Sábado, 15 de Dezembro de 2018
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº1017
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ENTRE ASPAS >

Nelson de Sá

25/01/2005 na edição 313

‘Durante longas oito horas na CNN e na Fox News, a audiência de Condoleezza Rice no Senado americano, para sua confirmação como secretária de Estado, deu mais atenção do que o esperado à América Latina e em especial ao Brasil.

Na manchete do JN:

– Futura secretária de Estado diz que o Brasil é parceiro-chave dos Estados Unidos.

Foi em resposta ao senador Christopher Dodd, que esteve na tríplice fronteira de Brasil, Argentina e Paraguai -onde, diz ele, ‘organizações islâmicas estão supostamente levantando ou lavando dinheiro’.

Do parlamentar:

– Estamos com problemas neste hemisfério, doutora Rice. Temos problemas profundos neste hemisfério.

Rice não se deixou levar pela eloqüência, observando apenas que não quer o retorno da região ‘ao ciclo de desenvolvimentos democráticos acompanhados de autoritários’. E lançou uma frase inusitada sobre as nações latino-americanas:

– Estas são sociedades muito estratificadas. E nós precisamos, nos EUA, nos associarmos aos esforços dos que estão tentando vencer a estratificação. Nós não podemos ser associados só a uma velha ordem.

Na seqüência veio a afirmação de que o governo dos EUA vem ‘buscando trabalhar relações-chaves na região de maneira muito vigorosa’, sublinhando o Brasil, ‘um parceiro’.

Outra vez, um parceiro contra os ‘verdadeiros problemas -que são os econômicos, de mobilidade social, educação e alfabetização para o povo’.

Não que os EUA estejam agora desatentos à tríplice fronteira e a outros temas de conflito recorrente.

Na audiência, sem mencionar o Brasil, Rice disse que manterá a pressão sobre os países com programas de enriquecimento de urânio -e que usam em sua argumentação a assinatura do tratado de não-proliferação de armas nucleares.

NA FRONTEIRA O embaixador dos EUA no Brasil, John Danilovich, sorri ao acompanhar a Receita Federal na inspeção de bagagem de ônibus em Foz do Iguaçu, na tríplice fronteira. ‘Ele elogiou o trabalho da Receita’, segundo a Globo, e disse que ‘não há evidência de ação de grupos terroristas’, apenas ‘algumas preocupações’

Rei dos céus

Alvo de senadores na audiência de Condoleezza Rice, a ‘velha Europa’ reagiu com a imagem do dia, o ‘superjumbo’, e declarações que revoltaram os sites conservadores dos EUA, como o Drudge Report.

Segundo a agência francesa AFP, ‘os líderes da França, Reino Unido, Alemanha e Espanha saudaram a vitória sobre os EUA, com o novo rei dos céus’. Do primeiro-ministro alemão, Gerhard Schröder:

– A boa e velha Europa fez isso possível.

No aeroporto

Mais lenha no antiamericanismo: jornais argentinos gritaram e ontem o ‘Miami Herald’ deu que o Departamento de Estado americano pediu ‘desculpas’ ao chanceler Rafael Bielsa.

O argentino estava a caminho do Haiti e fez parada em Miami, dias atrás. Ainda no avião, discutiu com uma comissária de bordo. Ao sair, um agente federal exigiu seu passaporte e teria questionado Bielsa ‘rudemente’ por 45 minutos.

Treinamento

Do site Editor & Publisher: os soldados americanos que estão sendo enviados ao Iraque agora passam, obrigatoriamente, por ‘treinamento de mídia’ para saber o que responder.

Fórum e os EUA

O Fórum Social Mundial começa a receber cobertura. Sites mais engajados, como o brasileiro Carta Maior, noticiam a chegada das primeiras delegações e discutem o próprio evento, que chega ao quinto ano:

– A construção de ‘um outro mundo possível’ [lema do Fórum] se choca com o clima de guerra imposto pela política estadunidense. Nenhum avanço será possível sem quebrar a espinha dorsal dessa política.

Interessantes

De sua parte, o espanhol ‘El País’ ainda se concentra, ao que parece, na ‘solidariedade mundial’, em artigo publicado ontem que sublinha que o Fórum não é só ‘protesto’:

– Tem propostas também, muito interessantes, para que se reduzam as assimetrias econômicas e sociais.

Vanguarda

As mudanças por que passa o grupo brasileiro Votorantim foram destaque em reportagem do ‘Wall Street Journal’, ontem. ‘O conglomerado está na vanguarda da tendência crescente nas empresas brasileiras’ de investir no mercado internacional -e, no esforço de adaptação, ‘depois de três gerações a família Ermírio de Moraes deixou as posições operacionais’.’

***

‘Contra todos’, copyright Folha de S. Paulo, 20/1/05

‘Durante o dia surgiram os derradeiros esforços de convencimento.

A Globo destacou a partir do Bom Dia Brasil que a inflação ‘nem subiu nem desceu’ na segunda prévia do mês, pela Fipe, e o UOL destacou que ‘juros fazem a dívida do governo crescer R$ 80 bilhões em 2004’.

De nada adiantou. Nas manchetes do Jornal Nacional:

– Comitê de Política Monetária aumenta os juros pela quinta vez seguida.

A isso se resumiu o fato. Na seqüência, no JN, só críticas:

– Para a Fiesp, o governo perdeu a oportunidade de resgatar o ânimo de quem produz. A Firjan declarou que a decisão prejudica o crescimento econômico.

E mais:

– As federações do comércio também criticaram. A de São Paulo diz que o aumento era desnecessário. Para a do Rio, a inflação atual não justifica a alta.

E mais:

– Para a Força Sindical, o governo está punindo o setor produtivo. Segundo a CUT, o Copom jogou um balde de água fria no desenvolvimento econômico do país.

Não apareceu ninguém para defender.

VOZ DO BRASIL

Um despacho da Reuters espalhou por sites da América Latina, ontem, que vem aí a TV Brasil. A estréia vai ocorrer daqui a uma semana, com a cobertura do primeiro dia do Fórum Social Mundial, em Porto Alegre, prosseguindo até o final do evento, uma semana depois.

A língua a ser usada no canal não é o inglês nem o português, mas o espanhol. Pelo registro da agência britânica, ‘o objetivo principal será promover a integração dos povos da América do Sul’. Além das emissoras vinculadas à Radiobrás, os telespectadores sul-americanos vão assistir às imagens estimulantes das estatais TV Senado, TV Câmara e TV Justiça.

Pefelistas já questionavam ontem em ‘O Globo’ os contratos fechados pela Radiobrás para o novo canal, que ‘podem ser legais, mas qual é a utilidade disso?’. A Reuters observou que o lançamento coincide com ‘a aspiração do Brasil de uma cadeira permanente no Conselho de Segurança da ONU’.

Santos Dumont

De novo, nada de AeroLula. Aliás, em boa parte da cobertura nos telejornais da Globo e na Globo News, nem se falou do ‘Santos Dumont’, como a rede prefere. Só no JN a imagem foi ganhar destaque. Ainda assim, a atenção foi toda para o Projeto Rondon, com direito a discurso de Lula, a caráter.

Avulso

Sites e blogs com bastidores de Brasília espalhavam nos últimos dias que, candidato, Virgílio Guimarães seria ‘desligado’ da bancada, até ‘expulso’ do PT. Ontem, na Jovem Pan e na Folha Online, José Genoíno chegou a falar em ‘guerra’.

Pois Guimarães lançou sua candidatura. O site do PT nem citou, mas o da Radiobrás, o portal do governo, deu até com destaque -ainda que tratando de ‘candidatura avulsa’.

AntiGreenhalgh

E surgiu o quinto candidato na Câmara, Jair Bolsonaro, do PTB. No site da Agência Estado, ele não poupou Guimarães:

– Ele tira a candidatura se o João Paulo conseguir ministério.

Bolsonaro diz que vai até o fim, contra Greenhalgh, ‘muito bom para advogar bandido’. O petista já defendeu sem-terra, como José Rainha.

Magia

Gilberto Gil voltou anteontem ao JN para um novo momento de ufanismo, sobre o ‘ano Brasil na França’. Segundo o ministro que agora não vai mais fazer a Ancinav, ‘todos os artistas do Brasil vão poder mostrar esta magia que os franceses tanto consideram’. Para registro, o ‘Le Monde’ também destacou o ‘ano de todos os Brasis’.

A notícia

O site da BBC lançou a notícia em uma frase breve, no meio da reportagem sobre atentados no Iraque, no meio da tarde: ‘um terceiro funcionário, brasileiro, estaria desaparecido’.

A BBC Brasil logo traduziu e ampliou a informação -e daí ela passou a dominar todos os sites noticiosos brasileiros, até chegar à primeira manchete do JN, horas depois, ainda sem a confirmação do seqüestro ou o nome do funcionário.

Nem o JN acrescentou muito à frase inicial da BBC.

Pessimismo

Também saiu da BBC a notícia de que 78% dos brasileiros estão pessimistas com o novo governo Bush. O Brasil só ficou atrás de Turquia e Argentina. A pesquisa ecoou nos sites dos EUA, como o ‘Washington Post’.

Parceiro dos EUA

Quanto à avaliação do Brasil como um ‘parceiro’ prioritário na América Latina, anteontem pela secretária de Estado dos EUA Condoleezza Rice, apenas um jornal americano destacou -o ultraconservador ‘The Washington Times’.

A declaração ecoou mais pela América Latina, em especial nos jornais argentinos.

Rebeldia

No Globo Online e em uma tradução do UOL para texto do ‘El País’, lá estava o bispo Pedro Casaldáliga outra vez, ontem, em sua resistência à ordem para deixar São Félix do Araguaia:

– O problema foi quando o Vaticano impôs minha saída, não acho correto.

Não fosse a imposição, disse o bispo, e ele acabaria deixando a cidade por conta própria.’

***

‘RSVP’, copyright Folha de S. Paulo, 21/1/05

‘‘New York Times’ e ‘Le Monde’ relataram ontem, não sem ironia, sobretudo o primeiro, como vão os preparativos para o Fórum Econômico Mundial, que começa no dia 26 em Davos, na Suíça.

Sob o título ‘Adivinhe quem vem para Davos’, o ‘NYT’ acompanhou o cotidiano de Klaus Schwab, que comanda aquela que é ‘a quintessência das festas de convidados top’.

Schwab, num jantar no fim de semana, fechou com o presidente eleito da Ucrânia, Viktor Yushcenko. Antes fechou com Mohmoud Abbas, presidente da Autoridade Palestina.

Abbas, Yushcenko e Lula são citados no título do ‘Le Monde’ para os ‘ilustres convidados’.

Com a presença de Abbas, Davos perdeu outro ‘ilustre’, o primeiro-ministro de Israel, Ariel Sharon. São assim os problemas de Schwab, cuja equipe ‘gastou parte da semana preocupada com Bill Gates, da Microsoft, que queria mais exposição’.

Também com o ex-presidente dos EUA Bill Clinton, ‘que queria uma vaga melhor’.

E tem o primeiro-ministro britânico, Tony Blair, que quer lugar no debate que havia sido programado para Gordon Brown, seu ministro e adversário no Partido Trabalhista. Sugere o ‘NYT’, para Brown:

– Que tal um painel sobre o alívio da dívida do Terceiro Mundo com Gates e Lula?

Em meio aos melindres, satiriza o jornal americano:

– [O primeiro-ministro alemão] Gerhard Schröder vem, Blair talvez, [o presidente francês,] Jacques Chirac, provavelmente não. Gates é certeza, também Bono, do U2, mas Clinton ainda não mandou seu RSVP.

Não soa como uma reunião das mais sérias.

No Fórum Social, que abre no mesmo dia, como observou o ‘Le Monde’, a lista é outra.

No espanhol ‘El País’, a confirmação da presença do primeiro-ministro Jose Luiz Zapatero é lembrada seguidamente. Nos jornais venezuelanos, ecoava ontem a participação do presidente Hugo Chávez. E Lula, como se sabe, vai.

Mas o mesmo ‘El País’ tratava ontem da participação separada da Catalunha, no fórum. E o site Carta Maior vem noticiando delegações como a da casta dos ‘intocáveis’, da Índia.

Sobre o Fórum Social Mundial, registre-se a entrevista do teólogo Leonardo Boff, ontem. Dele, em ‘desafio’ ao evento:

– Até agora foi o tempo da semeadura, da elaboração de uma nova consciência coletiva, da articulação dos grupos, construindo redes. Mas está chegando o tempo da colheita.

Mais Boff, sobre Lula:

– Somos obrigados a distinguir o Lula como pessoa, que seguramente se entende como representante dos oprimidos com seus sonhos e esperanças políticas, e o Lula presidente, neocooptado pelo capital e que absorveu a ilusão que os pontífices do neoliberalismo lhe apresentaram como verdade.

O BRASIL E BUSH

Globo News e Band News transmitiram ao vivo, por meia hora, o passeio do Cadillac novo de George W. Bush ‘do Congresso à Casa Branca’. Antes, com tradução simultânea, deram o discurso do presidente dos EUA.

No registro do ‘New York Post’, o Cadillac fabricado pela GM, tão celebrado ontem nos canais de notícias, tem ‘assentos traseiros que se ajustam automaticamente, aparelho de CD para dez discos, sistemas de comunicação e proteção de última geração’. O modelo 2006, de Bush, estréia comercialmente no mês que vem, na feira de Chicago.

Bush não se lembrou da América Latina ou do Brasil, mas sites como o da BBC Brasil aproveitaram o dia para avaliar como fica a ‘relação’ no segundo mandato que começa. Para os entrevistados da BBC, a mudança maior é a presença de Robert Zoellick como vice no Departamento de Estado. De um deles, o ex-embaixador Rubens Barbosa:

– Zoellick conhece o Brasil, nossos anseios, nossas preocupações.

Mas não esperem muito, avisa Alberto Fishlow, da Universidade Columbia, de Nova York. Para ele, o segundo mandato será voltado, na região, para o México e a América Central:

– A América Latina não existe mais e a Alca já acabou.

O Brasil e Rohter

Larry Rohter, o célebre correspondente do ‘New York Times’, ao que parece vai para a história pela reportagem sobre o ‘hábito de beber’ de Lula.

No fim de semana, o ombudsman do ‘NYT’ voltou ao tema oito meses depois, para questionar a edição de sua reportagem. E ontem a agência Reuters distribuiu despacho, lido em sites diversos pelo mundo, sobre um bloco carnavalesco do Rio que sai no sábado com uma canção que ‘satiriza o repórter’.

Decadência

A revista ‘The Economist’, na nova edição, brinca com mais um setor em que as exportações brasileiras vivem um ‘boom’, para além do aço e dos aviões: jogadores de futebol. Em destaque, uma foto de Ronaldinho sobre a legenda ‘Tem muito mais de onde ele vem’.

‘Infelizmente, o sucesso na exportação reflete a decadência doméstica’, critica a revista, apontando ‘a corrupção na direção dos clubes’ e a conseqüente debandada de torcida.’



FSP CONTESTADA
Painel do Leitor, Folha de S. Paulo

‘Entrevista’, copyright Folha de S. Paulo, 18/1/05

‘‘Nem o passar dos dias consegue reluzir a minha profunda contrariedade, que beira a indignação, com o tratamento editorial dado à entrevista concedida à repórter Fernanda Krakovics e publicada no dia 11/1 (‘Líder vê erro de comunicação com Senado e critica Planalto’, Brasil, pág. A5). Foi quase uma hora de entrevista, em que fiz o balanço do exercício da liderança do PT e do bloco de apoio ao governo. O enfoque foi amplo na entrevista, abordando desde o produtivo processo legislativo no Senado -apesar das polêmicas do primeiro semestre de 2004 e do período eleitoral. Relatei à repórter as dificuldades de coordenar uma bancada com tantas estrelas e de dividir tarefas com uma personalidade tão marcante como a do líder do governo, o senador Aloizio Mercadante. Relatei o duro enfrentamento perante o preconceito presente no Senado, onde a hierarquia, a história política e a diferença entre os Estados tiveram e têm grande peso para minha atuação como uma líder e mulher recém-chegada à cena nacional. Portanto reduzir a avaliação que fiz sobre a atuação como líder do PT tão-somente à dificuldade de comunicação, em alguns momentos, com o Poder Executivo, é inadmissível. Considero que transformar algo real, mas secundário, diante de tantos imensos obstáculos que enfrentamos ao longo de 2004 relatados na entrevista é um desserviço jornalístico e um desrespeito com a minha pessoa e com a realidade dos fatos.’

Ideli Salvatti, senadora por Santa Catarina, líder do PT e do bloco de apoio ao governo (Brasília, DF)’

***

‘Publicidade’, copyright Folha de S. Paulo, 18/1/05

‘‘Em relação ao editorial ‘Publicidade custosa’ (Opinião, 4/1), gostaria de, em nome da Abap -Associação Brasileira de Agências de Publicidade-, fazer algumas correções. Inicialmente cumpre lembrar que uma das principais razões pelas quais se investe mais em publicidade do que em outros formatos é exatamente a eficiência, que é medida pelo custo para atingir cada grupo de mil pessoas. Nenhuma forma de comunicação tem um ‘CPM’ melhor do que a publicidade. Quanto às estatais, na sua competição com empresas privadas por participação no mercado, utilizam-se legitimamente da publicidade -muitas vezes com recursos menores do que seus concorrentes. E, se é verdade que algumas vezes se pode detectar nessa publicidade o objetivo de enaltecer o poder federal, melhor serviço seria denunciar tais casos. Sou testemunha de que a Folha, com seu histórico, sua reputação e seu compromisso com o país e com os fatos, nunca foi de valer-se do recurso menor de lançar suspeitas de forma generalizada. Assim, não identifico com este jornal o parágrafo que deságua numa vaga acusação de promiscuidade entre agências e governo. Em relação aos tributos, são duas as questões. Na primeira, estávamos expostos à interpretação equivocada de que a receita das agências fosse confundida com o faturamento, o que impediria a existência de agências de publicidade no Brasil. Contra essa interpretação, a Abap impetrou mandado de segurança e ganhou a causa na Justiça. Em seguida, sob coordenação do Cenp -Conselho Executivo das Normas Padrão-, o assunto foi esclarecido no texto da lei. A segunda questão trata não da redução, mas do aumento pesado e injusto da carga tributária (PIS e Cofins) com o qual as agências têm sido punidas desde fevereiro de 2004. Na defesa do direito de recolher as mesmas alíquotas dos fornecedores de serviços e dos meios de comunicação, a Abap tem lutado com todos os recursos éticos e legais dos quais pode dispor. Desde que assumiu a Secom, o ministro Luiz Gushiken fez questão de conhecer em profundidade o mercado publicitário brasileiro, as relações entre os sócios da indústria, as particularidades de nosso mercado quando comparado aos de outros países, a composição dos custos, os formatos de remuneração e, principalmente, a influência da publicidade na cultura e sua importância como motor do desenvolvimento do país. Nessas entrevistas, a Abap e o Cenp pediram o apoio do ministro Luiz Gushiken para chegarmos ao Ministério da Fazenda e à Receita Federal, onde continuamos tentando reverter esse aumento da carga tributária das agências.’ Dalton Pastore, presidente nacional da Abap -Associação Brasileira de Agências de Publicidade (São Paulo, SP)’

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