Sábado, 15 de Dezembro de 2018
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº1017
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O Estado de S. Paulo

13/07/2005 na edição 337

‘MILÃO – O influente jornal italiano Il Corriere della Sera mudará de cara no dia 20, com o aumento do número de páginas, o uso de mais cor e a apresentação de novidades editoriais. O anúncio foi feito ontem pelo Grupo RCS Media Group.


A principal mudança editorial estará na última página, que trará um resumo das notícias mais importantes, ‘para permitir uma leitura rápida, de três minutos, dos fatos mais relevantes na Itália e no mundo’. O formato do jornal será ligeiramente reduzido, mas o número de páginas passará de 50 para 96. E todas serão coloridas.


O Corriere della Sera tem uma tiragem diária d e 673 mil exemplares. Está à frente de seu principal rival, o La Repubblica, que imprime 624 mil exemplares.


O Grupo RCS Media Group é responsável também pela edição da Gazzetta dello Sport, o jornal mais popular da Itália, e é acionista do diário espanhol El Mundo, o segundo mais vendido no país.’


 


RESQUÍCIOS DA FLIP


Folha de S. Paulo


‘Fui a 1ª vítima do ‘jihadismo’, diz Rushdie’, copyright Folha de S. Paulo, 12/7/05


‘Para o escritor anglo-indiano Salman Rushdie, de 58 anos, os ataques a seu livro ‘Versos Satânicos’, que lhe renderam uma sentença de morte do regime do aiatolá Khomeini [líder religioso do Irã] em fevereiro de 1989, deveriam ter servido de primeiros sinais para os atentados terroristas que começaram em Nova York no dia 11 de setembro de 2001 e cujo mais recente capítulo foi a explosão de bombas num ônibus e no metrô de Londres, na quinta-feira passada. ‘Considero-me uma das primeiras vítimas do ‘jihadismo’, uma espécie de prólogo. Agora estamos vendo o evento principal’, disse Rushdie.


‘Eu dizia que o que acontecia comigo estava acontecendo no mundo inteiro, mas havia um desejo de ver [a fatwa, nome do decreto de Khomeini, que sentenciava Rushdie à morte, alegando que seus ‘Versos Satânicos’ eram contra o Islã] como uma coisa incomum. As pessoas não queriam tirar conclusões gerais partindo do que estava acontecendo com meu livro’, disse Rushdie na Sabatina da Folha ontem à tarde, em que foi entrevistado pelos jornalistas Sérgio Dávila, Alcino Leite Neto, Sérgio Malbergier e pelo sociólogo Emir Sader e respondeu a perguntas do público.


Mais de 300 pessoas acompanham a conversa no teatro Folha, no shopping Pátio Higienópolis, em São Paulo.


Ainda sobre os ataques terroristas, Rushdie disse que é difícil lidar com a ausência de programa de grupos como a Al Qaeda:


‘Eles têm uma ideologia na qual não são a favor de nada. Quando os irlandeses [o terrorismo do IRA] bombardeavam Londres, sabíamos qual era o objetivo. Quanto à Al Qaeda, o único objetivo é: ‘Não gostamos de vocês, e queremos destruí-los’.’ O escritor ressaltou que é preciso aprender com a reação dos britânicos aos ataques da semana passada.


‘Fiquei muito orgulhoso das pessoas de Londres, porque eles reagiram como se nada tivesse acontecido. As pessoas da América Latina devem aprender com os ingleses que não é preciso construir uma fortaleza em seu país, que é preciso não ficar com medo’, declarou o anglo-indiano.


Para Rushdie, é improvável que os Estados Unidos continuem a ser a única potência mundial, posição que ocupa desde a dissolução da União Soviética em 1989. Segundo ele, China, Índia e até o Brasil, apesar de seus respectivos problemas, têm recursos para se tornarem potências do futuro.


‘É anormal que apenas um país tenha essa enorme concentração de poder. Acredito que nem seja bom para os EUA, e certamente não é bom para o resto do mundo’, ponderou o escritor.


Questionado pela platéia se acreditava que o presidente dos EUA, George W. Bush, seria e deveria ser julgado por um tribunal internacional por crimes contra a humanidade, respondeu, fleumático, sorrindo: ‘Se será, eu digo que não. Se deveria ser, eu passo’.


Na avaliação do escritor, potências como os EUA cometem o erro histórico de tentar instaurar regimes de marionetes em alguns países, como o próprio Khomeini no Irã, sem se importar com as pessoas que vivem ali. Na avaliação dele, a Índia pode ser um exemplo diferente de democracia.


‘A Índia tem 1 bilhão de pessoas, é um super-Estado composto de nações que tiveram histórias independentes. É um sonho que a União Européia rejeitou. Salvo na década de 70, quando Indira Gandhi [Primeira-ministra da Índia entre 1966 e 1977, e 1980 e 1984, quando foi assassinada], tentou impor a ditadura, o Exército indiano nunca tentou intervir na política. É uma democracia que funciona, embora não fique num país do Primeiro Mundo. Portanto, há outros modelos, além do americano e o da Europa ocidental, que podem ser considerados’.


A primeira pergunta da platéia rendeu uma resposta polêmica: o rabino Henry Sobel quis saber a visão de Rushdie sobre o papel dos líderes religiosos diante do terrorismo nos dias de hoje. Rushdie contou que, quando sua sentença de morte foi anunciada, Khomeini recebeu mensagens de apoio do papa João Paulo 2º (1920-2005) e do rabino-chefe do Reino Unido.


‘Eles jogaram como um time religioso’, disse o autor, afirmando em seguida que, em todo o mundo, muitos assassinatos são cometidos em nome de vários deuses e da fé. ‘O crescimento da influência de um tipo de cristianismo conservador em Washington também é alarmante’.


Ao fim da sabatina, Sobel disse que se identificou com a fala de Rushdie quanto à omissão da liderança religiosa diante dos atentados terroristas da atualidade. Mas ressalvou:


‘Ele negou a importância da religião, também. Não concordo. A falha não é a religião. A falha é a incapacidade de homens e mulheres sérios de seguir a ética dentro da religião. E a ética é a mesma em cada religião’, disse.’


 


Antonio Gonçalves Filho e Ubiratan Brasil


‘Flip prepara crescimento para 2007’, copyright O Estado de S. Paulo, 12/7/05


‘PARATY – A Festa Literária Internacional de Paraty (Flip) é um sucesso tão grande que seus organizadores já projetam uma ampliação para a edição de 2007. Embora não seja oficial, comentava-se, no encerramento do festival literário, anteontem à noite, que ela poderá durar o dobro da atual, ou seja, até dez dias no novo formato, fazendo crescer a lista de autores daqui a dois anos. Nem mesmo sua idealizadora, a inglesa Liz Calder, habituada ao êxito, esperava tanto. A editora é a responsável pelo advento do fenômeno Harry Potter. Apostou na autora da série, J.K. Rowling, que lança mundialmente no sábado o sexto livro.


No ano passado, Liz Calder dizia que Paraty não comportava uma festa maior. De fato, as ruas da pequena cidade litorânea do Rio foram tomadas por turistas, provocando o colapso na estrutura hoteleira e espera interminável nos restaurantes. A Flip mudou a face da cidade turística, totalmente envolvida na festa, promovendo eventos paralelos para moradores da cidade, crianças e adultos. ‘É por isso que pretendemos ocupar dois finais de semana com a Flip, comprovando a eficiência do turismo cultural, mais que o simples turismo de praia’, comenta Mauro Munhoz, diretor de arquitetura do evento, responsável pela logística das tendas e um dos principais incentivadores do crescimento da festa – segundo ele, a Flip de 2007 poderia começar em uma quinta-feira e se encerrar no domingo da outra semana.


Este ano, os organizadores instalaram um telão na praça da matriz, que transmitiu toda a programação da Tenda dos Autores, além do programa de abertura, uma homenagem a Clarice Lispector (1920-1977) encerrada com um show de Paulinho da Viola. Na terça edição, a Flip atraiu 12 mil turistas para a cidade fluminense, ou seja, o equivalente a um terço da sua população fixa. Não sobrou um leito nas 290 pousadas do centro. Quem insistiu, mesmo sabendo que teria de ficar hospedado em localidades mais afastadas, como Trindade ou Jabaquara, não se arrependeu. A festa foi ainda melhor que as dos anos anteriores, impressionando pela sua organização até os autores habituados a participar de festivais literários internacionais como os de Edimburgo, na Escócia, e Hay-on-Wye, no País de Gales.


Os patrocinadores investiram pesado na terceira edição, que teve entre suas estrelas o escritor anglo-indiano Salman Rushdie, o espanhol Enrique Vila-Matas e o brasileiro Ariano Suassuna, entre outros 35 autores que participam de 20 mesas de debates. O investimento total foi de R$ 3,8 milhões, dois terços captados por meio de patrocínio e doações e um terço proveniente de permutas com empresas. Mais de 600 pessoas, entre equipe e fornecedores, participaram da organização do evento.


Na coletiva de imprensa para um balanço da festa, a idealizadora Liz Calder e a organizadora Ruth Lanna não revelaram nomes dos escritores cotados para a próxima edição da Flip, mas é provável que Paraty se volte para o Oriente, desta vez, buscando nomes como o do chinês Gao Xingjian, autor do romance Montanha da Alma e Prêmio Nobel de 2001, hoje residente na França – ele foi, aliás, convidado para a edição deste ano.


A festa poderá voltar-se também para a intersecção da literatura com o cinema, como Ruth pretendia fazer neste ano, quando convidou o cineasta italiano Bernardo Bertolucci, autor de um livro de poemas, a vir a Paraty.


Respondendo a críticas feitas na edição passada, Ruth Lanna deixou claro que a Flip não cede ao poder lobista de editoras para incluir seus autores, o que é corriqueiro em bienais internacionais, com listas de artistas controladas por marchands e galeristas.


Como o Estado previu, a terceira edição da Flip foi marcada por discussões políticas e pela defesa do diálogo transcultural. O debate mais caloroso foi registrado na discussão sobre poesia e política, mesa que reuniu o colunista Arnaldo Jabor, o rapper MV Bill e o ex-secretário de segurança do Rio, Luiz Eduardo Soares, os dois últimos autores do livro Cabeça de Porco, que relata o envolvimento de 16 jovens (15 deles mortos) com o tráfico de drogas. MV Bill considera que a sociedade cobra dos pobres uma ‘resposta’ para a questão, quando ela tem de ser dada por um pacto social interclassista. Jabor acha impossível mobilizar a classe política ou chegar a um acordo com o atual governo por causa do seu envolvimento na rede de corrupção.


Pelo menos na Flip, as discussões são democráticas e ninguém apareceu de olho roxo no dia seguinte. Nela, até sonhos impossíveis são realizados. O escritor baiano João Filho, a celebridade instantânea da terceira edição, chegou desempregado a Paraty e saiu com a esperança de ser contratado por um dos maiores editores do País, que ficou impressionado com o assédio da imprensa ao autor de Encarniçado. Filho em tudo lembra seu conterrâneo Glauber Rocha (especialmente no talento). Sorte do Brasil.’


 


OLÉ NO RACISMO


O Estado de S. Paulo


‘‘Olé’ ironiza denúncias de racismo feitas por Baiano’, copyright O Estado de S. Paulo, 12/7/05


‘O lateral baiano, expulso domingo por chutar uma bola contra Carlos Tevez na derrota do time do Parque Antártica para o Corinthians por 3 a 1 pode pegar punição severa. Na noite de ontem a CBF colocou em seu site a súmula na qual o juiz Wilson Luís Semene relata a agressão, que pode render ao jogador até 540 dias de suspensão.


O diário Olé, da Argentina, fez pouco caso das reclamações do lateral de racismo durante sua passagem pelo Boca Juniors, este ano. ‘Diante da imprensa argentina, ele baixava a cabeça e não fazia acusação nenhuma’, afirmou o jornal. Os argentinos acreditam que Baiano fez as denúncias por não saber como justificar a agressão a Tevez.


Em entrevista anteontem ao programa Mesa Redonda, da TV Gazeta, Baiano acusou de racismo seus ex-companheiros de Boca, o goleiro Abbondanzieri e o atacante Schelotto. Segundo o atleta, o ambiente piorou após a prisão de Desábato, no Brasil, por ofensas racistas ao são-paulino Grafite.’


 


PRÊMIO


O Globo


‘O GLOBO premiado por reportagem sobre rebelião’, copyright O Globo, 13/7/05


‘Com a reportagem ‘Mortos de Benfica’, mostrando que a maioria dos presos assassinados numa rebelião em junho do ano passado cumpriam penas pequenas, os repórteres do GLOBO Antônio Werneck e Gustavo Goulart ganharam ontem o Prêmio Tim Lopes de Jornalismo Investigativo. Segundo apuraram os dois jornalistas, durante a rebelião os presos de maior periculosidade, que comandaram o motim dentro da cadeia, escolheram como vítimas detentos que não tinham qualquer ligação com o tráfico de drogas.


O prêmio, criado pelo Movimento Rio de Combate ao Crime (MovRio), foi concedido também a outros quatros trabalhos. A reportagem ‘Ensino a perigo — O terror imposto pela violência’ rendeu o Tim Lopes a Fábio Gusmão, do ‘Extra’, enquanto Fernanda Teixeira, da Rádio CBN, foi premiada por uma reportagem sobre o uso de celulares por presos do Instituto Penal Vicente Piragibe.


Marcelo Ahmed e Tyndaro Menezes, da TV Globo, ganharam o Prêmio Tim Lopes com a reportagem ‘A dificuldade de levar policiais militares ao banco dos réus’. E o jornalista Sérgio Ramalho, de ‘O Dia’, ganhou com ‘Confidencial: Forças Armadas’.


O MovRio premiou os melhores trabalhos jornalísticos feitos em televisão, rádio e jornal impresso e veiculados durante o ano de 2004. O prêmio, uma iniciativa também do Disque-Denúncia, tem o objetivo de estimular o jornalismo investigativo com real interesse para a sociedade.


O Disque-Denúncia e o MovRio deram ao prêmio o nome do jornalista Tim Lopes em homenagem ao profissional da TV Globo que, por causa de seu trabalho, foi torturado e assassinado por traficantes da Vila Cruzeiro, na Penha. Nome de destaque do jornalismo investigativo, Tim fazia uma reportagem sobre um baile funk na favela quando foi capturado.’


 


THE L WORD


Etienne Jacintho


‘Estréia de ‘The L Word’ estimula militância lésbica na web’, copyright O Estado de S. Paulo, 12/7/05


‘Mal estreou no Brasil, a série sobre lésbicas The L Word já tem fãs fervorosas. Transmitida pelo Warner Channel, ao domingos, às 23 horas, a atração – que teve seu primeiro episódio exibido anteontem – já possui páginas brasileiras na internet. Uma delas é o site www.the-l-word.blogger.com.br, com artigos, entrevistas, links, e um grupo de discussão que conta com 180 integrantes. A personagem que mais atrai as fãs do seriado é Shane (Kate Moenning), a mais sexy e desencanada da turma. No Orkut, há uma comunidade dedicada a ela, a Shane’s Stalkers, com 330 membros.’


 


METRÓPOLIS


Carol Knoploch


‘‘Metrópolis’ vai à França e traz Brasil na bagagem’, copyright O Estado de S. Paulo, 13/7/05


‘Cunha Jr. acaba de voltar da França com bagagem especial: 30 fitas de 30 minutos cada com o melhor do Festival Eurockéennes, um dos principais festivais de música da Europa, que chegou à 17ª edição e teve 90 mil espectadores, e alguns eventos do Ano do Brasil na França. Reportagens vão rechear o Metrópolis (21h40 na Cultura) durante a semana que vem. E, no dia 30, após o Bem Brasil, a emissora mostrará um especial.


O Eurockéennes contou com 70 atrações de diversos estilos. Em cinco palcos, as bandas se apresentavam simultaneamente. Tom Zé, Marcelo D2 e Amon Tobin (fera da música eletrônica que mora na Inglaterra) representaram o Brasil. ‘O Tom Zé, com as suas loucuras no palco, foi o que fez mais sucesso. Tentava falar francês e pedia ajuda do público’, conta Cunha Jr., que comprovou que o País está na moda por lá: assistiu a Terra em Transe, Deus e o Diabo e Bye Bye Brasil na TV aberta.


O evento, exclusivo da Cultura aqui, ocorreu no início do mês, em Belfort, em uma reserva ecológica. ‘Dois lagos circundam o local, a península de Malsaucy. Paradisíaco. Vamos mostrar, além dos shows, o comportamento do público. Levavam livros para os intervalos.’


Também foi destaque Krafwek, Chemical Brothers, Sonic Youth, Queens of the Stone Age, entre outros. Cunha gostou mesmo da banda Interpol, de Nova York, Bloc Party, nova sensação do rock britânico, e o Nine Inch Nails, de Trent Reznor.


Em Paris, Cunha Jr. aproveitou para registrar a exposição ao ar livre do artista plástico que vive na Bahia, Franz Krajcberg (no parque Bagatelle, onde Santos Dumont voava) – cujas obras ilustrarão o novo cenário do Metrópolis – e a exposição Amazônia em Paris (no Palais de la Decouvert, região de Champs Elysées), cuja proposta é fazer o público sentir a selva (cheiro e tato). Também entrevistou o artista Antônio Nóbrega.’


 


ENTRELINHAS


Esther Hamburguer


‘‘Entrelinhas’ explora literatura com leveza’, copyright Folha de S. Paulo, 13/7/05


‘A estréia , no último domingo, de ‘Entrelinhas’, um programa sobre livros e literatura, na TV Cultura, não poderia ser mais oportuna. O formato ainda pode amadurecer, mas o tema recomenda o programa.


A primeira edição da revista, apresentada pela atriz Paula Picarelli, demonstra a intenção de explorar o universo literário sem vícios acadêmicos. Homenagens, enquetes, lançamentos e récitas de trechos de obras abordadas compõem um programa que se quer fazer leve e ilustrado, recheado de reportagens.


A opção pela câmera informal, por grafismos e por uma edição ágil compõe um visual coerente com a proposta.


O projeto ganharia em interesse se conseguisse estar um pouco mais em dia com os acontecimentos. Apesar da data bem escolhida de estréia, o primeiro programa praticamente não fez referência à Flip, Festa Literária de Parati, embora a TV Cultura estivesse lá.


A pauta de estréia homenageou Lygia Fagundes Telles pelo Prêmio Camões conquistado em Portugal -há cerca de dois meses. A idéia de brindar um grande escritor é boa. Cabe pensar se a edição de fragmentos descontextualizados de entrevistas de arquivo é a melhor forma. O programa poderia produzir entrevistas originais de referência, com a ajuda de convidados.


As indicações de lançamentos funcionam. Enquetes nas ruas (da USP) sobre o que as pessoas estão lendo acrescentam pouco.


O quadro ‘Geografia’ procura abordar escritores em suas moradias. A matéria sobre Dalton Trevisan buscou expressar a atmosfera da cidade do escritor que se recusa a aparecer. Em seu lugar, falaram críticos e amigos locais do ‘vampiro de Curitiba’.


A TV a cabo possui programas literários, como o ‘Palavrão’, do Canal Brasil. O novo programa da Cultura é uma opção na TV aberta a quem se interessa pelo saber e pelos livros. Tomara que o esforço se estabeleça.’


 

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