Terça-feira, 21 de Novembro de 2017
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº966

ENTRE ASPAS > TV RECORD

Marcelo Bartolomei

18/10/2005 na edição 351

‘Enquanto a Globo exibe seus duelos em ‘Bang Bang’, a Rede Record prepara uma ofensiva familiar na tentativa de obter respeito no ramo e se aproximar da concorrência.

‘Nossa novela é para toda a família. Tem amor, ação, aventura, sol e praia. É um folhetim muito gostoso, que prende o espectador. Não é um dramalhão e toca muito nas relações pessoais e familiares’, diz o diretor da produção, Alexandre Avancini, 41, dos quais 22 anos foram dentro da Globo. ‘Vi uma proposta séria de investimento e trabalho na Record de muita segurança. Achei que eu teria mais espaço no sentido artístico, mais livre e completo.’

A começar pela mudança de endereço da dramaturgia, com a compra dos estúdios no Rio de Janeiro -onde instalou o já apelidado Recnov (Record Novelas), uma versão reduzida do Projac (Central Globo de Produção)-, a emissora paulista faz a maior investida de toda a sua história.

Com gravações em estúdios e grande parte de externas -nas ruas (Barra da Tijuca, Recreio e Vargem Grande), nas praias (Grumari) e em locações como uma mansão no Leblon (zona sul)-, ‘Prova de Amor’ estréia no dia 24 com a missão de inaugurar a produção carioca -e com sotaque- do canal, antes território exclusivo da Globo.

Para fazer ‘Prova de Amor’, contratou dezenas de profissionais técnicos que eram da Globo e tirou de dentro da emissora importantes peças da dramaturgia, como atores da tarimba de Lavínia Vlasak, Leonardo Vieira, Heitor Martinez, André Mattos, Vanessa Gerbelli e Marcelo Serrado, além do diretor-geral. ‘Fazia tempo que eu não pegava uma equipe tão empolgada com o trabalho.’

O investimento é ousado, talvez mais do que o proposto pela novela que a Globo colocou no horário e que vai competir diretamente com ‘Prova de Amor’, programada para as 19h15. A Record não fala em valores, só divulga que pagou R$ 8 milhões pelo complexo de estúdios e por terrenos ao lado, para onde pretende expandir.

Segundo Hiran Silveira, 49, diretor de dramaturgia da emissora, cada capítulo deve custar US$ 45 mil (cerca de R$ 103 mil) -a Globo diz que cada capítulo custa entre R$ 150 mil e R$ 200 mil. ‘Vamos brigar pelo primeiro lugar. A gente sabe que tem que passar pelo segundo, mas o alvo é o primeiro. Para isso, precisamos de dramaturgia. Vamos colher rapidamente o que estamos plantando.’

Quando a Folha visitou os quatro estúdios do Recnov, na semana passada, havia grande circulação de pessoas pelos corredores -estima-se que cerca de 500 profissionais trabalhem diariamente no local-, onde não paravam de chegar novos equipamentos, como de iluminação, por exemplo, e cenários construídos no local.

‘Prova de Amor’ é um texto original de Tiago Santiago (‘A Escrava Isaura’) e, em princípio, terá 140 capítulos. Pelo roubo de um bebê de dentro da maternidade logo no primeiro capítulo, um dos eixos centrais da trama, pode-se afirmar que, além de ex-globais, a nova novela da Record é feita de elementos dos folhetins tradicionais.

Tabus à parte, ‘Prova de Amor’ terá corpos seminus e cenas mais apimentadas do que as anteriormente vistas na emissora. É a tentativa que o canal faz de apagar a idéia de que sua programação seja vinculada à Igreja Universal, ligada à empresa, mas que, segundo seus executivos (a maioria ligada à igreja), não tem poder de veto.

Além do desaparecimento de crianças, ‘Prova de Amor’ falará de experiências com células-tronco, traição e fará menções à história recente do país, como a queda do edifício Palace 2.

‘Essas Mulheres’, a produção de época que dará lugar à contemporânea ‘Prova de Amor’, mantém uma média de dez pontos no Ibope. A esperança é crescer e até inaugurar, em 2006, um novo horário de novelas, às 21h, com a contratação de Lauro César Muniz, também ex-global, para escrever ‘Cidadão Brasileiro’ (título ainda provisório).’



TV PAGA
Bia Abramo

‘TV paga faz falsa promessa de distração’, copyright Folha de S. Paulo, 16/10/05

‘Noite de insônia, TV ligada. Quem foi que disse algo do tipo ‘há 57 canais, e nada está passando’? Ah, isso mesmo, Bruce Springsteen, roqueiro patriota, orgulhoso de ter nascido nos Estados Unidos e de ser americano a ponto de ser reacionário, mas também um crítico precoce da TV a cabo: ‘Os caras vieram e instalaram minha TV a cabo/ a gente se acomodou para a noite, eu e minha garota/ nós ficamos rodando, de cima para baixo/ 57 canais e nada está passando’ (tradução livre da letra de ‘57 Channels and Nothing’s On’, de 1992).

Poucas coisas são mais frustrantes no reino dos hábitos televisivos do que a falsa promessa de distração da TV paga. Você se instala diante da TV, controle remoto na mão, e começa a pular de um seriado já visto três vezes para um filme cretino já começado e que estava passando no mesmo horário três dias atrás e aterrissa num documentário desinteressante e por aí vai. Nada para ver, de fato.

Sobretudo nessa época de entressafra de seriados, a maioria das temporadas 2004/2005 já acabou, a maioria das novas só começa em novembro; algumas das mais aguardadas ainda mais tarde -’Desperate Housewives’ em dezembro; ‘Lost’ em março de 2006-, e, nesse meio tempo, sobram apenas as maratonas e as reprises.

Não dá para entender muito sobre a lógica que rege a grade de programação dos principais canais que exibem as séries norte-americanas, exceto que a inércia parece ser a tônica. Quer dizer, além de adaptar de qualquer jeito o calendário dos Estados Unidos -que se concentra entre setembro e maio, ou seja, pouco antes do outono e pouco depois da primavera, compreendendo outono e inverno-, que pouco tem a ver com os hábitos de assistir à televisão do Brasil (justamente nos meses mais frios daqui, há menos novidades e estréias), parece haver pouco ou nenhum esforço de dinamizar a grade.

Por exemplo, por que se insiste no hábito irritante de reservar um horário fixo para reprisar um seriado -agora é ‘The West Wing’, na Warner; meses atrás a Sony exibia às vezes três episódios seguidos dos vários ‘CSI’ no mesmo dia- e se mantém isso por meses a fio?

Se esse abuso da paciência do espectador acontece em pleno horário nobre, na alta madrugada é ainda mais chato. Ali é mesmo o lugar do lixão. O que dizer, por exemplo, da cadeira cativa que dois seriados que já eram chatos à época em que passaram como ‘Step by Step’ ou ‘Home Improvement’ nas madrugadas da Warner e da Sony?

Ou então, se o jeito é mesmo repetir, por que é que não se reserva esse horário dos insones a alguma espécie de arqueologia minimamente organizada da memória das séries? Tudo bem que parte do hábito da TV se funda na idéia de distração, mas isso deveria ser privilégio do espectador, não da programação.’



TV / AUDIÊNCIA
Daniel Castro

‘Audiência da TV volta ao nível pré-apagão’, copyright Folha de S. Paulo, 15/10/05

‘O consumo de televisão explodiu neste ano. Em setembro, a média mensal de televisores ligados na Grande São Paulo pela primeira vez foi superior aos níveis pré-’apagão’ de 2001, quando as pessoas passaram a ver menos TV, para economizar eletricidade.

A média de televisores ligados em setembro foi de 46,4%, mesmo percentual de setembro de 2000, antes do ‘apagão’. Desde junho de 2001 (mês que começou o racionamento) esse índice não atingia a casa dos 46%.

Em setembro de 2004, quando havia horário eleitoral (que reduz a audiência), o total de TVs ligadas era bem inferior (41,1%). Mas o número de aparelhos ligados vem crescendo desde então. Em agosto, chegou a 44,8%.

O total de TVs ligadas, medido pelo Ibope, não inclui apenas as redes abertas mas também canais pagos e DVD. À exceção da Rede TV!, todas as redes abertas tiveram aumento de audiência. A Globo subiu de 19,9 pontos em setembro de 2004 para 22,7 no mesmo mês deste ano. A Record foi de 3,9 pontos para 4,8.

Para Vânia Ferreira, gerente de pesquisa da Record, o crescimento de TVs ligadas reflete dois fatores: 1) a venda de televisores está super-aquecida (a previsão é de que 2005 atinja 8,8 milhões de aparelhos e bata o recorde histórico de 1996) e 2) as pessoas estão vendo mais programas (principalmente de manhã e à tarde) e ficando mais tempo à frente da TV.

OUTRO CANAL

Peso Osmar Prado acaba de gravar ‘Hoje É Dia de Maria’ e já está escalado para ‘JK’, de Maria Adelaide Amaral e Alcides Nogueira, que estréia em janeiro na Globo. Ele será o político mineiro José Maria Alckmin, que foi amigo e ministro de Juscelino Kubitschek, na segunda fase da minissérie. Na primeira etapa, Alckmin será vivido por Ranieri Gonzales (‘Esperança’).

Mistério O SBT começa a gravar na semana que vem um novo programa. O projeto é tratado como ‘sigilo de Estado’.

Altar Apesar de já estar em gravação, o ‘reality show’ ‘Casamento À Moda Antiga’, do SBT, só irá ao ar no ano que vem, provavelmente a partir de janeiro, dentro das ‘comemorações’ dos 25 anos da emissora. Silvio Santos restringiu a participação do público (que interfere na formação de casais) ao auditório. Inicialmente, a idéia era que telespectadores votassem por telefone ou internet.

Lançamento Filha de Silvio Santos, Daniela Beyruti estreará na televisão como diretora-geral de programa. Ela comandará o ‘reality show’ ‘Ídolos’, que será quase idêntico ao americano ‘American Idol’. A produção começa na próxima semana.

Do bem Produção da brasileira Mixer, ‘Doutores da Alegria’ (a versão exibida pelo Discovery Channel) é um dos oito pré-indicados ao prêmio Emmy internacional na categoria documentário.’

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ENTRE ASPAS > TV RECORD

Marcelo Bartolomei

18/10/2005 na edição 351

‘Enquanto a Globo exibe seus duelos em ‘Bang Bang’, a Rede Record prepara uma ofensiva familiar na tentativa de obter respeito no ramo e se aproximar da concorrência.

‘Nossa novela é para toda a família. Tem amor, ação, aventura, sol e praia. É um folhetim muito gostoso, que prende o espectador. Não é um dramalhão e toca muito nas relações pessoais e familiares’, diz o diretor da produção, Alexandre Avancini, 41, dos quais 22 anos foram dentro da Globo. ‘Vi uma proposta séria de investimento e trabalho na Record de muita segurança. Achei que eu teria mais espaço no sentido artístico, mais livre e completo.’

A começar pela mudança de endereço da dramaturgia, com a compra dos estúdios no Rio de Janeiro -onde instalou o já apelidado Recnov (Record Novelas), uma versão reduzida do Projac (Central Globo de Produção)-, a emissora paulista faz a maior investida de toda a sua história.

Com gravações em estúdios e grande parte de externas -nas ruas (Barra da Tijuca, Recreio e Vargem Grande), nas praias (Grumari) e em locações como uma mansão no Leblon (zona sul)-, ‘Prova de Amor’ estréia no dia 24 com a missão de inaugurar a produção carioca -e com sotaque- do canal, antes território exclusivo da Globo.

Para fazer ‘Prova de Amor’, contratou dezenas de profissionais técnicos que eram da Globo e tirou de dentro da emissora importantes peças da dramaturgia, como atores da tarimba de Lavínia Vlasak, Leonardo Vieira, Heitor Martinez, André Mattos, Vanessa Gerbelli e Marcelo Serrado, além do diretor-geral. ‘Fazia tempo que eu não pegava uma equipe tão empolgada com o trabalho.’

O investimento é ousado, talvez mais do que o proposto pela novela que a Globo colocou no horário e que vai competir diretamente com ‘Prova de Amor’, programada para as 19h15. A Record não fala em valores, só divulga que pagou R$ 8 milhões pelo complexo de estúdios e por terrenos ao lado, para onde pretende expandir.

Segundo Hiran Silveira, 49, diretor de dramaturgia da emissora, cada capítulo deve custar US$ 45 mil (cerca de R$ 103 mil) -a Globo diz que cada capítulo custa entre R$ 150 mil e R$ 200 mil. ‘Vamos brigar pelo primeiro lugar. A gente sabe que tem que passar pelo segundo, mas o alvo é o primeiro. Para isso, precisamos de dramaturgia. Vamos colher rapidamente o que estamos plantando.’

Quando a Folha visitou os quatro estúdios do Recnov, na semana passada, havia grande circulação de pessoas pelos corredores -estima-se que cerca de 500 profissionais trabalhem diariamente no local-, onde não paravam de chegar novos equipamentos, como de iluminação, por exemplo, e cenários construídos no local.

‘Prova de Amor’ é um texto original de Tiago Santiago (‘A Escrava Isaura’) e, em princípio, terá 140 capítulos. Pelo roubo de um bebê de dentro da maternidade logo no primeiro capítulo, um dos eixos centrais da trama, pode-se afirmar que, além de ex-globais, a nova novela da Record é feita de elementos dos folhetins tradicionais.

Tabus à parte, ‘Prova de Amor’ terá corpos seminus e cenas mais apimentadas do que as anteriormente vistas na emissora. É a tentativa que o canal faz de apagar a idéia de que sua programação seja vinculada à Igreja Universal, ligada à empresa, mas que, segundo seus executivos (a maioria ligada à igreja), não tem poder de veto.

Além do desaparecimento de crianças, ‘Prova de Amor’ falará de experiências com células-tronco, traição e fará menções à história recente do país, como a queda do edifício Palace 2.

‘Essas Mulheres’, a produção de época que dará lugar à contemporânea ‘Prova de Amor’, mantém uma média de dez pontos no Ibope. A esperança é crescer e até inaugurar, em 2006, um novo horário de novelas, às 21h, com a contratação de Lauro César Muniz, também ex-global, para escrever ‘Cidadão Brasileiro’ (título ainda provisório).’



TV PAGA
Bia Abramo

‘TV paga faz falsa promessa de distração’, copyright Folha de S. Paulo, 16/10/05

‘Noite de insônia, TV ligada. Quem foi que disse algo do tipo ‘há 57 canais, e nada está passando’? Ah, isso mesmo, Bruce Springsteen, roqueiro patriota, orgulhoso de ter nascido nos Estados Unidos e de ser americano a ponto de ser reacionário, mas também um crítico precoce da TV a cabo: ‘Os caras vieram e instalaram minha TV a cabo/ a gente se acomodou para a noite, eu e minha garota/ nós ficamos rodando, de cima para baixo/ 57 canais e nada está passando’ (tradução livre da letra de ‘57 Channels and Nothing’s On’, de 1992).

Poucas coisas são mais frustrantes no reino dos hábitos televisivos do que a falsa promessa de distração da TV paga. Você se instala diante da TV, controle remoto na mão, e começa a pular de um seriado já visto três vezes para um filme cretino já começado e que estava passando no mesmo horário três dias atrás e aterrissa num documentário desinteressante e por aí vai. Nada para ver, de fato.

Sobretudo nessa época de entressafra de seriados, a maioria das temporadas 2004/2005 já acabou, a maioria das novas só começa em novembro; algumas das mais aguardadas ainda mais tarde -’Desperate Housewives’ em dezembro; ‘Lost’ em março de 2006-, e, nesse meio tempo, sobram apenas as maratonas e as reprises.

Não dá para entender muito sobre a lógica que rege a grade de programação dos principais canais que exibem as séries norte-americanas, exceto que a inércia parece ser a tônica. Quer dizer, além de adaptar de qualquer jeito o calendário dos Estados Unidos -que se concentra entre setembro e maio, ou seja, pouco antes do outono e pouco depois da primavera, compreendendo outono e inverno-, que pouco tem a ver com os hábitos de assistir à televisão do Brasil (justamente nos meses mais frios daqui, há menos novidades e estréias), parece haver pouco ou nenhum esforço de dinamizar a grade.

Por exemplo, por que se insiste no hábito irritante de reservar um horário fixo para reprisar um seriado -agora é ‘The West Wing’, na Warner; meses atrás a Sony exibia às vezes três episódios seguidos dos vários ‘CSI’ no mesmo dia- e se mantém isso por meses a fio?

Se esse abuso da paciência do espectador acontece em pleno horário nobre, na alta madrugada é ainda mais chato. Ali é mesmo o lugar do lixão. O que dizer, por exemplo, da cadeira cativa que dois seriados que já eram chatos à época em que passaram como ‘Step by Step’ ou ‘Home Improvement’ nas madrugadas da Warner e da Sony?

Ou então, se o jeito é mesmo repetir, por que é que não se reserva esse horário dos insones a alguma espécie de arqueologia minimamente organizada da memória das séries? Tudo bem que parte do hábito da TV se funda na idéia de distração, mas isso deveria ser privilégio do espectador, não da programação.’



TV / AUDIÊNCIA
Daniel Castro

‘Audiência da TV volta ao nível pré-apagão’, copyright Folha de S. Paulo, 15/10/05

‘O consumo de televisão explodiu neste ano. Em setembro, a média mensal de televisores ligados na Grande São Paulo pela primeira vez foi superior aos níveis pré-’apagão’ de 2001, quando as pessoas passaram a ver menos TV, para economizar eletricidade.

A média de televisores ligados em setembro foi de 46,4%, mesmo percentual de setembro de 2000, antes do ‘apagão’. Desde junho de 2001 (mês que começou o racionamento) esse índice não atingia a casa dos 46%.

Em setembro de 2004, quando havia horário eleitoral (que reduz a audiência), o total de TVs ligadas era bem inferior (41,1%). Mas o número de aparelhos ligados vem crescendo desde então. Em agosto, chegou a 44,8%.

O total de TVs ligadas, medido pelo Ibope, não inclui apenas as redes abertas mas também canais pagos e DVD. À exceção da Rede TV!, todas as redes abertas tiveram aumento de audiência. A Globo subiu de 19,9 pontos em setembro de 2004 para 22,7 no mesmo mês deste ano. A Record foi de 3,9 pontos para 4,8.

Para Vânia Ferreira, gerente de pesquisa da Record, o crescimento de TVs ligadas reflete dois fatores: 1) a venda de televisores está super-aquecida (a previsão é de que 2005 atinja 8,8 milhões de aparelhos e bata o recorde histórico de 1996) e 2) as pessoas estão vendo mais programas (principalmente de manhã e à tarde) e ficando mais tempo à frente da TV.

OUTRO CANAL

Peso Osmar Prado acaba de gravar ‘Hoje É Dia de Maria’ e já está escalado para ‘JK’, de Maria Adelaide Amaral e Alcides Nogueira, que estréia em janeiro na Globo. Ele será o político mineiro José Maria Alckmin, que foi amigo e ministro de Juscelino Kubitschek, na segunda fase da minissérie. Na primeira etapa, Alckmin será vivido por Ranieri Gonzales (‘Esperança’).

Mistério O SBT começa a gravar na semana que vem um novo programa. O projeto é tratado como ‘sigilo de Estado’.

Altar Apesar de já estar em gravação, o ‘reality show’ ‘Casamento À Moda Antiga’, do SBT, só irá ao ar no ano que vem, provavelmente a partir de janeiro, dentro das ‘comemorações’ dos 25 anos da emissora. Silvio Santos restringiu a participação do público (que interfere na formação de casais) ao auditório. Inicialmente, a idéia era que telespectadores votassem por telefone ou internet.

Lançamento Filha de Silvio Santos, Daniela Beyruti estreará na televisão como diretora-geral de programa. Ela comandará o ‘reality show’ ‘Ídolos’, que será quase idêntico ao americano ‘American Idol’. A produção começa na próxima semana.

Do bem Produção da brasileira Mixer, ‘Doutores da Alegria’ (a versão exibida pelo Discovery Channel) é um dos oito pré-indicados ao prêmio Emmy internacional na categoria documentário.’

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