Quarta-feira, 22 de Novembro de 2017
ISSN 1519-7670 - Ano 19 - nº967

ENTRE ASPAS > FIM DE SEMANA, 17 E 18/11

O Estado de S. Paulo

20/11/2007 na edição 460

LULA
Dora Kramer

Por que falas?

‘De duas, uma: ou o presidente Luiz Inácio da Silva tem algum plano na cabeça, e está testando possibilidades, ou deixa prosperar as especulações sobre sua intenção de continuar no poder porque não tem nada mais interessante a dizer e precisa manter o clima de expectativa de poder em torno de sua figura, a fim de evitar o clima de fim de festa nesses três últimos (?) anos de mandato já contaminados pelo processo da sucessão.

Uma hora chama os arautos do terceiro mandato e manda enterrar o assunto, na seguinte sai em defesa da democracia estilizada de Hugo Chávez de maneira absolutamente desnecessária, fazendo a alegria do ditador que logo trata de exibir ao mundo o aval do brasileiro aos seus métodos e atraindo para si suspeitas de que pretenda recorrer a expedientes semelhantes de relacionamento com a massa, boa parte dela, ignara.

Lula deve achar graça quando se apontam suas confusões sobre sistemas de governo como sendo fruto de ignorância ou incapacidade lógica para concatenar idéias e expor raciocínios.

Não que seja um ás em ciência política, mas sabe perfeitamente bem a diferença entre a prolongada permanência de governantes em países parlamentaristas, em ditaduras institucionalizadas e em nações reféns de estratagemas populistas e autoritários onde os direitos das minorias e o funcionamento das instituições são vítimas de um longo processo de estrangulamento.

Lula tanto sabe isso quanto sabe fazer o tipo grosseirão sem estudo nem domínio do idioma para determinadas platéias, e se comportar no limite do protocolo, inclusive falando direito o português, quando diante de públicos mais exigentes. Em geral, no exterior.

O presidente da República pode não ter (e não tem) compromisso com o que diz, mas – e até por isso mesmo – é um mestre na arte do ilusionismo. Leva as pessoas na conversa, e quando parece não dizer coisa com coisa aí é que se deve prestar atenção, porque, no mínimo, alguma impressão está interessado em transmitir.

Sua insistência em pôr na mesma condição Chávez e Felipe González, ou Margaret Thatcher, por exemplo, não é um devaneio. Fosse erro puro e simples, da primeira vez, corrigido, inclusive pela assessoria, teria mudado de conversa.

Ao persistir não o fez por burrice, porque deste mal não sofre. Alguma intenção tem. Só para raciocinarmos por analogia: quando do escândalo do mensalão, o presidente Lula não misturou caixa 2 com corrupção por ausência de discernimento, mas por excesso de cálculo.

Conseguiu inocular na percepção geral a tese da farinha do mesmo saco, que assim pode ser traduzida: se todos podem, também posso.

As semelhanças porventura depreendidas pelo leitor, tudo leva a crer, não são meras coincidências.’

 

NA JUSTIÇA
Expedito Filho

Jornalistas processam Mônica Veloso

‘A jornalista Mônica Veloso, pivô do escândalo que envolveu o presidente licenciado do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), em uma rede de denúncias que ameaçam o seu mandato, poderá agora ter parte do dinheiro obtido com a nudez, exibida nas páginas da revista Playboy, confiscado pelo Sindicato de Jornalistas do Distrito Federal.

Ela, que estaria cobrando da Editora Abril o pagamento de uma segunda edição supostamente não autorizada, seria obrigada pela Justiça trabalhista a repassar prioritariamente esse dinheiro para dois jornalistas e um radialista que movem ações contra a sua produtora. ´Estamos estudando essa alternativa, mas primeiro vamos esperar que a decisão transite em julgado´, confirmou o advogado Claudismar Zupiroli, do sindicato de jornalistas.

De 2003 a 2006, os três profissionais trabalharam para a produtora de Mônica, que mantinha com o governo do Distrito Federal um contrato para fazer a agenda e toda a documentação jornalística do ex-governador Joaquim Roriz. Eles alegam que não tiveram as carteiras assinadas e que alguns de seus direitos trabalhistas também não foram pagos.

Na primeira instância, um deles já saiu vitorioso. A produtora de Mônica foi condenada a pagar cerca de R$ 30 mil a um dos jornalistas.

Ela ainda tem direito a recurso. Mas se sua empresa perder, a história meio rocambolesca pode custar a Mônica, ao fim e ao cabo, uma quantia superior a R$ 100 mil, segundo estimativa de Claudismar Zupiroli.

DEFESA

Mônica e Abril não chegaram a se engalfinhar em uma briga judicial pela cobrança da segunda edição da nudez. De acordo com a assessoria da jornalista, os entendimentos estão sendo feitos de forma amigável pelo advogado Pedro Calmon.

´O sindicato pode confiscar à vontade. Não existe pagamento da segunda edição. E essa ação trabalhista deve demorar uns dez anos´, afirmou Calmon. ´É um processo somente para prejudicar Mônica. Eles entraram com a ação unicamente para se aproveitar da notoriedade dela. As reclamações trabalhistas envolvem, ainda, o governo do Distrito Federal e a produtora CPC, de uma ex-sócia da jornalista´, emendou.

Mônica Veloso ganhou notoriedade em maio, quando veio à tona a denúncia de que Renan teria despesas pessoais pagas por um lobista da empreiteira Mendes Júnior. De acordo com a revista Veja, Cláudio Gontijo pagava pensão e aluguel para a jornalista, com quem o senador teve uma filha fora do casamento.’

 

INTERNET
Clarissa Thomé

YouTube revela o Rio que já passou

‘O alemão Martin Ottmann, que vive em Paris há sete anos, não imaginava que um filmete de 1936, de menos de oito minutos, postado no YouTube, faria tanto sucesso. Queria presentear uma família de amigos brasileiros. Viu um trecho do documentário num fórum sobre filmes raros, percebeu que não estava no site e postou o arquivo. Em dois meses, mais de 72 mil pessoas haviam acessado as cenas.

Trata-se de City of Splendour, documentário da série Fitzpatrick Traveltalks, distribuído pela MGM. Com narração e direção de James A. Fitzpatrick, americano que se especializou em viagens, o filme de 1936 mostra um Rio de Janeiro em cores, com ruas amplas e limpas, uma capital que já acabou, uma cidade de construções baixas às margens da Guanabara.

Mas o cenário de esplêndida fotogenia – o Pão de Açúcar, a placidez da baía, a Praia de Copacabana – não é tão diferente do registrado em 1936, quando Noel Rosa e Heitor dos Prazeres fizeram Pierrot Apaixonado, considerada a melhor marchinha do carnaval daquele ano.

´As imagens não são novas. Já foram usadas no documentário Banana is My Business, sobre Carmen Miranda. Mas é muito raro ver o Rio daquela época em cores´, diz o pesquisador Antonio Venancio. Até mesmo Ottmann se surpreendeu. ´O vídeo não havia recebido muita atenção até três semanas atrás. Foram apenas 250 acessos, quando, de alguma maneira, o boca-a-boca se espalhou´, escreveu o alemão, num e-mail ao Estado.

O responsável pelo sucesso do documentário foi o prefeito Cesar Maia (DEM). Ele colocou link para o vídeo no seu Ex-Blog – comentários transmitidos por e-mail diariamente. Além de reações emocionadas, provocou queixas. A comparação com o Rio de hoje foi inevitável.

´O documentário mostra uma cidade que o prefeito está longe de apresentar ao carioca. Hoje ele prefere ficar atrás do computador, procurando imagem no YouTube´, criticou o advogado André Decourt, um dos historiadores informais do Rio.

O prefeito lembra que o filme só mostrou ´um lado da cidade´. ´Havia uma cidade oculta, de cortiços que começavam a migrar para as favelas´, disse Maia.’

 

HISTÓRIA
Francisco Quinteiro Pires

Revolução Russa 90 anos

‘Noventa anos depois, uma espessa névoa paira sobre a Revolução Russa. O Estado acompanhou dois seminários dedicados à efeméride, realizados pela USP na primeira quinzena deste mês e dos quais participaram dezenas de professores de tendências acadêmicas variadas, que mostram a vontade de examinar e reconstituir as profundas mudanças sociais, econômicas e políticas promovidas pela tomada do poder russo pelos bolcheviques em 25 de outubro de 1917 – ou 7 de novembro do mesmo ano, segundo o calendário gregoriano, 13 dias de diferença em relação ao calendário juliano, adotado então pela Rússia. À parte os embates ideológicos, a tarefa de exame e reconstituição históricos pela academia tem uma exigência urgente, na medida em que a queda da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS), em 1991, ofereceu combustível ao consenso em torno da linha historiográfica liberal que assegura não existir alternativa ao sistema do capital, considerado o fim da História, conforme as menções dos debatedores.

E a sentença dada é: a esquerda mundial sofreu seu fracasso absoluto. Em meados dos anos 1990, o cientista político italiano Norberto Bobbio publica Direita e Esquerda (Unesp), no qual defende a idéia de que a divisão tradicional do espectro ideológico entre esquerda e direita continua viva e pode ser traduzida nas seguintes oposições: primazia da igualdade versus primazia da liberdade, prevalência do homem versus prevalência do mercado. Bobbio critica na mesma publicação a teoria, com raízes em Hegel, sobre o regime capitalista como a realização histórica final da evolução humana, defendida por Francis Fukuyama em O Fim da História e o Último Homem (Rocco). Concorde-se com Bobbio ou Fukuyama, o embate de idéias promovido pelos dois ganha uma importância inegável como exercício contra a mistificação histórica.

A partir de 25 de outubro de 1917, Lênin, pseudônimo de Vladimir Ilitch Ulianov, entra para a História como grande líder da revolução proletária. O embalsamamento do seu corpo é o exemplo da mitificação da sua imagem como revolucionário. Segundo a filósofa Olgária Matos, os protagonistas da História podem ser classificados em heróis e personagens. Os primeiros avançam para a posteridade como mitos, isentos de julgamento. Os outros são vistos sem concessão e prestam contas de sua atuação às gerações posteriores. Um desses seria Stálin, apontado nos seminários como o ditador feroz que rompe com os ideais da revolução bolchevique de Lênin e fortalece a burocracia estatal. O cineasta Sergei Eisenstein faz em Outubro (1927) uma profunda crítica à imagem como dominação. A cena do desmonte da estátua do czar Alexandre III e a de Lênin como um redentor acima das massas são questionamentos ao personalismo exaltado pelas imagens e à dominação mistificadora. A despeito do poder oficial, a arte exercia ali, no calor da hora, seu elemento profético sobre os equívocos da Rússia no século 20.

A Rússia de 1917

Em março de 1917, aproveitando o descontentamento da população provocado pelas contingências impostas pela guerra, forças da oposição derrubaram o czar Nicolau II, pondo fim ao regime czarista russo, e instalaram um governo provisório comandado por Alexander Kerenski. Ao longo de todo o ano, disputas de poder fazem distanciar-se os grupos que juntos haviam derrubado o monarca. Até que, em 25 de outubro (7 de novembro no calendário gregoriano), uma reunião do Comitê Central dos Bolcheviques, facção de esquerda da oposição, comandada por Lênin, dá o ponto de partida para a derrubada de Kerensky. Em poucos minutos, os revoltosos tomam o Palácio de Inverno, sede do governo, dando início ao governo socialista soviético.’

 

TELEVISÃO
Keila Jimenez

Crise de identidade

‘Bonita e rica, Silvia (Alinne Moraes) chegou em Duas Caras disposta a ajudar a mãe a superar a terrível perda do marido. A jovem de fala doce nem imagina o que seu destino ficcional lhe reserva: vai virar uma peste do dia para a noite. Silvia será a grande vilã da trama das 9 da Globo, em uma guinada comum só a um tipo de personagem: o bipolar.

Vilões que viram santos, mocinhos que cometem as maiores atrocidades, sofredores que saem rindo à toa. Os personagens bipolares são assim, começam de um jeito e terminam de outro completamente diferente na novela. Como na vida real, sofrem alterações bruscas de temperamento sem explicações, deixando a audiência quase sempre atordoada.

As causas da ´doença` na teledramaturgia são as mais variadas: rejeição do público, ibope em baixa, choramingos de atores e, é claro, a vontade imprevisível dos autores.

´Uma violenta mudança de caráter vai acontecer com Silvia. Aquela moça linda, formada em Sorbonne será cúmplice de Ferraço (Dalton Vigh) em todas as suas maldades. E a certa altura vai tentar até matar o filho dele com Maria Paula (Marjorie Estiano)´, anuncia Aguinaldo Silva, autor de Duas Caras.

Como quase todos os acometidos pelo mal, Alinne Moraes, a bipolar da vez, não sabia da mudança.

´Fiquei surpresa, mas minha intuição já previa essa possibilidade por causa do nome da novela´, fala a atriz.

FEITIÇARIA

Irene Ravache também foi vítima de uma metamorfose no ar. Sua amarga Loreta em Eterna Magia virou a mais doce das criaturas como num passe de mágica. Opa! Esqueçam a mágica, afinal, a da novela das bruxas se voltou contra a feiticeira, no caso, a Globo. Tanto é que uma crise de personalidade também acometeu as protagonistas. Vilã e mocinha se embolaram no núcleo de Eva (Malu Mader) e Nina (Maria Flor).

Dos bipolares de Paraíso Tropical, o caso mais grave foi o de Antenor Cavalcante. E olha que Tony Ramos bem que tentou reverter sua fama de bom moço na pele do empresário crápula. Não deu. Antenor conquistou a redenção plena para a alegria geral do ibope, que ainda não engoliu Tony na pelo de lobo.

´Quando vejo que um personagem não está agradando, faço pequenas mudanças. Mas é preciso saber se ele realmente não está agradando ou se só está sem ação´, fala Aguinaldo Silva.

´Se essa bipolaridade é definida com o ator desde o início da novela, acho um truque eficiente de narrativa. Também não vejo mal em usar isso para algum ajuste necessário na trama´, completa Silvio de Abreu.

´Em Vira-Lata, a personagem de Carolina Dieckmann seria uma vilãzinha. Como a novela começou ruim de ibope, descobri que precisava de um personagem feminina de empatia. Apostei nela, que acabou virando a heroína´, revela Carlos Lombardi, endossando a tese de que o Prozac dos bipolares da dramaturgia é o ibope.

Quem sou eu? Onde estou?

Antenor (Tony Ramos)

Até o ator duvidou da redenção do empresário-trator em Paraíso Tropical. Antenor terminou mais bom-moço que Tony.

Eva (Malu Mader)

O público não queria Malu vilã, então ela ficou boa, má, e boa outra vez em Eterna Magia. E terminou como? Ruim de ibope.

Dante (Reynaldo Gianechinni)

Em Sete Pecados difícil é quem não é bipolar. Dante, que era até chato de tão bonzinho, ficou frio e calculista de repente.

Bebel (Camila Pitanga)

Poucos se lembram, mas Bebel sacaneou muito a mocinha no início da novela. Como virou mania nacional, ficou boazinha, boazinha.

Nina(Maria Flor)

Se a vilã não era mais vilã, então a mocinha não era mais mocinha. Maria Flor também passou por crise de identidade em Eterna Magia.

Léo (Thiago Rodrigues)

O Léo maduro e arrependido do final de Páginas da Vida, nem parecia o estúpido e egoísta do início da novela. Não convenceu.

Fred (Paulo Vilhena)

Mimado e com falhas de caráter, Fred se purificou a ponto de levar a melhor em cima do garoto ringtone, o bom filho Gustavo Leão.

Pedro (Sidney Sampaio)

Bipolar de nascença, o chef de Sete Pecados já tinha em sua descrição esse distúrbio de temperamento. Muda cena a cena.

Ângela (Cláudia Raia)

Responsável e companheira, Ângela escondia seu lado vilã em Torre de Babel. Truque do autor para enganar o telespectador.’

 

Etienne Jacintho

Comédias para passar o tempo

‘Há tempos, as únicas comédias bacanas na telinha paravam no circuito The Office, Everybody Hates Chris e My Name Is Earl. Mas quatro séries estrearam segunda-feira na Sony e duas delas são bem divertidinhas. Samantha Who? é a melhor, afinal, quem não ri com Christina Applegate, a eterna Kelly Bundy? Samantha Who? é uma espécie de My Name Is Earl de saias, mas, como diz um amigo, a loira pode imitar, pois é sempre engraçada!

My Boys, outra das estreantes, tem bons diálogos e situações que causam identificação com as espectadoras. Pelo menos comigo foi assim e acabei rindo da minha própria cara! Isso até é bom… Já Rules of Engagement, apesar de ter David Spade – Just Shoot Me era o máximo -, não causa muitas reações, assim como Big Day.

O mais difícil de encarar nas segundas da Sony são os esquetes insuportáveis das tais confissões de uma mente perigosa. Que raiva daquilo! Texto batido e situações lugar-comum estão naqueles quadros infames que são repetidos à exaustão em todos os intervalos. Haja paciência! Se mulher hoje pensa assim como a Sony pinta, só posso gritar por socorro!

Mudando de assunto radicalmente, das piadas americanas para a corte inglesa do século 16, estou viciada em The Tudors. Confesso que não me ligo em séries históricas, mas a atração do People + Arts tem uma vantagem: atores lindos. Desculpem meu momento mulherzinha, mas o que foi a queda de braço entre o rei Henrique VIII (Jonathan Rhys Meyers) e o duque Charles Brandon (Henry Cavill)? Que bíceps! Que closes! Não sei quem é melhor, só sei que passei mal.’

 

Roberto Godoy

Bronca da molecada

‘A manada da madrugada está assistindo e reclamando das reprises do Late Show, do David Letterman, no GNT – desta vez, todavia, há uma justificativa: a greve dos roteiristas americanos deixou órfãos e sem apoio toda a tropa dos produtores. Letterman comentou a crise. Mas, caros senhores da Net, a desculpa perdeu prazo de validade. A greve acabou e está na hora de retomar a agenda. E se o repeteco irrita os adultos, no caso das crianças fica pior ainda: os telespectadores dos canais infantis andam abusando do controle remoto, aborrecidos com o excesso de reapresentações, frustrando os anunciantes fabricantes de brinquedos que perdem audiência. O Discovery Kids, por exemplo, apresenta há meses a mesma meia dúzia de episódios das suas animações preferidas, Lazytown e Backyardigans. No fim de semana prolongado pelo feriado, os assinantes escapam da trágica programação medíocre (marcada pelos filmes (?) Anaconda 1 e 2, O Agente Teen e Mulheres Perfeitas) do período, por conta do notável Asas do Desejo (hoje, 22 horas, Telecine Cult) de Win Wenders e, talvez, 007-Cassino Royale, o novo do agente Bond, também às 22h no Telecine Premium. Que vá. O assinante Luca Faro pergunta: ´O que houve com os diversos C.S.I. ?´’

 

MEMÓRIA ATIVA
Gustavo Miller

Uma aula de história em apenas 2 minutos

‘Uma aula de história em dois minutos. É justamente essa a idéia dos minidocumentários do projeto Memória Ativa, dirigido e roteirizado por Jorge Saad e Eduardo Benaim. A cada episódio, um vídeo de 120 segundos tem a proposta de reconstruir a trajetória de diversos temas nacionais. A linguagem dos filmes é assim: por uma linha do tempo, um narrador cita diversos fatos que marcaram certo ano – ilustrados por preciosas imagens de arquivo. Há na web 14 vídeos, como Padim Chico, que fala do projeto de transposição das águas do Rio São Francisco. Vai lá: www.memoriaativa.blog.br.’

 

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