Sábado, 20 de Abril de 2019
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº1033
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ENTRE ASPAS >

Folha de S. Paulo

31/03/2009 na edição 531

INTERNET
Mariana Bastos

Twitter vira febre entre astros do esporte nos EUA

‘‘Em casa, finalmente. Foram longos os últimos dias. Cirurgia às 7h da manhã de amanhã.’

Foi desse modo que, na última quarta, o ciclista Lance Armstrong, sete vezes campeão da Volta da França, deu a notícia, em primeira mão, de que sofreria uma intervenção cirúrgica na sua clavícula direita, fraturada devido a uma queda em uma corrida na Espanha.

Sua mensagem chegou simultaneamente a mais de 400 mil pessoas na noite de terça, antes que qualquer veículo tradicional de informação tivesse divulgado a notícia. O meio utilizado por Armstrong foi o Twitter (twitter.com), rede social da internet que permite a disseminação, em tempo real, de mensagens com um máximo de 140 caracteres.

Até o fechamento desta edição, o americano contava com 427.387 ‘seguidores’, pessoas que recebem suas mensagens assim que ele as publica. Na lista dos mais populares do site, ele ocupa a oitava posição, duas acima do ex-vice-presidente dos EUA Al Gore, segundo lista não-oficial do site ‘we follow’.

O ciclista, que faz em média cinco atualizações por dia no site, não é o único atleta que expõe detalhes de seu cotidiano no microblog. O Twitter virou moda entre os astros do esporte, principalmente nos EUA.

Steve Nash (duas vezes MVP da NBA), Tony Hawk (maior astro do skate), CC Sabathia (um dos cinco maiores salários da liga de beisebol), Andy Murray (tenista, quarto do ranking mundial) são alguns dos esportistas que têm um perfil ali.

No topo dessa lista, paira o astro do basquete Shaquille O’Neal. Com 444.170 seguidores até o fechamento desta edição, o pivô do Phoenix Suns ocupava o sexto lugar no ranking geral do ‘we follow’ e o primeiro, no de esportes.

O’Neal iniciou a sua odisseia no Twitter após ser informado por uma funcionária do Phoenix de que havia um impostor usando seu nome e foto no site. Em vez de processá-lo, criou o perfil ‘The-Real-Shaq’ (‘O Verdadeiro Shaq’).

Ao contrário de várias celebridades, cujas contas são atualizadas por assessores, O’Neal faz questão de interagir diretamente com seus seguidores. Virou um sucesso na rede por usar o Twitter para se aproximar mais dos fãs. Literalmente. Às vezes, o pivô diz onde está e oferece um par de ingressos ao primeiro que o encontrar.

‘O nível de adesão dos fãs reflete a transparência de O’Neal e seu desejo de abraçar uma nova forma de comunicação’, disse Amy Jo Martin, diretora de mídia digital do Phoenix. Foi ela quem estimulou O’Neal e Nash a ‘tuitar’ -termo para ‘enviar mensagem’. O vício do pivô pelo site é tão grande que, no último sábado, no intervalo da partida contra o Washington, ele mandou um sonoro ‘Shhhhhh’ para o Twitter via celular. Seu treinador, fã assumido de redes sociais, não o repreendeu pela ousadia.

Seis dias antes, o ala Charlie Villanueva, do Milwaukee, havia também ‘tuitado’ do vestiário, mas teve que ouvir uma bronca de seu técnico. A polêmica foi armada. Ergueram-se vozes favoráveis e contrárias ao uso de celular por atletas para ‘tuitar’ durante os jogos.

A liga feminina de futebol dos EUA (WPS) usou a polêmica a seu favor. Anunciou que, na partida inaugural de amanhã, entre Los Angeles e Washington, duas jogadoras reservas vão passar informações em tempo real para os fãs.’

 

***

Bem-humorados, perfis falsos de esportistas brasileiros angariam fãs

‘Gustavo Kuerten, Rogério Ceni, Vanderlei Luxemburgo, Romário e Renato Gaúcho também estão no Twitter. Mas alguns deles nem sequer conhecem o microblog. Os perfis de atletas brasileiros no Twitter, em geral, são ‘fakes’ criados por usuários que fazem bastante sucesso na plataforma por abusar do bom humor -quase sempre, fica evidente que se trata de um perfil falso.

Tanto que é um fake (o do ator Vitor Fasano) um dos perfis mais acessados do Brasil.

A tentativa de mimetizar vícios de linguagem garante o tom jocoso a essas páginas. Algumas vezes, recorrem a frases reais tiradas de seu contexto.

O técnico do Palmeiras, que não é usuário do Twitter, tem duas contas em seu nome.

‘Tensão pré-clássico já classificado é uma teta. Darei-me [SIC] ao luxo de demorar meia hora a mais para escolher o terno’, dizia uma mensagem postada às 15h de ontem pelo perfil PofexoLuxa, em referência ao jogo de hoje contra o São Paulo.

O perfil, que, até ontem, contava com 61 seguidores, possui uma ‘autodescrição’: ‘Porque ninguém é melhor do que eu’.

Um dos mais populares entre os ‘fakes’ esportivos do Brasil é o do técnico Renato Gaúcho.

‘Chegar aos mil seguidores no Twitter foi mais fácil do que ajudar o Romário a marcar o milésimo gol. Aquilo sim torrou meu saco’, diz post do dia 19. Renato treinou Romário no Vasco quando este buscava a marca. Até ontem, o perfil renato-gaucho (‘ex-campeão em tudo, atual técnico de futebol e eterno pegador’) tem mais de 1.100 seguidores.

O atacante do Fluminense, Fred, pode vir a ser um dos primeiros no Brasil a usar o Twitter como ferramenta de marketing esportivo. Ele é um dos poucos atletas que têm conta verdadeira em seu nome (http: //twitter.com/fredgol9).

O assessor de imprensa de Fred, Francis Melo, foi quem o incentivou a ingressar no microblog. Segundo ele, as atualizações do atleta começarão em breve. ‘No Brasil, o Twitter ainda não tem força. Fred vai puxar isso aí porque é uma pessoa que vai despertar um interesse. O fã gosta de saber tudo da vida do atleta’, diz Melo.’

 

Alec Duarte

Sem dar lucro, site já vale US$ 250 mi

‘Criado em março de 2006, o Twitter é o microblog com maior número de usuários na internet -há outros serviços semelhantes, como Jaiku, Plurk e Pownce, mas nenhum com a sua notoriedade.

O site foi desenhado para abrigar uma rede social construída por meio de mensagens por telefone celular (daí a limitação a 140 caracteres, o teto padrão na maioria dos dispositivos móveis da época).

E por isso o neologismo microblog. Porque, diferentemente do post em um blog, no Twitter há uma limitação física, que na verdade pode ser burlada porque a plataforma aceita links, ou seja, um texto de 140 caracteres pode conduzir a outro, de tamanho ilimitado.

O nome surgiu quase ao acaso, segundo seus criadores. Em inglês, twitter significa ‘gorjear, trinar’. É esse o sentido, de algo curto, instantâneo, que eles quiseram dar quando perguntaram ‘o que você está fazendo agora?’, até hoje a questão-chamariz para atrair novos usuários.

Mesmo sem fazer dinheiro (ainda), o Twitter é hoje a galinha dos ovos de ouro da internet. Recebeu (e recusou) uma proposta de US$ 500 milhões oferecida pelo Facebook, um dos sites de rede social mais acessados do mundo.

Contrariado com a negativa, Mark Zuckerberg, 23, criador do Facebook, mudou a interface do site para fazê-lo parecer ainda mais com um microblog.

Estima-se que o valor de mercado do Twitter, que tem três sócios e 30 funcionários, bata em US$ 250 milhões. É o valor que a empresa captou junto a um grupo de investidores.

Só agora o Twitter oferecerá serviços pagos (contas premium com recursos especiais).

Seus dados de tráfego e usuários são uma caixa- -preta. Acredita-se que só nos EUA sejam 6 milhões de contas (no mundo, elas chegariam a 10 milhões, 250 mil delas no Brasil).

Entre 2008 e 2009, o site experimentou um crescimento de 1.000% em sua audiência global.’

 

LIVROS
Sylvia Colombo

O bruxo do Leblon

‘Um idoso centenário agoniza no leito de um hospital. Às enfermeiras que dele tratam, conta, de modo confuso e algo delirante, a história de sua vida. A saga de uma família que tem início na corte portuguesa, atravessa os períodos do Império e da República Velha e desemboca nos dias de hoje é o centro do enredo de ‘Leite Derramado’, quarto romance do cantor, compositor e escritor carioca Chico Buarque, 64, que chega hoje às livrarias.

A trama percorre o mapa de um Rio tradicional, revisitado pela reportagem da Folha -que pode ser visto no ensaio de fotos das págs. E6 e E7. Do ponto de vista estilístico, a prosa de Chico evoca características da narrativa machadiana. O diálogo com o ‘bruxo do Cosme Velho’ foi observado pelo crítico Roberto Schwarz e pelo economista Eduardo Giannetti, que resenharam a obra a convite da Ilustrada.

A inspiração inicial para o livro veio da canção ‘O Velho Francisco’, de 1987. O autor a tinha como esquecida até ouvir uma regravação feita pela cantora Monica Salmaso. Em 2008, quando o produtor Rodrigo Teixeira o procurou para falar de um projeto em que escritores fariam textos baseados em músicas do cantor, Chico deu o seu aval, mas pediu que ‘O Velho Francisco’ não fosse utilizada, pois com essa ele mesmo já estava fazendo algo. A letra fala das agruras de um ex-escravo, alforriado ‘pela mão do imperador’.

Ao reescutá-la, Chico pensou em escrever a história de um velho. Só que, quando foi pôr mãos à obra, mudou o enfoque. Trocou o ex-escravo por um homem de nobre estirpe. E é por meio dele, Eulálio Montenegro d’Assumpção, o tal moribundo citado acima, nascido em 16 de junho de 1907, que o escritor narra a decadência de determinada elite brasileira.

A questão racial, porém, continuou sendo central na obra. O protagonista casa-se com uma mulata -ainda que finja não percebê-la como tal- e tem comportamento racista em diversas ocasiões. Aos poucos, porém, os Assumpção vão misturando seu sangue nobre cada vez mais, até que o bisneto de Eulálio nasça negro, algo em que tampouco quer acreditar.

‘Leite Derramado’ sugere um duplo sentido. O primeiro, mais pontual, refere-se ao abandono de Eulálio pela mulher, Matilde, quando esta ainda amamentava a filha do casal. O segundo indica o significado mais geral da obra -a derrocada fatal de uma casta, tragédia que se mostra irreversível. Um dos primeiros leitores do texto foi o romancista Rubem Fonseca, que não gostou do título e recomendou que fosse trocado. Chico pensou um pouco, mas não mudou de ideia.

O romance começou a ser escrito em agosto de 2007 e dá vida a objetos e lugares que habitam as lembranças do autor, como aparelhos de vitrola, refrigeradores Frigidaire, colégios para moças, ritmos de época. Sua paixão pelo Fluminense se materializa na figura de Xerxes, um fictício jogador indisciplinado dos anos 50.

História

A reportagem visitou locais nos quais o romance se desenvolve. Vistos hoje, os casarões de Botafogo abandonados, a ocupação desordenada da Tijuca e a explosão imobiliária de Copacabana parecem corresponder à degradação proposta pelo enredo.

Por ser filho do mais importante historiador brasileiro, Sergio Buarque de Holanda (1902-1982), e por ter optado por um enredo sobre o passado do país, alguns acreditaram que ‘Leite Derramado’ fosse fazer aproximações entre literatura e história.

A obra, porém, diz respeito mais à primeira do que à segunda. O próprio Chico deixou claro que partiu da ficção para a pesquisa de fatos, datas e acontecimentos, e não o contrário.

Timidez

Celebrizado por sua discrição e timidez como músico, Chico se mostra ainda mais contido como escritor. Recusa-se a conceder entrevistas, alegando dificuldades em explicar o livro além do que está dito em seu conteúdo. Quando está metido na literatura, trabalha em silêncio e praticamente isola-se para se manter totalmente concentrado, em seu apartamento, no Leblon.

‘Leite Derramado’ contribui para consolidar o Chico escritor. Sucede livros cuja vendagem vem crescendo. O primeiro, ‘Estorvo’ (1991), vendeu 180 mil cópias; o segundo, ‘Benjamim’ (1995), 85 mil; e o mais recente, ‘Budapeste’ (2003), chegou a 275 mil.

LEITE DERRAMADO

Autor: Chico Buarque

Editora: Companhia das Letras

Preço: R$ 36 (200 págs.)’

 

Oscar Pilagallo

Tese sobre ética faz o elogio da controvérsia

‘Caio Túlio Costa tem se dedicado, há pelo menos 20 anos, a pensar a ética no jornalismo. Primeiro ombudsman da Folha, de 1989 a 1991, relatou a experiência e recolheu observações sobre o tema em ‘O Relógio de Pascal’.

Agora, na condição de professor de ética, volta ao assunto com mais bagagem, em ‘Ética, Jornalismo e Nova Mídia – Uma Moral Provisória’, baseado em sua tese de doutorado. Se o primeiro livro privilegia a urgência, ao focar o noticiário do período, o mais recente prioriza a reflexão, ao abordar a ética a partir da história, filosofia, teatro e literatura. A opção esfria o texto, mantido à distância das polêmicas, sobretudo as deflagradas por blogs, mas joga luz nos argumentos.

Ao nos conduzir a longas visitas aos clássicos, o jornalista dribla digressões retornando em tempo ao objeto central de seu estudo. Sobre Sócrates, por exemplo, tenta compreender o tribunal que o condenou à morte. Nós nos apaixonamos pelo filósofo, diz o autor, até porque os relatos existentes são de discípulos seus, mas os acusadores, preocupados com a ameaça que ele representava à democracia ateniense, também tinham suas razões. Onde está verdade? Caio Túlio responde: na controvérsia.

A história construiu uma reputação, a do sábio vítima da insensibilidade de uma sociedade. Hoje, o jornalismo destrói tantas outras. São extremos que se tocam quando vistos sob o prisma da ética.

Ocultação x mentira

Caio Túlio não quis escrever um manual de conduta, o que o levou a fazer mais perguntas do que dar respostas. Em classe, constata a divisão dos alunos sobre o uso de câmeras ocultas para denunciar corrupção e nota que a aprovação da maioria diminui quando ele formula a mesma questão trocando ‘câmera oculta’ por ‘mentira’, que no caso se equivalem. ‘O uso de um conceito moral muda o resultado’, diz. Os fins justificam os meios?

Se não fica clara a posição do professor -embora se intuam as ressalvas-, o que importa, de qualquer maneira, é mais o processo de refletir que a opinião formada. É nesse espaço fluido que se insere a ideia de moral provisória, um hiato de flexibilidade na rigidez da ética. Em outras passagens a análise inclui juízo de valor. O autor não hesita, por exemplo, em condenar a TV, em especial a Record, pela cobertura sensacionalista da ação do crime organizado que paralisou São Paulo por um dia em 2006.

Da mesma maneira, fustiga os crentes da objetividade jornalística e até seus críticos que, como a Folha, defendem apenas a objetividade ‘possível’. Para Caio Túlio, a objetividade tem existência normativa, não funcional. Mais para mito, portanto, do que para meta. O autor também ataca noção da ética do senso comum, ou do marceneiro, como dizia Cláudio Abramo (1923-1987) ao argumentar que só há uma ética, a do cidadão. Caio Túlio acha insuficiente, para o jornalista, a ética do dia a dia. As diferenças apontadas, no entanto, são mais de grau que de natureza.

O autor fica devendo uma resposta mais elaborada ao jornalista que foi um dos principais mentores de sua geração, mas nada tira o mérito do livro, que, às vésperas de ano eleitoral, é especialmente oportuno.

OSCAR PILAGALLO é jornalista e autor de ‘Folha Explica Roberto Carlos’, entre outros.

ÉTICA, JORNALISMO E NOVA MÍDIA – UMA MORAL PROVISÓRIA

Autor: Caio Túlio Costa

Editora: Jorge Zahar

Quanto: R$ 39, 90 (288 págs.)

Avaliação: bom’

 

TELEVISÃO
Audrey Furlaneto

‘Em TV pública, todo mundo mete o bedelho’

‘‘Na TV Cultura, eu pago e não mando.’ É o que costumava dizer o governador Mario Covas (1995-2001) nos encontros com Jorge da Cunha Lima, nos anos 90, quando ele ainda era presidente da Fundação Padre Anchieta. Com o atual governador, José Serra, a conversa, diz Cunha Lima, deve ser mais ‘racional’, mas ‘sem a mínima intervenção’.

‘Em comunicação, não só em TV pública, todo mundo mete o bedelho’, avalia ele, agora presidente do conselho da emissora, que lança o livro ‘Uma História da TV Cultura’, em comemoração dos 40 anos da TV. À frente da fundação mantenedora do canal de 1995 a 2004, Cunha Lima, 77, registrou depoimentos de pessoas que trabalharam na emissora, obteve imagens históricas, pontuando tudo com as mudanças de governadores de São Paulo.

‘O único período, digamos, de algum constrangimento de natureza intelectual foi na época do [Paulo] Maluf, que evidentemente equipou a TV fortemente com as 180 torres no interior, mas para ter um instrumento político’, conta. ‘Houve um acordo tácito: havia liberdade para fazer cultura, desde que não aborrecesse o Maluf no jornalismo.’

Polêmicas

Se o livro de Cunha Lima narra as mudanças e o contexto político da emissora, o prefácio assinado por Eugênio Bucci, ex-presidente da Radiobrás e membro do conselho, é crítico em relação a questões como a presença de comerciais na programação, segundo ele, ‘um senhor problema’.

Cunha Lima concorda: ‘É um problema e foi criado por mim’. Agora, a emissora tenta reduzir gradativamente os comerciais (nos infantis, a ação já foi suspensa). ‘Hoje, no orçamento [R$ 194,7 milhões, sendo R$ 81 milhões do Estado], publicidade não chega a 20% dos nossos recursos’, diz.

Polêmicas mais recentes, como a baixa audiência (a Cultura tem média atual de só 1,4 ponto no Ibope da Grande SP) que provoca discussões ‘ferrenhas’ no conselho, soam, entretanto, menores no livro. ‘Não vendemos audiência, e sim programação. O que interessa é qualidade.’ Mesmo assim, os conselheiros ainda discutem a carta enviada, no dia 16, pelo secretário de Relações Institucionais do governador José Serra, José Henrique Reis Lobo, cobrando números melhores.. Apesar da queixa do secretário, diz Cunha Lima, ‘paira o consenso de que não se pode ter audiência a qualquer custo’.

UMA HISTÓRIA DA TV CULTURA

Autor: Jorge da Cunha Lima

Editora: Imprensa Oficial

Quanto: R$ 80 (300 págs.)’

 

Folha de S. Paulo

TV paga interrompe episódios inéditos

‘O Universal Channel avisa que reprisará episódios de ‘House’ nos dias 2, 9 e 16 de abril, às 23h. Os episódios inéditos da quinta temporada devem ser retomados no dia 23 do próximo mês, com ‘The Social Contract’. O canal pago afirma que a série é exibida com curto intervalo em relação aos Estados Unidos e, por isso, interrupções que acontecem lá refletem na distribuição no Brasil.’

 

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