barb e Marge vão lutar pelo quarto
casamento, fiéis à noção de que sempre cabe mais uma.


Os criadores, Mark V. Olsen e Will Scheffer, nem disfarçam que sua série bebe
na fonte de ‘Família Soprano’, o maior sucesso de público da HBO, com uma
estrutura de drama familiar apimentada por uma situação exótica ao espectador: a
poligamia, hoje praticada apenas pelos mórmons fundamentalistas -a maior parte
abandonou a prática há cem anos.


Uma das boas propostas, de mostrar as tradições e costumes dos seguidores
dessa religião, foi amputada depois que uma cena de cerimônia religiosa com Barb
nesta terceira temporada recebeu uma chuva de protestos dos líderes da igreja
nos EUA -pelos mandamentos mórmons, esses cultos são reservados e não podem ser
filmados ou representados. O canal teve de se desculpar publicamente e não
informou se a cena irá ao ar no Brasil. Resiste então o encanto de bons
personagens defendendo suas loucas ideias no caldeirão americano. Bill tenta
convencer um líder indígena a abrir um cassino ‘politicamente correto’ para os
mórmons -nos EUA, os cassinos são a maior fonte de renda dos nativos desde que o
governo aprovou a exploração dos jogos de azar em suas reservas.


Alby, filho do grande líder da comunidade Juniper Creek, tem cada vez mais
problemas para esconder sua homossexualidade. E Marge ganha mais espaço na pele
da ótima Ginnifer Goodwin, que ajuda, até demais, a família a se multiplicar. A
série concorre ao Emmy em drama em 20 de setembro.


AMOR IMENSO – ESTREIA DA 3ª TEMPORADA


Quando: hoje, às 23h; segundas, à 0h15, e quintas, às 21h, na HBO
Classificação: não indicado a menores de 18 anos’


 


Folha de S. Paulo


GNT renova com David Letterman e Oprah Winfrey


‘O canal pago GNT renovou o contrato para exibição das próximas três
temporadas de Oprah Winfrey e David Letterman.


Agora a emissora tem os direitos exclusivos de exibição no Brasil dos dois
talk-shows até 2012. Não foram divulgados os valores do negócio.


‘Late Show with David Letterman’ é exibido desde 2001 e está no ar de segunda
a sexta, em dois horários, à 1h e às 8h30.


‘The Oprah Winfrey Show’ passa desde 2005, de segunda a sexta, às 20h, com
reprises de seg. a sex., às 7h30 e às 15h.


Oprah é a maior milionária da TV. Ganhou US$ 275 milhões em 2008, ficando em
segundo lugar na ‘Forbes’ (Angelina Jolie liderou a lista, mas por sua presença
na mídia).’


 


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