Quinta-feira, 27 de Julho de 2017
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº951

ENTRE ASPAS > fim de ano

Histórias do Natal

Por Carlos Roberto Saraiva da Costa Leite em 22/12/2016 na edição 928

É Natal! Com a aproximação do dia 25 de dezembro, há um sentimento especial que nos remete à fraternidade, à esperança e ao amor universal. Acreditar na possibilidade de que, em cada coração, independente de credo, possa renascer o menino DEUS, faz desta noite um cenário muito especial no qual o amor e a fé são o binômio espiritual, fortalecendo as nossas almas diante dos desafios com os quais nos deparamos no cotidiano. O espírito natalino é receptivo, ainda que tenha sido apropriado por uma voraz indústria de consumo, ele segue, pelos séculos, acolhedor, pois, em sua essência cristã, representa o amor universal. natal quadro

A ideia de uma noite especial se perde na imensidão do tempo e no imaginário humano, mas seu sentido fraterno e festivo segue presente no calendário e na alma, embora as vicissitudes inerentes à condição humana. Convido-o, caro leitor, para que acompanhe um pouco desta história com seus mitos, verdades e símbolos que se eternizaram ao longo dos séculos.

Os festivais pagãos

No Império Romano, o culto a divindade persa Mitra, que representava o Sol, disputava, no século II, adeptos com o Cristianismo pelo fato de terem em comum a defesa e a preocupação com os oprimidos. Seus seguidores acreditavam que seu deus havia nascido de uma rocha no dia 25 de dezembro. Além de crerem na concepção de céu e inferno e praticarem o batismo, defendiam que as virtudes morais venciam a natureza do mal. Infelizmente, dentro dos valores da época, as mulheres não eram alvo de consideração no culto. No dia 25 de dezembro – data máxima de reverenciar ao Sol invicto -, ocorriam festas, cantos e oferendas visando à boa sorte.

Estudiosos sobre o tema afirmam que a Igreja, incapaz de banir a tradição de Mitra, já bastante arraigada entre a população, apropriou-se da data magna daquele culto, 25 de dezembro, ao nascimento daquele que veio trazer a luz entre os homens e perdoar os pecados: Jesus Cristo.

O dia 25 de dezembro também marcava o término das Saturnálias onde, durante sete dias de festas pagãs, era celebrado o solstício de inverno em honra a Saturno que, além de reger o tempo, era também um deus ligado à agricultura. Durante as Saturnálias, escolhia-se alguém que seria rei por um dia. Este costume ainda sobrevive na Espanha, França e México em determinadas regiões destes países. Na data de 06 de janeiro, “Dia dos Reis Magos”, no calendário cristão, é repartido um bolo que contém um único grão de feijão. A pessoa, que encontrar em sua fatia o cereal, torna-se o “Rei Feijão” por um dia.

Ao norte da mesma Europa, durante as festas pagãs do solstício de inverno, acreditava-se que os bons espíritos e os maus transitavam livremente pela terra. Ainda hoje, alguns europeus cantam invocações às maças e às armas de fogo, para que mantenham afastados os maus espíritos no período natalino.

No mesmo período, no Alaska, há um costume de colocar latas cheias de urina a ferver nas fogueiras. Acredita-se que os espíritos malignos são atraídos pelo cheiro e acabam sendo queimados pelo fogo.

Na Europa ainda sobrevive, em alguns locais, uma estranha tradição. Na época natalina, surgem nas janelas jovens usando máscaras narigudas, reivindicando presentes. Entre outros estudiosos, o norte- americano, Richard Daal, acredita que este costume seja oriundo dos antigos druidas quando eram atacados, por inimigos mascarados, em atos guerrilheiros.

Outros costumes presentes no Hemisfério Norte

Na Alemanha, em Berchtesgadem, distrito da Bavária, durante o Natal, São Nicolau ( Papai Noel) visita as casas acompanhado, ao som de sinos, por uma jovem e 12 meninos, que usam máscaras ou peles de animais.

Na Áustria, Polônia e Alemanha, na noite de Natal, os homens são responsáveis pelo divertimento das crianças, sendo ignorada a provável origem deste costume.

Nos Estados Unidos da América, na Carolina do Norte, os homens formam duplas para fabricar um animal próprio para o Natal ,denominado de “Old Bunk”, com uma cabeça de boi.

Outro costume germânico, um tanto bizarro, ocorre na última quinta-feira anterior ao Natal. Trata-se da “Noite dos golpes”, na qual grupos, usando fantasias de animais monstruosos, dirigem-se para as casas, tocando as campainhas ou golpeando as janelas.

No período Medieval, muitos cristãos acreditavam que os animais nos estábulos e os veados, nos bosques, se ajoelhavam na noite de Natal, porque reconheciam o aniversário do nascimento de Jesus. Também acreditavam que as abelhas despertavam à meia-noite, zumbindo uma prece, e que as árvores se inclinavam em reverência. Ainda hoje, alguns lituanos afirmam que, na noite de 25 de dezembro, os animais domésticos conversam entre si e contam a forma como foram tratados, pelos donos, durante o ano.

Existe uma crença, que segue sendo propagada, de que as crianças que nascem na noite de Natal serão felizes por toda a vida, além de conseguirem ver as entidades angelicais. Já uma tradição irlandesa afirma que morrer na noite de Natal é uma benção, pois nesta data as portas do céu estão abertas de par em par e os espíritos podem saltar o purgatório.

As igrejas cristãs celebram o Natal no dia 25 de dezembro, porém há uma exceção: a Igreja da Armênia. Esta comemora a festa do Natal no dia 6 de janeiro, pois seus seguidores acreditam que o Cristo teria sido batizado nessa data.

A oficialização do Natal e a origem de seus símbolos

A história do Natal se inicia, no mínimo, 7 mil anos antes do nascimento de Jesus. Na realidade, o Natal não teve data oficial de celebração durante os três primeiros séculos da morte de Jesus Cristo. A primeira referência à data festiva do Natal encontra-se no calendário romano “Filocaliano’ no ano de 354 D.C. onde há menção de que já ocorria em Roma desde o ano de336 D. C. A partir deste período, conforme o Cristianismo se propagava em direção ao norte da Europa, o Natal foi se apropriando das diferentes celebrações pagãs do solstício do inverno. Entre estas, o Cristianismo incorporou o uso simbólico do inverno nevado como característica do período natalino.

De acordo com a tradição druída, o agárico, conhecido também como visco, era uma planta sagrada que, no período do solstício de inverno, era costume dá-la de presente às pessoas com o valor espiritual de um amuleto. Nos Estados Unidos e na Inglaterra, o casal que se beijar, na noite de Natal, sob o agárico, casará, com certeza, até o final do ano vindouro.

Fato curioso sobre o agárico é o seu banimento das igrejas devido à lenda de que a cruz, na qual o Cristo foi pregado, teria sido feita com a sua madeira. Com o passar do tempo, de acordo com o mito, a planta teria diminuído de tamanho até atingir a sua forma atual.

A cor verde parece ter sido a primeira a ser associada com o Natal, seguida pelo vermelho que nos remete ao sangue da crucificação de Jesus. Quanto à presença dos pinheiros na decoração natalina, segundo os estudiosos sobre o tema, é uma alusão à “árvore do paraíso’ que, de acordo com a tradição alemã, representa o drama de Adão e Eva, vivenciado no Paraíso. Devido a isso, as árvores eram decoradas com maças que eram consideradas no Paraíso o fruto proibido. Depois se acrescentou à decoração pães, como hóstias, pelo simples fato de que as maças remetiam à queda do primeiro casal e à expulsão do paraíso, e os pães simbolizavam a salvação dos seus descendentes por meio da “Sagrada Eucaristia”. No Brasil que também foi chamado, em seus primórdios da colonização , pelos portugueses, de Terra de Santa Cruz, as árvores de Natal estão presentes, pois, além de decorar, simbolizam a alegria, a paz e a esperança presentes no espírito natalino.

Os nossos irmãos portugueses, no mês de Dezembro, enfeitam e iluminam as casas, reverenciam o tradicional presépio e a árvore de Natal. Na véspera de Natal, à meia- noite, ocorre a tradicional “Missa do Galo”. Esta última foi instituída, no século V, pela Igreja Católica. .Na data de 25 de Dezembro – dia do “Pai Natal’-, os lusitanos se reúnem, novamente, realizando-se a troca de prendas. As primeiras músicas natalinas teriam surgido no século IV. Em Portugal a música de Natal mais conhecida é “Adeste Fidelis”. 

A tradição do presépio e o Rei Mago negro

A criação do presépio é atribuída a São Francisco de Assis (1182- 1226) no ano de 1223. O objetivo era o de comemorar o Natal, revivendo por meio de uma iconografia o nascimento de Jesus. Os três Reis Magos, Gaspar, Baltazar e Melquior ou Belchior, são personagens que se deslocaram do Oriente, guiados por uma estrela, para adorar e presentear o Deus Menino, na cidade de Belém.  Fato importante de registrar que, após tantas lutas da população afrodescendente no Brasil e no mundo, seja tão raro encontrar um presépio com a presença do Rei Mago negro Baltazar, pois sofreu um processo iconográfico de branqueamento, perdendo sua característica étnica original. Há bastante tempo, observo este fato quando me deparo com presépios nas lojas comerciais ou igrejas da minha cidade. Isto merece um olhar mais atento num país, como o Brasil, que grande parte da sua população é afrodescendente.

Outro símbolo sempre presente na ceia de Natal, o panetone, teria surgido, em 1395, para homenagear um nobre. Coincidindo com o período natalino, acabou por incorporar-se à tradição da festa.

A resistência às comemorações natalinas no passado

No período da Reforma Protestante, no século XVI, muitos cristãos viam o Natal como um costume pagão pela associação deste com antigas tradições, a exemplo de grupos de pessoas que percorriam os lugarejos, cantando e trocando bebidas, como o ponche de frutas.

Na Inglaterra, na metade do século XVII, Oliver Cromwell (1599-1658) aboliu as comemorações natalinas, porém, no ano de 1660, o Rei Carlos II terminou com aquela proibição. Neste período, os puritanos embarcaram para a América do Norte, levando sua proibição com eles.

No ano de 1659, a Corte Geral de Massachusett proibiu, com a pena de 5 chelines, quem comemorasse “qualquer dia como Natal ou outros semelhantes”. Assim, o Natal passaria a ser comemorado, oficialmente, somente, em 1858 ,nos Estados Unidos, após as grandes imigrações irlandesas e alemãs ao Novo Mundo. Ainda no ano de 1870, as escolas públicas da cidade de Boston, permaneciam abertas no dia de Natal.

Embora tenha demorado, para que o Natal se incorporasse entre os norte-americanos, os símbolos mais populares, que representam o espírito natalino, expandiram-se pelo mundo a partir desse país. A figura do papai Noel, em sua indumentária mais conhecida no Planeta, foi criada, em 1886, por Thomas Nast.

A figura inspiradora, na criação do Noel, foi o bispo São Nicolau que viveu na Ásia Menor, no século III. Nascido na cidade portuária de Patara, ele tinha por hábito presentear as crianças e ajudar os pobres. No ano de 1931, uma campanha publicitária, liderada pela Coca-Cola, divulgou o Papai Noel com o figurino criado por Nast, cujas cores eram às do refrigerante. A campanha publicitária teve um enorme sucesso, ajudando a difundir a imagem do Papai Noel pelo mundo. Nos Estados Unidos é conhecido como Santa Claus e em Portugal é o Pai Natal. O nome Noel, em francês, é Natal.

São Nicolau de Myra e a tradição do Natal

A figura de São Nicolau é considerada o padroeiro dos marinheiros, pois, de acordo com os devotos, tinha o poder de deter as tempestades. Além desta atribuição, São Nicolau é também o protetor das donzelas e dos estudantes. Reza a tradição que o bispo teria salvo da prostituição três donzelas pobres e órfãs, oferecendo uma quantidade de ouro a cada uma. Este presente se constituiu num dote que garantiu um bom casamento às jovens, afastando-as do estigma da miséria. Segundo a tradição, São Nicolau teria materializado o ouro dentro das meias que as órfãs haviam colocado para secar perto da lareira.

A imagem paternal de um doador de presentes não tem em São Nicolau seu único representante. Há uma teoria de que o Papai Noel é uma derivação de Saturno (Cronos), o deus da Antiguidade, que comia seus próprios filhos. A princípio parece não existir nenhuma relação, mas estudos apontam como derivação desta teoria o fato de que os argentinos comem como tradição “niños envueltos” (crianças enroladas) no Natal.

O Natal, na realidade, é uma mistura de tradições, cujas origens são diferenciadas, entrelaçando-se , ao longo dos séculos, numa festa fraterna e de caráter universal. Cada cultura, envolta na fé do nascimento do Salvador, outorgou-lhe características , mitos próprios e locais. Na Alemanha, Papai Noel se mesclou com Weihnachtsmann que se diferencia do velho Noel, pelo fato de estar sempre irritado, por carregar o peso dos baús cheio de presentes.

Além desta característica, na versão alemã, ele tem a companhia de um homem “escuro” que dependendo do humor persegue e agride com um bastão. Este acompanhante tem vários nomes, sendo os mais populares os de Hans Tuff. Knecht Rupprecht and Buyz, que são representados com um rosto de animal. A associação da figura de cor escura, negra, com o mal, leva-me a refletir acerca de um componente racista, que deprecia a figura atribuindo -lhe um comportamento socialmente detestável. O fato, com certeza, é passível de um estudo mais aprofundado por especialista nesta área, levando em conta as teorias sobre a eugenia de Francis Galton (1822-1911) presentes no século XIX.

Outra curiosidade é a troca de presentes que ocorre, na Grécia, em honra de São Basílio de Cesareia. Trata-se de um membro caridoso da Igreja com uma história muito parecida com a de São Nicolau. A troca de presentes se dá no primeiro dia do ano.

Fatos curiosos

Nas montanhas da Áustria, os habitantes acreditam que uma mulher, chamada Berchte, na noite de Natal, procura as crianças más para cortar com uma faca seus ventres. Já na Itália, as crianças ganham presentes de uma bruxa chamada “Befana” que , às vezes, associam com a mulher de Papai Noel. Diz a lenda que os Reis Magos pediram à bruxa Befana que os acompanhasse na viagem que era guiada pela Estrela de Belém. Befana não os acompanhou, alegando ter muito trabalho na sua casa; porém as crianças italianas creem que, a cada Natal, ela regressa, indo de casa em casa para presentear e com a esperança de encontrar o “Menino Deus”.

A lenda nórdica e o racismo subliminar

Na Dinamarca, Noruega e Suécia – países nórdicos -, as crianças acreditam que Papai Noel é quem faz os brinquedos, e os elfos (elementais do ar) repartem entre elas. Já na Escandinávia, Bélgica e Luxemburgo, os pequenos divulgam que São Nicolau chega num barco, desde a Espanha, e segue montado num cavalo branco, acompanhado de seu criado o “Negro Pete”.

As crianças más, na lenda acima, podem ser capturadas, pelo criado Pete, e metidas num saco, sendo depois enviadas à Espanha. Observa-se que neste relato natalino, infelizmente, há um componente racista, excludente e depreciativo: o negro é o criado “subserviente” – perigoso e mal -, ele é a figura que pune as crianças que não se comportam de acordo com o modelo a ser seguido. Neste relato, a personalidade amiga e fraterna do nobre Papai Noel não se presta a cumprir este papel repressor que desperta repulsa e medo, logo este modelo se configura na figura do criado. Estas construções culturais e elitistas, por meio de lendas e mitos, demonstram como as sociedades se estruturam e o que estas consideram modelo padrão de virtude, de beleza e de sociabilidades, reforçando a ideia de inferioridade em relação a tudo que não corresponde ao que esta sociedade elegeu como “status quo” e símbolo de prestígio e poder.

A espera do Papai do Noel

Na Áustria, Bélgica e algumas partes da Alemanha, as crianças deixam seus sapatos cheios de cenouras para alimentar os cavalos que transportam São Nicolau. Em contrapartida, ele deixa presentes em agradecimento por alimentá-los. Em Alguns países latino –americanos, as crianças também deixam alimentos que , neste caso, e para os camelos dos “ Reis Magos”

Nos países, como Canadá e nos Estados Unidos, é comum as crianças escreverem cartas para Papai Noel, descrevendo os presentes que gostariam de ganhar no Natal. Há uma crença, entre elas, de que o Papai Noel vive no Polo Norte e que se utiliza de um trenó voador, puxado por seis casais de renas, para conseguir chegar até as casas e distribuir as encomendas. As crianças contam que as renas são comandadas por Rudolph que tem um enorme nariz vermelho. Na realidade, Rudolph foi criado, em 1939, por Robert L. May e constituiu-se num enorme sucesso, que o tempo não conseguiu apagar. Em 1949, Johnny Marks compôs uma canção, sobre o “reno de nariz vermelho” , que foi gravada por Gene Autry e Bing Crosby, vendendo milhões de cópias.

Um exemplo de fraternidade

Durante a 1ª Guerra Mundial (1914-1918) – conhecida como a guerra das trincheiras -, o Natal de 1916 foi marcado por um fato incomum: os soldados, naquela noite, confraternizaram com os inimigos das trincheiras alemãs. Na manhã seguinte, é divulgado que os soldados tiveram dificuldades para dar reinício ao conflito bélico. Ao contrário ocorreu na Guerra da Coréia (1950-1953), que não respeitou a trégua de Natal desde que a festa se internacionalizou.

A modernidade e o Natal

No ano de 1971, para surpresa de todos, nos Estados Unidos, o Papai Noel deixou de lado o seu trenó e surgiu no horizonte dentro de um helicóptero e desembarcou no supermercado de Fort Lauderdale. Para surpresa do bom velhinho, milhares de crianças, que aguardavam a sua chegada, saltaram sobre ele, terminando por derrubá-lo no chão e logo depois roubaram os presentes. Com certeza, o fato não reflete o espírito natalino e pede uma reflexão quanto aos reais valores que devem pontuar o Natal.

Milhares de anos se passaram, e o Natal segue com seu toque mágico sempre nos remetendo à ideia de união, amor e paz. Ainda que seus símbolos, a exemplo da árvore de Natal, se reinventem com a modernidade, os cartões, com votos de uma “Noite Feliz”, percam seu espaço para a era virtual; as crianças tão cedo descubram que o Papai Noel não existe e seus brinquedos são comprados no shopping, o amor do menino Deus, que atravessou os séculos, permanece entre nós. A estrela de Belém continua a brilhar, trazendo a sua mensagem de esperança “aos homens de boa Vontade”.

As guerras e a miséria material e espiritual que, infelizmente, ainda estão presentes no seio da humanidade não conseguiram apagar do calendário e do coração do homem o sentimento natalino. A responsabilidade, de mudar padrões negativos e de percebermos que as mazelas deste mundo são criadas pela ambição e pelo desrespeito ao próximo, é de foro íntimo e intransferível. A chave está em nossas mãos, para que possamos transformar o que a princípio parece ser uma utopia numa realidade.

***
Carlos Roberto  Saraiva da Costa Leite é  pesquisador e coordenador do setor de imprensa do Musecom / Porto Alegre*

Bibliografia

FRIAS, Gustavo. Paradigmas / Mitos Enigma e Lendas Contemporâneas. Rio de janeiro: Editora Século Futuro Ltda, 1988 .

LAMAS, Isabel – Tudo sobre o Natal. 2ª ed. Sintra: Impala, 2005.

Site: http://super.abril.com.br/historia/a-verdadeira-historia-do-natal/ Acessado em 18 /12/2016 às 00:34.

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